domingo, 20 de janeiro de 2019

QUEIROZ LIVRE!


Enquanto aguardamos os resultados, não só das investigações, mas também das medidas certeiras do novo governo, o jeito é se divertir com os torcedores da desgraça generalizada. Eu ia contar uma piada, porém, no atual momento, não existe nada mais cômico que um petista reclamando de corrupção 😒😏
*
QUEIROZ LIVRE!
É uma perseguição política!
São os fascistas antidemocráticos que acusam o Queiroz.
Não existe ninguém mais honesto que o Queiroz, nem o Papa.
Querem destruir o legado do Queiroz, defensor dos pobres!
Num-vai-tê-gópi !
Vamos resistir.
Bom diiiiaaaa, motorista Queirooooooooooz!
Boa noooooooite, motorista Queiroooooooz!
Viva Trump.
Cadê as prova?
Viram como é chato quando é ao contrário?

Jose Danon

YES, NÓS AINDA TEMOS JORNALISMO

Que bom poder contar com jornalismo de alto nível e que foge do azedume da mídia tradicional. Se eu sempre fui otimista, pois mesmo na década perdida eu acreditava que tudo tinha solução e nunca aderi à onda de que o Brasil não tinha jeito, imagina agora que temos um governo com os melhores nomes nos postos mais importantes.

Acrescento apenas um toque de ironia..."Que pena que o PT não venceu!" #SQN

UM DOS MAIORES ARTICULISTAS DO MUNDO É BRASILEIRO, segundo outro grande articulista, Augusto Nunes.
(na minha opinião também)

É com pessoas assim que eu procuro ter sintonia, também otimistas, não para defender o erro que sempre precisa ser esclarecido e tomadas as devidas providências, mas o que deve ser prioridade é reconhecer os acertos e valorizar quem está trabalhando bem. Será que passa na cabeça dos críticos que teria sido melhor a vitória do PT, depois de tanta roubalheira e sabendo que o então candidato, o Haddad, responde a 32 processos por corrupção?

Abaixo, artigo impecável do nosso mestre do jornalismo:

FALTA TEMPO

José Roberto Guzzo

Já foi dito, mas vale a pena dizer de novo: o Brasil anda muito nervoso. Uma das manifestações mais comuns desta ansiedade é a cobrança de resultados concretos do governo de Jair Bolsonaro.

E então: onde está a reforma da Previdência? Por que ainda não fecharam o Incra, o Ibama e a Funai?

Quantos funcionários enfiados na máquina pública pelo PT (tudo peixe graúdo, ganhando de 50.000 reais por mês para cima) já foram demitidos? Por que o Brasil, até agora, não rompeu com a Venezuela? Onde estão os números de queda no índice de homicídios? E as privatizações: alguém já viu alguma privatização sendo feita? Fecharam a empresa do "Trem Bala"? Por que tanta gente fala e tão pouca coisa acontece? Enfim: porque esse governo não faz nada?

Uma possível resposta para isso talvez esteja no calendário: quando se faz as contas, o novo governo não terá completado um mês quando o leitor estiver lendo este artigo. É verdade que já deu tempo para a ministra Damares pegar no pulo uma espetacular marmelada da era anterior ─ um contrato pelo qual você iria pagar 45 milhões de reais, isso mesmo, para instruir as populações indígenas no uso de cripto-moedas, ideia que realmente só poderia ocorrer a alguém depois dos dezesseis anos de roubalheira alucinada dos governos Lula-Dilma.

Mas pouca gente parece disposta a considerar que três semanas são um prazo muito curto para mudar o Brasil, trabalho que vai exigir os quatro anos inteiros do governo Bolsonaro e sabe-se lá quanto mais tempo ainda.

O mercado, mais do que ninguém, dá sinais de que está entendendo a situação com muito mais realismo, objetividade e bom senso ─ falando com dinheiro, e não com ideias, os investidores fizeram a Bolsa de Valores bater todos os seus recordes nos últimos dias, e o dólar, eterno refúgio nas horas de medo, recuou para a sua menor cotação em dois meses.

O recado aí é o seguinte: o país vai mudar, sim, na verdade já está mudando e parece estar engrenado para mudar mais do que em qualquer outra época de sua história econômica recente. Essa percepção se baseia num fato essencial. Seja lá o que o governo fizer, seja qual for o seu grau de competência na administração da máquina pública, ou seja lá quanto sucesso efetivo tiver na execução dos seus projetos, uma coisa é 100% certa: Bolsonaro, desde já e ao longo dos próximos quatro anos, vai fazer basicamente o exato contrário do que foi feito nos dezesseis anos de lula-dilmismo, incluindo o arremate dado por seu vice-presidente e aliado histórico Michel Temer. Não é muito complicado.

