segunda-feira, 30 de março de 2020

A BOA POLÍTICA É UM JOGO DE XADREZ, NÃO DE BOLICHE

Ao contrário de abortistas e defensores de abortistas que agora simulam uma farsa de defesa da vida, eu, sim, sempre me sujeitei a ser vítima do linchamento moral desse pessoal descolado para defender a vida. Por isso, seus julgamentos não me atingem.

Quanto ao uso político da Covid-19, nesse momento que deveria ser de comoção, reitero meu desapontamento com quem só pensa em derrubar o presidente e acredita que, assim, tudo se resolve e, de repente, até o vírus some do mapa.

Tentem derrubar, então, aí sai o Mandetta e sua equipe e que se dane o caos que vai se instalar em nosso país.

Pelo que se sabe, está tudo preparado para mudar o regime ou o que determina a Constituição para que o NHONHO assuma como primeiro ministro ou para que tenha novas eleições. Quem sabe volta aquela turma que deixou o Brasil despreparado tanto para atender os doentes quanto para cuidar dos que passam fome. Provavelmente teremos de novo algum ministro da saúde sanguessuga, aquele esquema de desvio de verba das ambulâncias.

Só para relembrar, para cada assento que Dilma comprou, com o nosso dinheiro, para o estádio Mané Garrincha, citando apenas um exemplo, daria para comprar um respirador que pode fazer muita falta se acontecer o pior na curva do coronavírus. 

Oxalá que não, jamais torceria pela vitória do vírus, como faz a turma que faz compra por "delivery", mas pensa que NINGUÉM sai de casa para ir ao estabelecimento e é um NINGUÉM que sai na rua para entregar a mercadoria na sua casa.

Que joguem boliche e apostem na derrubada de peças pela força, para voltar ao poder ou para eleger seu político de estimação. Esse é o jogo sujo da política ao qual estamos acostumados.

Só não contavam com uma equipe muito bem articulada, especialista na arte do xadrez.

O lado técnico age e orienta muito bem quem tem condições de ter acesso à informação. Mas tem um contingente de pessoas que ninguém vê nem aparece nos noticiários, mas que vive uma realidade completamente distinta dos que devem e PODEM ficar em casa.

Ao ver as imagens de uma multidão se aglomerando para buscar cestas básicas, em alguns casos oferecidas pelos oportunistas da turma do boliche, imaginei o que um bom médico faria diante de um doente terminal.

Mandaria comprar o caixão ou faria o possível para encontrar um tratamento que ao menos minimizasse seu sofrimento?

O ser humano, em situação de desespero, é capaz de cometer as piores loucuras. Se tiver algum alento que lhe dê esperança e que, a qualquer momento, alguma coisa pode ser feita, sem dúvida conseguirá dar uma trégua nas ideias extremas e aguardará por mais algum tempo que suas necessidades sejam atendidas.

Qualquer semelhança com o comportamento de um líder que destoa do que espera a turma do boliche, sendo que ele é a peça principal a ser derrubada, não é coincidência, é uma tática de quem conhece bem o jogo de xadrez.

segunda-feira, 23 de março de 2020

MONSTROS - CRÁPULAS TORCEM QUE MORRAM MUITOS BRASILEIROS PARA CULPAR BOLSONARO

- Enquanto uns seguem buscando o caos, seguimos buscando soluções para proteger a nossa nação!

(Jair Messias Bolsonaro)



Mórbido.
A corja corrupta está alvoroçada com a crise mundial. 
Covardes, tripudiam dos mortos pra derrubar o presidente.

Engana -se quem pensa que a arma de guerra que coloca a humanidade em risco é o canhão ou os vírus da guerra biológica. A arma mais letal do século XXI é o microfone.

O governo Bolsonaro tem passado dias a fio, em tempo real, orientando a população, apresentando suas providências e agindo de maneira incansável. Se fossem os então ministros de lula ou dilma, agora quase todos investigados ou condenados por crimes de corrupção, certamente seriam prioridade na programação das redes de TV.

Ah, mas os urubus da desgraça alheia consideram mais importante derrubar o presidente do que INFORMAR.

O President Donald J. Trump uma vez disse: "Não se engane: eles não estão atrás de mim. Eles estão atrás de você; suas armas, seus valores cristãos, sua liberdade. Estou apenas no caminho deles."

Desde que assumiu a presidência a imprensa americana dá à ele exatamente o mesmo tratamento que a brasileira dá a Bolsonaro. Mente, distorce e dramatiza. 

Lá como cá, não se engane. Eles não estão atrás de Bolsonaro. Eles estão atrás de nossas riquezas, de nossas armas, de nossos valores cristãos, de nossa liberdade. Jair Messias Bolsonaro está apenas no caminho deles.

Como diz o Procurador da República, Ailton Benedito:

"Todo mundo está vendo, 24 horas por dia, você festejando ininterruptamente a morte de cada brasileiro atribuída ao #coronavírus, porque você se alimenta da miséria, da fome, do sofrimento humano."

Deus está vendo e muitos brasileiros também estão enxergando: 








FICA EM CASA?????

Miseráveis jogados nas ruas e templos trancados

Eu só queria entender



Se o vírus chega aí, quem vai mandar ficar em casa? São excluídos usados como massa de manobra pelos partidos populistas e por certas instituições, os tais movimentos sociais. 

Onde estão, agora, que os abandonam?

Deus do céu, a que ponto chegam as artimanhas dos donos do mundo!

