Quem está apostando em tensão militar e afrontando a lei são Dilma e Celso Amorim, o Megalonanico, não eu! Eu só aposto na lei
Reinaldo Azevedo
Para não variar, as hostes do petismo e do JEG (Jornalismo da Esgotosfera Governista) estão empenhados na inversão dos fatos e da lógica.
As Forças Armadas da ativa são disciplinadas e não se manifestam sobre temas políticos. Silenciam, em nome da disciplina, até mesmo sobre aquilo que lhes diria respeito de perto, já que a comandante-em-chefe, legalmente, é a presidente Dilma Rousseff.
(...)
Os dois textos (AQUI e AQUI) em que militares da reserva se manifestam não têm nada de indisciplina ou de ilegalidade.
(...)
É de lei que querem falar?
1: A ATUAÇÃO DE MARIA DO ROSÁRIO
Ao afirmar que a Comissão da Verdade pode levar à condenação criminal deste ou daquele, Maria do Rosário, ministra dos Direitos Humanos dada a fazer juízos singulares sobre uma porção de coisas (é aquela que não viu agressão aos direitos humanos em Cuba…), desrespeita a Lei da Anistia, cuja validade foi explicitada pelo Supremo.
Pergunto: por que uma ministra, justamente aquela diretamente relacionada com a Comissão da Verdade, pode fazer uma afirmação contra a ordem jurídica e confessar que tem um interesse subterrâneo no assunto, a saber: condenar pessoas à revelia da lei?
Maria do Rosário afrontou o texto da lei e a decisão do Supremo, não os militares da reserva.
(...)
2: A ATUAÇÃO DE ELEONORA MENICUCCI
(...)
Lá vou eu com um daqueles desafios que não vivem a fase do confronto porque as pessoas correm: Dona Eleonora me envie uma só evidência histórica de que o POC quisesse “democracia”, e eu nunca mais escrevo; vou criar galinhas.
O mesmo se diga das organizações terroristas às quais Dilma pertenceu.
Amparados na lei
Amparados na Lei 7.524, os militares da reserva fizeram um análise dos fatos, e é o texto legal que lhes garante, “respeitados os limites estabelecidos na lei civil (…), independentemente das disposições constantes dos Regulamentos Disciplinares das Forças Armadas, opinar livremente sobre assunto político e externar pensamento e conceito ideológico, filosófico ou relativo à matéria pertinente ao interesse público”.
Íntegra AQUI.
quinta-feira, 1 de março de 2012
FORÇAS ARMADAS E PESQUISAS ABANDONADAS
Demóstenes Torres
O incêndio na Estação Comandante Ferraz é o apogeu do abandono a que o governo relegou as Forças Armadas e as pesquisas. A cada momento surge novo detalhe aterrador da sordidez. Um participante da missão diz da inexistência de equipamentos adequados para combater fogo. Outro havia criticado, há meia década, o fato de geradores dividirem prédio com experimentos científicos.
O orçamento da base é o menor dos últimos anos e em 2011 a presidente deixou de aplicar no projeto três vezes mais do que reservou para 2012. Assim, Dilma Rousseff escreveu o epílogo de uma tragédia anunciada.
Especialistas perderam o trabalho de uma vida, o Brasil ganhou luzes em bastidores perigosos para a segurança nacional. As chamas mostraram uma vergonha planetária.
(...)
Mas não é só na Antártida.
Tradicional fonte de orgulho continental ao longo da história, a Marinha está reduzida à sombra de si mesma. Seus hospitais e colégios, responsáveis por formação e atendimento de primeiríssimo mundo, enfrentam o garroteamento financeiro.
Longe dos relatórios oficiais, narra-se até a falta de alimento.
(...)
Mas nada choca mais que um quartel com veículos da Segunda Guerra (ainda na ativa!), caças que não levantam voo e tropa vocacionada, mas desmotivada.
Em resumo, Dilma e seu antecessor sucatearam as três armas.
(...)
De Norte a Sul, traficantes podem ancorar com o que quiserem. A vigilância no Pré-Sal é fictícia. A reação da presidente diante desse descalabro é cortar verbas de pesquisa e apoiar invasões do MST a laboratórios.