Mesmo um governo presidido pelo centro-avante Deyverson inspiraria mais confiança, aqui e no exterior, do que qualquer gestão do PT. Pense, por 45 segundos, como estaria a situação se o presidente empossado no dia 1º. de janeiro tivesse sido Fernando Haddad, em vez de Jair Bolsonaro.

Pronto. Não é preciso perder seu tempo com mais nada.

Os ministros escolhidos, em geral, parecem realmente os mais indicados para executar o trabalho que o governo se propõe a fazer. Sempre é possível que haja um bobo entre eles ─ mas até agora ainda não se descobriu quem é.

A dúzia de generais, ou algo assim, que foram para o ministério ou primeiro escalão, até agora só incomodaram os jornalistas; para o governo, deram prestígio moral, autoridade e a imagem de que o Brasil está sendo dirigido por gente séria. Os ministros mais atacados, como os do Meio Ambiente, Relações Exteriores e Justiça, passam a impressão de que sabem perfeitamente o que estão fazendo ─ e de que estão muito seguros quanto aos seus objetivos práticos.

A "impossibilidade" de lidar com o Congresso, apresentada como fato cientifico durante a campanha, não impressiona ninguém, a começar pelo Congresso. As reformas mais complicadas na organização do país têm boas chances de serem aprovadas ─ e isso, por si só, promete uma virada vigorosa na economia. O que está faltando, mesmo, é mais tempo para o governo acontecer.

Três semanas é muito pouco.

O MAIOR ARTICULISTA DO MUNDO É BRASILEIRO

No programa Os Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, o jornalista Augusto Nunes lê o artigo de J.R. Guzzo intitulado "Farms here, forest there".


sábado, 19 de janeiro de 2019

A MÃE DE TODAS AS PRIORIDADES

Jose Danon
*
Como parte do processo de ajuste programático e operacional dos diversos setores do novo governo, vemos cabeçadas, acertos e desacertos, idas e vindas, encontros e desencontros.

Dos acertos, idas e encontros, pouco se fala. Das cabeçadas, vindas e desacertos, muito se fala.

Mas isso é próprio da espécie humana, com sua prodigiosa atração pelo dramático, pelo anormal e pelo bizarro. Nós vemos (eu também sou humano, oras...) a normalidade como uma coisa aborrecida, monótona, pouco digna de nota. Já as vídeo cacetadas...

Se falou muito mais do Cristo escalando a goiabeira e das roupinhas azul e rosa da ministra Damares do que de todo o programa de combate à corrupção e crime organizado do Sérgio Moro, ou do programa econômico do Paulo Guedes. 

Enquanto as redes sociais fervilham com fofocas, julgamentos instantâneos e sentenças definitivas sobre o fracasso retumbante do governo que já está aí há quase duas semanas inteiras e ainda não resolveu nem o desemprego e nem a violência, o que realmente interessa vai sendo costurado pelas beiradas.

As metas dos ministérios da Justiça e da Economia são sensatas, bem formuladas e tocam no que deveriam tocar, como a revisão das regras de aposentadoria desprivilegiando as vantagens obscenas do serviço público, abertura dos mercados do primeiro mundo para o Brasil. 

Como o combate vigoroso contra o crime organizado e o desorganizado, combate à corrupção institucionalizada pelo lulopetismo, ocupação dos cargos públicos sem loteamento pelos partidos.

Como a desburocratização dos serviços públicos essenciais, investigação das operações do BNDES, Caixa Econômica e Banco do Brasil tornadas secretas pelos governos anteriores, etc, etc, etc.

Mas de todas essas providências, existe uma que é a de máxima prioridade. Aquela sem a qual nenhuma ação resultará exitosa, nenhum resultado será permanente, nenhum projeto será concluído, nenhum futuro que faça jus ao nome será possível. Que é mais premente ainda que a Educação, a Saúde, a Economia, as Relações Exteriores e as interiores, leis, projetos, constituições e códigos de conduta.

E execução dessa providência, afortunadamente, está nas mãos do melhor expert que poderia estar, o Ministro Sérgio Moro. 

Ironicamente, resultado de uma convocação ousada, feita por um presidente estreante no Executivo, e de uma aceitação ainda mais ousada feita por um juiz que abandonou a tranquilidade, segurança e conforto do Judiciário para encarar essa missão quase suicida por patriotismo, rara coragem e ilimitada generosidade.

O combate à corrupção é o ponto de partida de quaisquer providências que devamos tomar, se pretendemos ser algum dia mais do que esse arremedo de país que somos, esse território ocupado por bandidos executivos, legislativos e judiciários, por saqueadores municipais, estaduais e federais.

É a pedra fundamental de um país que não terá futuramente cangaceiros nas altas cortes do Judiciário, delinquentes na Presidência, marginais no Parlamento, quadrilhas populosas de militantes inúteis instaladas no serviço público e bandoleiros subsidiados pelo governo para invadir e assaltar propriedades privadas.

