Erenice recebe censura, mas caso continua sem solução
A Comissão de Ética Pública da Presidência da República decidiu, por unanimidade, aplicar censura ética à ex-ministra Erenice Guerra pelas acusações de tráfico de influência.
A medida funciona apenas como um reconhecimento de que ela teve conduta não-condizente com o cargo que ocupava, e não a impede de assumir um cargo público.
Na verdade, a medida não tem qualquer efeito prático, é apenas mais um capítulo da operação que há quase sete meses vem sendo realizada para abafar o caso Erenice.
Recentemente, a Polícia Federal anunciou que estava adiando pela quarta vez a conclusão do inquérito que investiga crime de tráfico de influência cometido por Erenice Guerra quando respondia pela chefia da Casa Civil no governo Lula.
A investigação deste escândalo que derrubou oito pessoas no governo passado já se arrasta há mais de cinco meses.
Pelo visto, não apenas a PF mas também o Ministério Público caminham para referendar a conclusão da comissão de inquérito da Casa Civil, que absolveu a ex-ministra e seus filhos dos crimes praticados na Casa Civil.
Veja no VIDEO:
terça-feira, 22 de março de 2011
Dinheiro não chega para vítimas de calamidades
Por Álvaro Dias
Passados mais de dois meses desde que ocorreu a tragédia na Região Serrana do Rio de Janeiro, que causou a morte de quase 900 pessoas e deixou milhares de desabrigados, descobre-se que o BNDES disponibilizou apenas 15% dos recursos aprovados para ajuda a microempresas e empresas de pequeno porte afetadas pelos temporais.
Do total de R$ 400 milhões liberados, foram desembolsados R$ 61,2 milhões, sendo que apenas R$ 5,2 milhões foram emprestados a empresários de Teresópolis, o segundo município mais castigado da região, depois de Nova Friburgo.
Para a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, os recursos desembolsados estão bem abaixo das necessidades dos empresários neste momento.
Em 2009, apresentei projeto propondo a destinação de 1% da arrecadação total de todas as loterias administradas pela Caixa Econômica Federal para o Fundo Especial para Calamidades Públicas (Funcap).
Do total de R$ 400 milhões liberados, foram desembolsados R$ 61,2 milhões, sendo que apenas R$ 5,2 milhões foram emprestados a empresários de Teresópolis, o segundo município mais castigado da região, depois de Nova Friburgo.
Para a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, os recursos desembolsados estão bem abaixo das necessidades dos empresários neste momento.
Em 2009, apresentei projeto propondo a destinação de 1% da arrecadação total de todas as loterias administradas pela Caixa Econômica Federal para o Fundo Especial para Calamidades Públicas (Funcap).
A produção cai, mas a arrecadação de impostos cresce. Não é a cara do Brasil do PT?
No Coturno
Pelo terceiro mês consecutivo, a indústria operou abaixo do usual em fevereiro, com o Índice de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) atingindo 47 pontos, revela a pesquisa Sondagem Industrial, divulgada nesta terça-feira, 22 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O índice varia de zero a cem.
Valores abaixo de 50 pontos representam UCI aquém do normalmente registrado naquele mês.

Enquanto isso, o Impostômetro, medidor eletrônico de arrecadação tributária mantido em São Paulo pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), atingiu por volta das 12h40 desta segunda-feira (21) a marca dos R$ 300 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros desde o começo do ano.
De acordo com a ACSP, os R$ 300 bilhões chegaram este ano oito dias antes que em 2010, quando a marca foi registrada em 29 de março.

Pelo terceiro mês consecutivo, a indústria operou abaixo do usual em fevereiro, com o Índice de Utilização da Capacidade Instalada (UCI) atingindo 47 pontos, revela a pesquisa Sondagem Industrial, divulgada nesta terça-feira, 22 de março, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O índice varia de zero a cem.
Valores abaixo de 50 pontos representam UCI aquém do normalmente registrado naquele mês.

Enquanto isso, o Impostômetro, medidor eletrônico de arrecadação tributária mantido em São Paulo pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), atingiu por volta das 12h40 desta segunda-feira (21) a marca dos R$ 300 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais pagos pelos brasileiros desde o começo do ano.
De acordo com a ACSP, os R$ 300 bilhões chegaram este ano oito dias antes que em 2010, quando a marca foi registrada em 29 de março.
Muy amigo... do Chile
No Claudio Humberto
Na entrevista exclusiva ao jornal El Mercurio, domingo, Obama explicou a escolha do Chile para seu discurso à América Latina:
“governo transparente, defesa dos direitos humanos, liderança global em energias limpas e capacidade de resposta a desastres no Continente”.
