quarta-feira, 28 de junho de 2017

RAQUEL DODGE, A PRIMEIRA MULHER NA PGR

Resultado de imagem para raquel dodge

O presidente Michel Temer escolheu nesta quarta (28) a procuradora federal Raquel Dodge para chefiar a Procuradoria Geral da República no lugar do atual ocupante do cargo, Rodrigo Janot. O mandato de Janot acaba em setembro.

O nome de Raquel Dodge foi anunciado pelo porta-voz da Presidência , Alexandre Parola, no Palácio do Planalto na noite desta quarta. Ela foi a segunda colocada na lista tríplice enviada a Temer pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Mas, na verdade, embora Raquel seja anunciada como a segunda colocada, deu empate técnico, pois o mais votado, Nicolao Dino, candidato de Rodrigo Janot,  teve 621 votos (18,6%) contra 587 (ou 17,6%) de Raquel Dodge. Mario Bonsaglia, 564 (16,97%

"O presidente da República escolheu na noite de hoje a subprocuradora-geral da República, dra. Raquel Elias Dodge para o cargo de procuradora-geral da República. A dra. Raquel Dodge é a primeira mulher a ser nomeada para a Procuradoria Geral da República", afirmou Parola no pronunciamento.

Com a indicação, Raquel Dodge será submetida a sabatina no Senado e precisará ter a indicação aprovada pelos senadores antes de ser oficializada no cargo. Ela tomará posse em setembro, no lugar de Janot.

VACCARI CONTINUA PRESO

ABSOLVIDO NO TRF, EX-TESOUREIRO DO PT CONTINUA PRESO POR OUTRAS CONDENAÇÕES

VACCARI FOI CONDENADO A 30 ANOS E 2 MESES EM OUTRAS QUATRO AÇÕES


Diário do Poder

O juiz federal Sérgio Moro concedeu liberdade ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto nesta quarta-feira, 28. O petista, no entanto, vai continuar preso porque tem contra si outro mandado de prisão na Operação Lava Jato. A decisão do magistrado foi dada em decorrência do julgamento do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que, na terça-feira, 27, absolveu o ex-tesoureiro da condenação de 15 anos e 4 meses imposta a ele na 1ª instância por Moro.

Em despacho, Moro determina "à autoridade policial que, ao ser-lhe apresentado o presente alvará de soltura, indo por ele assinado, proceda à baixa do mandado de prisão número n.º 700000566665, expedido nos autos de Pedido de Prisão Preventiva nº 5012323-27.2015.404.7000/PR".

Vaccari está preso desde abril de 2015, acusado pela força-tarefa do Ministério Público Federal dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O petista seria o arrecadador de propinas do PT no esquema de corrupção instalado na Petrobras entre 2004 e 2014.

Vaccari foi condenado por Moro em cinco ações criminais. As penas somavam 45 anos e 6 meses de prisão. A decisão do TRF4, que absolveu Vaccari em um dos processos e o livrou da pena de 15 anos e 4 meses, reduz o tempo de cadeia do ex-tesoureiro para 30 anos e 2 meses.

Ao dar baixa no primeiro mandado de prisão de Vaccari, recolhido no Complexo Médico-Penal de Pinhais, região metropolitana de Curitiba, o juiz Moro fez um alerta.

"Observação: O acusado cumpre o mandado de prisão n.º 700002932303, expedido no bojo da Ação Penal n.º 5013405-59.2016.4.04.7000, motivo pelo qual não deve ser colocado em liberdade", afirmou. "Evidentemente, se for o caso, caberá ao TRF4 estender ou não os efeitos da revogação da preventiva ao outro processo."

segunda-feira, 26 de junho de 2017

ÍNDICES CONTRA O BRASIL SÃO DE ONG LIGADA A PETISTAS E A MARINA SILVA

NORUEGA AMEAÇOU O BRASIL SEM CONFIRMAR DADOS SOBRE AMAZÔNIA


Tão logo encerrou a visita oficial de Michel Temer a Oslo, o governo da Noruega divulgou nota admitindo que não havia confirmado dados nos quais se baseou para anunciar o corte das doações ao Brasil para ações contra o desmatamento. Foi o ministro do Meio Ambiente da Noruega quem anunciou o corte dos repasses para US$35 milhões (equivalentes a R$117 milhões) ao ano. E a primeira-ministra Erna Solberg vai enfrentar as urnas na disputa pela reeleição, em setembro. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os dados citados pela Noruega são do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, ONG integrada por Marina Silva (Rede) e vários petistas.

A ONG que falou mal do Brasil, provocando a reação norueguesa, embolsou nada menos que R$25,4 milhões do Fundo Amazônia.