Com a corrupção instalada em nosso software como uma contaminação sem antivírus, jamais teremos Educação, que é a base de tudo. 

Jamais teremos Saúde, Economia saudável. Cidadania, direitos fora do papel, contratos obedecidos, leis para além dos livros, Justiça que não seja só de fantasia e governantes que não sejam só de brincadeirinha.

Nada funciona quando a corrupção funciona.

O combate à corrupção é a mãe de todas as prioridades.

Salve e obrigado, Sérgio Moro, seu louco.

NEM ÁTILA



José Roberto Guzzo

É realmente uma canseira, mas não tem outro jeito. A cada vez que você vai escrever ou falar alguma coisa sobre a imprensa no Brasil, é preciso explicar direitinho, se possível com desenho e quadro-negro, que o autor não é ─ repetindo: não é, de jeito nenhum, nem pensem numa coisa dessas ─ contra a liberdade de imprensa. Não está pedindo a volta da censura, mesmo porque seria legalmente impossível. Não quer a formação de uma polícia para fazer o “controle social dos meios de comunicação”. Não está “a favor dos militares e contra os jornalistas”. Não acha, pelo amor de Deus, que é preciso fechar nenhum jornal, revista, rádio, televisão, folheto de grêmio estudantil ou seja o que for. Não lhe passa pela cabeça sugerir aos donos de veículos e aos jornalistas que publiquem isso ou deixem de publicar aquilo; escrevam em grego, se quiserem, e tenham toda a sorte do mundo para encontrar quem leia. Com tudo isso bem esclarecido, então, quem sabe se possa dizer que talvez haja um ou outro probleminha com a imprensa brasileira de hoje. Um deles é que a mídia está começando a revelar sintomas de Alzheimer ou de alguma outra forma de demência ainda mal diagnosticada pela psiquiatria.

É chato lembrar esse tipo de coisa, mas também não adianta fazer de conta que está tudo bem quando dizem para você dia e noite, 100 mil vezes em seguida, que o novo governo brasileiro provou ser o pior que a humanidade já teve desde Átila, o Huno. Não faz nexo. Até Átila precisaria de mais de duas semanas de governo para mostrar toda a sua ruindade ─ e olhem que ele foi acusado de comer carne humana e andava cercado de lobos, em vez de cachorros, sendo que nenhum dos seus lobos era bobo o suficiente para chegar perto do dono quando sentiam que o homem não estava de muito bom humor naquele dia. Além disso, errar em tudo é tão difícil quanto acertar em tudo. Talvez fosse mais racional, então, recuar para uma antiga regra da lógica: as ações devem ser julgadas pelos resultados concretos que obtêm, e não por aquilo que você acha delas. Um governo só pode ser avaliado depois de se constatar se as coisas melhoraram ou pioraram em consequência das decisões que colocou em prática. O número de homicídios, por exemplo ─ aumentou ou diminuiu depois de doze meses? A inflação está em 2% ou em 20%? O desemprego caiu ou subiu? E por aí vamos.

Mas essa lógica não existe no Brasil de hoje. Está tudo errado, 100% errado, porque é assim que decretam os estados de alma dos proprietários dos veículos e dos jornalistas que empregam ─ e não porque mediram algum resultado concreto. Ou seja: ainda não aconteceu, mas o governo já errou. A condenação começou no dia da posse de Bolsonaro e dali até hoje não parou mais. Os jornalistas, denunciou-se já nos primeiros minutos, não receberam instalações à altura da sua importância para a sociedade. Donald Trump não veio. O discurso de estreia foi ruim ─ embora não tivessem publicado uma sílaba de algum discurso presidencial anterior, para que se pudesse fazer uma comparação. Há generais em excesso no governo ─ e qual seria o número ideal de generais no governo? As médias das administrações de Sarney para cá? A média mundial? O que é pior: o general A, B ou C ou os ministros Geddel, Palocci ou Erenice? Há poucos nordestinos. O ministro do Ambiente acha que esgotos, por exemplo, ou coleta de lixo, são problemas ambientais sérios. Conclusão: ele vai abandonar a Amazônia para os destruidores de florestas.

Como o doente que repete sem parar a mesma coisa, não consegue descrever o que vê pela janela, e esquece tudo o que lhe foi demonstrado 1 minuto atrás, a imprensa travou. A prisão do terrorista Cesare Battisti foi uma “derrota” para Bolsonaro; imaginava-se que teria sido uma derrota para Battisti, mas a mídia quer que você ache o contrário. O acesso à armas de fogo para que um cidadão (só aquele que queira), tenha a chance de exercer o direito de legítima defesa antes de ser assassinado, vai desencadear uma onda de homicídios jamais vista na história. Como as armas de fogo são caras, denuncia–se que a medida é “pró-elites”. E se vierem a baixar de preço? Passarão a ser melhores? Quando alguém começa a escrever coisas assim, e faz isso o tempo todo, é porque parou de pensar; o cérebro não está mais ligando Zé com Zé. É um problema. Os leitores, cada vez mais, estão percebendo que a imprensa é inútil. Não só eles. No dia em que o governo descobrir que não precisa mais prestar atenção à mídia, vai ver que está perdendo uma montanha de tempo à toa.

