Uma interpretação inteligente:
Informam que Lula ligou pessoalmente para Osmar Dias(PDT), convencendo-o a ser candidato no Paraná, implodindo a chapa pura tucana.
Tiro no pé.
Renovou a campanha de José Serra, que coloca em contraponto com o vice da Camargo Correa e da Operação Castelo de Areia, a raposa sarneyenta Michel Temer, um jovem, protagonista do tema mais positivo desta campanha: a Lei da Ficha Limpa.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Vice Ficha Limpa!
Do Editorial da Folha:
Aliados de Serra acreditam que um vice jovem e do Rio de Janeiro possa propiciar alguns ganhos para a candidatura.
Além disso, Índio foi o relator na Câmara do projeto Ficha Limpa, que traduz o anseio popular por representantes mais comprometidos com a honestidade.
Faltam pouco mais de três meses para o primeiro turno da eleição.
Há muito por acontecer na campanha.
A novela do vice de Serra sem dúvida evidenciou dificuldades e percalços -mas são situações que ficarão para trás.
Parte dos problemas ocorridos pode ser atribuída à autossuficiência do candidato tucano, pouco disposto a fazer concessões para compor seu arco de alianças -o que não deixa de ter aspectos positivos diante do "VALE-TUDO" que o lulismo consagrou.
Aliados de Serra acreditam que um vice jovem e do Rio de Janeiro possa propiciar alguns ganhos para a candidatura.
Além disso, Índio foi o relator na Câmara do projeto Ficha Limpa, que traduz o anseio popular por representantes mais comprometidos com a honestidade.
Faltam pouco mais de três meses para o primeiro turno da eleição.
Há muito por acontecer na campanha.
A novela do vice de Serra sem dúvida evidenciou dificuldades e percalços -mas são situações que ficarão para trás.
Parte dos problemas ocorridos pode ser atribuída à autossuficiência do candidato tucano, pouco disposto a fazer concessões para compor seu arco de alianças -o que não deixa de ter aspectos positivos diante do "VALE-TUDO" que o lulismo consagrou.
Um balde de água fria na enxurrada de lama
Nova enxurrada de dossiês tenta manchar a candidatura Serra e seu vice ficha limpa.
Contam com a falta de memória dos eleitores e citam os "amores" do jovem Indio como se isso fosse um crime.
Mas se esquecem de olhar para os casos de família do presidente.
Indio da Costa não é genro do Cacciola, mas Marcelo Sato é genro do Lula.
Lembram do Marcelo Sato?
O Coturno Noturno não esquece.
Contam com a falta de memória dos eleitores e citam os "amores" do jovem Indio como se isso fosse um crime.
Mas se esquecem de olhar para os casos de família do presidente.
Indio da Costa não é genro do Cacciola, mas Marcelo Sato é genro do Lula.
Lembram do Marcelo Sato?
O Coturno Noturno não esquece.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
SERRA NA CNA
O candidato tucano à Presidência, José Serra, participou da sabatina na CNA.
Dilma recusou o convite, e Marina Silva exigiu acesso prévio às perguntas, o que seria impossível.
Algumas respostas importantes de José Serra:
“Nós temos que estatizar o estado brasileiro. Estatizar as agências reguladoras. Porque o estado brasileiro e as agências foram apropriados pelo setor privado - pelos partidos, sindicatos."
Serra disse que o atual governo loteou o governo com indicações políticas e citou como exemplo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os Correios.
Porém, num questionamento difícil e polêmico, José Serra simplesmente foi brilhante.
Pediram que colocasse em ordem de prioridade os conceitos de: produção agrícola; riqueza nacional; preservação na natureza; defesa da propriedade; e bem estar da sociedade.
“Em nenhuma ordem. Em que ordem você coloca coração, estômago, rins, fígado. Se você descobrir como viver sem nenhum deles…”.
Em outro momento, quando teve que responder como mediaria posições radicais entre os ambientalistas e o setor agropecuário, fez piada.
“A Marina tinha razão, que queria as perguntas antes”.
Dilma recusou o convite, e Marina Silva exigiu acesso prévio às perguntas, o que seria impossível.
Algumas respostas importantes de José Serra:
“Nós temos que estatizar o estado brasileiro. Estatizar as agências reguladoras. Porque o estado brasileiro e as agências foram apropriados pelo setor privado - pelos partidos, sindicatos."
Serra disse que o atual governo loteou o governo com indicações políticas e citou como exemplo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e os Correios.
