quarta-feira, 7 de novembro de 2018

PRÓXIMO PASSO - SUPERAR A "RESISTÊNCIA"



Artistas da "resistência" dizem que a revolução não tem volta. O que será que isso significa, que pretendem voltar à luta armada ou voltar a criar algo que preste?

Rola nas redes vídeo no qual uma apresentadora de TV diz isso com todas as letras, que irão lutar até o fim e promete sabotar qualquer iniciativa que dê lugar à baixaria que se instalou na música, na literatura, na cultura de modo geral. 

A maldade não tem limite. Continuam plantando a ideia de que a "onda conservadora" é o mal do século. Esse conceito tem raízes profundas e o intuito é desqualificar a reação da grande maioria da população dos países que resolveram reverter o vale tudo que estava em curso.

Basta alguns segundos de reflexão para avaliar e entender a guerra que os poderosos tentam travar no inconsciente coletivo. Isso inclui, entre outros, políticos, jornalistas, religiosos e também os artistas. 

Para os "progressistas, a crítica a excrescências como a liberação das drogas, do aborto e da pedofilia é coisa de fascista, mesmo sabendo que essas intenções são apresentadas num pacote sedutor de combate ao racismo, à misoginia e à homofobia. Para eles, criminoso não é o assassino que porta fuzil e elimina suas vítimas, mas sim quem propõe combater o crime e proteger a população. 

E tem mais, a família perde o direito na formação de valores e a religião tem que se adequar aos seus propósitos para não ser acusada de homofóbica, racista, fascista e outros "istas", como se a pregação do amor fosse a causa de suas mazelas. 

Amar o próximo, para os progressistas, é permitir absurdos como o direito de vingança, de tirar do outro o que eu não tenho, de provocar e criar clima de confronto enquanto ao outro cabe apenas baixar a cabeça e se render, de ofender à vontade e os outros que se calem e, como vemos na política, criminoso é o juiz e não o corrupto.

Já cansou a inversão de valores entre mocinho (fascista) e bandido (santo). Não foram apenas os corruptos os derrotados nas urnas, mas também a ideia de que o bandido é o verdadeiro filho de Deus e o "mocinho" (militar, juiz, etc.) é o demônio a ser combatido.

A truculência de suas reações é um efeito semelhante ao que acontece com os animais selvagens ou os ariscos, atacam por medo e assim é com os humanos quando ficam agressivos, sentem medo e também desespero porque sabem que a baixaria está com os dias contados... não porque vai ter censura ou coisa parecida, é porque as pessoas estão mais exigentes, estão buscando qualidade. 

A agenda progressista fracassou e vai desidratar até se tornar insignificante porque as pessoas valorosas resolveram ocupar os espaços que estavam dominados pelos medíocres.

OS "17" PARA A SANTA CASA - A CAMPANHA MAIS LINDA DA HISTÓRIA

Volume de depósitos de bolsonaristas surpreende Santa Casa de Juiz de Fora

A campanha continua e a proposta, para facilitar a identificação, é que em cada doação seja colocado 17 centavos como complemento

Foram tantas as ligações, tantos os recados na redes sociais e nos espaços virtuais que a Santa casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG) se viu “obrigada” a emitir uma nota oficial dizendo que a iniciativa das doações não partiu da entidade – ainda que o gesto é tido como altamente cívico por pessoas da instituição.

Relembrando: o presidente eleito costuma dizer, sempre, que a Santa Casa lhe deu uma nova certidão de nascimento e que, por gratidão, pretende doar as sobras de campanha, algo como R$ 2 milhões, para a instituição de saúde. Por questões legais, há todo um trâmite a ser seguido.

Diante desse quadro, os seguidores de Bolsonaro começaram uma movimentação espontânea nas redes sociais, convocando que todos que tenham condições façam doações para uma determinada conta corrente.

