segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

BOLSONARO SABE, ELE NÃO É MALUCO


Os sites alinhados ao quanto pior, melhor e as colunas de fofocas de certa imprensa, mais preocupados com intrigas do que com os rumos do país, anunciam com satisfação que Gustavo Bebianno continua a mandar recados.

Após uma fala criminosa em uma reportagem que abusou do mau uso das vírgulas ("Gustavo Bebbiano assumiu a presidência do PSL, envolvido num esquema de laranjas, a pedido de Jair Bolsonaro", ou seja, Bebbiano assumiu a presidência do partido a pedido de Bolsonaro, não é o esquema que foi a seu pedido, mas a intenção de que a tal rede de TV queria colocar a marca de corrupto no presidente ficou subtendida), os noticiários continuam dizendo e desdizendo as falas dos envolvidos, afinal, o que importa é o que cai na boca do povo.

O próprio Bebbiano desmente um desses colunistas, que teria publicado uma afirmação sua de que Bolsonaro é louco, um perigo para o país.

Hoje, mais um jornal divulga uma resposta de Bebbiano ao ser indagado se considera sua exoneração do cargo de ministro injusta:

“100%. O presidente sabe, ele não é maluco.”

Eu, particularmente, até entendo que a Globo, a esquerda e os intervencionistas queiram derrubar o presidente. A Globo se livraria de um incômodo, a esquerda daria um jeito de voltar ao poder e os intervencionistas, enfim, assumiriam  a cadeira.

Quanta diferença para as quase duas décadas de PT/PMDB no poder, quando nem a oposição nem os militares agiram para derrubar o governo a fim de manter a estabilidade do país!

Agora, além da articulação para que isso aconteça, eu enxergo dois movimentos do outro lado, dos que não são esquerdistas nem intervencionistas, o dos eleitores de Bolsonaro, acusados de insanidade por considerar a permanência de Bolsonaro melhor do que as demais possibilidades, e a suposta lucidez dos que querem ver o barco pegar fogo apenas para ter razão.

Nesse cenário, se Bolsonaro sabe de tudo isso porque não é maluco, eu sou louca assumida e continuo apoiando Bolsonaro.

FOFOCA NÃO INTERESSA, O PAÍS TEM PRESSA

Pacote anticrime e PEC da Previdência chegam ao Congresso nesta semana
  © Evaristo Sá Bolsonaro terá semana fundamental para conhecer o potencial de aprovação de algumas de suas principais promessas de campanha

A semana que começa com o desfecho da situação do ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebbiano, será determinante para o governo Jair Bolsonaro medir a aceitação no Congresso de dois projetos que representam algumas das principais propostas de campanha: o pacote anticrime do ministro Sergio Moro e o texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Previdência chegarão às mãos do Legislativo nesta semana.

É provável que o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência seja exonerado no início da semana, conforme o próprio indicou no sábado. Bebianno é acusado de ligação com o esquema de “candidaturas laranjas” do PSL e chegou a ser chamado de “mentiroso” pelo filho do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro, em um tuíte na última semana – depois republicado pelo pai.

A crise pela iminente queda de um membro do alto escalão do governo será seguida por importantes articulações para os planos do governo. De acordo com a programação compartilhada por Bolsonaro e sua equipe, o Congresso receberá o texto do projeto da Lei Anticrime na terça-feira 19, enquanto a PEC da Previdência chegará ao Legislativo na quarta 30.

O planejamento confirma indicações de que seu governo vai tentar trabalhar simultaneamente no Congresso o pacote anticrime e a reforma da Previdência. No período em que Jair Bolsonaro permaneceu internada, a tramitação paralela das duas propostas foi colocada em dúvida, até que o governo oficializasse a estratégia.
Pacote Anticrime

“Na próxima terça-feira apresentaremos projeto de lei Anticrime ao Congresso”, afirmou Bolsonaro num postagem em sua conta no Twitter no sábado. “Elaborado pelo Ministro Sérgio Moro o mesmo visa endurecer as penas contra assassinos, líderes de gangues e corruptos”, conclui o post.


Entre outros pontos, o pacote altera 14 leis, como o Código Penal, Código de Processo Penal, Lei de Execução Penal, Lei de Crimes Hediondos e Código Eleitoral.

Ao apresentar o pacote, no último dia 4, Moro afirmou que o objetivo do projeto é tornar mais eficaz o combate contra a corrupção, os crimes violentos e o crime organizado.

O texto quer assegurar o cumprimento da pena do condenado após julgamento em segunda instância, e aumentar as previsões legais para o Ministério Público propor acordos.

Outra importante inovação é a mudança na legislação sobre organizações criminosas e que prevê que líderes e integrantes que sejam encontrados com armas iniciem o cumprimento da pena em presídios de segurança máxima, assim como condenados que sejam comprovadamente integrantes de organizações criminosas não terão direito a progressão de regime.

O texto ainda prevê a criminalização do caixa 2, ao tornar crime arrecadar, manter, movimentar ou utilizar valores que não tenham sido declarados à Justiça Eleitoral. Esse foi um dos pontos mais questionados por deputados na legislatura passada no chamado pacote de 10 medidas de combate à corrupção que contou com o aval da força-tarefa da operação Lava Jato.
PEC da Previdência

Após especulações, os contornos do texto da proposta para a reforma da Previdência foram conhecidos na última quinta-feira 14. No anúncio, o O secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse que a idade mínima para a reforma da Previdência será diferente para homens e mulheres: 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres.