Apesar da boca dura do governo de Oslo, os US$110 milhões anuais da Noruega representam menos de 20% do total do Fundo Amazônia.

O afobado ministro do Clima, Vidar Helgesen, disse que “as regras do fundo forçam o corte”, mas não conferiu os dados de desmatamento.

domingo, 25 de junho de 2017

BALEIAS DA NORUEGA

NORUEGUESES ACUSAM DESMATAMENTO, MAS MATAM BALEIAS E POLUEM COM PETRÓLEO

NORUEGA NÃO É NENHUMA BRASTEMP SOBRE TEMAS DE MEIO AMBIENTE


A primeira-ministra da Noruega, Erna Solberg, ignorou princípio básico de diplomacia intrometendo-se em assuntos internos do Brasil diante do presidente Michel Temer, que fazia visita oficial a seu convite. Em campanha para se reeleger, Solberg mostrou que, além de mal-educada, cultua a hipocrisia: tentou dar lições ambientais ao Brasil, mesmo governando um país que estimula a caça às baleias e polui o ambiente explorando petróleo, fonte de energia não-renovável (e suja). A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Este ano, o governo de Erna Solberg autorizou a morte de 999 baleias. Segundo documentário exibido em março, 90% são fêmeas e grávidas.

As “chuvas ácidas”, provocadas pela poluição europeia, mataram todos os peixes existentes em mais de 2 mil lagos noruegueses.

Para a diplomacia brasileira, a não intromissão em assuntos internos de outros países é um valor fundamental. Que a Noruega desrespeitou.

Após o incidente em Oslo, a tendência da diplomacia brasileira é tratar com frieza norueguesa o governo da primeira-ministra Erna Solberg.

*Vice-presidente da ONG que municiou o ministro do Clima da Noruega com dados alarmistas sobre a Amazônia, Steve Schwartzman escreveu artigo, em 2016, comemorando a redução de 79% no desmatamento.

sexta-feira, 23 de junho de 2017

LULA - A UM PASSO DA CONDENAÇÃO

O juiz Sergio Moro irá condenar Lula nos próximos dias a até 22 anos de cadeia. O roteiro já foi definido. No itinerário do magistrado apenas uma etapa o separa do anúncio da sentença do ex-presidente petista: a definição da pena ao intermediário da propina, Antonio Palocci



Mais do que nunca, os olhares do mundo político e jurídico estão voltados para as movimentações do juiz Sergio Fernandes Moro, da 13ª Vara Federal do Paraná. Nos próximos dias, ele anunciará a sentença que condenará Lula à prisão no caso do tríplex do Guarujá por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

O ex-presidente é acusado de ter recebido o imóvel da OAS como contrapartida às benesses que a empreiteira obteve do governo no período em que o petista esteve no poder. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o ex-presidente foi beneficiado com pelo menos R$ 87,6 milhões dados pela OAS, dos quais R$ 3,7 milhões foram usados por Lula no apartamento de três pavimentos.

Conforme apurou ISTOÉ junto a integrantes da Lava Jato, o petista vai pegar até 22 anos de cadeia – 10 anos por lavagem de dinheiro e 12 por corrupção passiva. No cronograma de Sérgio Moro só uma etapa o separa do anúncio da condenação de Lula: a definição da pena a ser aplicada ao ex-ministro Antonio Palocci, hoje preso.RISÍVEL Advogados de Lula alegaram que o triplex era da Caixa. Mentiram. De pronto, o banco negou.

A defesa de Lula está tão perdida nesse processo quanto o próprio cliente. Sem argumentos sólidos para defendê-lo, os advogados do petista apelam para o jogo sujo e chicanas jurídicas.

Chegaram ao desplante de afirmar que os procuradores usariam, na acusação a Lula, a mesma teoria aplicada por Hitler em seu primeiro discurso como chanceler da Alemanha na qual o ditador nazista defendeu a “elasticidade dos veredictos”.

Ou seja, que a posição dos procuradores seria manifestamente contrária às provas dos autos. Uma excrescência. Ao contrário do que alardeiam os advogados do petista, o MPF dispõe de farta documentação e depoimentos que demonstram que o ex-presidente ocultou a propriedade.

Nas alegações finais enviadas ao juiz Moro, na última semana, o dono da OAS, Léo Pinheiro, atestou que o imóvel era mesmo de Lula.“O tríplex nunca foi posto à venda e as reformas foram executadas seguindo orientações dos reais proprietários do imóvel, o ex-presidente Lula e sua esposa.

