sexta-feira, 26 de maio de 2017

LULA CUMPRE O QUE PROMETEU: TOCAR FOGO NO PAÍS

JORGE OLIVEIRA

Quando se trata de vandalismo e baderna, o Lula é um cara de palavra. Ele prometeu e está cumprindo fielmente o que já declarou para alguns de seus fanáticos: tocar fogo no Brasil. Os episódios lamentáveis de Brasília são os primeiros ensaios dos petistas – muitos pagos pelas centrais sindicais com o dinheiro do contribuinte – para as próximas cenas que vão aterrorizar o país, caso o juiz Sérgio Moro condene Luiz Inácio no início do próximo mês, quando prometeu proferir a sentença. O ex-presidente pretende, com essas arruaças, intimidar os procuradores e o juiz da Lava Jato para evitar uma condenação que o tornaria inelegível, e, portanto, fora do páreo das eleições de 2018, o que ele não admite.

Os vândalos que atacaram os prédios públicos de Brasília são convocados pelas centrais sindicais e pelos dirigentes de movimentos sociais. Em troca, eles normalmente recebem uns trocados e uma marmita. São socados dentro dos ônibus a caminho dos protestos que podem ocorrer em qualquer lugar do Brasil. Os que têm mais sorte ganham uma camiseta vermelha, uma bandeira e, nos intervalos dos protestos, um sanduíche de mortadela. Antes de viajarem são doutrinados e estimulados a quebrar e incendiar o patrimônio público.

Quando perguntado o que fazem ali normalmente não sabem. E quem os levou até o local, não dizem. São buchas de canhão que os pelegos usam para levar porrada da polícia, enquanto eles, os falsos líderes, escondem-se para não mostrar a cara. Até a queda da Dilma, eram esses pelegos que davam as cartas, que pressionavam os políticos e que se sentiam protegidos pelo seu principal guru, Lula, o ex-operário, que já responde a vários processos por corrupção. Luis Inácio transformou o país numa república sindical e estimulou que seus militantes e seus políticos saqueassem e assaltassem o patrimônio brasileiro.

Agora, com o imbróglio de Temer, ameaçado de perder o cargo, Luis Inácio começou a incentivar seus asseclas no Congresso Nacional apara exigir eleição direta. Claro, ele precisa urgentemente se submeter ao voto popular enquanto ainda não foi condenado, porque está prestes a ir para a cadeia. É tão pretensioso que acha que teria chances de ser eleito com uma rejeição que já se aproxima dos 60%.

É impossível imaginar o Brasil sendo governado novamente por essa corja que dilapidou as empresas públicas e espalhou a corrupção em todos os setores do estado. Que entregaram aos irmãos Batista a bagatela de 8,1 bilhões de reais do BNDES para que eles comprassem empresas no exterior e gerassem renda e emprego lá fora sob o pretexto de que o Brasil precisava criar multinacionais. Os “caipiras” foram embora, vivem em palacete com o dinheiro do nosso banco, deixaram um rastro de escândalo no país e ainda foram premiados pelo Ministério Público que não viu crimes nos atos deles, perdoando-os de qualquer castigo penal.

Toda essa bagunça – não se engane – é fruto do governo do PT. A Dilma também é produto deles. Uma burocrata que até hoje não sabe que foi presidente do Brasil, a sétima economia do mundo. No governo a única coisa que fazia era receber ordem do seu guru Lula. E quando ensaiou administrar foi interrompida pelo parceiro que exigiu a cabeça de ministros e outros auxiliares mais próximos dela. Uma presidente de papel, fantoche, que não teve autonomia para exercer o cargo que o povo brasileiro destinou a ela pelo voto.

Ora, a crise ainda é petista. Ou a gente esqueceu que o Temer foi o vice da Dilma em dois mandatos? Ele foi indicado por Lula depois de sucessivas reuniões com os caciques do PMDB. Era paparicado pelos petistas porque dominava o maior partido e o mais bem estruturado do país. Como vice, foi fiel a presidente até perceber que poderia ocupar o lugar dela com manobras escusas.

Diante da crise que se agrava, a petezada, que ainda grita por aí afora o “golpe” e o “Fora Temer”, agora se prepara para outra façanha: derrubar o Temer para tentar eleger o Lula em eleição direta. O nome disso qual é se não golpe.

PT TENTOU IMPEDIR PM DE REVISTAR ÔNIBUS DE BADERNEIROS



Na véspera do protesto que virou badernaço em Brasília, um grupo de senadores do PT foi ao Palácio do Buriti, sede do governo do Distrito Federal, pedir ao governador Rodrigo Rollemberg para que a Polícia Militar não vistoriasse ônibus chegando a Brasília com manifestantes. Rollemberg respondeu aos senadores Paulo Rocha (PA), Lindbergh Farias (PE) e Humberto Costa (PE) que não poderia atender o pedido. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Segundo fonte do governo do DF, o senador Lindbergh foi o mais “enfático” no pedido para a PM não revistar ônibus de manifestantes.

Após a destruição em Brasília, a suspeita agora é que a cúpula do PT sabia que haveria o badernaço, marcado para o dia seguinte.

Apesar da decisão do governador de manter a vistoria, porretes, armas brancas, bombas, escudos etc. passaram pela “peneira” da PM.

A assessoria de Lindbergh confirmou a reunião com o governador do DF, e não comentou a acusação de tentar impedir a revista dos ônibus.

ATENTADO BOLIVARIANO DO PT EM BRASÍLIA

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas em pé, texto e atividades ao ar livre


"PRIMEIRO VAMOS TIRAR TEMER, DEPOIS MORO", grito de guerra dos vândalos que querem o "Volta Lula", ops, fora Temer, dá na mesma. Lula estava em Brasília para chefiar mais um crime contra o patrimônio público, José Dirceu solto, a foto da matéria do ILISP mostra a tropa reunida para definir como instruir a militância, todos viram o resultado. 


Atos terroristas em Brasília foram planejados na Câmara com políticos do PCdoB, PT e PSOL


Os atos terroristas que destruíram ontem (25) prédios e outros itens em Brasília construídos com dinheiro dos pagadores de impostos não apenas foram financiados com o dinheiro tomado a força dos trabalhadores por meio do imposto sindical, como foram planejados em conjunto com deputados do PCdoB, PT e PSOL.

De acordo com imagem divulgada no Twitter oficial do deputado federal José Guimarães (PT-CE), foi realizada uma reunião na Câmara dos Deputados, na tarde da última terça-feira (23), para tratar da organização dos atos terroristas. Participaram da reunião os deputados federais Assis Melo (PCdoB-RS), Enio Verri (PT-PR), Glauber Braga (PSOL-RJ), José Guimarães (PT-CE), Orlando Silva (PCdoB-SP) e Paulo Teixeira (PT-SP), além do senador Humberto Costa (PT-PE) e do líder terrorista Guilherme Boulos (MTST). O senador petista também divulgou uma foto do encontro em seu Twitter oficial.

terça-feira, 23 de maio de 2017

JBS - PERDÃO DOS CRIMES E DAS DÍVIDAS

JBS É SUSPEITA DE HAVER PLANEJADO METICULOSAMENTE SUA SAÍDA DO PAÍS

APENAS 20% DA JBS DE JOESLEY E WESLEY AINDA ESTÃO NO BRASIL


O presidente da J&F e da JBS, Joesley Batista, está sob suspeita de haver preparado meticulosamente sua saída do País, por isso já se articula na Câmara a criação de uma CPI para investigar o esquema. Ao vazar a delação, o grupo já havia reduzido o Brasil a apenas 20% de operação, concentrando 70% de tudo nos Estados Unidos, a nova pátria dos delatores. O País que financiou o grupo virou “passado”. A informação é do jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Financiado pelo BNDES nos governos Lula e Dilma, o grupo J&F/JBS saltou seu faturamento dos R$4 bilhões em 2007 para R$170 bilhões.

Antes da delação, o “americanófilo” Joesley já vivia a maior parte do tempo nos EUA. Mas precisava se livrar das investigações no Brasil.

Com o esperto acordo de delação, os controladores da J&F/JBS se livraram de pelo menos 5 operações/ações penais muito cabeludas.

Os delatores também deixam para trás dívida de R$1,8 bilhão junto ao INSS e a devolução dos quase R$13 bilhões que tomaram do BNDES.

POR QUE CUNHA RECEBE MESADA DA JBS?

JOESLEY PODE TER PAGO PARA NÃO SER CONVOCADO A DEPOR EM CPI

Resultado de imagem para cpi jbs

Deputados do PT e do PMDB livraram o dono da JBS, Joesley Batista, de comparecer à CPI do BNDES, em setembro de 2015. Ao todo, 15 deles votaram contra o requerimento. Os deputados derrotados na votação atribuíram ao então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o acordo para barrar a convocação de Joesley. Isso explica por que Cunha continuava recebendo de Joesley altas quantias, mesmo preso. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A CPI do BNDES investigava financiamentos generosos a empresas ligadas aos governo Lula e Dilma, como o Grupo JBS e a Odebrecht.

O ex-presidente Lula e Eduardo Cunha fizeram uma aliança tácita para livrar Joesley de depor à CPI criada para abrir a caixa preta do BNDES.

A operação para livrar Joesley de depor da CPI do BNDES não foi relatada pelos delatores da JBS ao Ministério Público Federal.

