Tem causado um certo alvoroço o fato de que José Serra tenha conquistado o eleitorado feminino de forma avassaladora.
Será seu charme, sua gentileza? Ou sua credibilidade e competência?
Pois há um outro público que está firme na candidatura Serra, basta verificar no seu twitter a que grupo pertence a maioria de seus seguidores.
E não é que José Serra está antenado nessa galera e aprendendo a lidar com suas expressões e vocabulário característicos?
Pois é isso mesmo, a juventude brasileira pressionou, apresentou uma infinidade de questionamentos, José Serra respondeu prontamente e com toda a transparência que lhe é peculiar.
O resultado disso é que os jovens aprenderam a confiar naquele que não enrola, não embroma e oferece toda a informação necessária da forma mais clara possível.
Quer mais?
Vejam essa mensagem de José Serra aos jovens que eu encontrei no http://comentandocomentado.blogspot.com/.
domingo, 2 de maio de 2010
FALA, "MESTRE"!
Construir sem demagogiaSem ela estaríamos condenados à irrelevância em um mundo que se globalizava.
A mesma cegueira impediu que se avaliasse com objetividade o esforço hercúleo para evitar que o sistema financeiro se desfizesse por sua fragilidade e pela voragem dos ataques especulativos.
Proer, Proes e o respeito às regras da Basileia foram fundamentais para alcançar as benesses de hoje. Passamos pelo penoso aprendizado do sistema de metas para controlar a inflação e aprendemos a usar o câmbio flutuante, sujeito — como deve ser — à ação corretora do BC. Esses processos, a despeito de críticas que lhes tenham sido feitas no passado, constituem agora um “patrimônio comum”.
O mesmo se diga sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal, que foi duramente criticada pelo PT e aliados e, hoje, é indiscutida, embora nem sempre aplicada com o rigor necessário. Isso revela amadurecimento do país.
Na área social o tripé correspondente ao da área econômica se compõe de: aumentos reais do salário mínimo, desde 1993; implementação a partir de 1997 das regras ditadas pela Lei Orgânica de Assistência Social, atribuindo uma pensão aos idosos e às pessoas com deficiências físicas de famílias pobres; por fim, bolsas que, com nomes variáveis, vêm sendo utilizadas com êxito desde o ano 2000. Esses programas, independentemente de que governo os tenha iniciado ou melhorado, tiveram o apoio de todos os partidos e da sociedade.
Infelizmente, nem em todas as áreas é assim. Sob pretexto de combater o neoliberalismo joga-se no mesmo balaio toda política que não seja de idolatria ao “capitalismo de Estado”, como se essa fosse a melhor maneira de servir ao interesse nacional e popular. Tal atitude revela um horror à forma liberal de capitalismo e à competição. Prefere-se substituir as empresas por repartições públicas e manter por trás delas um partido. No lugar do empresário ou da empresa a quem se poderia responsabilizar por seus atos e erros, coloca-se a burocracia como agente principal do desenvolvimento econômico, tendo o Estado como escudo. Supõe-se que Estado e povo, partido e povo, ou mesmo burocracia e povo, têm interesses coincidentes.
Outra coisa não faziam os partidos totalitários na Europa, os populistas na América Latina e as ditaduras militares. Qualquer neófito sabe que sem Estado organizado não há capitalismo moderno nem sociedade democrática.
Não se trata, portanto, da oposição infeliz e falaciosa de mais mercado e menos Estado nem de seu contrário. Na prática o neoliberalismo nunca prevaleceu no Brasil, nem depois do golpe de 1964, quando a dupla Campos-Bulhões reduziu a ingerência estatal para permitir maior vigor ao mercado.
Mais recentemente, com a maré de privatizações iniciada no governo Sarney (com empresas siderúrgicas médias), prosseguida com Collor e Itamar (este privatizando a Embraer e a simbólica Siderúrgica Nacional) ou em meu governo (telecomunicações, Rede Ferroviária Federal e Vale do Rio Doce) o que se estava buscando era tirar das costas do Tesouro o endividamento crescente de algumas dessas empresas produzido pela gestão burocrática sob controle partidário e dotá-las de meios para se expandirem.
Passaram a crescer e o tesouro a receber impostos em quantidade maior do que os dividendos recebidos quando essas empresas eram formalmente “estatais”. Mas o gasto público continuou a se expandir, e o papel do governo nas políticas econômicas e na regulação continuou essencial.