Porém, num questionamento difícil e polêmico, José Serra simplesmente foi brilhante.
Pediram que colocasse em ordem de prioridade os conceitos de: produção agrícola; riqueza nacional; preservação na natureza; defesa da propriedade; e bem estar da sociedade.
“Em nenhuma ordem. Em que ordem você coloca coração, estômago, rins, fígado. Se você descobrir como viver sem nenhum deles…”.
Em outro momento, quando teve que responder como mediaria posições radicais entre os ambientalistas e o setor agropecuário, fez piada.
“A Marina tinha razão, que queria as perguntas antes”.
Entrevista exclusiva ao jornalista Reinaldo Azevedo
ENTREVISTA EXCLUSIVA - INDIO DA COSTA DIZ QUE VOLTA A PINTAR A CARA: AGORA PARA ELEGER SERRA

O deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ) poderia ficar tranqüilo, na “zona do conforto”, como diz uma propaganda sobre os craques da Seleção, e esperar a reeleição para a Câmara.
Em política, quando se tem 39 anos, tempo não é problema.
Mas decidiu suar a camisa para valer e aceitou o desafio de ser o vice na chapa encabeçada pelo presidenciável tucano, José Serra.
Surgiu como um nome de consenso de tucanos e democratas depois da crise danada envolvendo os dois partidos.
Sem trocadilho, Indio afirma: “Volto a pintar a cara para eleger José Serra presidente do Brasil”.
Ele faz alusão ao movimento dos cara-pintadas, de 1992, que, se não derrubou exatamente o então presidente Fernando Collor — hoje aliado de Lula —, serviu para informar ao Congresso, à Justiça e ao próprio chefe do Executivo qual era o sentimento da sociedade.
Indio da Costa, então com 22 anos, também foi às ruas.
E acha que alguns daqueles anseios acabaram se perdendo ou foram pervertidos.
O que faz Indio pintar a cara 18 anos depois?
“O inchaço da máquina pública, o apadrinhamento dos incompetentes, o aparelhamento do Estado, o uso partidário da máquina pública, a baixa qualidade dos serviços do Estado”.
Advogado, membro de uma família tradicional do Rio, sem histórias tristes para contar sobre a infância sofrida, com uma carreira na vida privada, se quisesse, que poderia se dar sem sobressaltos…
Por que alguém com esse perfil vai para a política?
Ele responde: “Paixão por algumas causas e apreço pelas pessoas”.
O candidato a vice de Serra conta que teve um aneurisma cerebral em 2003.
Achou que fosse morrer.
Sobreviveu.
Se tirou lições existenciais, não diz, mas ele tirou uma lição política: “Quando eu me recuperei, tive renovada a certeza de que é preciso lutar para que todas as pessoas tenham as condições de tratamento que eu tive.”
Diz ainda: “Não é possível passar diante de um hospital público, ver aquela fila imensa, saber que as pessoas estão sendo maltratadas e achar que aquilo é normal.”
Perguntei se juventude ajuda ou atrapalha.
Sorrindo, ele afirma: “Se for um defeito, tem cura!”
Ô… Taí um mal que poderia ser incurável, hehe.
Seguem os principais trechos da entrevista, concedida ontem à noite a este blog por telefone.

O deputado federal Indio da Costa (DEM-RJ) poderia ficar tranqüilo, na “zona do conforto”, como diz uma propaganda sobre os craques da Seleção, e esperar a reeleição para a Câmara.
Em política, quando se tem 39 anos, tempo não é problema.
Mas decidiu suar a camisa para valer e aceitou o desafio de ser o vice na chapa encabeçada pelo presidenciável tucano, José Serra.
Surgiu como um nome de consenso de tucanos e democratas depois da crise danada envolvendo os dois partidos.
Sem trocadilho, Indio afirma: “Volto a pintar a cara para eleger José Serra presidente do Brasil”.
Ele faz alusão ao movimento dos cara-pintadas, de 1992, que, se não derrubou exatamente o então presidente Fernando Collor — hoje aliado de Lula —, serviu para informar ao Congresso, à Justiça e ao próprio chefe do Executivo qual era o sentimento da sociedade.
Indio da Costa, então com 22 anos, também foi às ruas.
E acha que alguns daqueles anseios acabaram se perdendo ou foram pervertidos.
O que faz Indio pintar a cara 18 anos depois?
