quinta-feira, 27 de julho de 2017

O SILÊNCIO DO FALASTRÃO

JORGE OLIVEIRA

 O Lula está se envenenando com a própria língua, como diriam os chineses. Achou que ia ganhar no grito e deu-se mal. Depois de condenado, viu-se de uma hora para outra pobre novamente, depois que o juiz Sérgio Moro – que ele desacatou, inclusive ameaçando de prendê-lo se voltasse ao poder – mexeu na sua parte mais sensível: o bolso. Moro confiscou mais de 9 milhões de reais da sua poupança, número cabalístico, o mesmo da sua condenação, e agora o então falante, agressivo e impulsivo Lula silenciou. Nas entrevistas que tenta desqualificar os procuradores, ele já encontra brecha para se redimir dos insultos à Justiça. É assim mesmo, ele sempre se acovarda quando é pressionado e confrontado com a realidade dos fatos.

O ex-presidente falou o que não devia e recebeu o troco. Orientou seus advogados a partir para o tudo ou nada contra o juiz Sérgio Moro e os procuradores da Lava Jato. Chamou-os, inclusive de “aquela molecada” que não “entende de política”. Agora, sofre mais um revés, um dos desembargadores da 2º Turma do Rio Grande do Sul, a mesma que vai julgá-lo para ratificar ou não a sentença, indeferiu pedido de seus defensores para liberar a fortuna confiscada por Moro. E mais: o pessoal da Lava Jato também decidiu investigar essa conta milionária do ex-presidente, coisa que ele não conseguiria juntar mesmo poupando por décadas a aposentadoria e os salários dos mandatos de deputado federal e presidente da república.

Ele achava que o Moro iria absolvê-lo. Imaginou que o fato de ter exercido a presidência da república o transformaria em intocável, acima da lei. Não pensou como os mortais comuns porque se acha um ser superior que abusa da falsa humildade. Excedia-se na retórica quando estava à sua frente uma plateia selecionada para aplaudir os seus insultos. Por onde andou destratou os procuradores, a Polícia Federal e a Justiça em geral. Considerava-se, como chegou a dizer em seus devaneios, mais honesto do que Deus. Agora, com a casa no chão e as economias confiscadas, anda dando sinais de que vai mudar de comportamento depois do leite derramado.

A orientação que deu para seus advogados é a de pegar leve com os procuradores que apuram o assalto aos cofres públicos da organização criminosa. Faz isso depois de perceber que o circo não pegou fogo com a sua condenação. Os gatos pingados que foram às ruas apoiar os atos de corrupção da petezada já se recolheram. E daqui pra frente devem ficar encolhidos dentro dos seus sindicatos, pois a mamata da contribuição sindical acabou com a nova lei trabalhista. Por ano, eles recebiam R$ 3,5 bilhões referentes a um dia de salário de todo trabalhador brasileiro, dinheiro que era desviado para manter as mordomias da República Sindical e sustentar políticos e milhares de militantes do PT.

Nos últimos anos, desde o advento da Lava Jato, Lula perdeu todas. Viu seus amigos como Zé Dirceu, Vaccari, Vargas, Genoino & Companhia serem engaiolados pela Justiça. Esperneou, mas não conseguiu impedir que a sua companheira Dilma fosse chutada do Palácio do Planalto. Assistiu o seu partido definhar com a desfiliação de alguns parlamentares e a redução do número de prefeituras na última eleição e, no momento, amarga uma condenação de mais de 9 anos com sério risco de ir para a cadeia. Ou seja: o falastrão tentou ganhar no grito, mas teve que se curvar diante das evidências da sua culpabilidade em vários crimes investigados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.

Ao contrário do que imaginava, o Brasil não parou depois que ele foi condenado. As instituições e os serviços públicos estão funcionando a pleno vapor e alguns militantes, que se assanharam um dia depois do anúncio da sentença, hibernaram. Perceberam que não adianta gritar, pois o juiz Sérgio Moro não teme aplicar a lei. Ninguém está acima dela, como ele próprio disse ao se referir a sentença de Lula.