Os resultados da nova política estão à vista. Algumas dessas empresas são hoje atores globais, marcos de um Brasil moderno internacionalmente respeitado.
Outra não foi a motivação para transformar a Petrobras, o Banco do Brasil ou a Caixa Econômica em empresas saneadas e competitivas, sem que jamais governo algum cogitasse privatizá-las. Foram dotadas da liberdade necessária para agirem como empresas e não como extensão burocrática dos interesses políticos.
Essa é a verdadeira questão e é isso que continua em jogo: prosseguiremos nesta trilha, mantendo as agências regulatórias com a independência necessária para velarem pelos interesses do investidor e do consumidor ou regrediremos?
Na prática, o governo Lula se envaidece, como ainda agora, de que o Banco do Brasil ou a Petrobras atuem como global players.
Não retrocedeu em qualquer privatização, começou a fazer concessões das rodovias, cogita fazer o mesmo com os terminais aéreos, chega a simular um leilão para a concessão de Belo Monte, com o cuidado de dar (para inglês ver, é verdade) a maioria do controle a empresas privadas. Por que então não deixar de lado a ideologia e o uso da pecha de neoliberal para desqualificar os avanços obtidos dos quais é usufruidor?
Se esse passo for dado, o debate eleitoral poderá concentrar-se no que realmente conta: a preparação do país para enfrentar o mundo atual, que é da inovação e do conhecimento.
As diferenças entre os contendores recairão sobre a verdadeira questão: queremos um capitalismo no qual o Estado é ingerente, com uma burocracia permeada por influências partidárias e mais sujeita à corrupção ou preferimos um capitalismo no qual o papel do Estado permanecerá básico, mas valorizará a liberdade empresarial, o controle público das decisões e a capacidade de gestão?
Fernando Henrique Cardoso é sociólogo e ex-presidente da República
Fonte: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/
GENTE DECENTE que tem coragem de desmascarar GENTE QUE MENTE
Assistam trechos do pronunciamento de um Político maiúsculo no caráter e no cargo que ocupa. Um dos senadores mais prestigiados e respeitados pela população brasileira, pois, com sua brilhante atuação, rompeu os limites de seu estado e conquistou o país.
Recomendo a todos que assistam os videos, que nos oferecem uma aula de dignidade e compromisso com a verdade.
Parte 1
http://www.senado.gov.br/tv/noticias/sexta/PL300410_10.flv
Parte 2
http://www.senado.gov.br/tv/noticias/sexta/PL300410_11.flv
Parte 3
http://www.senado.gov.br/tv/noticias/sexta/PL300410_12.flv
Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=101500&codAplicativo=2
Recomendo a todos que assistam os videos, que nos oferecem uma aula de dignidade e compromisso com a verdade.
Parte 1
http://www.senado.gov.br/tv/noticias/sexta/PL300410_10.flv
Parte 2
http://www.senado.gov.br/tv/noticias/sexta/PL300410_11.flv
Parte 3
http://www.senado.gov.br/tv/noticias/sexta/PL300410_12.flv
Fonte: http://www.senado.gov.br/agencia/verNoticia.aspx?codNoticia=101500&codAplicativo=2
sábado, 1 de maio de 2010
GENTE QUE MENTE X GENTE DECENTE
12 anos depois, a Justiça condena moralmente o PT, que inventou a mentira das privatarias.
Neste tempo, eles vibravam com as capas de Veja. Quem vai desfazer este dano moral às pessoas?
A Justiça absolveu integralmente membros do governo Fernando Henrique Cardoso pela privatização da Telebras.
Aquela GENTE QUE MENTE espalhou por 12 anos a história das PRIVATARIAS.
Hoje o PT foi condenado moralmente pela MENTIRA que sustentou durante 12 anos, contra gente decente que lutava pelo bem do país.
Esta é a luta de hoje.
GENTE QUE MENTE x GENTE DECENTE.
Fonte e video com a reportagem: http://coturnonoturno.blogspot.com/
Neste tempo, eles vibravam com as capas de Veja. Quem vai desfazer este dano moral às pessoas?A Justiça absolveu integralmente membros do governo Fernando Henrique Cardoso pela privatização da Telebras.
Aquela GENTE QUE MENTE espalhou por 12 anos a história das PRIVATARIAS.
Hoje o PT foi condenado moralmente pela MENTIRA que sustentou durante 12 anos, contra gente decente que lutava pelo bem do país.
Esta é a luta de hoje.
GENTE QUE MENTE x GENTE DECENTE.
