da BBC Brasil
Em editorial na sua edição desta semana, a "Economist" diz lamentar a dependência da candidata presidencial do PT, Dilma Rousseff, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"O fato de Dilma depender tanto do apadrinhamento de Lula é lamentável, pois o Brasil precisa de um líder forte e independente", diz a principal revista de economia e política da Grã-Bretanha.
Segundo a "Economist", caso seja eleita, Rousseff precisará sair da sombra do presidente Luiz Inácio Lula da Silva "para conseguir a autoridade necessária" ao cargo.
Intitulado "A Passagem", o texto afirma que Lula deu ao Brasil continuidade e estabilidade e que agora ele precisa "dar independência" a sua sucessora.
TRÊS GRAVES PROBLEMAS
Se eleita, Dilma terá de lidar com ao menos três graves problemas, segundo a "Economist", e a corrupção seria o primeiro.
A revista afirma que o PT tem uma "tendência de inchar os órgãos federais com indicados políticos".
A segunda preocupação seria com o papel do Estado na economia --que cresceu no segundo mandato de Lula.
O terceiro "teste" é a política externa, por causa da aproximação do presidente com "autocratas" como os presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e do Irã, Mahmoud Ahmadinejad.
Por fim, ela especula sobre como seria o novo governo, apostando em nomes como Antonio Palocci e José Dirceu para integrar seu gabinete.
Fonte: Folha
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
José Serra provou que é o presidente que o Brasil precisa
O debate da Globo: Serra tem seu melhor desempenho.
A Globo realizou o último debate da campanha.
A chamada “grande imprensa”, ou a maior parte dela, vai fazer a sua parte, que é encontrar defeitos equivalentes em todo mundo e declarar o empate.
Mas, convenham, os sensatos e até os petistas sabem que foi o melhor desempenho do tucano José Serra em embates dessa natureza.
Dilma, por sua vez, teve a sua performance mais modesta.
E o encontro poderia ter sido bem positivo pra ela.
Não foi por quê?
Vamos ver.
O confronto teve um contorno, digamos, administrativista, centrado em propostas: saúde, legislação trabalhista, transporte, habitação…
Em tese, tudo favorável a Dilma, já que ela certamente não pretendia debater coisas como quebra de sigilo, Erenice Guerra, aborto e atentado à liberdade de imprensa.
E por que, então, o desempenho acanhado?
Porque, para sustentar um embate dessa natureza, é preciso saber politizar os temas e dar a eles alcance de políticas públicas.
E essa experiência, sem a ajuda da marquetagem e de Lula, Dilma ainda não tem.
Nesse terreno, seu adversário se sai melhor do que ela.
A candidata do PT visivelmente tentou demonstrar que pode andar pelas próprias pernas.
Retirado todo o glacê da sua excelente campanha (refiro-me a aspectos técnicos e à estratégia de comunicação), o que sobra?
“Nós somos maravilhosos, e eles maus; o Brasil era uma desgraça e agora é um paraíso”.
Num debate como o de ontem, essa confrontação politicamente vigarista se mostra impossível.
E, nesse caso, temos Dilma por Dilma.
Sua fala acabou soando fria, burocrática, sem apelo.
Evitando confrontos
Leio nos sites dos jornais que ela e Serra evitaram confrontos.
Evitou.
Eu também teria evitado.
Plínio murchou
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), desta vez, não conseguiu nem ser engraçado.
A personagem já começa a cansar.
Num debate que força o apuro técnico, é evidente que ele não tem o que dizer.
Seu programa é um só: dar calote na dívida interna — e hoje ele pregou até calote na externa… Qual?
Marina
Mas é Marina, para mim, quem leva o troféu da noite de desonestidade intelectual.
Esta senhora não responde a uma miserável pergunta, nada!
A petista lhe dirigiu uma pergunta sobre ferrovia — faltou com a verdade no bloco, dando a entender que a Norte-Sul já é um portento —, e Marina não só não tinha o que responder como acusou os dois principais oponentes de terem uma “visão fragmentada” do Brasil etc e tal.
Ela, Marina, teria a visão inteira.
Mas então ela que me diga, pelo amor de Deus!
Qual é? Ferrovia?
Habitação?
Marina acha que é preciso fazer casas, mas ataca quem fala em metas porque diz que é “promessômetro”.
Segurança?
Marina quer uma vida mais segura, digna e feliz, com um novo entendimento sobre a segurança… Mas qual?
Dos milhões que assistiram ao encontro, quantos terão percebido a efetiva superioridade de Serra?
Não tenho a menor idéia.
Uma coisa é ter sido objetivamente o melhor; outra é ter sido percebido como tal.
Leiam mais aqui.
A Globo realizou o último debate da campanha.
