domingo, 9 de março de 2025

A (I)LÓGICA DOS PERDOADOS QUE NÃO PERDOAM

Impossível desconsiderar uma reflexão sobre a premiação de um filme brasileiro, obra de um ultra milionário da elite financeira e do também demonizado setor da mineração, aclamado no país dos "imperialistas".

Não desmereço nenhuma vitória da FICÇÃO nem invejo o sucesso do banqueiro, como fazem os esquerdistas sempre atacando a tal elite que, na verdade, banca suas campanhas e garante seu projeto de VINGANÇA e PODER. Porém, no regime do pão e circo, clamo por compaixão às vítimas do MUNDO REAL que não assaltaram bancos, não sequestraram, não aplicaram "justiçamento" contra companheiros, não exterminaram opositores e jamais participaram de golpes como o da LUTA ARMADA...ah, esses foram anistiados e estão há décadas no comando do país.

Quanto às críticas, são compreensíveis, porém tenho a convicção de que, assim como é meu caso, todos os brasileiros gostariam muito de celebrar. O freio moral que anula qualquer empolgação do cidadão consciente é que, por motivos óbvios, ao fazer isso nos tornamos cúmplices dos verdadeiros propósitos que os envolvidos na trama declaram abertamente para o mundo ouvir, o de servir a um projeto de vingança eterna contra seus algozes e contra as vítimas de um modelo de repressão semelhante ao que viveram, com a diferença lógica de que os reprimidos de agora não são criminosos.

O rancor de celebridades e artistas fez perder apoio, torcida e admiração. O seu ódio proclamado aos quatro ventos contra inocentes que tiveram suas vidas destruídas apenas por suas escolhas e opiniões revela hipocrisia quando usam a comoção pra idolatrar figuras da LUTA ARMADA que praticaram horrores que justificaram a prisão e o exílio, não os excessos, como tortura e coisas piores, como também estão sofrendo os manifestantes do oito de janeiro com o apoio dessa gente raivosa que clama "sem anistia" e tem a cumplicidade do pessoal do filme. O êxtase quando defendem o EXTERMINIO de quem repudia a tirania e a corrupção tentando carimbar rótulos a fim de justificar sua cumplicidade com a MALDADE deixa claro que não querem justiça, mas sim VINGANÇA.

Mais uma vez, a questão não é o filme, mas o fato de ser USADO como peça de propaganda de um regime que está calando, banindo, encarcerando e destruindo a vida (alguns literalmente) de quem discorda do projeto corrupto de vingança e poder.