Por conta desse fator (as idades diferentes), o tempo de transição entre as regras atuais e a nova idade foi negociado e será de 12 anos. Com as idades iguais, de 65 anos para todos, a transição seria mais lenta, de 20 anos.

Apesar disso, Marinho não detalhou se a idade diferente vai modificar o impacto da reforma, estimado em 1 trilhão de reais pela equipe econômica .”Dia 20, dia 20 a gente fala mais”, limitou-se a dizer.

A idade mínima escolhida por Bolsonaro é a mesma do projeto de reforma da Previdência de Michel Temer. A Proposta de Emenda à Constituição 287 foi apresentada em dezembro de 2018, tramitou na Câmara mas não chegou a ser votada por falta de apoio. Para ser aprovada, uma PEC precisa do apoio de três quintos dos parlamentares (308 deputados e 49 senadores).

Bolsonaro chegou a defender anteriormente a idade mínima de 57 anos para mulheres e 62 para os homens ao final de 2022. Caso a progressão da idade mínima siga o mesmo modelo proposto na reforma de Temer – aumento de um ano na idade exigida a cada dois anos passados – e comece em 2022, as mulheres chegariam aos 62 anos em 2032, totalizando os 12 anos de transição citada pelo secretário da Previdência.

(Com Reuters)


MARIANA E BRUMADINHO NUNCA MAIS

Após anos de leniência e cumplicidade, finalmente uma medida efetiva determina que todas as barragens sejam desativadas até 2021.

A resolução da ANM, publicada hoje no Diário Oficial da União, determina também que “fica proibida a utilização do método de construção ou alteamento de barragens de mineração denominado ‘a montante’ em todo o território nacional”.

SEM A REFORMA DA PREVIDÊNCIA, O PAÍS DESABA

Marcos Lisboa prevê que, sem a reforma previdenciária, o Brasil vai desabar.

Ele disse para O Globo:

“A reforma resolve o fluxo, a entrada, mas tem um estoque que vai aumentar. Tem uma imensa quantidade de servidores públicos que vão se aposentar com as regras atuais. A reforma é necessária para parar de piorar, mas ela não resolve a piora já programada dos problemas de estados e municípios e dos já aposentados. O custo da Previdência é muito alto e vai ser agravado por esse pessoal que a reforma não afeta. Não estamos investindo na manutenção de viadutos, pontes, estradas e em saneamento. Se não investir, mais pontes e viadutos vão cair. Tem que reduzir as despesas obrigatórias, como a da Previdência, senão vamos ter problemas crescentes na infraestrutura urbana do país.”

sábado, 9 de fevereiro de 2019

BRASIL PARALELO - 1964, O FILME

Vale a pena dar atenção ao outro lado, pois passamos décadas assistindo versões de um lado só. Eu, que tive familiares envolvidos nesses desatinos, estou com a alma lavada ao ver que, finalmente, os brasileiros conhecerão as barbaridades que causaram reações, muitas vezes no mesmo nível das ações que combatiam. Esse é um fantasma que precisa ser enterrado. Muita gente se locupletou e enriqueceu às custas dos brasileiros com fartas indenizações. São os que preservam o eterno desejo de vingança, gente que fala em perdão mas é incapaz de perdoar, porém a maioria só pensa no dinheiro e no único discurso que resta para manter um projeto de poder fracassado, que também precisa sumir do mapa e virar apenas uma página infeliz de nossa história.

1964: O Brasil entre armas e livros.
Pré-estreia oficial: 31 de março de 2019.

Reunimos as principais autoridades, nacionais e internacionais, no documentário sobre o tema mais controverso de nossa história: o Regime Militar.

Nossa equipe viajou até o Leste Europeu para buscar nos documentos, até então, secretos, do serviço de inteligência da extinta Tchecoslováquia os fatos que nos esconderam. Pela primeira vez eles irão ao público em forma de documentário.
Prepare-se, sua visão sobre 1964 jamais será a mesma.


GENERAL ASSUMIRÁ INCRA - ADEUS TERRORISMO



Incra e presidência sob o comando de um General do Exército

General João Carlos Jesus Correa 

Marcos Tenório - JD1 Notícias

O secretário especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Luiz Antônio Nabhan Garcia, afirmou que o General General João Carlos Jesus Correa é o novo presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).

Nabhan Garcia ainda disse, “agora teremos um Incra sob o comando e presidência de um general do Exército, o qual tive a honra em indicá-lo para ocupar essa função com total dedicação aos desafios que o governo Bolsonaro sempre prometeu, encerrou.

OS BRASILEIROS EVOLUÍRAM, MENOS OS PETISTAS




Os argumentos petralhas não se sustentam mais.

"Uspóbri" e demais que eles alegam defender já perceberam que, na verdade, as bandeiras do PT são uma ofensa a eles, porque a esquerda insiste em dizer que são eles os bandidos que os agentes da Lei "perseguem".

Pra completar as respostas a esse tipo de comentários maldosos de Lula e Malddad (desculpem a redundância), acrescento mais uma análise certeira de J.R.Guzzo:
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"Para o PT, na voz de Fernando Haddad, os grandes problemas do crime no Brasil são a “letalidade da polícia”, o “genocídio da população negra” e a “superlotação dos presídios”. Acabam de perder uma eleição, mas não aprenderam nada. Não voltam nunca mais ao governo, desse jeito."