A chamada “grande imprensa”, ou a maior parte dela, vai fazer a sua parte, que é encontrar defeitos equivalentes em todo mundo e declarar o empate.
Mas, convenham, os sensatos e até os petistas sabem que foi o melhor desempenho do tucano José Serra em embates dessa natureza.
Dilma, por sua vez, teve a sua performance mais modesta.
E o encontro poderia ter sido bem positivo pra ela.
Não foi por quê?
Vamos ver.
O confronto teve um contorno, digamos, administrativista, centrado em propostas: saúde, legislação trabalhista, transporte, habitação…
Em tese, tudo favorável a Dilma, já que ela certamente não pretendia debater coisas como quebra de sigilo, Erenice Guerra, aborto e atentado à liberdade de imprensa.
E por que, então, o desempenho acanhado?
Porque, para sustentar um embate dessa natureza, é preciso saber politizar os temas e dar a eles alcance de políticas públicas.
E essa experiência, sem a ajuda da marquetagem e de Lula, Dilma ainda não tem.
Nesse terreno, seu adversário se sai melhor do que ela.
A candidata do PT visivelmente tentou demonstrar que pode andar pelas próprias pernas.
Retirado todo o glacê da sua excelente campanha (refiro-me a aspectos técnicos e à estratégia de comunicação), o que sobra?
“Nós somos maravilhosos, e eles maus; o Brasil era uma desgraça e agora é um paraíso”.
Num debate como o de ontem, essa confrontação politicamente vigarista se mostra impossível.
E, nesse caso, temos Dilma por Dilma.
Sua fala acabou soando fria, burocrática, sem apelo.
Evitando confrontos
Leio nos sites dos jornais que ela e Serra evitaram confrontos.
Evitou.
Eu também teria evitado.
Plínio murchou
Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), desta vez, não conseguiu nem ser engraçado.
A personagem já começa a cansar.
Num debate que força o apuro técnico, é evidente que ele não tem o que dizer.
Seu programa é um só: dar calote na dívida interna — e hoje ele pregou até calote na externa… Qual?
Marina
Mas é Marina, para mim, quem leva o troféu da noite de desonestidade intelectual.
Esta senhora não responde a uma miserável pergunta, nada!
A petista lhe dirigiu uma pergunta sobre ferrovia — faltou com a verdade no bloco, dando a entender que a Norte-Sul já é um portento —, e Marina não só não tinha o que responder como acusou os dois principais oponentes de terem uma “visão fragmentada” do Brasil etc e tal.
Ela, Marina, teria a visão inteira.
Mas então ela que me diga, pelo amor de Deus!
Qual é? Ferrovia?
Habitação?
Marina acha que é preciso fazer casas, mas ataca quem fala em metas porque diz que é “promessômetro”.
Segurança?
Marina quer uma vida mais segura, digna e feliz, com um novo entendimento sobre a segurança… Mas qual?
Dos milhões que assistiram ao encontro, quantos terão percebido a efetiva superioridade de Serra?
Não tenho a menor idéia.
Uma coisa é ter sido objetivamente o melhor; outra é ter sido percebido como tal.
Leiam mais aqui.
Fatos importantes que a imprensa não mostra
Bruno, irmão de Celso Daniel, dá depoimento ao site do Manifesto em Defesa da Democracia.
O jurista Helio Bicudo e Bruno Daniel dão testemunhos exclusivos.
Bruno Daniel também era ligado ao PT.
Desligou-se do partido depois da morte do irmão e deixou o Brasil porque estava sendo ameaçado.
O jurista Helio Bicudo e Bruno Daniel dão testemunhos exclusivos.
Bruno Daniel também era ligado ao PT.
Desligou-se do partido depois da morte do irmão e deixou o Brasil porque estava sendo ameaçado.
Contra a verdade não há argumento
José Serra teve direito de resposta contra calúnias injustas que tem sofrido dos adversários, sem contar as ondas de boatos e tentativas frustradas de violação de sigilo do candidato e seus familiares, com a evidente intenção de encontrar algo que manchasse sua biografia.
TSE, porém, nega 5 pedidos de resposta a Dilma, pois contra fatos devidamente comprovados não há argumento.
O Tribunal Superior Eleitoral negou cinco pedidos da candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT), para responder afirmações feitas pelo candidato José Serra (PSDB), em sua propaganda política.
Três deles pediam direito de resposta contra a propaganda em que Serra afirmou que Dilma não “daria conta” de escolher seus ministros, caso seja eleita.
O quarto direito de resposta contestava alegação de Serra de que a candidata petista foi a que mais aumentou a conta de luz dos brasileiros nos últimos oito anos.
Ao negar os recursos, os ministros entenderam que os argumentos de Serra são apenas uma crítica política e que não há requisitos para conceder o direito de resposta.
Fonte: Claudio Humberto.