Fonte e video com a reportagem: http://coturnonoturno.blogspot.com/
Grande Exemplo!
Ao saber que o presidente do nosso país estava numa lista de líderes influentes escolhidos pela revista Time, imediatamente José Serra(PSDB) o cumprimentou.


Como afirmou o http://coturnonoturno.blogspot.com/, elegância não se vende na esquina.
Grandes homens não precisam destruir seus adversários.
É esse o jogo sujo que o PT quer censurar?


Como afirmou o http://coturnonoturno.blogspot.com/, elegância não se vende na esquina.
Grandes homens não precisam destruir seus adversários.
É esse o jogo sujo que o PT quer censurar?
Uma corrente de "VERDADE" contra a mentira
Depois de censurar a TV Globo, PT quer censurar site do PSDB.O Gente que Mente foi criado pelo PSDB para desmentir os boatos sobre privatizações, Bolsa Família, ameaças ao funcionalismo público e tantas outras baixarias inventadas contra o partido.
E para denunciar as mentiras, bravatas e falsas promessas com que políticos sem escrúpulos tentam iludir o povo.
O Gente que Mente existe para repor a verdade. Só quem pode se sentir incomodado com isso é gente que mente.
Mais informações:
http://www.gentequemente.org.br/
http://coturnonoturno.blogspot.com/
O herói e o antagonista
A política, como a literatura, serve-se de fórmulas e esquemas para revestir de encanto e carisma seus personagens. Tão importante quanto o herói, ensina Joseph Campbell, é o antagonista, o anti-herói. Não há como conceber um sem o outro.
O antagonista fabricado pelo PT para gerar o herói Lula chama-se Fernando Henrique Cardoso. Lula é o operário que, galgando as adversidades impostas por uma sociedade injusta e preconceituosa, triunfou. Já FHC, nascido em berço esplêndido, não só desdenharia dessas dificuldades, mas se empenharia em agravá-las.
Nada disso, porém, resiste a um exame, ainda que superficial. As biografias de FHC e de Lula como homens públicos os colocam lado a lado até o momento em que o primeiro chega ao poder. Fernando Henrique apoiou os movimentos operários do ABC nos anos 80, que deram visibilidade a Lula.
E Lula foi um dos cabos eleitorais de FHC nas eleições para a prefeitura de São Paulo em 1985.
As divergências começaram exatamente na redemocratização, quando o PT adotou a estratégia de isolamento partidário, sustentando que não havia diferença entre Tancredo Neves e Maluf, farinhas do mesmo saco, expressões das “elites”.
Era já a construção do mito, embora o maniqueísmo não fosse ainda tão nítido, o que ocorreria exatamente nos governos de FHC. Mas, em 1º de janeiro de 2003, ao receber a faixa presidencial de Fernando Henrique – e isso está devidamente registrado nos inúmeros vídeos feitos na época -, Lula disse emocionado, abraçando seu antecessor: “Fernando, aqui você terá sempre um amigo”.
Durou pouco a emoção. Já no dia seguinte, José Dirceu, todo-poderoso chefe da Casa Civil, fazia menção à “herança maldita” do antecessor. A expressão foi (e ainda é) repetida à exaustão, mesmo sem qualquer fundamentação, quando dificuldades precisam ser explicadas. Os fatos mostram, no entanto, que a herança é benigna, pois garantiu a estabilidade econômica e o êxito da plataforma desenvolvimentista que o governo Lula pôde pôr em cena.
O Fome Zero capitulou à fórmula anterior da Rede de Proteção Social, implementada por Ruth Cardoso – e criticada fortemente por Lula (há vídeos também, disponíveis no Youtube, que o atestam). O Bolsa Família descende dos programas sociais do governo FHC (Bolsa Educação, Vale Gás, Vale Transporte, Vale Alimentação).
Lula reuniu-os sob rótulo único e, graças a uma logística eficaz pré-estabelecida, pôde expandi-los, como certamente continuará a fazê-lo o seu sucessor, seja lá quem for. São conquistas cumulativas – e consolidadas.
Os números triunfais de hoje na economia e a resistência do sistema bancário brasileiro ao terremoto financeiro de 2008 decorrem de medidas adotadas para consolidar o Plano Real (ao qual o PT se opôs), como a Lei de Responsabilidade Fiscal (que em maio completa 10 anos) e o Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional), igualmente combatidos por Lula e PT.