O atual líder do PT, Carlos Zarattini (SP), ajudou a blindar Joesley na CPI do BNDES. Em 2014, ele recebeu doação eleitoral de R$240 mil.

ZELOTES E LAVA JATO - A CRISE TEM NOME, LULA

Juiz do DF marca para junho julgamento de Lula e filho na Zelotes

Denúncia cita compra de caças suecos, em 2013, e MP com incentivos fiscais em 2015

O ex-presidente Lula - 05/05/2017

No G1:

O juiz Vallisney Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, decidiu manter nesta segunda-feira (22) as ações penais do Ministério Público Federal contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o filho Luiz Cláudio Lula da Silva e dois empresários. Eles são acusados por tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa no âmbito da operação Zelotes.

As denúncias foram aceitas em dezembro e, nesta segunda, o juiz rejeitou os pedidos de absolvição sumária (sem julgamento) dos quatro réus. As ações fazem referência à compra de caças suecos pelo governo federal, em 2013, e à aprovação de uma medida provisória com incentivos fiscais a montadoras, em 2015.

Na decisão, Vallisney Oliveira também define que as audiências de instrução e julgamento começam em 22 de junho. A lista de testemunhas apresentada pelos advogados de Lula e do filho, com 80 nomes, terá de ser reduzida para 32 em um prazo de cinco dias.

Os empresários Mauro Marcondes e Cristina Mautoni também são réus no mesmo processo. O G1 entrou em contato com os advogados dos quatro acusados, e aguardava retorno até a última atualização desta reportagem.

Na decisão desta segunda, Mauro Marcondes e Cristina Mautoni são absolvidos das acusações de evasão de divisas. Segundo Vallisney Oliveira, os advogados conseguiram demonstrar que os envios de dinheiro dos empresários a contas no exterior foram inferiores a US$ 100 mil. Neste caso, segundo a decisão, o crime não pode ser tipificado.

Apesar disso, Machado e Cristina seguem como réus pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O ex-presidente Lula responde pelos mesmos três crimes n a ação. O filho, Luís Cláudio, é citado por lavagem de dinheiro e organização criminosa, mas não por tráfico de influência.

A denúncia

A denúncia relacionada à Operação Zelotes foi apresentada em dezembro. Segundo o MPF, os crimes foram praticados entre 2013 e 2015 quando Lula, como ex-presidente, teria participado de um esquema para beneficiar empresas junto ao governo Dilma Rousseff.

Segundo o MP, durante as investigações não foram encontrados indícios de que Dilma tivesse conhecimento do suposto esquema.

Em troca, diz a denúncia, os empresários Mauro Marcondes e Cristina Mautoni teriam repassado cerca de R$ 2,5 milhões a Luis Cláudio Lula da Silva. Segundo relatório da Polícia Federal, não houve prestação de serviço pela empresa do filho de Lula. A PF diz também que o material produzido pela empresa era cópia de material disponível na internet.

Na documentação enviada ao juiz, o Ministério Público Federal descreve como teria sido a atuação de cada um dos quatro investigados no esquema. Segundo a denúncia, o empresário e lobista Mauro Marcondes “comandou” a organização criminosa, fazendo a ligação entre as empresas beneficiadas e a família de Lula.

Já a mulher e sócia de Marcondes, Cristina Mautoni, teria participado “ativamente” das contratações e do “fluxo de informações” com as empresas e com Luís Cláudio Lula da Silva.

De acordo com a denúncia, ao ex-presidente Lula coube “fazer os encontros com fortes indícios de que deu aval” para Mauro Marcondes e Cristina Mautoni propagarem, “para fins contratuais milionários”, o apoio e prestígio que tinha junto ao governo federal e à Presidência da República.

A denúncia afirma que a Luís Cláudio coube fornecer dados de uma das suas empresas a fim de receber o dinheiro a título de apoio do ex-presidente, mediante um contrato de fachada.

LULA CAMPEÃO - HEXA RÉU

Lula é denunciado e pode se tornar réu pela sexta vez

MPF acusa petista de ter 'controle supremo' sobre corrupção na Petrobras e ser beneficiado com obras de R$ 1 mi em sítio em Atibaia (SP)

Propriedade frequentada pelo ex-presidente Lula, em Atibaia, interior de São Paulo, após reforma

Na VEJA.com:

A força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba denunciou nesta segunda-feira o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso envolvendo obras no sítio Santa Bárbara, em Atibaia (SP), frequentado pelo petista e reformado pelas empreiteiras Odebrecht, Schahin e OAS, além do pecuarista José Carlos Bumlai, amigo do ex-presidente. Caso o juiz federal Sergio Moro aceite a acusação dos procuradores, o petista se tornará réu pela sexta vez, três delas na investigação que apura desvios bilionários na Petrobras.

De acordo com os procuradores, o ex-presidente foi beneficiado ilicitamente com cerca de um milhão de reais nas reformas, que incluíram a construção de anexos e benfeitorias no sítio, como a instalação de uma cozinha de alto padrão. Odebrecht e OAS teriam arcado com 870.000 reais das obras e a Schahin, por meio de Bumlai, teria pago 150.500 reais. O pecuarista foi denunciado pelo crime de corrupção passiva.

O dinheiro teria sido retirado, no caso da Odebrecht, de propinas de 128 milhões de reais em quatro contratos com a Petrobras: dois para construção da refinaria Abreu e Lima (RNEST), em Pernambuco, e dois do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); no caso da OAS, o dinheiro teria sido contabilizado em vantagens indevidas de 27 milhões de reais pagas sobre três contratos: de construção e montagem dos gasoduto Pilar-Ipojuca e Urucu-Coari e da construção do Novo Centro de Pesquisas da Petrobras (Novo Cenpes), no Rio.

A contribuição da Schahin às obras no sítio no interior paulista teria sido retirada de propinas pagas pela empreiteira no contrato de operação, pela empreiteira Schahin, do navio-sonda Vitória 10.000, da Petrobras.

Assim como nas outras duas denúncias da Lava Jato contra Lula, os procuradores da equipe coordenada por Deltan Dallagnol voltaram a falar em “controle supremo” do petista sobre a corrupção na estatal e a afirmar que ele “capitaneou e se beneficiou desse grande e poderoso esquema criminoso”. “Por trás de todo esse esquema partidário de dominação das diferentes Diretorias da Petrobras e, mesmo, de outros órgãos públicos federais, existia o comando comum de Luiz Inácio Lula da Silva, que era simultaneamente chefe do governo beneficiado e líder de uma das principais legendas envolvidas no macro esquema criminoso”, afirma o MPF.

Além de Lula e Bumlai, os procuradores do MPF denunciaram por corrupção ativa e lavagem de dinheiro o empreiteiro José Adelmário Pinheiro Filho, conhecido como Léo Pinheiro; por corrupção ativa o empreiteiro Marcelo Odebrecht e ex-executivo da OAS, Agenor Franklin Magalhães Medeiros; e por lavagem de dinheiro o empreiteiro Emílio Odebrecht, os ex-executivos da Odebrecht Alexandrino Alencar, Carlos Armando Guedes Paschoal e Emyr Diniz Costa Júnior, ex-engenheiro da OAS Paulo Roberto Valente Gordilho, o ex-assessor especial da Presidência Rogério Aurélio Pimentel, o advogado Roberto Teixeira e Fernando Bittar, um dos donos oficiais do sítio.

O ex-presidente Lula já responde na Justiça Federal do Paraná a duas ações penais. Em uma delas, o petista é acusado pelo Ministério Público Federal dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por supostamente ter sido beneficiado com propinas de 3,7 milhões de reais da OAS na reserva e na reforma do tríplex do Guarujá (SP) e no armazenamento de seu acervo presidencial em uma empresa de transportes.

Em outro processo sob a responsabilidade de Sergio Moro na Justiça Federal do Paraná, o petista é acusado pelo MPF dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro por supostamente ter recebido propinas de 13 milhões de reais da Odebrecht.

Parte do dinheiro, 12,4 milhões de reais, teria sido gasta na compra de um terreno para abrigar a sede do Instituto Lula em São Paulo – o instituto acabou sendo construído em outro endereço. Outros 504.000 reais teriam sido usados na compra da cobertura contígua à de Lula no edifício Hill House, em São Bernardo do Campo (SP). As duas compras teriam sido feitas por meio de laranjas. Moro iniciou as oitivas de testemunhas neste processo nesta semana. Ainda não há previsão para depoimento do ex-presidente.

Os outros três processos contra Lula correm na Justiça Federal do Distrito Federal, sob a caneta dos juízes Vallisney Oliveira e Ricardo Leite.

O petista é acusado do crime de obstrução de Justiça por meio da compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, processo em que já depôs como réu; dos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção passiva e tráfico de influência em contratos do BNDES que teriam favorecido a Odebrecht, um desdobramento da Operação Janus; e tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa, processo decorrente da Operação Zelotes.

domingo, 21 de maio de 2017

FRANÇA INVESTIGA PROPINA PARA LULA E CIA.

FRANÇA INVESTIGA PROPINA PARA O GOVERNO LULA PELA COMPRA BILIONÁRIA DE SUBMARINOS


Diário do Poder

A Justiça francesa investiga a denúncia de pagamento de suborno pelo bilionário contrato de venda de submarinos Scorpène para o Brasil, em 2008, no governo Lula. Neste domingo, toda a imprensa francesa dedicou espaço ao assunto. O acordo de 6,7 bilhões de euros (equivalentes a R$24,4 bilhões) inclui transferência de tecnologia para o Brasil.