As mesmas organizações que arregimentam pessoas em situação de desespero pelo mundo para que invadam países prósperos e ali se instale o caos, agora pedem dinheiro para refugiados em situação de vulnerabilidade que, evidentemente, correm risco de contrair coronavírus. 

Não seria esse o propósito, colocar pessoas "descartáveis" em situação de vulnerabilidade para que sejam eliminadas?

Já vimos essa história, mesmo que seja pouco ensinada nas escolas ou mal contada, mas os livros estão aí para quem quiser saber e, no meu caso e de muitos brasileiros, temos os relatos de amigos que vivenciaram esse drama nos países comunistas.

Lembro de momentos de crise com nossos templos de portas abertas acolhendo os necessitados e servindo como hospitais de campanha. 

Falta abrir as portas, não da igreja que são os fiéis e precisam ser protegidos, mas abrir as portas dos templos aos excluídos, que estão jogados nas ruas sem alimento nem proteção, para que os profissionais da saúde possam cuidar deles e que possam receber alimentos para que não morram de fome. 

Agora até estádios de futebol e escolas de samba estão fazendo isso e os templos se trancam com tantos brasileiros jogados nas ruas, sem alimento e sem proteção contra o vírus. E o mais grave, não estão praticando o que pregam. Profissionais da saúde estão se apresentando como voluntários, porém os moradores de rua continuam jogados na sarjeta... e os templos trancados.

NEM VERMELHO NEM AZUL GANHAM MAIS NADA



A pergunta do momento quando precisamos pacificar os ânimos e orar pela vida humana...criar o caos político, como a oposição ao governo liderada pela turma do NHONHO está protagonizando e tem sido prioridade na pauta da imprensa para tentar derrubar o governo Bolsonaro, ...então digam... tirar Bolsonaro para colocar quem?

Dependendo do período em questão, fica o NHONHO. Essa deve ser a artimanha, dar uma rasteira no nosso voto e implantar um regime parlamentarista, talvez temporário apenas para assumir o poder e por ser o único jeito de conseguirem alguma coisa, pois no voto nem vermelho nem azul ganham mais nada.

Não podemos esquecer que  NHONHO é o mais recente queridinho da Globo. É só aparecer falando sobre empatia, solidariedade e outras "demagogices" que muita gente esquece o que o Botafogo fez no verão passado.

Esse é o perigo. A corja da classe política e do jornalismo está apostando no NHONHO para emplacar o parlamentarismo e entregar o país para esse traste. Tudo pela grana...

Por isso temos que reagir, todos nós. Então eles ficam sabendo que somos muitos brasileiros preparados para fazer muito barulho se ousarem dar uma rasteira no NOSSO VOTO, NOSSAS ESCOLHAS. 


Insistem na tese de que somos milicianos do Bolsonaro, fanáticos idiotas, robôs teleguiados e outras idiotices. A verdade é que o golpe não é somente contra o presidente. Se acontecer Bolsonaro vai ficar muito bem, obrigado, assim como a Dilma está por aí viajando pelo mundo com nosso dinheiro. 

O golpe é contra o que o eleitor decidiu nas urnas.

HISTERIA X HIPOCRISIA NA GUERRA DOS INSANOS

Pois é... parece que jornalistas são imunes
Em todos os eventos estão amontoados e sem máscara
Cadê o exemplo de quem tem a obrigação de informar e orientar?

O DESSERVIÇO DA ESGOTOSFERA

O #G1 precisa se decidir:
Deve ou não usar máscaras?
Eis o problema: Na ânsia de criticar se expõem ao ridículo.

As tias do ZAP têm sido o mais eficiente serviço de utilidade pública e de cuidado humanitário ao propagar as recomendações médicas no combate ao vírus...a imprensa está apenas interessada em derrubar o presidente. Basta conferir as manchetes de jornais e suas perguntas ridículas às autoridades. #Monstros

É desumano deixar de informar para fazer jornalismo da lacração. Emplacar uma guerra insana contra a autoridade máxima do país é um chamado à desobediência, uma irresponsabilidade num momento de cuidado extremo.
Ah, se não fosse as tias do ZAP!

CUIDADO, SIM, MAS TEM QUE SER INTEGRAL

É de cortar o coração ouvir de milhões de brasileiros "se não sair para trabalhar, não como! ... é sobre esses irmãozinhos que o presidente se refere quando pensa num país parado... porque para nós, os privilegiados que tem a vida ganha, é fácil falar e acusar.

Ah, a economia não importa... concordo quando há mais preocupação em não melindrar parceiros internacionais do que alertar sobre dados que escondem de todos nós....mas desprezar a fome de brasileiros não é humanidade, é crueldade.

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OS SABICHÕES DO COMBATE À PANDEMIA NO BRASIL

"O presidente da Câmara e outras nulidades absolutas em infectologia e qualquer aspecto da medicina defendem a repressão sanitária porque sabem que, ao fim de cada dia, vão estar com o bucho cheio, e podem se entreter com a Netfix. Alguém, como sempre, vai prover o seu sustento. O problema é de quem volta para casa, todo dia, angustiado por não saber se vai “pegar” o vírus – mas se terá o seu trabalho amanhã.

Talvez seja uma surpresa para as nossas mesas-redondas de televisão, mas há por aí, infelizmente, umas dezenas de milhões de brasileiros comuns que precisam trabalhar todos os dias de sua vida – ou trabalham, ou não ganham nada, e, se não ganham nada, não comem. O Brasil do “equilíbrio” quer que todos eles vão para o diabo que os carregue."

(José Roberto Guzzo)

Matéria completa na REVISTA OESTE.