Lula critica as privatizações, mas capitaliza os seus resultados econômicos e sociais, como se não houvesse conexão entre ambos. Condena o “neoliberalismo”, mas o mantém a pleno vapor, sob o comando de um ex-tucano, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que Lula queria como vice de Dilma.
O desafio presente, mais complexo, é encaixar José Serra no figurino de anti-herói. Também ele é um emergente, de origem modesta. Também ele foi um perseguido político. Nada disso, porém, o impediu de tornar-se um economista renomado, experimentado no exercício de numerosos cargos técnicos e eletivos.
Daí a opção por uma campanha eleitoral plebiscitária, que mantenha em cena o vilão FHC em contraponto ao herói Lula. O problema é que o herói (Lula) não se parece nem um pouco com Dilma, nem o vilão (FHC) com Serra.
Ruy Fabiano é jornalista
Leia na íntegra: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/
O antagonista fabricado pelo PT para gerar o herói Lula chama-se Fernando Henrique Cardoso. Lula é o operário que, galgando as adversidades impostas por uma sociedade injusta e preconceituosa, triunfou. Já FHC, nascido em berço esplêndido, não só desdenharia dessas dificuldades, mas se empenharia em agravá-las.
Nada disso, porém, resiste a um exame, ainda que superficial. As biografias de FHC e de Lula como homens públicos os colocam lado a lado até o momento em que o primeiro chega ao poder. Fernando Henrique apoiou os movimentos operários do ABC nos anos 80, que deram visibilidade a Lula.
E Lula foi um dos cabos eleitorais de FHC nas eleições para a prefeitura de São Paulo em 1985.
As divergências começaram exatamente na redemocratização, quando o PT adotou a estratégia de isolamento partidário, sustentando que não havia diferença entre Tancredo Neves e Maluf, farinhas do mesmo saco, expressões das “elites”.
Era já a construção do mito, embora o maniqueísmo não fosse ainda tão nítido, o que ocorreria exatamente nos governos de FHC. Mas, em 1º de janeiro de 2003, ao receber a faixa presidencial de Fernando Henrique – e isso está devidamente registrado nos inúmeros vídeos feitos na época -, Lula disse emocionado, abraçando seu antecessor: “Fernando, aqui você terá sempre um amigo”.
Durou pouco a emoção. Já no dia seguinte, José Dirceu, todo-poderoso chefe da Casa Civil, fazia menção à “herança maldita” do antecessor. A expressão foi (e ainda é) repetida à exaustão, mesmo sem qualquer fundamentação, quando dificuldades precisam ser explicadas. Os fatos mostram, no entanto, que a herança é benigna, pois garantiu a estabilidade econômica e o êxito da plataforma desenvolvimentista que o governo Lula pôde pôr em cena.
O Fome Zero capitulou à fórmula anterior da Rede de Proteção Social, implementada por Ruth Cardoso – e criticada fortemente por Lula (há vídeos também, disponíveis no Youtube, que o atestam). O Bolsa Família descende dos programas sociais do governo FHC (Bolsa Educação, Vale Gás, Vale Transporte, Vale Alimentação).
Lula reuniu-os sob rótulo único e, graças a uma logística eficaz pré-estabelecida, pôde expandi-los, como certamente continuará a fazê-lo o seu sucessor, seja lá quem for. São conquistas cumulativas – e consolidadas.
Os números triunfais de hoje na economia e a resistência do sistema bancário brasileiro ao terremoto financeiro de 2008 decorrem de medidas adotadas para consolidar o Plano Real (ao qual o PT se opôs), como a Lei de Responsabilidade Fiscal (que em maio completa 10 anos) e o Proer (Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional), igualmente combatidos por Lula e PT.
Lula critica as privatizações, mas capitaliza os seus resultados econômicos e sociais, como se não houvesse conexão entre ambos. Condena o “neoliberalismo”, mas o mantém a pleno vapor, sob o comando de um ex-tucano, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que Lula queria como vice de Dilma.
O desafio presente, mais complexo, é encaixar José Serra no figurino de anti-herói. Também ele é um emergente, de origem modesta. Também ele foi um perseguido político. Nada disso, porém, o impediu de tornar-se um economista renomado, experimentado no exercício de numerosos cargos técnicos e eletivos.
Daí a opção por uma campanha eleitoral plebiscitária, que mantenha em cena o vilão FHC em contraponto ao herói Lula. O problema é que o herói (Lula) não se parece nem um pouco com Dilma, nem o vilão (FHC) com Serra.
Ruy Fabiano é jornalista
Leia na íntegra: http://oglobo.globo.com/pais/noblat/
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