A procuradora-geral da Procuradoria Nacional Financeira (PNF), Eliane Houlette, esteve há duas semanas no Brasil chefiando uma delegação, da qual também participou o chefe do Departamento Anticorrupção da Polícia (Oclciff, na sigla em francês), Thomas de Ricolfis.

Fontes oficiais confirmaram a investigação da PNF e da polícia francesa de “corrupção de funcionários públicos estrangeiros” no contrato de venda de quatro submarinos de ataque Scorpène, assinado em 23 de dezembro de 2008, no Brasil, pelos então presidentes da França, Nicolas Sarkozy, e do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva Lula.

O Scorpène é um submarino convencional, de última tecnologia, fabricado pelo estaleiro naval francês DCNS (Direction des Constructions Navales Services) em cooperação com o espanhol Navantia. Chile e Malásia têm dois desses submarinos. A Índia adquiriu seis, dos quais três já foram entregues.

Um porta-voz da DCNS disse à agência France Press que a companhia “não tem nada a ver com a Operação Lava Jato”, acrescentando que a empresa “respeita escrupulosamente, no mundo todo, as regras do Direito”.

No Brasil, a DCNS é parceira da BTP Odebrecht, que subcontratou por R$3 bilhões, segundo as suspeitas, por recomendação do ex-presidente Lula. Ambas as empresas estão no centro do megaescândalo de corrupção de agita o país. Em abril, o presidente da DCNS Brasil, Eric Berthelot, havia dito que essas investigações “atingiam apenas a própria Odebrecht”.

sábado, 20 de maio de 2017

VÍDEOS DOS DELATORES DA JBS, O QUE É BOMBA E O QUE É TRAQUE



O Supremo Tribunal Federal (STF) liberou na tarde desta sexta-feira o acesso à delação premiada dos donos e executivos da JBS, envolvendo o presidente Michel Temer, Lula, Dilma, deputados e senadores.

No dia anterior, havia sido liberado o áudio da conversa entre o presidente Michel Temer e o empresário Joesley Batista, que não confirma, a rigor, a informação que tentaram atribuir ao presidente da República sobre suposta compra do silêncio de Eduardo Cunha. “A montanha pariu um rato”, repetiam os deputado no plenário da Câmara.

De repente, uma gravação mal feita, com cerca de 50 cortes, como revela reportagem da Folha, tornou-se tema central dos programas jornalísticos de rádio e TV, bem como o assunto mais comentado nas mídias sociais.

No ponto da gravação que trata de Cunha, Joesley reclama do seu relacionamento com o ex-deputado, atualmente preso em Curitiba, quando se ouve claramente o empresário afirmar que está "de bem" com o ex-presidente da Câmara:
"Agora eu tô de bem com o Eduardo".

Temer simplesmente recomenda:
"Tem que manter isso, viu?".

Não há referência a valores nem indicação alguma de que o presidente concordasse com o que dizia o interlocutor sobre os diversos assuntos abordados por Joesley, o pior da conversa foi o fato de Michel Temer aceitar a visita de um investigado.

Por outro lado, uma revelação que deveria, esta sim, ser explosiva, está sendo tratada como algo trivial, como já ocorrera antes com fatos igualmente estarrecedores. O dono da JBS afirma que abriu contas no exterior vinculadas aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, que, somadas, eram de aproximadamente 150 milhões de dólares em 2014.

O dinheiro foi pago em troca de repasses do BNDES à JBS. e , segundo o empresário, tanto Lula quanto Dilma sabiam de tudo. Joesley conta que teve encontros com ambos nos quais discutiu abertamente o emprego da propina escondida no exterior nas campanhas do partido. 


Um desses encontros com Dilma aconteceu no Palácio do Planalto para tratar de um repasse de 30 milhões de reais para a campanha do petista Fernando Pimentel ao governo de Minas Gerais. Na conversa, o empresário alertou Dilma de que o saldo das contas de propina no exterior seria liquidado a partir da doação. “Dilma confirmou a necessidade e pediu que procurasse Pimentel”, disse.

Joesley Batista disse, também, que transferiu para uma conta no exterior, a título de “vantagens indevidas”, 50 milhões de dólares destinados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e mais 30 milhões em outra conta, também no exterior, em favor da ex-presidente Dilma Rousseff. Os repasses, disse ele, foram feitos por intermédio do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.


Vídeo abaixo:



Não é segredo que ao PT interessa tirar Temer da presidência, custe o que custar, desde que o povo brasileiro pague a conte, é claro. 

Por muito menos, os movimentos "Fora Temer" têm sido estrategicamente acionados para dar curso a essa ideia e, como consequência, rasgar mais uma vez a Constituição ao forçar a barra para vingar a proposta de novas eleições a fim de que Lula, possivelmente vitorioso, escape mais uma vez das garras da Justiça. Outra jogada que também interessa ao PT é tirar Lula e Dilma de foco depois que o caso dos dois se agravou com as denúncias de Mônica Moura e a divulgação de dados de agendas sobre encontros de Lula com diretores da Petrobras, o que comprova que mentiu ao juiz Moro.

Concluindo, certamente para infelicidade de nosso país, a situação pode estar menos tensa para o presidente após a análise do conteúdo das gravações, chegou a ser considerada insustentável, mas ainda está sujeita aos rigores da Lei e à pressão de seus adversários.

Nada entendo de leis, se há algo que pode complicar a situação de Temer, porém, não é o que disse nessa conversa, mas o que não disse e que pode ser considerado prevaricação por ouvir relatos sobre crimes e não dar ordem de prisão imediatamente. Ou, no mínimo, alertar as autoridades competentes. 

Uma questão, todavia, deve ser levada em consideração. Se Temer prevaricou, as autoridades que liberaram o delator também prevaricaram, com uma evidente diferença na gravidade das intenções. Temer deve ter ficado constrangido com a conversa sem sentido, já que ele só se interessava em falar sobre economia. Já Rodrigo Janot e o ministro Fachin agiram cientes do que estavam fazendo.

Aconteça o que acontecer, com as denúncias atingindo também um senador tucano, a militância petralha nada tem a comemorar, acabou o discurso de perseguição política contra Lula. 

Assista aos vídeos:
















sexta-feira, 19 de maio de 2017

SUBORNO ANTI-IMPEACHMENT - JOESLEY PAGOU DEPUTADOS PARA VOTAREM CONTRA SAÍDA DE DILMA



O presidente da JBS, Joesley Batista, disse em depoimento que atuou juntamente com o deputado João Bacelar (PR-BA) na compra de cinco deputados federais, ao custo de R$ 3 milhões cada um, para votarem contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff.

Segundo Joesley, no dia 9 de abril de 2016, um sábado, uma semana antes da votação do impeachment na Câmara dos Deputados, ele se reuniu com Bacelar. Na ocasião, segundo o delator da JBS, Bacelar disse que ‘tinha conseguido convencer 30 deputados a votarem a favor de Dilma em troca de R$ 5 milhões cada um’.

Joesley, no entanto, diz ter concordado com a ‘compra’ de apenas 5 deputados no valor total de R$ 15 milhões divididos em parcelas.

No depoimento, o dono da JBS, porém, afirma que não lembra quais eram os parlamentares que receberam o pagamento. Segundo ele, o dinheiro era distribuído por João Bacelar, e que só tinha conseguido repassar R$ 3,5 milhões.

Parte do pagamento – R$ 500 mil -, diz Joesley, ocorreu em março deste ano. (AE)

MENTIRAS DE LULA FICARÃO IMPUNES?

MENTIRAS NÃO DEVEM RESULTAR EM PUNIÇÃO A LULA


O ex-presidente Lula não será processado pelas mentiras que disse ao juiz Sérgio Moro, no interrogatório sobre o tríplex-propina do Guarujá. Só testemunha não pode mentir no processo, segundo explicou o criminalista Danillo de Oliveira Souza. Lula mentiu ao negar encontro no sítio de Atibaia com Leo Pinheiro (OAS), e jurar que não se reuniu com diretores que roubavam a Petrobras. E ainda contou outra mentira, dizendo: “não há pergunta difícil quando alguém quer falar a verdade”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O Ministério Público anexou ao processo do tríplex-propina fotos de Lula conversando à beira da piscina com Leo Pinheiro no sítio.

O MPF também obteve comprovantes de 27 reuniões de Lula com ladrões confessos da Petrobras, como Renato Duque e Jorge Zelada.

As mentiras são relevantes porque Lula é acusado de corrupção passiva por aceitar como propina as reformas no tríplex e no sítio.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

SANTANA CHAMA DE 'CÍNICA' DECLARAÇÃO DE CARDOZO NEGANDO CAIXA 2

MARQUETEIRO REAFIRMA: DILMA O AVISOU SOBRE SUA IMINENTE PRISÃO


Estadão

O marqueteiro João Santana divulgou nota em redes sociais, nesta quarta-feira (17), refutando as declarações de José Eduardo Cardozo, afirmando não houve caixa 2 nas campanhas de 2010 e de 2014. O marqueteiro chama de "cínica" essa afirmação. E ainda ironiza: "Pra cima de mim, José Eduardo?" O ex-ministro, também seriamente implicado nas revelações de Santa e de sua mulher Mônica Moura, viu "contradições" nos depoimentos.