OPERAÇÃO COBRA - ‘PREGAR FIM DA LAVA JATO É DEFENDER LIBERDADE PARA LADRÕES DO DINHEIRO PÚBLICO’, DIZ PROCURADORA

OPERAÇÃO PRENDEU BENDINE, EX-PRESIDENTE DA PETROBRAS, NESTA QUINTA

"SE QUEREMOS UM BRASIL COM MENOS CORRUPÇÃO, É PRECISO IR ATÉ ONDE ELES FORAM E ESTÃO DISPOSTOS A IR”, DIZ JERUSA VIECILI 

Estadão

A procuradora da República Jerusa Burmann Viecili defendeu a continuidade das investigações da Operação Lava Jato nesta quinta-feira, 27. O ex-presidente da Petrobrás Aldemir Bendine foi preso pela Polícia Federal na Operação Cobra, fase 42 da Lava Jato, deflagrada pela manhã.
“Há quem fale que as investigações contra a corrupção têm que acabar, mas casos como esse deixam claro que os criminosos não vão parar. Pregar o fim da Lava Jato é defender a liberdade para os ladrões do dinheiro público prosseguirem. Se queremos um Brasil com menos corrupção, é preciso ir até onde eles foram e estão dispostos a ir”, diz a procuradora da República Jerusa Burmann Viecili.

A pedido da força-tarefa do Ministério Público Federal no Paraná, a Justiça expediu e a Polícia Federal cumpre, na manhã desta quinta-feira, três mandados de prisão temporária e 11 de busca e apreensão em nova fase da Lava Jato. Os focos principais desta operação são Aldemir Bendine e operadores financeiros suspeitos de operacionalizarem o recebimento de R$ 3 milhões de reais em propinas pagas pela Odebrecht em favor do ex-presidente da Petrobrás.

O principal alvo desta nova fase esteve à frente do Banco do Brasil entre 17 de abril de 2009 e 6 de fevereiro de 2015, e foi presidente da Petrobrás entre 6 de fevereiro de 2015 e 30 de maio de 2016.

Segundo a força-tarefa da Lava Jato, neste ano de 2017, ‘um dos operadores financeiros que atuavam junto a Bendine confirmou que recebeu a quantia de R$ 3 milhões da Odebrecht, mas tentou atribuir o pagamento a uma suposta consultoria que teria prestado à empreiteira para facilitar o financiamento junto ao Banco do Brasil’.

O Ministério Público Federal afirma que a empresa utilizada pelo operador financeiro era de fachada.

Para o procurador da República Athayde Ribeiro Costa, ‘é incrível topar com evidências de que, após a Lava Jato já estar em estágio avançado, os criminosos tiveram a audácia de prosseguir despojando a Petrobrás e a sociedade brasileira’.

“Os crimes recentes são a prova viva de que a prisão é necessária para frear o ímpeto criminoso de um esquema que vem desviando bilhões há mais de década”, diz.

O procurador Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, diz que ‘preocupa a todos nós o arrefecimento do investimento na Lava Jato pela direção da Polícia Federal’.

“Das últimas sete operações da Lava Jato, seis foram pedidas pelo Ministério Público. É preciso preservar o trabalho da Polícia Federal nas investigações. O Ministro da Justiça e o Delegado-Geral têm poder e a consequente responsabilidade sobre o tamanho do efetivo, que foi reduzido para menos de metade”, observou.

PRISÃO DE BENDINE DEVOLVE O PT À LAVA JATO

A prisão do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobras Aldemir Bendine pela Operação Lava Jato, em nova fase deflagrada na manhã desta quinta-feira, 27, põe o PT de volta ao centro das atenções sobre a corrupção e cobrança de propinas em estatais.

Mais do que isso, atinge também a presidente cassada Dilma Rousseff e os ex-ministros Guido Mantega e Gilberto Carvalho, aos quais Bendine sempre foi ligado.

Em delação premiada, o empresário Marcelo Odebrecht e o ex-diretor da Odebrecht Agroindustrial Fernando Luiz Ayres da Cunha Santos Reis disseram ao Ministério Público que Bendine solicitou "vantagem indevida" à empreiteira Odebrecht enre 2014 e 2015, dizia "atuar como interlocutor da presidente da República" e que poderia evitar os avanços da Lava Jato.