TSE, porém, nega 5 pedidos de resposta a Dilma, pois contra fatos devidamente comprovados não há argumento.
O Tribunal Superior Eleitoral negou cinco pedidos da candidata à Presidência Dilma Rousseff (PT), para responder afirmações feitas pelo candidato José Serra (PSDB), em sua propaganda política.
Três deles pediam direito de resposta contra a propaganda em que Serra afirmou que Dilma não “daria conta” de escolher seus ministros, caso seja eleita.
O quarto direito de resposta contestava alegação de Serra de que a candidata petista foi a que mais aumentou a conta de luz dos brasileiros nos últimos oito anos.
Ao negar os recursos, os ministros entenderam que os argumentos de Serra são apenas uma crítica política e que não há requisitos para conceder o direito de resposta.
Fonte: Claudio Humberto.
Política do ódio
Bêbado de ódio, Lula ataca Alckmin.
Assim como atacou o DEM em SC.
PT vai perder as duas eleições no primeito turno.
Ao chamar Geraldo Alckmin(PSDB) de "aquele sujeito", em comício realizado ontem, em São Paulo, Lula decretou a vitória do paulista no primeiro turno.
Assim como ocorreu com Raimundo Colombo(DEM), em Santa Catarina, que disparou nas pesquisas depois que Lula berrou, bêbado de ódio, de cima do palanque, que o Brasil tinha que "extirpar" o DEM da política brasileira.
Se Santa Catarina é pequena, São Paulo não e pode decidir até a eleição presidencial, pelo tamanho do seu colégio eleitoral.
Lula, bêbado de ódio, tode ter sacramentado o segundo turno ao destratar um homem público, na tentativa de ganhar a eleição no grito.
São Paulo deve uma resposta ao "sujeito" que pensa que tudo pode.
E vai dar.
Opinião sincera e verdadeira com a qual eu concordo totalmente.
Leiam, também, reportagem publicada no Estadão Online e matéria da Folha Online - "Um espetáculo de truculência e boçalidade".
Assim como atacou o DEM em SC.
PT vai perder as duas eleições no primeito turno.
Ao chamar Geraldo Alckmin(PSDB) de "aquele sujeito", em comício realizado ontem, em São Paulo, Lula decretou a vitória do paulista no primeiro turno.
Assim como ocorreu com Raimundo Colombo(DEM), em Santa Catarina, que disparou nas pesquisas depois que Lula berrou, bêbado de ódio, de cima do palanque, que o Brasil tinha que "extirpar" o DEM da política brasileira.
Se Santa Catarina é pequena, São Paulo não e pode decidir até a eleição presidencial, pelo tamanho do seu colégio eleitoral.
Lula, bêbado de ódio, tode ter sacramentado o segundo turno ao destratar um homem público, na tentativa de ganhar a eleição no grito.
São Paulo deve uma resposta ao "sujeito" que pensa que tudo pode.
E vai dar.
Opinião sincera e verdadeira com a qual eu concordo totalmente.
Leiam, também, reportagem publicada no Estadão Online e matéria da Folha Online - "Um espetáculo de truculência e boçalidade".
Com os "amigos" que tem, José Serra não precisa de inimigos
Em Minas Gerais, por exemplo, a aprovação ao governo estadual ultrapassa os índices de aprovação do presidente.
Por que, então, José Serra não dispara nas pesquisas nessas localidades?
Por que não há sequer uma placa divulgando a candidatura José Serra nesses estados?
Isso tem um nome, traição, não tem como contemporizar.
E as atitudes dos "companheiros" de partido vão além da omissão, chegam a ser mais críticos ao candidato tucano do que seus adversários.
Vejam, confiram e tirem suas conclusões.
Por que, então, José Serra não dispara nas pesquisas nessas localidades?
Por que não há sequer uma placa divulgando a candidatura José Serra nesses estados?
Isso tem um nome, traição, não tem como contemporizar.
E as atitudes dos "companheiros" de partido vão além da omissão, chegam a ser mais críticos ao candidato tucano do que seus adversários.
Vejam, confiram e tirem suas conclusões.
Dilma confessa caixa 2 ao vivo e a cores.
DILMA: "Nós registramos as doações que são oficiais."
E as que não são oficiais, portanto ilegais, escondem debaixo do tapete, como costumam dizer?

A frase não deixa margem para dúvidas.
Não há como tentar provar que a candidata do partido do Caixa Dois quis dizer outra coisa.
Clique aqui para ampliar e ler a matéria de O Globo.
E as que não são oficiais, portanto ilegais, escondem debaixo do tapete, como costumam dizer?

A frase não deixa margem para dúvidas.
Não há como tentar provar que a candidata do partido do Caixa Dois quis dizer outra coisa.
Clique aqui para ampliar e ler a matéria de O Globo.
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