Mesmos em um levantamento pormenorizado por parte da diretoria financeira, o impacto financeiro foi detectado e agora o que a entidade está buscando é uma forma de fazer o levantamento para saber o quanto foi doado. Uma forma que poderia ajudar seria cada doador adicionar 17 centavos ao valor da doação: R$ 2,17 – R$ 5,17 – R$ 10,17 e assim por diante.

Nos próximos dias a Santa Casa pretende informar qual o valor arrecadado em doações espontâneas e sem vinculação com alguma iniciativa da entidade ou do PSL.

Os dados, checados e confirmados, são os seguintes:

Nome: Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora
CNPJ: 21.575.709/0001-95
Banco – 001 BB
Agência: 4478-4
C/C: 6367-3

Não é indicado um valor específico, mas as transferências do BB não estipulam um valor mínimo, sendo recomendado que cada pessoa faça de R$ 10,17


Fonte: Insidecom - informação é tudo

sábado, 3 de novembro de 2018

PORTAL MUDA DE VERDADE


Depois de décadas de governos que falavam em transparência, mas mantinha tudo sob sigilo... por que será, né? ..., o PSL criou um site para informar sobre as decisões oficiais que serão tomadas por Jair Bolsonaro durante o governo de transição.

A partir da semana que vem, quando a equipe de transição for oficialmente anunciada, as decisões do presidente eleito começarão a ser veiculadas no portal (#PortalMudaDeVerdade).

O partido criou também os canais no Twitter (@portalmudabr), no Facebook e no Instagram.
Vamos acompanhar, fiscalizar e cobrar para não ficar só reclamando e acreditando em certo noticiário fake.

O PT APOSTA NA POLARIZAÇÃO

"Reconciliação não significa capitulação, mas desarmamento de espíritos"

É o que temos a oferecer.

Espero, sinceramente, que poucos se submetam ao outro lado, que fala em resistência, revanche, ir às ruas para incitar a violência e promover baderna, quebra-quebra e provocação.

Seus instrumentos? Milícias das "escolas com partido"... somente o deles, é claro.
Os fascistas não fariam melhor. 

Tudo isso está bem claro no artigo de Ruy Fabiano, 'O PT APOSTA NA POLARIZAÇÃO':

O propósito de reconciliar o país, expresso pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, já no discurso da vitória, transcende sua mera intenção, por mais sincera. Depende da receptividade do adversário.
Por aí, as chances são escassas, para dizer o mínimo.

Reconciliação não significa capitulação, mas desarmamento de espíritos, de modo a que os antagonismos, por mais extremados, se deem na arena política, dentro das regras do jogo democrático.

O PT não reza por essa cartilha – e já deu sinais claros nesse sentido. Basta ver o modo como tem reagido à derrota. Não fala em fiscalizar o futuro governo, combatê-lo no âmbito parlamentar, criticando propostas, denunciando erros, missão oposicionista.

Fala em resistência, revanche, ir às ruas. Põe em dúvida, nessa oratória incendiária, a legitimidade das eleições. Lula, ocultado no segundo turno para reduzir o desgaste da legenda, volta à cena, a partir da nomeação do juiz Sérgio Moro ao Ministério da Justiça.

A narrativa que o partido pretende difundir – e já o faz – é tortuosa; pretende associar a derrota do PT a um plano maquiavélico, segundo o qual Moro teria prendido Lula para propiciar a vitória de Bolsonaro. A recompensa estaria sendo paga agora, com a nomeação de Moro para o Ministério. Lula, portanto, seria um preso político. E Bolsonaro e Moro, dentro desse raciocínio, criminosos.

É claro que essa versão esbarra em provas e testemunhos abundantes, que indiciam o ex-presidente em diversas falcatruas, que virão à tona mesmo sem a presença de Moro no Judiciário.

Mas o PT, quanto a isso, segue a receita de Goebbels, o ministro da Propaganda de Hitler: “Uma mentira repetida à exaustão vira verdade”. A Lava Jato não depende de Moro, que dela se tornou um símbolo, mas que já adquiriu autonomia para seguir sem ele.