De acordo com os delatores, a propina pedida foi de 1% da dívida alongada da Odebrecht Agroindustrial com o Banco do Brasil, condição para que fosse feita a renegociação e dado mais tempo para a quitação.

Bendine foi presidente do BB de 2009 (governo Lula) a 2015 (Dilma). Só deixou o banco para assumir a presidência da Petrobrás, no lugar de Graça Foster, que se afastara.

Aldemir Bendine foi a peça-chave do PT que Dilma Rousseff e o ex-ministro Gilberto Carvalho mantiveram no Banco do Brasil para impedir o avanço do PMDB sobre cargos importantes da instituição. Enquanto ele esteve por lá, os peemedebistas de fato nada conseguiram no BB, principalmente a ala liderada pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha.

Sem condições de atuar no Banco do Brasil, Cunha voltou seus esforços para a Caixa Econômica Federal, nomeando o afilhado Fábio Cleto para a vice-presidência que cuidava da liberação de dinheiro do FGTS para grande obras de infraestrutura.

Cleto foi preso pela Operação Lava Jato. Em delação premiada, afirmou que Cunha cobrava propina de empreiteiras que conseguiam o dinheiro do FGTS.

A prisão de Bendine, importante nome do PT nas estatais, deverá beneficiar o ex-presidente Michel Temer no período que antecede a votação, pela Câmara, da denúncia feita contra ele pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, por corrupção passiva.

Vai tirar o foco das notícias ruins de cima do PMDB e de Temer, e devolvê-lo, pelo menos por um tempo, para o PT.
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João Domingos é coordenador do serviço Análise Política, do Broadcast Político.

quarta-feira, 26 de julho de 2017

MEDIDAS PARA EVITAR CONTINGENCIAMENTO

As medidas discutidas por Temer com Dyogo e Meirelles

O Antagonista (Economia 26.07.17)


O Antagonista revelou ontem que a equipe econômica estuda uma série de medidas para evitar o contingenciamento de R$ 5,9 bilhões anunciado na semana passada.

Essas medidas foram discutidas ontem à noite na reunião de Michel Temer com Dyogo Oliveira e Henrique Meirelles. Além de buscar fontes alternativas de receita, o governo também estuda evitar novos gastos, como o reajuste de servidores previsto para o ano que vem.

Revejam o que publicamos:

GOVERNO RASPA O TACHO PARA NÃO CONTINGENCIAR 6 BI


O Antagonista levantou com fontes da equipe econômica as medidas que estão sendo tomadas para evitar o contingenciamento de R$ 5,9 bilhões anunciado na semana passada.

Até a próxima sexta-feira, o governo precisa publicar decreto de execução orçamentária e conta com R$ 2,1 bilhões das concessões de aeroportos, R$ 2,1 bilhões de precatórios da Caixa, R$ 1 bilhão do Funrural, R$ 1 bilhão da venda da Lotex (raspadinha da Caixa) e R$ 600 milhões da suspensão de pagamentos irregulares de INSS.
Governo espera 10 bi de renovação da Caixa Seguros

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Na busca por receitas que ajudem a fechar as contas, o governo resolveu retomar as negociações com a CNP Assurances para a renovação antecipada do contrato da Caixa Seguros que vence em 2021.

Os franceses querem pagar R$ 10 bilhões. O governo acha que pode obter, de forma imediata, R$ 6 bilhões. Desse valor, R$ 2 bilhões seriam usados para equilibrar as contas da própria Caixa Econômica Federal e os R$ 4 bilhões entrariam no Tesouro.

Também está sobre a mesa a revisão do Reintegra, o crédito tributário para exportação, de onde poderiam sair mais R$ 2 bilhões.