Pensando bem...
...Barack mostrou no Brasil que está mais para Obaobama.
Ou será Rolandobama?
Na entrevista exclusiva ao jornal El Mercurio, domingo, Obama explicou a escolha do Chile para seu discurso à América Latina:
“governo transparente, defesa dos direitos humanos, liderança global em energias limpas e capacidade de resposta a desastres no Continente”.
Pensando bem...
...Barack mostrou no Brasil que está mais para Obaobama.
Ou será Rolandobama?
Apagão generalizado
Apagões de energia elétrica acontecem diariamente em nosso país, banalizaram-se a tal ponto que as pessoas até cansaram de reclamar.
O apagão na saúde leva aos noticiários, em pleno século XXI, imagens que lembram os tempos mais primitivos de nossa história.
Na educação são revelados os dados que nos envergonham em relação aos demais países e que apontam a defasagem na qualificação do trabalhado diante das necessidades do mundo atual.
Nos serviços públicos, empresas que tinham a marca da competência veem sua credibilidade comprometida, como no caso dos Correios.
O caos aéreo, então, nem é mais notícia, já se tornou o padrão para uma população conformada, resignada.
O Globo traz informação que demonstra o descaso do governo e o risco de apagão em mais um serviço público, que nos afetará em breve por falta de investimentos.
............................
Risco de falta de água em 55% dos municípios
Vivian Oswald, O Globo
Um dos países com a maior quantidade de água do mundo — dono da maior bacia hidrográfica do planeta —, o Brasil pode enfrentar problemas de abastecimento, segundo diagnóstico inédito da Agência Nacional das Águas (ANA) no Atlas Brasil, documento que será divulgado hoje.
Trata-se de mais um gargalo ao desenvolvimento econômico que vai se formando sem fazer estardalhaço.
Se o país não investir R$ 22,2 bilhões nos sistemas de captação e coleta de água até 2015, pode faltar água em 55% dos municípios do país, ou 3.059 do total.
O Rio está entre os grandes centros metropolitanos mais afetados se nada for feito. Especialistas da ANA garantem que a ameaça pode prejudicar os investimentos para a organização da Copa em 2014 e para os Jogos Olímpicos em 2016.
— A indústria aduz água diretamente do rio.
Hotéis e serviços em geral precisam de água da torneira, assim como empresas de menor porte pelas companhias de saneamento — disse um integrante do governo.
A abundância de água no país — o Brasil detém, hoje, 12% da água doce do planeta — acaba por mascarar uma situação grave que vai se desenhando para o futuro próximo.
Segundo o estudo, os municípios que correm o risco de desabastecimento até o ano de 2015 representam nada menos que 73% da demanda de água do país inteiro.
Desse universo, 84% das chamadas sedes urbanas precisam de investimentos para adequar seus sistemas produtores e 16% apresentam déficits decorrentes dos mananciais utilizados.
O apagão na saúde leva aos noticiários, em pleno século XXI, imagens que lembram os tempos mais primitivos de nossa história.
Na educação são revelados os dados que nos envergonham em relação aos demais países e que apontam a defasagem na qualificação do trabalhado diante das necessidades do mundo atual.
Nos serviços públicos, empresas que tinham a marca da competência veem sua credibilidade comprometida, como no caso dos Correios.
O caos aéreo, então, nem é mais notícia, já se tornou o padrão para uma população conformada, resignada.
O Globo traz informação que demonstra o descaso do governo e o risco de apagão em mais um serviço público, que nos afetará em breve por falta de investimentos.
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Risco de falta de água em 55% dos municípios
Vivian Oswald, O Globo
Um dos países com a maior quantidade de água do mundo — dono da maior bacia hidrográfica do planeta —, o Brasil pode enfrentar problemas de abastecimento, segundo diagnóstico inédito da Agência Nacional das Águas (ANA) no Atlas Brasil, documento que será divulgado hoje.
Trata-se de mais um gargalo ao desenvolvimento econômico que vai se formando sem fazer estardalhaço.
Se o país não investir R$ 22,2 bilhões nos sistemas de captação e coleta de água até 2015, pode faltar água em 55% dos municípios do país, ou 3.059 do total.
O Rio está entre os grandes centros metropolitanos mais afetados se nada for feito. Especialistas da ANA garantem que a ameaça pode prejudicar os investimentos para a organização da Copa em 2014 e para os Jogos Olímpicos em 2016.
— A indústria aduz água diretamente do rio.
Hotéis e serviços em geral precisam de água da torneira, assim como empresas de menor porte pelas companhias de saneamento — disse um integrante do governo.
A abundância de água no país — o Brasil detém, hoje, 12% da água doce do planeta — acaba por mascarar uma situação grave que vai se desenhando para o futuro próximo.