O projeto de reforma foi aprovado na residência do ex-presidente”, escreve o advogado de Pinheiro, José Luiz Oliveira Lima. O advogado esclarece na defesa da OAS que o tríplex, “bem mais caro do que o apartamento que Lula tinha no local”, não saiu de graça. “Os gastos feitos eram contabilizados e descontados da propina devida pela empresa ao PT em obras da Petrobras. Tudo com a anuência de seu líder partidário (Lula)”, afirmou.

Clique AQUI para ler a matéria completa da revista IstoÉ

LULA DE MALAS PRONTAS PARA UM "PERÍODO SABÁTICO"... AH, TÁ!

PETISTAS DISCUTEM SE LULA DEVE FUGIR DO PAÍS, EM CASO DE CONDENAÇÃO

EVENTUAL CONDENAÇÃO DE LULA MOTIVARIA UM 'PERÍODO SABÁTICO'

COM IMINENTE CONDENAÇÃO, PT BATIZA FUGA COMO 'PERÍODO SABÁTICO'

A iminente sentença do juiz Sérgio Moro, numa das ações em que Lula é acusado de corrupção, levou próceres petistas a retomarem a discussão sobre alternativas de fuga do País. Fonte ligada à cúpula do PT confirmou as discussões, mas nega ser uma “fuga”, e sim “período sabático” em outro país. Uma das opções do ex-presidente seria o Uruguai, cujo governo lhe teria oferecido asilo, em caráter reservado. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Um filho de Lula, Luiz Cláudio, réu por corrupção, chegou a se mudar para o Uruguai em 2016, sob a proteção do governo.

As opções para o “período sabático” se limitam a países governados por aliados de Lula, e com forte controle sobre o sistema judicial.

O cuidado dos lulistas que defendem o “exílio” é que o país anfitrião não atenda eventuais pedidos de extradição da Justiça brasileira.

Entre os países listados para o “período sabático” de Lula estão, além do Uruguai, Bolívia, Venezuela, Equador e Nicarágua.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

LULA E DILMA TÊM QUE EXPLICAR COMPRA DE APOIO PARA REELEIÇÃO

PGR QUER EXPLICAÇÕES DOS PETISTAS SOBRE COMPRA DE APOIO EM 2014


Estadão

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu, em ofício enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que a ex-presidente Dilma Rousseff e o seu padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, prestem depoimentos no inquérito aberto que apura a suposta compra de apoio de partidos políticos à campanha de reeleição da petista em 2014.

Janot também pediu que outras 11 pessoas, de quatro partidos, sejam investigadas formalmente no inquérito, que foi instaurado originalmente contra o atual ministro da Indústria e Comércio Exterior, Marcos Pereira (PRB), com base na delação premiada de executivos da Odebrecht.

A lista inclui nomes do PT, como o ex-tesoureiro da campanha Edinho Silva e seu ex-assessor Manoel de Araújo, os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega, além do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso na Lava Jato. Completam a relação o marqueteiro João Santana, Eurípedes Júnior e Salvador Zimbaldi Filho, do PROS; Carlos Lupi e Marcelo de Oliveira Panella, do PDT; e Fábio Tokarski, do PCdoB.

Além de ouvir Dilma e Lula, Janot também pediu o depoimento de outras sete pessoas: o ex-presidente do PT Rui Falcão; Giles Azevedo, ex-chefe de gabinete de Dilma; o ex-ministro Aloizio Mercadante; a ex-secretária da Odebrecht Maria Lúcia Tavares; a empresária Mônica Moura, mulher de Santana; e duas ex-secretárias de Edinho Silva.

Caberá ao relator da Lava Jato no Supremo, ministro Edson Fachin, determinar se aceita ou não os pedidos do procurador-geral da República.

Inquérito

A investigação no STF foi aberta com base na delação premiada dos executivos da empreiteira, entre eles Marcelo Odebrecht. Segundo os relatos, Marcos Pereira, que era presidente do PRB em 2014, teria recebido R$ 7 milhões para garantir o apoio do partido à chapa na eleição presidencial de 2014.

Nos depoimentos, o executivo apontou também que teria repassado dinheiro a outros partidos, como o PROS, PDT e PCdoB, afim de garantir o apoio deles à chapa e, consequentemente, obter a parcela de tempo do horário gratuito de rádio e TV a que eles tinham direito.

A chapa de Dilma em 2014 tinha como vice o atual presidente Michel Temer e era composta por uma aliança de nove partidos: PT, PMDB, PDT, PCdoB, PP, PR, PSD, PROS e PRB.

Todos os envolvidos negam irregularidades e afirmam que não houve pagamentos em troca de apoio para a campanha de 2014.