Para João Santana, as declarações de Cardozo são "grotescas e absurdas". Segundo Cardozo, não houve um alerta de Dilma Rousseff sobre a prisão do casal com antecedência. No entanto, o marqueteiro garante que a presidente cassada avisou que a prisão seria iminente. “Seu último informe veio no sábado, em e-mail redigido com metáforas, cuja cópia está anexada aos termos da nossa colaboração”, disse em nota.

“Se não tivéssemos sendo informados da iminência da prisão, por que chamaríamos, na sexta, 19 de fevereiro, o nosso então advogado, Fabio Tofic, para que viesse às pressas a S. Domingos?”, questiona Santana.

O marqueteiro continua: “por que cancelaríamos nosso retorno ao Brasil, dias antes, com passagem comprada e com reserva jpa confirmada?”.

Com relação ao caixa 2, Santana diz que o ex-ministro insiste com a versão de que o ‘altíssimo custo’ oficial da campanha seria uma ‘prova vigorosa’ de que não houve pagamentos não contabilizados. “Este argumento não se sustenta para qualquer pessoa que conheça os altos custos e a realidade interna das campanhas”, disse o marqueteiro.

Ainda segundo Santana, Cardozo diz ‘que haveria uma espécie de acordo tácito entre eu e Marcelo Odebrecht para misturar caixa dois das campanhas do exterior com a campanha de Dilma. É uma mentira deslavada”. De acordo com o marqueteiro, nos depoimentos do casal fica discriminado o que são ‘campanhas do exterior e campanhas do Brasil’.

Íntegra da nota de João Santana

"A grotesca e absurda entrevista do advogado José Eduardo Cardozo ao Globo faz-me romper o compromisso - que tinha comigo mesmo - de somente tratar dos termos das colaborações, minha e de Mônica, no âmbito da Justiça.

Desta forma, digo de forma sucinta ( e reservo detalhes para momentos apropriados) :

1. Não há nenhuma contradição naquilo que Mônica e eu afirmamos sobre as informações recebidas, em fevereiro de 2016, a respeito de nossa prisão iminente. Quando disse que soube da prisão pelas câmeras de segurança de minha casa -acessadas por computador desde a República Dominicana - referia-me ao óbvio : foi naquele momento, na manhã do dia 22 de fevereiro, que eu vi, de fato e realmente, a prisão concretizada.

2. Antes, sabíamos, por informações da presidente Dilma, que a prisão seria iminente. Seu último informe veio no sábado, em e-mail redigido com metáforas, cuja cópia está anexada aos termos da nossa colaboração.

3. Apenas para ficar em dois indícios não devidamente noticiados : se não estivéssemos sendo informados da iminência da prisão, porque chamaríamos, na sexta, 19 de fevereiro, o nosso então advogado, Fabio Tofic, para que viesse às pressas a S. Domingos?

4. Por que cancelaríamos nosso retorno ao Brasil, dias antes, com passagem comprada e com reserva já confirmada ? ( A Polícia Federal chegou a esse detalhe através de investigação feita na época).

5. Com relação ao Caixa-2, o advogado Cardoso insiste também na versão surrada expressa a mim, desde 2015, pela presidente Dilma, de que o "altíssimo custo" oficial da campanha seria uma prova vigorosa de que não houvera "pagamentos não contabilizados". Este argumento não se sustenta para qualquer pessoa que conheça os altos custos e a realidade interna das campanhas.

6. Diz, também, de forma enviesada que haveria um espécie de acordo tácito entre eu e Marcelo Odebrecht para misturar caixa dois das campanhas do exterior com a campanha de Dilma. É uma mentira deslavada : nos nossos depoimentos está bem discriminado o que são campanhas do exterior e campanhas do Brasil.

7. De forma cínica diz que não houve caixa dois nas campanhas de 2010 e 2014. Pra cima de mim, José Eduardo?

8. Para finalizar, afirmo que as únicas vezes que menti sobre a presidente Dilma - e isso já faz algum tempo - foi para defendê-la. Jamais para acusá-la. Lamento por tudo que ela, Mônica e eu estamos passando. A vida nos impõe momentos e verdades cruéis.


JOÃO SANTANA"

domingo, 14 de maio de 2017

A "DESOMENAGEM" DE LULA E O DIA DAS MÃES

Triste "desomenagem" justamente na semana em que é celebrado o dia da Mãe dos cristãos, Maria representa por Nossa Senhora de Fátima, no dia 13 de maio, e o dia de todas as mães pobres mortais, incluindo dona Marisa, que deveria contar ao menos com o respeito de seu esposo, de filhos e netos. Por falar nisso, onde estão que não a defendem do jogo sujo tramado por Lula?

Culpar dona Marisa, como fez Lula, foi o pior dos artifícios



IstoÉ

Quando Marisa Letícia faleceu em fevereiro, vítima de um aneurisma cerebral, Lula transformou o velório da mulher num comício. Ao sapatear sobre o caixão, sacou a frase que ganharia o alto das páginas dos jornais: “Marisa morreu triste por conta da canalhice que fizeram com ela”. A pior das canalhices, no entanto, – se é que houve outras –, seria embrulhada pelo próprio marido três meses depois de sua morte. Um réquiem da desonra. Demonstrando ausência de sensibilidade, um inacreditável senso de oportunismo e um vazio moral estupefaciente, para dizer o mínimo, Lula jogou toda a culpa sobre as tratativas do tríplex no colo de Dona Marisa.

Terceirizar a culpa para alguém que já faleceu, principalmente quando esta pessoa é sua mulher, constitui o cúmulo da apelação. Primeiro porque ela encontra-se impossibilitada de fazer sua defesa. Depois, porque é de uma perversidade sem igual. No dialeto chulo de presidiários, o comportamento de Lula se traduz pela frase: “joga tudo no morto”. No caso, na esposa morta. “As afirmações em relação à Dona Marisa é um tanto triste de se ver feitas”, lamentou o procurador Carlos Fernando dos Santos. Nas redes sociais, a sociedade também reagiu indignada. E com razão.

Para ampliar a gravidade do gesto, trata-se de uma mentira deslavada. Ao transferir o peso da responsabilidade pelas negociações do imóvel à esposa morta, o petista conferiu à companheira de quatro décadas um papel que ela jamais e em tempo algum exerceu: a da mulher que cuida das finanças e do patrimônio do casal. O perfil “Marisa investidora” não guarda qualquer conexão com a realidade. Quando Lula era presidente da República, a entourage do governo fazia questão que Dona Marisa mantivesse uma distância regulamentar do governo e das negociatas – políticas ou não – do marido. A esposa formava a retaguarda afetiva de Lula. Avocou para si a tarefa de cuidar do jardim, plantar horta, de se preocupar com a dieta do marido e cuidar dos filhos e netos. “Vamos, bem. O menino está sem chave”, disse, certa feita, Marisa, interrompendo Lula num churrasco oferecido aos amigos. O casal deixou o evento de mãos dadas para, juntos, abrirem a casa onde moravam ao filho caçula, antes de o petista alcançar o poder. Na última semana, esse elo, definitivamente, foi quebrado. Por Lula. Triste fim.

E-MAIL MACABRO DE DILMA




Uma das delatoras da Lava Jato, a marqueteira Mônica Moura relatou à Procuradoria Geral da República (PGR) que Dilma 'era um poste para eleger' na campanha de 2010. Mônica afirmou aos procuradores da República que, à época, a avaliação era de que a petista ia perder. "Era impossível, era um poste para eleger", avaliou a marqueteira.

A declaração foi dada por Mônica Moura em um dos depoimentos de sua delação premiada. Ela e João Santana fecharam um acordo de colaboração com a PGR para reduzir a pena de prisão.

Na última quinta, dia 11, o relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF, ministro Edson Fachin, derrubou o sigilo das delações premiadas do casal de marqueteiros. Os vídeos dos depoimentos foram divulgados nesta sexta (12).

Mônica Moura revelou, em um dos trechos da delação, que o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, informava Dilma Rousseff “de tudo” relacionado à operação Lava Jato.

Segundo Moura, em uma conversa com a ex-presidente no Palácio da Alvorada, Dilma disse: “Precisamos manter contato frequente de uma forma segura para que eu lhe avise sobre o andamento da operação, estou sendo informada de tudo frequentemente pelo José Eduardo Cardozo (ministro da Justiça, pasta responsável pela Polícia Federal)”.

Mônica Moura, por precaução, combinou com Dilma um "meio seguro" de ser avisada sobre possíveis riscos ao casal na operação Lava Jato, ou seja, que fosse descoberta a conta no exterior que servia para pagamento ilegal de campanhas petistas, incluindo a de Dilma. A ideia era a de criar um e-mail do Google (Gmail), com nome e dados fictícios, cuja senha era de conhecimento de Mônica, Dilma e Giles Azevedo, assessor da então presidente.

De tudo o que foi declarado, porém, o que mais chamou a atenção foi uma coincidência macabra e que revela a índole perversa de Dilma. Trata-se da escolha do e-mail falso que seria usado para burlar as investigações, 
"Iolanda2606. 

Nas redes sociais, muitos ainda estão apontando a maldade intencional de Dilma por trás da conta falsa de e-mail utilizada para se comunicar com o casal de marqueteiros.

— A gente ficou pensando, tinha que colocar o nome de alguém. Aí ela falou que era o nome da mulher do presidente Costa e Silva, alguma coisa assim. Ela inventou o nome, Iolanda, e a gente criou esse e-mail — disse Mônica.