Para concluir, reescrevo o brilhante texto do economista Adolfo Sachida sobre o filme e a premiação, alertando uma outra injustiça que poderíamos resolver enquanto há sobreviventes e sem esperar 40 anos para libertar inocentes e aliviar o sofrimento de órfãos de pais vivos e de viúvas e viúvos de cônjuges que ainda estão aqui.
“Fernanda, nós abaixo assinados, pedidos que nas suas entrevistas corrija uma grave omissão do seu discurso de recipiente, o de alertar o mundo que a mesma coisa está ocorrendo conosco nesse momento.
Eu sou a viúva de Clezao, preso injustamente e morto na Papuda. Meu marido morreu como o seu, e você simplesmente o ignorou.
Mas eu ainda estou aqui como você.
Eu sou Débora, cabeleireira e mãe de dois filhos, que escreveu "Perdeu, Mané" com batom em uma estátua e fui condenada a 17 anos de prisão.
Eu também ainda estou aqui.
Eu também ainda estou aqui.
Eu sou o vendedor de algodão doce, que estava na Esplanada dos Ministérios trabalhando no dia 8 de janeiro e fui preso por engano.
Eu também ainda estou aqui.
Eu sou o morador de rua que pedia comida e também fui preso injustamente.
Eu também ainda estou aqui.
Eu sou o autista que trabalha em um lixão e que, por estar presente no dia 8 de janeiro, sou obrigado a usar tornozeleira eletrônica.
Eu ainda estou aqui.
Eu sou Felipe Martins, preso injustamente por seis meses por uma viagem que nuncafiz (e que, mesmo se tivesse feito, não seria crime).
Eu ainda estou aqui.
Eu sou a mãe de seis filhos e esposa de um caminhoneiro que viajou a Brasília para entregar mercadorias. Enquanto esperava o caminhão ser carregado, meu marido foi à Esplanada e hoje está condenado a mais de 15 anos de cadeia.
Nós ainda estamos aqui.
Eu sou uma menina de 3 anos. Eu sou um menino de 6. Somos crianças órfãs de pais vivos. Nossos pais nunca pegaram em armas, nunca cometeram crime algum, mas hoje estão condenados a mais de 15 anos de prisão.
Nós ainda estamos aqui.
Eu sou um brasileiro comum, que vê a classe artística e os jornalistas serem TIGRÃO com uma ditadura que acabou há 40 anos, mas TCHUTCHUCA diante dos desmandos que acontecem hoje no Brasil.
Eu ainda estou aqui.
Eu sou um advogado, chocado com o silêncio ensurdecedor da OAB diante de tantos absurdos jurídicos, condenações e penas desproporcionais.
Eu ainda estou aqui.
Eu sou um brasileiro comum, que hoje tem medo de escrever um texto na internet criticando uma autoridade pública, temendo ser preso por crimes que não existem.
Todos nós ainda estamos aqui.
Corrija essa falha solidária e do bem que você é. Não continue nos ignorando.”
Parabéns Adolfo Sachida por lembrar essa verdade. A(i)lógica dos perdoados que não perdoam alimenta o clima de hostilidade em nosso país e a vingança eterna contra quem nada tem a ver com a colheita de quem semeou o terror.

domingo, 16 de junho de 2024

"CRIANÇA NÃO É MÃE"???????



Criança não é mãe?

Concordo, mas a sexualização precoce jamais deveria ser estimulada.

E tem mais. 

Questão religiosa? Extremismo? Fanatismo? Fundamentalismo cristão?

Afinal, o que mudou, regrediu ou evoluiu, os conceitos religiosos ou a compreensão científica da concepção e da gravidez?

Muitos autores consideram que o aborto não era um tema relevante para os cristãos no passado e nem era tratado em seus textos e rituais. Portanto, existe a possibilidade de que a prática era aceita pelos cristãos na Antiguidade e na Idade Média.
 
Essa interpretação, que sugere a ideia de que a proibição do aborto é algo recente na história da Igreja, pode até servir como argumento para isentar de culpa o cristão que embarca nas narrativas dos defensores do aborto.
 
Porém, o que tem gerado os questionamentos sobre o nascituro, se realmente é uma vida ou apenas um monte de células (assim como todos nós), são as imagens obtidas com o avanço da ciência, que nos permite visualizar o coração batendo, a existência de terminações nervosas que indicam a capacidade de sentir dor, o movimento de braços e pernas e reações equivalentes às do bebê fora do útero.

Portanto, aliando emoção e razão, não tem como aderir à apelação midiática esquerdista sem levar em consideração os avanços da ciência que tanto idolatram a fim de desqualificar a fé religiosa.

Outra falácia sobre a lei que pretende aumentar a pena para quem opta por tirar a vida de um bebê antes de nascer, é a de que as condenadas seriam "crianças estupradas" que seriam forçadas a parir um bebê vivo. Essa farsa não se sustenta pelo simples fato de que, segundo a Lei, criança não é julgada criminalmente por seus erros nem vai para a cadeia.

Mais uma narrativa que virou mantra, mas que não passa daquilo que acusam nos outros, ou seja "FEIQUINÍUS", é que a nova lei, se aprovada, fere a Constituição. Só não informam, ou distorcem, que a condenação prevista é para os casos de gravidez após a vigésima segunda semana de gestação, quando o bebê já está pronto para nascer e já não se trata mais de aborto, o procedimento para que não aconteça o parto de uma criança viva é outro, a ASSISTOLIA FETAL. 