LULA: CASO DE CADEIA

IPOJUCA PONTES

Garantia Sivuca - José Guilherme Godinho, policial membro da Scuderie Detetive Le Cocq, um dos responsáveis pela caçada e morte de Cara de Cavalo, cafetão, traficante, assassino e “caso íntimo” do Hélio Oiticica, vanguardeiro performático das artes tropicalistas que chegou a homenagear o amor bandido com a ode-legenda “Seja marginal, seja herói” – bem, dizia Sivuca que “bandido bom é bandido morto”, bordão que o fez Deputado Estadual por duas vezes no ainda tolerável Rio de Janeiro dos anos 1990.

Pessoalmente, não chego a tanto. Mas acredito piamente que “bandido bom é bandido preso”, se possível, em certos casos, perpetuamente, num presídio de segurança máxima.

Este é bem o caso, por exemplo, de Luiz Inácio da Silva, reconhecido nas rodas civilizadas como o “Chacal” da politicagem tupiniquim.

Recentemente, como sabem todos (e a quase generalidade da população aplaudiu), o competente juiz Sérgio Moro condenou o ex-presidente a 9 anos e meio de cadeia, por corrupção e lavagem de dinheiro. É pouco – muito pouco, pouco mesmo. Neste sentido, procuradores da força-tarefa do Ministério Público Federal tomaram a decisão de recorrer da sentença e pedir penas maiores para o dono do PT. Faz sentido. De fato, como já escrevi, onde se abrir o código penal, o honorável Lula corre o risco de ser enquadrado: felonia, prevaricação, peculato, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, formação de quadrilha, entre outras tantas mazelas, formam o prontuário desta imperdoável figura que levou o País à degradação moral, política, econômica e social de forma nunca trilhada na nossa controversa história republicana.

Com Lula e o entorno comunista do PT, ambos aboletados nas utopias funestas e convenientes a tipos que nem Frei Beto (não dá pra mais de um “t”), FHC, Antonio Candido, Sérgio Buarque de Holanda, Geisel, Golberi et caterva, o Brasil trilhou (e continua a trilhar) os caminhos criminosos do “socialismo tropical” ou, se quiserem, do “estatismo selvagem”. Com a comunalha no poder, ingressamos, sem tirar nem pôr, na atmosfera mórbida do sétimo círculo do inferno traçado por Dante Alighieri nas páginas da Divina Comédia.

Eis o fato: nos 13 anos em que Luiz Inácio corrompeu a nação (sim, o “cara” impôs e sempre esteve por trás das manobras da guerrilheira marionete), atingimos a condição de um dos países mais corruptos e violentos do mundo, ao tempo em que se consolidou entre nós o aparelhamento do “Estado Forte” e se fincou no pedaço, seguindo as resoluções do Foro de São Paulo, uma burocracia insustentável que nos levou à insolvência absoluta.

Os números atuais impressionam: o País da era Lula comporta hoje 151 estatais deficitárias (entre elas, a Petrobras), 30 ministérios falidos, 153 autarquias e fundações federais inviáveis, 100 mil cargos comissionados e funções de confiança e gratificações supimpas, 250 mil funcionários-ativistas terceirizados, sem incluir o rombo previdenciário estimado (só em 2017) em R$ 167 bilhões e a alucinante dívida pública federal avaliada (pelo Tesouro Nacional) em mais de R$ 3 trilhões. Eis o prognóstico tardio: segundo cálculos fundamentados, as contas nacionais, caso as legiões socialistas de Lula fossem expulsas hoje das bocas estatais, só seriam ajustadas a partir de 2089. Ou seja, daqui a 60 anos!

Na sua oligofrenia progressiva, Lula diz que o seu governo livrou da fome 40 milhões de carentes que saíram da linha da pobreza para ingressar numa “nova classe média”. Sem jamais entrar numa fila do INSS, sustenta que transformou a saúde do Brasil em coisa de 1° mundo. Mais: garante que mesmo sendo analfabeto de pai e mãe, abriu as portas das universidades para o povo. E tudo a partir da consolidação, pelo seu “Estado Forte”, de uma política de “conteúdo nacional” (vide a “Nova Matriz Econômica”, de fedor leninesco).

Cinismo assumido, a mentira tem pernas curtas. Semana passada, amplo relatório divulgado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) deu conta, detalhadamente, da desastrosa política industrial e comercial imposta ao País nos 13 anos dos governos de Lula Rousseff.