— Para não esquecer a gente colocou o nome de alguém que era ligado a ela e o número 47, que é o ano que ela nasceu — afirmou Mônica.

No endereço do e-mail, "Iolanda" é uma referência ao nome da mulher do ex presidente Costa e Silva. "2606" é 26 de junho, data em que o grupo terrorista VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) assassinou o soldado Mário Kozel Filho, de 18 anos, na porta do II Exército em São Paulo. Dilma fazia parte do grupo. O general Artur da Costa Silva era o presidente na data do atentado.

(HONESTIDADE DE DILMA) APARÊNCIA, NADA MAIS

(Para quem acreditou na lorota da "faxina")

A mentira da honestidade foi repetida tantas vezes que Dilma Rousseff acabou parecendo honesta. Era só aparência, nada mais.

Por Dora Kramer

Dilma Rousseff e João Santana

É a tal história da mentira que, de tantas vezes repetida, acaba virando verdade. Dilma Rousseff é a personagem símbolo do enredo petista no comando do País, rico em todo tipo de manipulações. Ganhou fama de “mulher honesta”, versão comprada até pela oposição. Não foi uma nem foram duas vezes que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso pôs suas acadêmicas mãos no fogo pela honestidade dela. Foram inúmeras as ocasiões em que esse atributo foi ressaltado antes e durante o processo do impeachment para mostrá-la como vítima de uma enorme injustiça. Pois Dilma teve seu mandato interrompido pelo que se viu (o crime de responsabilidade) e afastada do governo pelo que não se havia visto. Com clareza, acrescente-se.

A aparência de honestidade _ agora destruída nas revelações feitas por Mônica Moura e João Santana, os arquitetos da obra _ foi construída com ênfase semelhante à empregada na elaboração da imagem da Dilma competente, gerente da melhor qualidade. Ambas eram falsas, fruto da criatividade de João Santana, para quem a política é “um teatro”. Pois suas encenações não resistiram ao efeito detergente da realidade, embora tenham sido eficientes o bastante para fazer muita gente boa ignorar os fatos que colocavam Dilma em cena aberta do espetáculo de corrupção, como ministra das Minas e Energia, Chefe da Casa Civil, candidata à presidência eleita mediante estratagemas espúrios e governante desastrosa. Eleita duas vezes, quis o bom senso que governasse apenas uma vez e meia.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

LULA ANTECIPOU DELAÇÃO PREMIADA, DELATOU A FALECIDA

EX-PRESIDENTE LULA JOGA A CULPA PELO TRIPLEX EM MARISA


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Após dois dias do interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio ao juiz Sérgio Moro, ainda sinto vergonha da ausência total de sentimentos do réu e aguardando reação das "empoderadas" que, na verdade, estão mais para empoleiradas num certo galinheiro, pois a defesa fanática a um líder explicitamente machista só pode ser paixão e nada tem a ver com idealismo, que contém uma dose, nem que sejam gotículas, de razão.


O depoimento do ex-presidente Lula ao juiz federal Sérgio Moro na ação que apura a venda e a propriedade do tríplex no Guarujá durou quase cinco horas. Durante boa parte do tempo, o "Nine" se limitou a negar ser dono do imóvel e chegou a falar em "venda" da cota da Bancoop sem o consentimento dele e de dona Marisa.

De uma hora pra outra, porém, mudou o discurso e o triplex deixou de pertencer aos amigos pessoais, à OAS ou à Bancoop, é da falecida. 


Em um trecho do depoimento, Lula é taxativo: "A propriedade do tríplex é de dona Marisa". 

Lula confirmou ter ido ao apartamento e listado vários "problemas" ao então presidente da OAS Léo Pinheiro, mas, o tempo todo e contrariando a opinião que acabara de expressar e que teria levado Léo Pinheiro a "dar um jeito" para melhorar as condições de uso do apartamento, atribui à falecida mulher as iniciativas com relação ao tríplex. 

Como a suspeita sobre o imóvel é a de que se trata de parte de pagamento de propina, faço um questionamento vital para o rumo da investigação, e se ela estivesse viva, iria condenar dona Marisa à prisão para se safar?

Outros três momentos também devem ser considerados importantes. Um deles é quando cai em contradição sobre um dos encontros com Léo Pinheiro, que seria para tratar da reforma da cozinha do sítio, do qual também alega não ser proprietário. Por que, então, trataria da reforma da cozinha?


Mais uma das mais controversas de suas declarações, muito bem observada pelo jornalista Gerson Camarotti, é a pergunta que ficou sem resposta: por que um ex-presidente da República vai se encontrar num hangar do Aeroporto de Congonhas com um ex-diretor da Petrobras investigado no esquema da Lava Jato?

Lula ao final do interrogatório, extrapolou na sua falta de limites, que muitos confundem com inteligência. Aliás, Lula deveria ser preso pelo fato de ter sido tão desrespeitoso com o juiz. Mais que isso, agrediu e ameaçou Moro dizendo que, se houvesse algum sinal de que consiga se manter impune, os ataques ao juiz seriam muito piores do que aos que ocorrem com os juízes do Supremo.

Portanto, se existe um "FlaXFlu", como querem induzir certos comentaristas da TV, não é entre dois iguais, mas sim entre o crime e a Justiça. Falta o devido bom senso para que não se qualifique o interrogatório de um réu como campanha política e que jornalistas façam parte da torcida como se fosse a disputa entre candidatos. E o pior, os que fazem isso estão declaradamente contra a Lava Jato.

Confira a íntegra do depoimento nos vídeos abaixo.










CARDOZO VAZAVA A LAVA JATO

EX-MINISTRO E ADVOGADO DE DILMA, CARDOZO VAZAVA DETALHES DA LAVA JATO

MÔNICA DIZ QUE ELE CONTAVA A DILMA TUDO SOBRE OPERAÇÃO DA PF


Diário do Poder

A mulher de João Santana, o marqueteiro de Lula e Dilma, Mônica Moura, revelou em um dos termos de colaboração premiada com o Ministério Público que o então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, informava Dilma Rousseff “de tudo” relacionado à operação Lava Jato.

Segundo Moura, após ser convocada pela ex-presidente para uma conversa com Dilma no Palácio da Alvorada, Dilma disse: “Precisamos manter contato frequente de uma forma segura para que eu lhe avise sobre o andamento da operação, estou sendo informada de tudo frequentemente pelo José Eduardo Cardozo (ministro da Justiça, pasta responsável pela Polícia Federal)”. 

Funcionava assim: Moura combinou com Dilma um “meio seguro” de ser avisada sobre o andamento da Lava Jato, em especial no que referia a ela e o marido João Santana. As duas criaram lá mesmo, na Biblioteca do Palácio da Alvorada, um e-mail do Google (Gmail), com nome e dados fictícios, cuja senha era de conhecimento de Mônica, Dilma e Giles Azevedo, o assessor para toda obra da então presidente.

Combinaram então que se houvesse alguma noticia, com relação ao avanço da operação Lava-Jato, notadamente em respeito ao casal de marqueteiros, Dilma avisaria por e-mail.

A “metodologia” para a comunicação adotada e combinada foi a seguinte: sempre que a Presidente fosse municiada por Cardozo sobre as informações da Lava Jato, Giles encaminharia uma mensagem no celular de Mônica com assuntos completamente irrelevantes e deconexos, “como por exemplo, ‘veja aquele filme’, ou ‘gostei do vinho indicado’, ou qualquer tipo de mensagem de conteúdo fictício. Era apenas um sinal para que Mônica acessasse os rascunhos da conta de e-mail criado, para ler as informações vazadas da Lava Jato. O rascunho não era enviado, evitando assim o monitoramento de comunicação entre dois endereços.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

LULA DECIDIA SOBRE CAIXA 2

MARQUETEIRO AFIRMA QUE LULA DAVA ‘PALAVRA FINAL DE CHEFE’ SOBRE CAIXA 2

JOÃO SANTANA DISSE QUE DILMA TAMBÉM DE DINHEIRO DE CAIXA 2



Estadão

Em anexo de delação premiada, o marqueteiro João Santana informou ao Ministério Público Federal que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-presidente Dilma Rousseff tinham ciência de pagamentos oficiais e de caixa 2 feitos como contraprestação aos serviços prestados em campanhas eleitorais. De acordo com ele, falou diversas vezes com Lula e Dilma quando necessitava fazer cobranças. "Nestas oportunidades, tanto Lula como Dilma se comprometeram a resolver o impasse e, de fato, os pagamentos voltavam a ocorrer. Tanto os pagamentos oficiais, quanto os recebimentos de valores através de caixa 2", informa o marqueteiro no seu anexo de delação premiada.

No depoimento aos investigadores, Santana fala da relação da Odebrecht no pagamento das dívidas de campanha e diz que Dilma e Lula sabiam que a conta seria paga com recursos de caixa dois da empreiteira baiana.

Ele narra ainda que o ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci dizia que decisões definitivas sobre pagamentos dependiam da "palavra final do chefe", em referência a Lula. Em dois momentos da campanha à reeleição de Lula, Santana diz ter ameaçado interromper os trabalhos em razão de inadimplência. Depois disso, o petista pressionou Palocci que "colocou a empresa Odebrecht no circuito", segundo o anexo da delação.

Na delação, Santana foi questionado por procuradores quais questões que, segundo Palocci, dependeriam do "respaldo do chefe". O marqueteiro disse que eram questões referentes aos valores totais de seus honorários nas campanhas.