Dias depois do segundo turno, Guilherme Boulos (que, mesmo com 0,5% dos votos no primeiro turno, pretende falar em nome do povo) levou sua turma à avenida Paulista e promoveu o que de melhor sabe fazer: baderna, quebra-quebra, provocação.

Pior: voltou a conclamar seus adeptos a invadir a casa de Bolsonaro, reincidindo no mesmo crime de incitação à violência. A retórica do PT o estimula. Gleisi Hoffmann, presidente do partido, informa que a “resistência” se dará nas ruas. José Dirceu, ainda solto, já havia dito que a “tomada do poder” independe de ganhar eleições.

Mas o ponto mais delicado no desafio de promover a reconciliação está no meio estudantil.
Nele, a esquerda ergueu sua mais forte cidadela. São décadas de ação doutrinária, que remonta ao período militar, e já formou gerações de professores, que só admitem a divergência nos termos e no campo das ideias da própria esquerda. Fora daí, é “fascismo”.

Os fascistas não fariam melhor. Há numerosos vídeos na internet de milícias estudantis em universidades públicas (e mesmo em escolas secundárias), agredindo e impedindo que colegas divergentes se manifestem – ou que sequer permaneçam no campus quando identificados. Como reverter esse quadro?

O uso de força policial se mostra ineficaz e resulta em desgaste ainda maior, realimentando a hostilidade e o radicalismo. E é exatamente nesse nó cego que a esquerda continuará a investir, em clima de desafio permanente à nova ordem.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

DINHEIRO SUJO



(Publicado na edição impressa de VEJA e no Blog Fatos)

A certa altura em uma entrevista já como o próximo presidente do Brasil, no último domingo, Jair Bolsonaro disse que seu governo, entre diversas outras coisas, vai “diminuir” as verbas que o Erário paga hoje a uma certa rede de televisão e a um certo jornal diário para publicarem anúncios de propaganda oficial. Há pelo menos um erro sério nessa promessa: o verbo “diminuir”. A única palavra correta no caso, já que ele tocou no assunto das relações entre imprensa e governo, é “acabar”. Para os dois, a televisão e o jornal? Sim, para os dois — e para todos os outros veículos de comunicação do Brasil, sem nenhuma exceção. Por que contentar-se em roubar menos da população que paga por tudo isso, se há a oportunidade de não roubar nada? É a coisa mais fácil do mundo. Não existe nenhuma lei que obrigue o governo a jogar dinheiro fora com a imprensa. Não é preciso pedir licença ao STF ou ao Congresso, por mais que ambos acabem passando mal com isso. Também não há que pedir autorização da ONU, como o PT poderia exigir. Basta decidir que a partir de 1º de janeiro de 2019 o Tesouro Nacional não pagará mais nem um tostão para publicar anúncios na mídia deste país.

O fato é que não poderia haver momento melhor para começar a limpeza dessa usina de lixo que se chama “área de comunicação social do governo”. A maioria dos jornalistas brasileiros, com a concordância de seus empregadores, está combatendo há meses numa guerra sem quartel contra os perigos de ditadura que, segundo eles, apareceram no Brasil com o novo presidente. Então: propaganda para as massas, elites e tudo o que vem no meio das duas é uma das armas mais perversas das tiranias em todo o mundo e em todas as épocas. Que tal ficarmos livres dessa — pelo menos dessa? Bolsonaro, ao acabar com tamanha lavagem cerebral, estaria fazendo um gesto de paz para acalmar um pouco os comunicadores. “Estão vendo?”, poderia perguntar. “Vou abrir mão dos bilhões que tenho para comprar a aprovação da opinião pública”. Os jornalistas e seus patrões, por seu lado, não poderiam reclamar por estar perdendo essa dinheirama — fica ruim, de fato, falar mal da ditadura porque o ditador parou de lhes pagar. Além do mais, por que não reclamam de nada hoje? Já recebem dinheiro sujo. Não ficará limpo com o fascismo que anunciam.