Além disso, querer convencer que os números que propagam, de milhões de abortos clandestinos, com possível risco de vida para a pessoa que quer se livrar do ser que gerou, são frutos de estupro e que a coitada terá pena maior do que o seu malfeitor. Ah, tá. Sem contar que essa turma que está usando essa tese como pretexto para justificar o que realmente querem, a liberação total do aborto na rede pública de saúde, que certamente irá impactar no atendimento dos pacientes com doenças de verdade, são contundentes defensores de criminosos e de direitos, como a "saidinha", que facilitam ações criminosas como a pedofilia e o estupro de modo geral.

No início da gestão lula em 2023, o seu ministério da saúde revogou a Portaria que obrigava, em caso de alegação de estupro para abortar, o BO para prender o estuprador.

Cadê a lógica do pessoal que defende ASSISTOLIA FETAL, método proibido até para animais, se protegem o E$TUPR4D0R?

Sinceramente, não acredito que a imprensa engane alguém. Se há quem defenda a aplicação de uma injeção que causa a morte num ser pronto para nascer, morte provocada por dor insuportável para que, a seguir, a gestante dê a luz a um bebê morto, não é alguém que está enganado, é simplesmente uma criatura cruel e desumana que se identifica com uma ideologia @ss@ssin@.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2024

CAMPANHA DO ÓDIO EXTREMO, ATÉ QUANDO TERÁ ADEPTOS?

Tenho a impressão (só acho) que após os ataques de certa criatura a Israel despertou a “coragem” de alguns brasileiros para atacar a fé alheia e, assim como o presidente, essas pessoas não atacam ideias, mas sim pessoas. Por mais que possíveis verdades sejam ditas, não vejo como a ofensa possa ser uma forma generosa de converter, ou desconverter, quem se sente acolhido num determinado templo.

O que muitos talvez não levem em consideração é a intenção e os alvos que os patrocinadores desses ataques querem atingir, desumanizar e destruir. Assim começaram os regimes mais cruéis da história.

Na defesa de ideias como o direito ao assalto, a invasão a países vizinhos (caso da Ucrânia e a ameaça da China contra Taiwan), o extermínio de um povo, o alinhamento a grupos terroristas e a eliminação de qualquer cidadão que tenha opiniões divergentes da sua, Lula quer impor o direito do mais forte no mundo.

Na contramão de qualquer iniciativa verdadeiramente humanitária, Lula não assinou a carta em repúdio às prisões arbitrárias na Venezuela, menosprezou o assassinato do opositor de Putin, não rompeu com o tirano da Nicarágua que @ss@ss1n@ cristãos, culpou a Ucrânia por ter sido invadida, mas promoveu a inclusão do Irã que financia milícias assassinas, garante distribuição de verba (dinheiro de nossos impostos) a ditaduras africanas, assegurou recursos para movimentos envolvidos com grupos que querem destruir Israel e voltou a enviar toneladas de alimentos ao dito “paraíso” cubano em detrimento de brasileiros miseráveis e comunidades isoladas, como os yanomamis que morrem de fome.

Lula vende a ideia, e sempre fez isso, de que ser humanista é odiar e atacar grupos específicos, que são demonizados em campanhas sórdidas, até criminosas. Lula faz, e sempre fez, o jogo sujo de criar conflitos entre os diferentes e de estimular a hostilização entre grupos antagônicos.

Quem adere a essa sordidez, ou revela uma fraqueza de caráter por ser facilmente influenciável ou se trata de uma questão de afinidade com o que há de pior na humanidade.

sábado, 10 de fevereiro de 2024

"1984" AVANÇA


Pegaram youtubers "de direita", desmonetizaram e confiscaram seu material de trabalho. Poucos se importaram.

Pegaram manifestantes, muitos fieis religiosos rotulados como fanáticos. Foram zombados e escarnecidos como leprosos.

Pegaram prováveis candidatos adversários do PT. Poucos se importaram, afinal a determinação é a de exterminar o bolsonarismo.

Pegaram militares prestigiados. Mourão deu chilique porque agora ele também está na mira, porém poucos se importaram porque faz parte de um projeto de vingança da turma "pacífica" da LUTA ARMADA.

Alguns acreditam que pegando Jair Messias Bolsonaro o inferno acaba e teremos paz.
 