João Santana diz, em seu relato, que soube por sua esposa que Palocci tinha "poder quase absoluto" sobre o fundo de caixa dois do PT manuseado pela Odebrecht.

A empreiteira baiana revelou na delação premiada de seus executivos que havia uma conta corrente destinada aos governos do PT e abastecida pelo Setor de Operações Estruturadas, conhecido como departamento da propina da empresa.

O marqueteiro confirma a existência da conta corrente. Segundo Santana, Palocci o questionou "você tem conta no exterior?". Após uma resposta afirmativa, o ex-ministro da Fazenda disse que depósitos seriam feitos fora do País pela Odebrecht "para segurança de todos" e que a empresa tinha "o respaldo do chefe".

Conforme os delatores, a campanha de 2006 marcaria o início de um relacionamento com o PT que se arrastaria até 2014, com a reeleição da então presidente Dilma Rousseff.

Em seus anexos de delação, Mônica Moura contou que acertou com Palocci, em 2006, os valores de caixa 1 e caixa 2 para a campanha de reeleição de Lula. Na ocasião, o petista teria informado a ela que parte do dinheiro por fora seria desembolsado em espécie e parte pela Odebrecht. Ele a teria orientado a procurar Pedro Novis, então presidente do grupo.

"O presidente Lula sabia do valor total da campanha - tanto o que seria pago oficialmente e o que seria pago por fora -, porque Palocci relatou a Mônica Moura diversas vezes, durante a negociação, na fase de discussão sobre valores, que 'tinha que falar com o Lula, porque o valor era alto, e ele não tinha como autorizar sozinho'", diz trecho de anexo da delação da empresária, entregue por sua defesa à Lava Jato.

"Depois, na última reunião de fechamento, (Palocci) voltou dizendo que 'o valor da campanha (total) tinha sido autorizado pelo Presidente'", acrescenta o documento.

Mônica Moura disse que os serviços de comunicação prestados para Lula custaram R$ 24 milhões, sendo que R$ 10 milhões teriam sido pagos de forma não oficial. Metade deste valor teria sido entregue em espécie a ela própria por um assessor de Palocci, em várias ocasiões, nos anos de 2006 e 2007.

O dinheiro, segundo ela, era acondicionado em caixas de sapato e roupas, e repassado numa casa de chá do Shopping Iguatemi, em São Paulo. A outra metade teria sido depositada pela Odebrecht na conta Shellbil, de João Santana, no exterior.

Anexo

O anexo de delação premiada é o documento em que o delator informa ao MPF o que irá contar no processo de delação. A colaboração de João Santana, assim como a de sua esposa, Mônica Moura e de um funcionário do casal, André Santana, foi assinada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Isso significa que, a partir de agora, o que foi dito à Lava Jato pode ser usado para embasar abertura de inquéritos ou reforçar investigações já em curso.

Os anexos da delação do casal se tornaram públicos nesta quinta-feira, 11, após o ministro Luiz Edson Fachin derrubar o sigilo da delação. João Santana ficava responsável pelo contato com os principais líderes políticos, enquanto Mônica Moura, empresária, tratava de negociações financeiras.

No anexo entregue à PGR, consta que "João Santana teve um convívio íntimo inegável com Lula e Dilma, e tem plenas condições de expor com detalhes esses encontros que trataram de pagamentos não oficiais".

O marqueteiro conta como voltou a trabalhar com Lula, antes da campanha do petista à reeleição, em 2006. Santana participou de um "diagnóstico eleitoral" para eleição do ex-presidente quando ainda era sócio do publicitário Duda Mendonça, em 2001. Em 2005, quando veio à tona o escândalo do mensalão, Santana diz ter sido chamado a Brasília de forma urgente.

No dia 24 de agosto daquele ano, foi levado por um carro oficial à casa de Palocci e de lá foram ao Planalto para encontro com Lula. Santana diz aos investigadores que Palocci afirmou que seria feita uma consultoria de pré-campanha, pois Lula seria candidato à reeleição se superasse a crise política. O presidente indicou que os pagamentos seriam feitos por Palocci e que o então ministro da Fazenda disse que a imagem de Lula seria preservada e Santana ficaria responsável pela campanha de reeleição.

Procurada por meio de assessorias, a ex-presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula ainda não enviaram manifestação sobre o assunto. O advogado de Palocci não atendeu contato da reportagem até o momento.

CONFISSÃO, OPS ESCORREGÃO DE LULA

Cinco horas de depoimento e a confissão de um crime em trinta segundos (veja o vídeo)


Vanessa Mallmann - Jornal da Cidade

Lula não respondeu às perguntas mais difíceis, mais intrigantes e mais complicadas. Por determinação de seus advogados permanecia em silêncio.

Confrontado com suas próprias declarações do passado, Lula utilizou o direito de manter-se calado.

O réu não sabia de nada e imputava a responsabilidade por todas as tratativas relacionadas ao tal triplex à dona Marisa.

Porém, nesta quarta-feira (10) preocupado com o tríplex, Lula assumiu a responsabilidade pela reforma do sítio em Atibaia. Assumiu que foi ele quem negociou.

Em 30 segundos ele assevera que o assunto foi discutido entre ele, Léo Pinheiro e Paulo Gordilho.

Uma confissão explicita.

Veja o vídeo e tire suas conclusões.

terça-feira, 9 de maio de 2017

DINHEIRO PÚBLICO BANCA COMITIVA DO PT A CURITIBA

PARLAMENTARES PETISTAS VÃO A CURITIBA USANDO DINHEIRO PÚBLICO


A comitiva de parlamentares do PT a Curitiba, nesta quarta-feira (10), será bancada com dinheiro público, por meio de passagens aéreas ida e volta e ressarcimento de todas as despesas com hospedagem, alimentação e aluguel de carros, por exemplo. O líder na Câmara, Carlos Zarattini (PT-SP), citado nas delações da Odebrecht, confirmou que “mais da metade da bancada” vai a Curitiba, depois desconversou. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

NA CONTA DO CONTRIBUINTE
Metade da bancada de 58 deputados do PT é um número até modesto. Exceto para os cofres públicos, que vão gemer de sentir dor.

CONTRA A JUSTIÇA
Dos 11 senadores petistas, somente Jorge Viana (AC) e Paulo Paim (RS) não confirmam presença na tentativa de constranger a Justiça.

PRÁTICA COMUM
Humberto Costa, Gleisi, Lindbergh, Jorge Viana, Regina Sousa e José Pimentel usaram dinheiro público para ir ao velório de Marisa Letícia.

Senadora e ré Gleisi Hoffmann (PT-PR) jura que vai usar “milhas” na passagem. Milhas acumuladas, é claro, com passagens pagas por nós.

JUSTIÇA FECHA QG (quartel general) DA PROPINA

ATIVIDADES NADA SOCIAIS

JUSTIÇA DE BRASÍLIA SUSPENDE ATIVIDADES DO INSTITUTO LULA

INSTITUTO ERA USADO PARA "PERPETRAÇÃO DE VÁRIOS ILÍCITOS CRIMINAIS"


Diário do Poder

O juiz federal substituto Ricardo Augusto Soares Leite, da 10ª Vara do Distrito Federal, determinou a suspensão das atividades do Instituto Lula por ser "local de encontro para a perpetração de vários ilícitos criminais".

No despacho, o magistrado solicita apoio da Superintendência Regional do Departamento de Polícia Federal e da Junta Comercial do Estado de São Paulo para fazer cumprir a determinação "com a brevidade que o caso requer".

A decisão foi assinada na última sexta (5) e a o magistrado concedeu três dias para que a PF preste informações sobre a suspensão das atividades no Instituto Lula, bem como para que a Receita Federal envie todas as informações sobre a aquisição de propriedade dos filhos de José Carlos Bumlai pelo BTG Pactual.

segunda-feira, 8 de maio de 2017

MORO E LULA, NÃO É UM DUELO ENTRE GIGANTES, É O JUIZ INTERROGANDO MAIS UM RÉU

Grupos pró-Lava Jato fazem coro a Moro: sem protesto em Curitiba

Grupos de apoiadores do juiz e da Operação Lava Jato publicaram mensagens apoiando decisão de não ir para o Paraná acompanhar depoimento de Lula



VEJA

O vídeo gravado pelo juiz Sergio Moro pedindo que os apoiadores da Operação Lava Jato evitem protestos em Curitiba na próxima quarta-feira, data do depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), surtiu efeito. Grupos que foram a favor do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) e apoiam a investigação aproveitaram para fazer coro ao juiz e incentivaram seus seguidores a não fazer protestos diante da Justiça Federal, onde o petista será ouvido.

Líder do Revoltados Online, grupo que pretendia organizar caravana para o Paraná, Marcello Reis divulgou vídeo em que avalia a fala de Moro como “muito prudente”. Reis afirmou que “um lutador entra no ringue para poder lutar com outro lutador”, alegando que os grupos de apoio a Lula, que mantêm a intenção de ir para Curitiba apoiar o petista, teriam intenções de provocar um conflito com os movimentos contrários ao ex-presidente.