Para coroar o desprezo aos militares, fez de Celso Amorim ministro da Defesa. Adaptando uma máxima de Delfim Netto, se Amorim for nomeado chefe do circo, o anão cresce e a mulher barbada se depila.
Os pesquisadores merecem ser respeitados e as Forças Armadas não mereciam essa anedota com cargo.
Íntegra AQUI.
O incêndio na Estação Comandante Ferraz é o apogeu do abandono a que o governo relegou as Forças Armadas e as pesquisas. A cada momento surge novo detalhe aterrador da sordidez. Um participante da missão diz da inexistência de equipamentos adequados para combater fogo. Outro havia criticado, há meia década, o fato de geradores dividirem prédio com experimentos científicos.
O orçamento da base é o menor dos últimos anos e em 2011 a presidente deixou de aplicar no projeto três vezes mais do que reservou para 2012. Assim, Dilma Rousseff escreveu o epílogo de uma tragédia anunciada.
Especialistas perderam o trabalho de uma vida, o Brasil ganhou luzes em bastidores perigosos para a segurança nacional. As chamas mostraram uma vergonha planetária.
(...)
Mas não é só na Antártida.
Tradicional fonte de orgulho continental ao longo da história, a Marinha está reduzida à sombra de si mesma. Seus hospitais e colégios, responsáveis por formação e atendimento de primeiríssimo mundo, enfrentam o garroteamento financeiro.
Longe dos relatórios oficiais, narra-se até a falta de alimento.
(...)
Mas nada choca mais que um quartel com veículos da Segunda Guerra (ainda na ativa!), caças que não levantam voo e tropa vocacionada, mas desmotivada.
Em resumo, Dilma e seu antecessor sucatearam as três armas.
(...)
De Norte a Sul, traficantes podem ancorar com o que quiserem. A vigilância no Pré-Sal é fictícia. A reação da presidente diante desse descalabro é cortar verbas de pesquisa e apoiar invasões do MST a laboratórios.
Para coroar o desprezo aos militares, fez de Celso Amorim ministro da Defesa. Adaptando uma máxima de Delfim Netto, se Amorim for nomeado chefe do circo, o anão cresce e a mulher barbada se depila.
Os pesquisadores merecem ser respeitados e as Forças Armadas não mereciam essa anedota com cargo.
Íntegra AQUI.
Ajuste do salário mínimo paulista supera o da União
O Estado de S.Paulo

A partir de 1.º de março, o salário mínimo do Estado de São Paulo passará de R$ 600,00 para R$ 690,00, aumento nominal de 15% e real de 7,99%, superiores às correções de 14,1% nominal e 7,59% real aplicadas ao piso nacional.
A Lei Complementar n.º 103, de 2000, do governo Fernando Henrique, permitiu aos Estados fixarem o salário mínimo em valor superior ao nacional - e é o que fazem Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, além de São Paulo.
O salário mínimo nacional, que aumentou de R$ 545,00 para R$ 622,00 a partir de 1.º deste mês, já é considerado elevado por muitos Estados e municípios, que dependem de transferências para sobreviver. Em muitas regiões brasileiras, o salário mínimo ainda é pago à maior parte da população, e algumas regiões burlam a lei pagando valores inferiores ao piso.
Em São Paulo, a maioria dos trabalhadores já recebe acima do mínimo.
Mas, segundo a Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe), há cerca de 7 milhões de trabalhadores do setor privado não amparados por contratos coletivos de trabalho. Entre os beneficiados pelo piso estadual estão 33 mil servidores, além dos inativos do Estado e da Prefeitura.
O salário mínimo diferenciado foi instituído em São Paulo pelo ex-governador José Serra, em 2007, e sempre corrigido em porcentual superior ao nacional. Entre 2007 e 2011, a correção do mínimo paulista foi de 46,34% e a do nacional, de 43,42%.
O piso paulista de R$ 690,00 é devido a 101 categorias, como serventes, contínuos, auxiliares de serviços gerais, comerciários não especializados, ascensoristas e motoboys, além de domésticos.
Não faz sentido a reclamação de associações de empregadores domésticos de que os patrões não podem arcar com o aumento. Ocorre que a oferta desses trabalhadores está caindo, porque a maioria dá preferência a trabalhar em outros serviços, num momento de forte demanda de mão de obra.