Segundo o estudo, os municípios que correm o risco de desabastecimento até o ano de 2015 representam nada menos que 73% da demanda de água do país inteiro.
Desse universo, 84% das chamadas sedes urbanas precisam de investimentos para adequar seus sistemas produtores e 16% apresentam déficits decorrentes dos mananciais utilizados.
Os 40 do mensalão e o ministério dos 40
Por Augusto Nunes
Composto por 37 ministros de Estado e chefes de secretarias especiais com status de ministro, o mamute federal acaba de engordar mais algumas arrobas.
Neste fim de semana, a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação da Secretaria Especial de Aviação Civil.
O comandante da inutilidade burocrática, ainda não escolhido oficialmente, será o 38° ministro.
E há mais dois a caminho.
O governo americano, por exemplo, funciona muito bem com 15 secretarias de Estado.
Na China, onde os tentáculos do polvo estatal alcançam até o botequim da esquina, os ministérios são 27.
O Brasil tem o mais obeso primeiro escalão do planeta, mas Dilma acha que é pouco.
Além do pai-da-pátria que vai administrar o tráfego aéreo, decidiu que o time bisonho precisa de um ministro das Pequenas e Médias Empresas e um chefe (com status de ministro) da Secretaria Especial de Irrigação.
Ambos entrarão em campo até junho.
Como entender uma presidente que, enquanto promete cortar R$ 50 bilhões do Orçamento, aumenta a gastança com invencionices perdulárias?
Por que não encarrega o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio de cuidar das pequenas e médias empresas?
Por que não deixa a Aviação Civil por conta de um Ministério dos Transportes que funcione?
Por que não inclui a irrigação entre as atribuições do Ministério da Agricultura?
Além da necessidade de arranjar emprego para sócios insaciáveis, a explicação talvez esteja no número cabalístico.
A maior (e mais voraz) das quadrilhas federais, desbaratada em junho de 2005, juntou os 40 do mensalão.
Em junho deste ano, o maior (e pior) dos ministérios da história republicana terá chegado a 40 integrantes.
No Brasil que Lula inventou e Dilma preside, o bando ideal tem esse tamanho porque 40 é muito mais que uma cifra.
É cicatriz, estigma, marca de nascença e destino.
Composto por 37 ministros de Estado e chefes de secretarias especiais com status de ministro, o mamute federal acaba de engordar mais algumas arrobas.
Neste fim de semana, a presidente Dilma Rousseff anunciou a criação da Secretaria Especial de Aviação Civil.
O comandante da inutilidade burocrática, ainda não escolhido oficialmente, será o 38° ministro.
E há mais dois a caminho.
O governo americano, por exemplo, funciona muito bem com 15 secretarias de Estado.
Na China, onde os tentáculos do polvo estatal alcançam até o botequim da esquina, os ministérios são 27.
O Brasil tem o mais obeso primeiro escalão do planeta, mas Dilma acha que é pouco.
Além do pai-da-pátria que vai administrar o tráfego aéreo, decidiu que o time bisonho precisa de um ministro das Pequenas e Médias Empresas e um chefe (com status de ministro) da Secretaria Especial de Irrigação.
Ambos entrarão em campo até junho.
Como entender uma presidente que, enquanto promete cortar R$ 50 bilhões do Orçamento, aumenta a gastança com invencionices perdulárias?
Por que não encarrega o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio de cuidar das pequenas e médias empresas?
Por que não deixa a Aviação Civil por conta de um Ministério dos Transportes que funcione?
Por que não inclui a irrigação entre as atribuições do Ministério da Agricultura?
Além da necessidade de arranjar emprego para sócios insaciáveis, a explicação talvez esteja no número cabalístico.
A maior (e mais voraz) das quadrilhas federais, desbaratada em junho de 2005, juntou os 40 do mensalão.
Em junho deste ano, o maior (e pior) dos ministérios da história republicana terá chegado a 40 integrantes.
No Brasil que Lula inventou e Dilma preside, o bando ideal tem esse tamanho porque 40 é muito mais que uma cifra.
É cicatriz, estigma, marca de nascença e destino.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Recado de Ruth Cardoso à sua malfeitora
A verdadeira primeira dama defensora dos pobres e oprimidos foi caluniada por Dilma, e morreu de desgosto, complicações cardíacas devido à trama sórdida lulodilmista. A siamesa de Dilma e ministra substituta Erenice Guerra montou um dossiê que Dilma chamou de "Banco de Dados" para tentar difamar o casal Cardoso.
Não vamos esquecer mais este crime da "guerrilheira".
FuscaBrasil
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