MP ANTI-FRAUDES - MUDANÇAS NECESSÁRIAS

Saiba o que muda com a MP anti-fraudes no INSS assinada por Bolsonaro 


Guilherme Pera - Poder 360

A medida provisória que visa coibir fraudes em benefícios no INSS pode gerar economia de até R$ 9,8 bilhões em seu 1º ano, segundo o governo. Mais de 5,5 milhões de benefícios pendentes de análise por irregularidade devem ser revisados.


O texto altera regras para concessão de aposentadoria rural, auxílio-reclusão e pensão por morte.

Auxílio-reclusão

Pago a dependentes de presos, como filhos, enteados, cônjuges, pais e irmãos, o benefício passa pelas seguintes mudanças:

– terá carência de 24 contribuições para poder ser requerido –antes da MP, era de apenas uma;

– será apenas para familiares dos detentos do regime fechado, e não mais do semiaberto.

– a comprovação de baixa renda levará em conta a média dos 12 últimos salários do segurado, não só a do último mês antes da prisão;

– não poderá ser acumulado a outros benefícios.

O INSS celebrará convênios com órgãos do sistema penitenciário para evitar a concessão a pessoas que não existem ou que não estejam cumprindo pena.

Pensão por morte

Será mais rigorosa a fiscalização à pensão paga a quem tem união estável ou dependência econômica:

– será exigida prova documental –e não apenas testemunhal, como era a regra– para a comprovação de relações de uma das condições acima elencadas;

– filhos menores de 16 anos passam a precisar requerer o benefício em até 180 dias após a morte do segurado;

– têm fim pagamentos em duplicidade, quando a Justiça reconhecer 1 novo dependente. Este, até antes da MP, ao ser reconhecido, recebia o auxílio de forma retroativa, sem desconto ou devolução dos outros beneficiários. Agora, parte do valor ficará retida até o fim da ação judicial (teste de paternidade ou condição de companheiro. Os ajustes valem para o RPPS (Regime Próprio de Previdência Social) da União.

Aposentadoria rural

O CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) passa a ser a única forma de comprovar o tempo de trabalho rural sem contribuição a partir de 2020.

Será criado 1 documento de cadastro de segurados especiais pelos ministérios da Agricultura e da Economia em parceria com órgãos federais, estaduais e municipais, de um –entre eles quem tem direito à aposentadoria rural. Isso dará informações para o CNIS.

Para antes de 2020, o trabalhador rural faz uma autodeclaração a ser homologada pelas entidades do Pronater (Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária)

Para antes de 2020, a forma de comprovação passa a ser uma autodeclaração do trabalhador rural, homologada pelas entidades do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária (Pronater), ligado ao Ministério da Agricultura.

A autodeclaração homologada substitui a declaração dos sindicatos de trabalhadores rurais. Será analisada pelo INSS que, em caso de irregularidade, poderá exigir outros documentos previstos em lei.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

DE FAKE NEWS A "FAKE PROTESTOS", QUE FIASCO!

Que vergonha! A associação dos magistrados da 2ª Região, a Amatra-2, está convocando seus filiados a se juntarem aos sindicatos na manifestação programada para segunda-feira, dia 21, “em defesa da Justiça do Trabalho".

Há um boato correndo por aí sobre uma suposta pretensão do presidente Bolsonaro em acabar com a Justiça do Trabalho. Entretanto, até o momento, não há informação alguma de que esse tema tenha sido tratado nas reuniões com seus ministros.

O Antagonista teve acesso a uma carta de João Batista Brito Pereira, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho, a Vânia Maria Cunha Mattos, que preside o TRT da 4ª Região.

Nela, o presidente do TST tratou dos protestos que sindicalistas da categoria estão marcando em todo o país.

“Expresso a Vossa Excelência a inconveniência e a inoportunidade de apoio institucional aos mencionados movimentos e participação dos exercentes de cargo de direção nesses eventos”, escreve Brito Pereira.

O presidente do TST disse, ainda, que conversou com Jair Bolsonaro e o presidente lhe assegurou “que não cogita em qualquer plano ou projeto acerca de alteração constitucional envolvendo a Justiça do Trabalho”.

Clique aqui para ler a carta enviada por Brito Pereira à presidente do TRT-4.