Em São Paulo, carteiros, barbeiros, manicures, vendedores, costureiras, pedreiros, pintores e encanadores terão piso maior, de R$ 700,00, chegando a R$ 710,00 para chefes de serviços de transportes e comunicações, supervisores de compras, representantes comerciais, operadores de estação de rádio e TV e técnicos em eletrônica, entre outros.
O aumento do salário mínimo estadual significa uma injeção de recursos da ordem de R$ 700 milhões mensais na economia. Isso proporciona um pequeno estímulo ao comércio, pois é elevada a propensão de consumo das famílias de menor renda.

A partir de 1.º de março, o salário mínimo do Estado de São Paulo passará de R$ 600,00 para R$ 690,00, aumento nominal de 15% e real de 7,99%, superiores às correções de 14,1% nominal e 7,59% real aplicadas ao piso nacional.
A Lei Complementar n.º 103, de 2000, do governo Fernando Henrique, permitiu aos Estados fixarem o salário mínimo em valor superior ao nacional - e é o que fazem Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, além de São Paulo.
O salário mínimo nacional, que aumentou de R$ 545,00 para R$ 622,00 a partir de 1.º deste mês, já é considerado elevado por muitos Estados e municípios, que dependem de transferências para sobreviver. Em muitas regiões brasileiras, o salário mínimo ainda é pago à maior parte da população, e algumas regiões burlam a lei pagando valores inferiores ao piso.
Em São Paulo, a maioria dos trabalhadores já recebe acima do mínimo.
Mas, segundo a Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe), há cerca de 7 milhões de trabalhadores do setor privado não amparados por contratos coletivos de trabalho. Entre os beneficiados pelo piso estadual estão 33 mil servidores, além dos inativos do Estado e da Prefeitura.
O salário mínimo diferenciado foi instituído em São Paulo pelo ex-governador José Serra, em 2007, e sempre corrigido em porcentual superior ao nacional. Entre 2007 e 2011, a correção do mínimo paulista foi de 46,34% e a do nacional, de 43,42%.
O piso paulista de R$ 690,00 é devido a 101 categorias, como serventes, contínuos, auxiliares de serviços gerais, comerciários não especializados, ascensoristas e motoboys, além de domésticos.
Não faz sentido a reclamação de associações de empregadores domésticos de que os patrões não podem arcar com o aumento. Ocorre que a oferta desses trabalhadores está caindo, porque a maioria dá preferência a trabalhar em outros serviços, num momento de forte demanda de mão de obra.
Em São Paulo, carteiros, barbeiros, manicures, vendedores, costureiras, pedreiros, pintores e encanadores terão piso maior, de R$ 700,00, chegando a R$ 710,00 para chefes de serviços de transportes e comunicações, supervisores de compras, representantes comerciais, operadores de estação de rádio e TV e técnicos em eletrônica, entre outros.
O aumento do salário mínimo estadual significa uma injeção de recursos da ordem de R$ 700 milhões mensais na economia. Isso proporciona um pequeno estímulo ao comércio, pois é elevada a propensão de consumo das famílias de menor renda.
DEMOCRACIA ÀS AVESSAS
Dilma estuda nomes de fora do PDT para pasta do Trabalho
ANA FLOR E JEFERSON RIBEIRO - REUTERS (Publicado no Estadão)

O Planalto planeja tirar o Ministério do Trabalho do PDT e negocia com parte da sigla o apoio a um nome alternativo, revelaram à Reuters fontes do governo nesta quarta-feira.
A gota d'água, segundo as fontes, foi a votação do Funpresp, o fundo de previdência complementar dos servidores públicos, na noite de terça-feira, em que o PDT votou majoritariamente contra a orientação do Planalto, de aprovar a proposta.
(...)
Além de se manifestar contra o Funpresp, o PDT é considerado pelo Planalto "pouco fiel" nas votações de interesse do governo, de acordo com as fontes ouvidas pela Reuters. Outro exemplo foi a votação do salário mínimo, no início de 2011.
(continua)
ANA FLOR E JEFERSON RIBEIRO - REUTERS (Publicado no Estadão)

O Planalto planeja tirar o Ministério do Trabalho do PDT e negocia com parte da sigla o apoio a um nome alternativo, revelaram à Reuters fontes do governo nesta quarta-feira.