Enganam-se, pois se isso acontecer, tiranos entenderão como o direito de perseguir e punir qualquer um de nós.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

DÍVIDA PÚBLICA, O QUE NINGUÉM EXPLICA?

A notícia da semana, que deveria ser bombástica, refere-se à explosão da dívida pública, que não deveria espantar ninguém e talvez não chegasse a esse ponto se o jornalismo fizesse seu trabalho e esclarecesse a população como deveria.

Vamos aos fatos, que deveriam ser a prioridade dos profissionais da comunicação e não se rebaixarem ao papel de militantes ou de colunistas de páginas de fofocas, com raríssimas exceções.

Desde a constituição de 1988, que deu mais “liberdade” para os estados e municípios, houve um crescente endividamento nestas esferas do poder público. Os governantes gastavam mais do que arrecadavam.

Para desativar uma “bomba” que explodiria mais cedo ou mais tarde, em 1997 o Governo iniciou as discussões para a criação da Lei de Responsabilidade Fiscal e, para aprová-la, teve que se comprometer com os governadores a assumir as dívidas dos estados e municípios.

Entretanto, a previsão da substancial redução da dívida com a amortização do superávit primário infelizmente não se concretizou e uma das razões que eram divulgadas se devia ao fato de que o Governo Lula, apesar de cumprir as resoluções do superávit primário até 2008, continuou emitindo títulos da dívida para financiar um desenvolvimento artificial da economia.

Miriam Leitão, quem diria, fez uma estarrecedora denúncia de que o governo Lula fazia a mágica de transformar dívida em receita. E assim produzia o maior superávit primário do país quando, na verdade, o Tesouro tinha déficit de bilhões. Chegou a publicar um passo a passo:

“O passo a passo do governo nessa confusão é o seguinte:

1) o Tesouro emitiu dívida no valor de R$ 74,8 bilhões.

2) transferiu uma parte, R$ 42,9 bilhões, diretamente à Petrobras, para subscrever as ações da empresa.

3) entregou o resto, R$ 31,9 bilhões, ao BNDES e ao Fundo Soberano.

4) BNDES e FSB repassaram esses títulos à Petrobras para pagar pelas ações que também compraram.

5) a Petrobras pegou todos esses títulos que recebeu e com eles pagou a cessão onerosa dos barris de petróleo do pré-sal.

6) o governo descontou o dinheiro que gastou na subscrição e considerou que o resto, R$ 31,9 bilhões, era receita.”


E disse mais:

“O governo não estava vendendo ativos e recebendo em dinheiro, mas sim transferindo petróleo, ainda não retirado, e recebendo de volta títulos da dívida que ele mesmo emitiu.
Se fosse igual à receita de privatização, por que então o governo precisou que o dinheiro passasse pelo BNDES?
É para que na passagem acontecesse a mágica de o título de uma dívida do Tesouro virar receita.
Para completar a confusão, os R$ 24 bi em títulos que foram para o BNDES — o resto dos R$ 31,9 bi foi para o Fundo Soberano — entraram na conta da dívida pública bruta, mas não na dívida líquida porque o governo alega que é “empréstimo” e um dia o BNDES vai pagar.
Portanto, a dívida líquida não sobe, apesar de o governo ter se endividado.
Foi assim com outros R$ 180 bi em títulos transferidos para o BNDES.”


Outra artimanha que não esqueço foi quando o desgoverno que está aí há duas décadas propagandeou com alarde, em 2005, a quitação da dívida brasileira com o FMI. O então presidente capitalizou tal medida, coincidentemente às vésperas das eleições a fim de anular o efeito do mensalão, e iludiu muita gente com meias verdades, pois a única se tratava do pagamento, porém omitiu o custo do estouro da dívida interna, com juros muito maiores e prazos menores para negociação.

Com a tal quitação da dívida, o Governo fez diversas operações no mercado financeiro para capitalizar recursos em troca de títulos da dívida brasileira.

Segundo a Auditoria Cidadã da Dívida, que encontrei num blog de um economista renomado, além de US$ 4.49 bilhões em títulos da dívida brasileira no exterior, o Governo trocou C-Bonds por A-Bonds no valor de US$ 4,4 bilhões e antecipou o lançamento de US$ 3,5 bilhões em títulos da dívida externa que estavam programados para o ano seguinte.