Escorado na farra vertiginosa de subsídios fiscais e financeiros, que detonou uma inflação de dois dígitos, foram desperdiçados R$ trilhões com os “campeões nacionais” JBS-Friboi, Odebrecht, empresas do finório Eike Batista, OI, OAS etc., cujo objetivo paralelo gerou propinoduto para abastecer os cofres inabordáveis do PT, dos partidos aliados e demais “companheiros de viagens”.

Pior: no esquema criminoso adotado, foram preteridas as relações comerciais com economias desenvolvidas enquanto eram torrados US$ bilhões com Cuba, Venezuela, Angola, República Dominicana, Bolívia e afins, países velhacos manobrados por comunistas ávidos de dinheiro fácil em troca da adesão irrestrita ao “socialismo do século XXI”. Coisa de doido!

Por fim, ouriçados com a decisão do Juiz Moro em bloquear R$ 9 milhões do ex-presidente, a tropa de choque petista classificou-a como “mesquinha”. De fato, a decisão do juiz, em se tratando de condenados por corrupção e lavagem de dinheiro, é obrigatória. Assim, o protesto soa como deboche.

Ademais, Lula aufere gordas aposentadorias, tem carro com chofer, apartamento confortável do qual não pode ser despejado, adega de fazer inveja a Brillat-Savarin, além de filhos e sobrinhos ricos. Há quem admita até que o honorável dispõe de boas reservas em Cuba e na Venezuela.

E o PT, ainda hoje uma das siglas partidárias mais ricas do planeta, não vai permitir que o seu “líder carismático” saia da boa vida e fique “asfixiado”.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

LULA, O MILIONÁRIO - LAVA JATO INVESTIGA ORIGEM DA FORTUNA DO EX-PRESIDENTE LULA

DESCOBERTA DE MAIS R$9 MILHÕES DO PETISTA INTRIGA LAVA JATO


A descoberta de R$9,6 milhões em contas correntes e investimentos do ex-presidente Lula deixou intrigada a força-tarefa da Lava Jato, que investiga o mistério de como o ex-metalúrgico, condenado por corrupção, acumulou tanto dinheiro. Ao ver bloqueados pela Justiça recursos e bens, Lula se queixou de que a “subsistência” de sua família estaria prejudicada. Pelo visto, para ele, dinheiro nunca foi problema. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Interrogado na polícia, Lula disse cobrar US$200 mil por “palestra”, mas ninguém acreditou. Tampouco ele apresentou comprovantes.

Desde 2015 Lula não faz palestras, para as quais disse cobrar o dobro de Bill Clinton. O ex-presidente dos EUA continua a fazê-las.

Emílio Odebrecht revelou que pagava “honorários” a Lula, além de jatinhos, hotéis de luxo etc, para criar “imagem adicional” na África.

FIASCO - FRACASSAM ATOS PRÓ-LULA

ATOS PRÓ-LULA, EM SÃO PAULO E RECIFE, REGISTRAM BAIXA ADESÃO

NO RECIFE, DESDE O INÍCIO DA TARDE, ALGUNS POUCOS SINDICALISTAS APARECERAM NO ATO PRÓ-LULA. (FOTO: ARTHUR DE SOUZA/FOLHA DE PERNAMBUCO)

Diário do Poder

Os atos de apoio a Lula, convocado pelo PT e por sindicalistas ligados ao partido, reuniu público inexpressivo na noite desta quinta-feira (20), em várias cidades. Em São Paulo como no Recife, e em várias cidades, as manifestações desapontaram as expecttativas dos organizadores.

Usando camisas da CUT, do MST, do PT e de sindicatos controlados por petistas, em São Paulo algumas dezenas de simpatizantes do ex-presidente tomam conta de menos de um quarteirão da Avenida Paulista. No Recife, a manifestação de apoio ao ex-presidente, condenado à prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, atraiu cerca de trinta pessoas.

Os manifestantes xingam o juiz Sérgio Moro, que condenou Lula, e os adversários do PT.