Ele pediu, no entanto, que os militantes se manifestem em suas cidades e que enviem vídeos para o grupo. Quem também fez declaração semelhante foi Carla Zambelli, articuladora do grupo Nas Ruas. Em vídeo neste domingo, ela elogiou a fala do juiz e avaliou sua atitude como “responsável”. Zambelli afirmou, também, que os grupos a favor de Lula pretendem atribuir a Moro a culpa por um eventual conflito no local. “Eles querem causar uma discórdia entre direita e esquerda e colocar nas costas do juiz Sergio Moro qualquer confusão que dê”, alegou a ativista.
O Nas Ruas se juntou ao Movimento Brasil Livre (MBL) na organização de uma “vigília” em diversas cidades do país, para acompanhar as notícias a respeito do depoimento. O MBL não se pronunciou sobre o vídeo de Moro, apenas compartilhou uma nota do site Jornalivre que dizia que o juiz corria “risco de vida” e que tomou um “ato heroico” ao gravar a mensagem. O vídeo foi compartilhado também pelo movimento Vem Pra Rua, que deu razão ao juiz e afirmou que “tudo o que o Lula quer é que haja confusão”.

Veja o vídeo de Marcello Reis, do grupo Revoltados Online:

domingo, 7 de maio de 2017

DILMA PODE SER PRESA POR OBSTRUÇÃO À JUSTIÇA

MÔNICA PÕE DILMA SOB SUSPEITA DE OBSTRUIR A JUSTIÇA

DELAÇÃO DE MÔNICA MOURA SOBRE EMAILS PODE RENDER NOVA ACUSAÇÃO À DILMA

O depoimento de Mônica Moura, mulher e sócia do marqueteiro João Santana, pode render à ex-presidente Dilma Rousseff uma nova acusação de crime de obstrução à Justiça, que é inafiançável e prevê pena de até 8 anos de prisão. Mônica revelou esquema de Dilma para avisar a ela e ao marido e a Marcelo Odebrecht, segundo suspeita a força-tarefa, sobre os movimentos da Lava Jato na direção deles. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A força-tarefa dedicará uma fase da Lava Jato apenas para eventuais iniciativas de Dilma, como presidente, para atrapalhar a investigação.

Dilma é acusada de obstruir a Justiça ao condicionar a nomeação de um ministro do STJ ao compromisso de soltar presos do Lava Jato.

Dilma também responde por tentar obstruir a Justiça nomeando Lula como ministro, a fim de impedir eventual ação do juiz Sérgio Moro.

É um dos poucos crimes que rendem cadeia. Delcídio Amaral (ex-PT-MS) foi o primeiro senador preso sob a acusação de obstruir a Justiça.
*

REAL E CAMUFLADO
A Polícia Federal tem grande chance de chegar aos e-mails fajutos usados por Dilma para se comunicar com Mônica Moura, por exemplo. Já sabe que o Google registra todos os números de IP que acessam e-mails, ainda que sejam reais ou camuflados. Mas chega lá.

SÓ OS TIRANOS MANDAM PRENDER

PROCURADORES LEMBRAM A LULA QUE PRESIDENTE NÃO TEM AUTORIDADE PARA PRENDER

ELE AMEAÇOU 'MANDAR PRENDER', MAS PRESIDENTE NÃO TEM ESSE PODER

O PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROCURADORES DA REPÚBLICA LAMENTOU DECLARAÇÃO DE LULA; EX-PRESIDENTE DISSE QUE "MANDARIA PRENDER" QUEM ESPALHA MENTIRAS SOBRE ELE, SE ELEITO EM 2018 (FOTO: DOUG PATRÍCIO/AE)

O presidente da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), José Robalinho Cavalcanti, rebateu as declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando, em nota, que chefes do executivo não possuem poder para decretar a prisão de qualquer pessoa.

"Apenas lamentar a frase, que soa como ameaça, de que - supõe-se legitimamente que depois de mais uma vez eleito presidente - mandará prender os que investigam", disse Cavalcanti, referindo-se às declarações dadas por Lula na última sexta-feira quando afirmou que, se eleito, "mandaria prender" quem espalhava mentiras sobre ele.

"Isso não deterá qualquer agente de Estado ou a marcha serena e impessoal da Justiça, mas não é uma declaração digna de quem por oito anos foi o supremo mandatário do País", afirmou o presidente da ANPR na nota, divulgada pelo portal G1. "O ex-presidente sabe muito bem que chefes do executivo não 'mandam prender' ninguém em um Estado de direito. A justiça é que o faz."

O posicionamento de Lula foi emitido durante discurso na abertura da etapa paulista do 6º Congresso Nacional do PT, na noite da última sexta-feira. Na ocasião, o petista voltou a reclamar da cobertura da imprensa no caso da Lava Jato, além de reafirmar que a operação já possui uma "tese pronta" que o coloca como líder de uma organização criminosa.

Quanto a essa última acusação, Cavalcanti afirma que as investigações e processo da Lava Jato são "sérias, técnicas e impessoais", argumentando que o discurso de Lula é semelhante ao de dirigentes de outros partidos políticos que também são investigados pela Operação.

O presidente da ANPR também afirma que a tese de que há uma "grande conspiração universal" contra Lula não se sustenta em fatos. "A ampla defesa permite todos os argumentos, é direito de qualquer réu alegar o que quiser. A Justiça - independente e técnica - decidirá", diz Cavalcanti, depois de enfatizar que, para a defesa do ex-presidente, "todos mentem" e apenas Lula "falaria a verdade". 

(AE)

sábado, 6 de maio de 2017

LULA DISCURSA EM APOIO A DIRCEU

Dirceu é exaltado como ‘guerreiro’ em congresso do PT

Ex-ministro condenado na Lava Jato e solto durante a semana foi elogiado pelas lideranças petistas

O ex-presidente Lula e o ex-presidente do Uruguai, José Mujica, durante Congresso do PT, no sindicato dos Bancários na rua Tabatinguera, em São Paulo (Filipe Araújo/Fotos Públicas)

O nome do ex-ministro José Dirceu, solto na última quarta-feira da prisão em Curitiba, foi exaltado pelos participantes do Congresso estadual do PT, realizado na noite desta sexta-feira em São Paulo. Libertado da prisão preventiva por decisão do Supremo Tribunal Federal, Dirceu, condenado em primeira instância a 32 anos e um mês na Lava Jato por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa, foi aclamado como “guerreiro do povo brasileiro” pelos militantes petistas. O ex-ministro não compareceu ao evento por estar proibido de deixar Brasília e de ter contato com outros alvos na ação penal.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, réu em cinco processos diferentes, esteve presente e discursou em apoio a Dirceu. O petista disse que o ex-ministro foi preso quando poderia ter respondido ao processo em liberdade. Lula citou ainda o ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e disse que, mais grave do que as prisões, é a “destruição” que a Operação Lava Jato faz. O petista disse ainda que há um “plano diabólico” entre a Lava Jato e os meios de comunicação.

Pela internet

O presidente estadual do PT, Emídio de Souza, chamou os petistas trancafiados na Lava Jato de “prisioneiros políticos” e pediu a libertação do ex-tesoureiro da legenda João Vaccari Neto, condenado em primeira instância a 41 anos de prisão. Emídio também mencionou Dirceu, que, segundo ele, estava assistindo ao evento do PT em pela internet.

(Com Estadão Conteúdo)

DORIA NÃO TEM MEDO DA CARA FEIA DO "NINE"

Doria exibe carteira de trabalho em resposta a Lula

Chamado de "almofadinha e coxinha" e acusado de não ter carteira de trabalho, prefeito disse que o ex-presidente é mentiroso, covarde e desinformado



VEJA

João Doria não demorou a responder às provocações feitas pelo ex-presidente Lula em um congresso do PT. Por meio de suas redes sociais, o prefeito de São Paulo exibiu neste sábado a sua carteira de trabalho e chamou Lula de mentiroso, covarde e desinformado.

Em evento na última sexta-feira, Lula atacou a imprensa, Jair Bolsonaro e ainda ironizou a campanha do prefeito paulistano. “Um almofadinha, um coxinha ganha as eleições em São Paulo se fazendo passar junto ao povo mais humilde por João Trabalhador. Se encontrarem com ele por aí, perguntem se ele já teve uma carteira profissional assinada”, esbravejou.

Em um breve vídeo, Doria rebateu. “Tá aqui minha carteira de trabalho, eu com 13 anos de idade já trabalhava. Fazia o que poucas vezes você já fez na sua vida. Eu trabalho honestamente e sou decente, diferente de você”, disse em um dos trechos. Confira, abaixo, o desabafo de Doria:

sexta-feira, 5 de maio de 2017

EXCLUSIVO: DUQUE CONTA TUDO SOBRE NINE (LULA)

Lula pediu para eliminar contas de propina, diz Duque

Ex-diretor da Petrobras prestou depoimento ao juiz Sergio Moro nesta sexta-feira. Duque revelou encontro secreto com Lula já durante a Operação Lava-Jato

Por Robson Bonin - VEJA


Em depoimento ao juiz Sergio Moro nesta sexta-feira, o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque revelou que teve um encontro secreto com o ex-presidente Lula, num hangar do Aeroporto de Congonhas, já durante as investigações da Operação Lava-Jato, no qual recebeu do petista ordens para fechar as contas que mantinha no exterior para receber propina de contratos da Petrobras.