Traduzindo, o governo pediu emprestado ao mercado financeiro um total de US$ 12,4 bilhões, um valor bem próximo aos US$ 15,5 bilhões pagos ao FMI. Com essa ação, o governo juntou o valor dos empréstimos com a parcela da dívida programada para o ano de 2005 e criou o factoide da quitação do FMI.

Na prática, o governo trocou uma dívida com juros de 4% ao ano por outra com juros de até 13% à época.

Resgatei essas informações numa breve pesquisa. Como acreditar, então, nos noticiários que se transformaram em meros instrumentos de divulgação oficial de uma turma que está no poder?

quarta-feira, 31 de janeiro de 2024

"FEIQUINIUS" SOBRE ÍNDICES DA SEGURANÇA PÚBLICA

A incrível fábrica de "feiquinius" e às favas com os FATOS (só crê quem não tem memória...ou caráter).
A verdade está no gráfico ilustrado por outra pessoa, mas que o desgoverno omite, que mostra em quais anos a criminalidade realmente despencou.
 
Outro dado escandalosamente enganoso é atribuir ao desgoverno federal as melhoras no quadro da violência no país, pois os estados que conseguiram tal feito, sinto muito dizer, são governados por "bolsonaristas", enquanto nos estados governados por petistas&cia. o número de assassinatos disparou.
 
São Paulo e Santa Catarina reduziram as taxas de homicídio para 8,4 mortes por 100 mil habitantes e 9,1 por 100 mil habitantes, respectivamente — valores próximos aos da Argentina, com 6 por 100 mil.
 
Enquanto isso, Alagoas e Bahia chegam perto das 50 mortes por 100 mil habitantes, índice digno de uma Venezuela e superiores aos países em guerra.


quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

NÃO EXISTE DEMOCRACIA SEM POLARIZAÇÃO.

Polarização é a palavra demonizada no momento atual, quando deveria ser objeto de reflexão para que diferentes visões de mundo tivessem o direito de existir, como seria nos verdadeiros regimes DEMOCRÁTICOS.

Ao contrário, a agenda imposta pelos dominadores globais é a de que visões contrárias à hegemonia do pensamento, ou seja, a obediência e a submissão ao que os “donos do mundo” determinam, devem ser reprimidas e os adeptos de qualquer ideia própria ou de grupos antagônicos devem ser extirpados, no mínimo perseguidos e desqualificados para que se tornem párias na sociedade controlada por essa elite pensante.

Isso explica que, em pleno avanço do século XXI, os conflitos entre supostas visões distintas ainda se apresentam como obstáculo a qualquer tendência de paz no planeta e consequente evolução da humanidade.

O fato é que os conflitos acontecem entre iguais e o que tem sido alvo de um ÓDIO EXTREMO a ser eliminado tem sido uma pedra no sapato dos donos do poder mundial.

O que temos, na verdade, é uma disputa exacerbada pelo domínio absoluto sem que haja qualquer possibilidade de contestação, como faz quem resiste a essa agenda.

Para criar condições a fim de que o plano idealizado não sofra qualquer tipo de represália e conquiste adeptos em massa para que a turma da resistência sucumba, os pretensos “donos do mundo” precisam criar catalizadores causadores de caos e medo para se apresentarem como os salvadores.

Nesse contexto, temos os catalizadores bélicos, mas também há uma série de ataques em outros setores fundamentais para o ser humano, como economia, energia, saúde e tecnologia.

Negar esses acontecimentos não resolve nada, muito menos se julgar seguro em sua zona de conforto ou no mundo de distrações curtindo baixarias de celebridades, pois as consequências dessas ações atingem a todos.

A questão que fica é a seguinte, quais setores da sociedade serão os mais afetados?

Provavelmente, quem tiver em situação de extrema dependência, ou alguma dependência, dos ditadores de regras, inclusive no que se refere à subsistência, à capacidade de produzir alimentos e de obter tudo aquilo que é essencial para satisfazer as necessidades básicas.