A gota d'água, segundo as fontes, foi a votação do Funpresp, o fundo de previdência complementar dos servidores públicos, na noite de terça-feira, em que o PDT votou majoritariamente contra a orientação do Planalto, de aprovar a proposta.
(...)
Além de se manifestar contra o Funpresp, o PDT é considerado pelo Planalto "pouco fiel" nas votações de interesse do governo, de acordo com as fontes ouvidas pela Reuters. Outro exemplo foi a votação do salário mínimo, no início de 2011.
(continua)
FAXINA ÀS AVESSAS (Ministério com a cara da Dilma)
CRIME E (finalmente) CASTIGO

A coluna de hoje de Ancelmo Gois informa que a primeira autoridade do governo do PT denunciada por envolvimento em crimes que trouxeram à tona o caso do Mensalão, Waldomiro Diniz, foi condenado a 12 anos de prisão por corrupção.
*
Veja a coincidência. Na semana em que a PF prendeu em Goiás, entre outros, o bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, a juíza Maria Tereza Donatti, da 29 Vara Criminal do Rio, condenou por “corrupção passiva e ativa e crime contra à lei de licitações” Waldomiro Diniz da Silva, ex-presidente da Loterj de Garotinho, e Carlos Ramos, representante do consórcio Combralog.
Respectivamente, as penas são de 12 e oito anos, mais multa de R$ 170 mil e R$ 85 mil.
Segue...
O escândalo estourou em 2004, quando a revista “Época” revelou vídeo em que Waldomiro pedia propina a Cachoeira.
Waldomiro era próximo de Zé Dirceu.
Chegou a trabalhar com o ex-ministro na Casa Civil de Lula, como subchefe de Assuntos Parlamentares.
Leia mais em O Globo.
DIEESE DESMENTE PAUTA DO GOVERNO
Diariamente, economistas e cientistas políticos são convidados a participar de programas jornalísticos e, quase sempre, "vendem" os números do Brasil Maravilha da propaganda petista.
Assim tem sido na propaganda de automóveis, de bancos, de lojas de móveis e eletrodomésticos, nos programas de auditório, em novelas, enfim, uma infinidade de parceiros cooptados pelo PT, além das ONGs, de sindicatos e de outras instituições.
Trata-se de uma massificação da mentira como nunca se viu, mataria o marqueteiro nazista de inveja se estivesse vivo.
Ainda há os que insistem na taxa de 5,8%, que seria o menor índice de desemprego da história, fato contestado AQUI.
Eis que ontem foram anunciados dados muito diferentes disso, como já havia acontecido anteriormente. Naquele momento também foram ignorados pela midia que tem priorizado a pauta do governo, sem muita preocupação com a verdade dos fatos.
*
Taxa de desemprego sobe para 9,5% em janeiro na pesquisa Seade/Dieese
Por Carlos Giffoni | Valor
A taxa de desemprego no conjunto das sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) subiu de 9,1% em dezembro para 9,5% em janeiro. O contingente de desempregados foi estimado em 2,1 milhões de pessoas, 104 mil a mais que no mês anterior.
Assim tem sido na propaganda de automóveis, de bancos, de lojas de móveis e eletrodomésticos, nos programas de auditório, em novelas, enfim, uma infinidade de parceiros cooptados pelo PT, além das ONGs, de sindicatos e de outras instituições.
Trata-se de uma massificação da mentira como nunca se viu, mataria o marqueteiro nazista de inveja se estivesse vivo.
Ainda há os que insistem na taxa de 5,8%, que seria o menor índice de desemprego da história, fato contestado AQUI.
Eis que ontem foram anunciados dados muito diferentes disso, como já havia acontecido anteriormente. Naquele momento também foram ignorados pela midia que tem priorizado a pauta do governo, sem muita preocupação com a verdade dos fatos.
*
Taxa de desemprego sobe para 9,5% em janeiro na pesquisa Seade/Dieese
Por Carlos Giffoni | Valor
A taxa de desemprego no conjunto das sete regiões pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) subiu de 9,1% em dezembro para 9,5% em janeiro. O contingente de desempregados foi estimado em 2,1 milhões de pessoas, 104 mil a mais que no mês anterior.
Assinar:
Postagens (Atom)