Segundo Renato Duque, o ex-presidente relatou na conversa que a então presidente Dilma Rousseff havia lhe repassado a informação de que diretores da Petrobras estavam recebendo propina de fornecedores da estatal, como a multinacional SBM, em contas no exterior. Lula queria saber se Duque estava entre os beneficiários da propina. Como o ex-diretor negou, Lula insistiu querendo saber se a propina de contratos de sondas da Sete Brasil estava sendo paga no exterior. Duque voltou a negar. Lula então fez questão de advertir para a necessidade de eliminar rastros no exterior que pudessem levar as autoridades até a propina.

“Ele me perguntou se eu tinha uma conta na Suíça com recebimentos da empresa SBM, dizendo que a então presidente Dilma tinha recebido a informação que um ex-diretor da Petrobras tinha recebido dinheiro numa conta da Suíça da SBM. Eu falei: ‘Não, não tenho dinheiro da SBM nenhum. Nunca recebi dinheiro da SBM’. Aí, ele vira para mim e fala assim: ‘Olha, e das sondas? Tem alguma coisa?’. Falei..e tinha, né? Eu falei: ‘Não, também não tem'”, relatou Renato Duque. Lula, nas palavras do ex-diretor, replicou: “Olha, presta atenção no que vou te dizer: se tiver alguma coisa, não pode ter. Não pode ter nada no teu nome, entendeu?”, contou.

Duque acrescentou: “O que eu iria fazer? Não tinha mais o que fazer. Aí, ele foi e falou que iria conversar com a Dilma, que ela estava preocupada com esse assunto e que iria tranquilizá-la. Mas, nessas três vezes, ficou claro, muito claro para mim que ele tinha pleno conhecimento de tudo e detinha o comando”.

Principal operador do PT na Petrobras, Renato Duque também afirmou que se reuniu com Lula secretamente para discutir contratos de interesse das empreiteiras do petrolão em pelo menos duas oportunidades. Segundo Duque, Lula sabia de tudo que se passava no petrolão. Mas não só. O ex-presidente monitorava pessoalmente o fluxo de pagamentos de contratos que renderiam propinas posteriormente. Lula era tão envolvido que chegava a ter informações antes mesmo do próprio Renato Duque.

O ex-ministro Antonio Palocci foi designado por Lula para ser o grande responsável por negociar as propinas em contratos com as empreiteiras. Além de confirmar que Lula recebia propinas do esquema, Duque disse ter escutado do ex-tesoureiro João Vaccari Neto que Palocci administrava a parte de Lula nas propinas da Sete Brasil. Vaccari era o responsável por gerenciar a propina do ex-presidente.

Segundo Duque, dentro da quadrilha do petrolão o ex-presidente Lula era chamado por dois apelidos: “Nine” e “Chefe”. Quando não falavam diretamente o apelido de Lula, os integrantes do esquema gesticulavam com as mãos perto do rosto para simular uma barba.



DIRCEU E LULA - O CÉREBRO E O FÍGADO DE LUXO

Grupo de Lula exigiu propina de US$ 133 milhões, diz Duque

As comissões eram divididas, segundo o ex-diretor da Petrobras, entre o PT, o ex-ministro José Dirceu e o ex-presidente da República

Por Hugo Marques, Thiago Bronzatto, Laryssa Borges - VEJA


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o PT e José Dirceu, ex-homem forte do governo petista, exigiram propinas de mais de 133 milhões de dólares dos cinco estaleiros que aceitaram repassar dinheiro sujo em troca de contratos na Sete Brasil. As revelações sobre a atuação do grupo na Sete, empresa criada em 2010 para gerir ativos do pré-sal, foram feitas nesta sexta-feira pelo ex-diretor de Serviços da Petrobras, Renato Duque, em depoimento ao juiz Sergio Moro.

No depoimento que prestou a Moro em uma tentativa de fechar enfim um acordo de delação premiada – capaz de amenizar os 57 anos de prisão a que ele foi condenado até agora -, o ex-diretor disse que, ao contrário do que usualmente era recolhido em propina para dirigentes da Petrobras e para o PT, partido que controlava a Diretoria de Serviços da estatal, os petistas ficariam com percentual maior do que os demais dirigentes da petroleira.

Em contratos comuns, a arrecadação de propina seguia a regra de 1%, sendo 0,5% para o PT e 0,5% para a “casa”, referência aos diretores que participavam do esquema criminoso. Na Sete, no entanto, Lula, Dirceu e o PT ficariam com dois terços do percentual de 1% de propina pago pelas empresas que buscavam contratos. Renato Duque estima que esses dois terços equivalem a impressionantes 133 milhões de dólares.

A Sergio Moro, o ex-diretor da Petrobras afirmou que os valores que cabiam a Lula eram administrados pelo ex-ministro Antonio Palocci, também réu na Operação Lava-Jato e mais novo candidato a delator do petrolão. Na versão apresentada ao juiz da 13ª Vara de Curitiba, o ex-dirigente detalhou como foi montado o esquema de cobrança de propina na Sete Brasil.

“Os dois terços do partido político o Vaccari me informou que iriam para o Partido dos Trabalhadores, para o José Dirceu e para Lula, sendo que a parte do Lula seria gerenciada por Palocci. Ele afirmou isso para mim. E eu, na época, conversei com Barusco e passei essa informação para ele. Falei: ‘Barusco, olha, você não está lidando com peixe pequeno. A gente está falando aqui de peixe graúdo’”, disse.

Foi o próprio Renato Duque quem pediu para prestar depoimento a Moro, numa indicação de que agora ele realmente pretende contar o que sabe em troca de redução de pena e de outros benefícios judiciais. A Moro, ele explicou, por exemplo, a atuação de Lula, réu em cinco ações penais relacionadas ao escândalo da Petrobras, no esquema de cobrança de propinas do PT na Petrobras.

O ex-diretor afirmou que em 2007, no início do segundo mandato do então presidente Lula, foi chamado a Brasília pelo ministro Paulo Bernardo. Na reunião, foi informado que, a pedido de Lula, João Vaccari Neto foi nomeado para fazer a intermediação entre a Petrobras e o cartel das empresas que operavam os contratos. Vaccari ainda não era tesoureiro do PT.

Ele diz que, no encontro em Brasília, ficou sabendo que as ordens vinham de Lula, mas que até então o presidente da República era tratado nas conversas pelos apelidos de ‘chefe’, ‘grande chefe’ e ‘nine’ (nove, em inglês, referência aos dedos de Lula).

“O presidente Lula era conhecido como chefe, era chamado como ‘chefe’, o ‘grande chefe’, ‘nine’, ou esse movimento com a mão (nesse momento, Duque passa a mão na barba)”. “O Paulo Bernardo chegou e falou: “Ó, Duque, a partir de agora, você vai ter contato com uma pessoa chamada Vaccari. João Vaccari, vai te procurar, e ele vai fazer os contatos com as empresas”, disse. “Segundo o Paulo Bernardo, o Lula que tinha determinado isso.”

No depoimento, o ex-dirigente se disse impressionado com a desenvoltura de Vaccari para conduzir as tratativas com as empresas: “O Vaccari tinha uma capacidade tão grande de interlocução, vamos chamar assim, que às vezes ele sabia muito mais de resultado de licitações do que eu mesmo. Eu não precisava passar informações para o Vaccari procurar as empresas. Ele mesmo procurava. Ele comentava comigo: ‘a empresa tal não está pagando’”.

segunda-feira, 1 de maio de 2017

TRABALHADORES CONVOCADOS PELA CUT PEDIRAM PRISÃO DE LULA



Mesmo convocados por centrais sindicais e movimentos sociais ligados ao Partido dos Trabalhadores (PT) e à Central Única dos Trabalhadores (CUT), os protestos contra as reformas trabalhista e previdenciária, em São Paulo-SP, hostilizaram o ex-presidente Lula, na última sexta-feira (28), após o discurso de um manifestante que estimulou o público a exigir, em coro, a prisão do petista que é réu da Operação Lava Jato.

De cima do trio elétrico, um homem que discursava defendeu que traidor de peão, não merece perdão. E o público que representava a classe trabalhadora reagiu às críticas contra Lula, dizendo que o lugar do petista seria na prisão: ‘Lula, ladrão! Seu lugar é na prisão!’, foram as palavras de ordem.

“Gostaríamos de dizer, aqui, em alto e bom som, claramente, que nós não temos um bandido burguês de estimação. [...] Nós não escolhemos um bandido burguês bonzinho da nossa preferência. Lula virou o cacheiro viajante da Odebrecht. Virou o menininho de recados da Odebrecht e se vendeu à burguesia. Temos que dizer claramente: ‘Traidor do peão não merece perdão’. É prisão para o lula e para todos os corruptos!”, discursou o manifestante.

DIA DO TRABALHO PÓS-PT

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O dia do trabalhador num país com mais de 200 milhões de habitantes, somente cerca de trinta milhões (15 por cento) tem emprego formal e praticamente só esses contribuem para a previdência, merece uma reflexão séria.

Não tem como não lembrar a herança petista, 14 milhões de desempregados, vítimas da incompetência, de uma ideologia jurássica e de esquemas bilionários de corrupção, além do que é mais vergonhoso, milhões e milhões de desocupados vivendo às custas dos poucos que trabalham.

Para piorar o cenário de vagabundagem explícita, mais de 60 milhões de pessoas (14 milhões de famílias) se acomodaram à condição de dependentes do Bolsa Família.

Portanto, e pra completar o quadro de miséria moral, onde um terço dos brasileiros em idade economicamente ativa não estuda e nem quer trabalhar (e não entram nas estatísticas de desemprego) não dá para comemorar o dia do trabalho.