O fato, para não ficar enganando o leitor com complexidades que não existem, é que, de todos os 1.001 pés-de-ca­bra à disposição do governo para roubar dinheiro do contribuinte, a propaganda oficial é um dos mais hipócritas. Não tem nada de pública — ao contrário, é puro negócio privado, bom só para quem manda no governo, os donos e empregados dos órgãos de imprensa e todos os intermediários que se movem entre uns e outros. Não tem a menor utilidade para o cidadão. Também não há ninguém pedindo “comunicação”. Você já viu alguma multidão sair à rua exigindo “publicidade já?”. Não existe em democracia alguma do planeta; ninguém jamais ouviu falar em “Inglaterra para Todos”, ou “Acelera, Holanda”. Em compensação, é oxigênio puro para ditaduras e governos de países subdesenvolvidos pelo mundo afora. Fala-se, é claro, na necessidade de publicar editais, leis, nomeações e outros atos do governo. Parem de fingir. Tudo isso pode ser escrito no Diário Oficial, que já é do poder público e tem de ser divulgado de qualquer jeito. Quem estiver interessado que compre — ou que se paguem os trocados que a mídia privada cobra por esse tipo de anúncio. Mas não é disso que estamos falando, não é mesmo? O que interessa é o dinheiro grosso que os governos pagam para dizer como são bons para você. Bolsonaro fala em “critérios técnicos” para distribuir a publicidade em seu governo. Que piada. Não há aí nada de critério nem de “técnico” — é puro desvio de dinheiro público para bolso privado.

Esqueçam as “campanhas de vacinação” que a mídia divulga em seu noticiário normal, ou “a obrigação de prestar contas ao público”. Quem está interessado, ou acredita, nisso? E os “pequenos veículos”, ou grandes, que morreriam sem a propaganda oficial? Problema deles — que arrumem leitores e anúncios privados para ganhar sua vida. A verdade é uma só: o cidadão vai economizar bilhões com o fim da “comunicação social transparente”, sem contar o que deixará de ser gasto com os milhares de funcionários empregados nesse falso serviço. Um governo que tem cerca de 800.000 servidores na ativa tem também a obrigação de tirar dali os que são realmente necessários para o trabalho de comunicação que realmente deve ser feito. O resto é safadeza.

terça-feira, 30 de outubro de 2018

LAVA JATO NO PODER




Lula processou Sergio Moro e Deltan, mandou a Polícia Federal enfiar seus processos no c* e ameaçou o juiz em depoimento afirmando que, se fosse condenado, pretendia voltar ao poder para mandar prendê-lo.


Bolsonaro tem sido execrado por fazer justamente o oposto, combater a corrupção e prometer o enfrentamento ao crime organizado. 

O eleitor fez a sua escolha, felizmente a maioria ficou com a segunda opção e Bolsonaro já está correspondendo às expectativas, como mostra O Antagonista:

Jair Bolsonaro pode nomear Sergio Moro e Marcelo Bretas para o STF.

Ele pode também incorporar a Lava Jato ao seu governo delegando a um conselhão a tarefa de reescrever as normas de combate à corrupção.

O melhor nome para comandar esse conselhão é Deltan Dallagnol.

FAKE NEWS CONTRA BOLSONARO FAZ MAIS UMA VÍTIMA, O PRESIDENTE DA COLÔMBIA

A guerra de versões entre adversários políticos pode até ser compreensível, mas certa imprensa continua apostando na mentira como indutor de conflito, seja fomentando revanches da oposição ao governo recém eleito ou na tentativa de continuar assassinando sua reputação no exterior. Isso também deve ser rechaçado.

Chega a ser patético precisar ter esse tipo de trabalho, ficar desmentindo o que é publicado por jornalistas que decretam sentenças sem averiguar a veracidade dos fatos.