“O inchaço da máquina pública, o apadrinhamento dos incompetentes, o aparelhamento do Estado, o uso partidário da máquina pública, a baixa qualidade dos serviços do Estado”.
Advogado, membro de uma família tradicional do Rio, sem histórias tristes para contar sobre a infância sofrida, com uma carreira na vida privada, se quisesse, que poderia se dar sem sobressaltos…
Por que alguém com esse perfil vai para a política?
Ele responde: “Paixão por algumas causas e apreço pelas pessoas”.
O candidato a vice de Serra conta que teve um aneurisma cerebral em 2003.
Achou que fosse morrer.
Sobreviveu.
Se tirou lições existenciais, não diz, mas ele tirou uma lição política: “Quando eu me recuperei, tive renovada a certeza de que é preciso lutar para que todas as pessoas tenham as condições de tratamento que eu tive.”
Diz ainda: “Não é possível passar diante de um hospital público, ver aquela fila imensa, saber que as pessoas estão sendo maltratadas e achar que aquilo é normal.”
Perguntei se juventude ajuda ou atrapalha.
Sorrindo, ele afirma: “Se for um defeito, tem cura!”
Ô… Taí um mal que poderia ser incurável, hehe.
Seguem os principais trechos da entrevista, concedida ontem à noite a este blog por telefone.
Quando o adversário chegou com a farinha envenenada, José Serra já estava com o bolo pronto!

Se o partido do governo sofreu para encontrar uma candidata que não estivesse diretamente envolvida nos inúmeros escândalos desses últimos anos, na oposição há opções de sobra.
Articulação de Lula minou chapa idealizada por Serra
Lula Marques/Folha
Sob desatenção de Guerra e Maia, nas pontas, Serra 'celebra' Índio, 'seu' vice
Em articulação subterrânea, Lula imprimiu suas digitais na crise que levou à desmontagem da chapa puro-sangue do PSDB.
O presidente telefonou na terça-feira (29) para o senador Osmar Dias (PDT-PR).
Fez um apelo para que ele retomasse o projeto de disputar o governo do Paraná.
Osmar é irmão de Álvaro Dias (PSDB-PR), o senador que o presidenciável tucano José Serra escolhera para seu vice.
Osmar, que protagonizava um vaivém entre Serra e Dilma, sentiu-se como que liberado para se render aos apelos de Lula.
Com seu gesto, ofereceu ao DEM o derradeiro argumento para encostar Serra contra a parede.
Virara pó a principal alegação de Serra –a de que a opção por Álvaro atrairia Osmar e dinamitaria o palanque paranaense de Dilma.
Lula foi dormir, na noite de terça, celebrando dois feitos: ressuscitara a candidatura governamental de Osmar e ajudara a envenenar as relações de Serra com o DEM.
Serra, porém, parecia dar de ombros para um relato que ouvira de Fernando Henrique Cardoso, que passara a tarde recolhendo, a portas fechadas, as queixas da cúpula 'demo'.
Estava em jogo a aliança com o DEM e, sobretudo, os três minutos de propaganda televisiva que a legenda agrega à campanha tucana.
Serra pensou em Índio da Costa, o nome que Bornhausen lhe sugerira.
Encantara-se com o fato de o deputado ter relatado o projeto da Ficha Limpa.
Fonte: blog do Josias
Página virada, o que vale é o Brasil
"Agradeço a todos os que durante os ultimos dias apoiaram a indicação do meu nome como candidato à vice-presidência. Página virada.
Que importância posso ter diante da grandeza de um projeto de Nação?
O Brasil é o que importa.
Peço a todos os amigos que façam a melhor escolha votando em José Serra, Presidente."
Estas são as palavras do mais ilustre senador da República no momento.
Aquele que honra o cargo que ocupa e respeita a vontade de seus eleitores, que é a de combater abusos e desmandos, manter a vigilância contra a corrupção e colocar o seu estado e o país acima de vaidades e interesses particulares, aprovando ou rejeitando projetos de acordo com esses princípios.
Percebe-se algum sinal de ressentimento?
Natural num ser humano sensível e preocupado com o destino da Nação.
Muito melhor do que comentar a esse respeito é apresentar as manifestações das pessoas que, nesse Brasil afora, contavam com a chapa Serra-AD.
Política é assim mesmo, não tem rumo definido e depende de consenso, principalmente num país onde o espetáculo, os esteriótipos e as ondas promovidas pelos marqueteiros superam a razão.
Acompanhem a "VOZ DO POVO"!
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