O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), viajou em um bimotor King Air e em um helicóptero da Unimed para passeio e agenda particular no Rio Grande do Sul, publicou nesta sexta O Estado de São Paulo.
Levantamento do jornal aponta suspeita de tráfico de influência no caso, porque dezenas de projetos sobre fiscalização de planos de saúde tramitam na Câmara.
E Maia recebeu recentemente no gabinete um dos diretores da Unimed.
Procurado pela reportagem ontem, cinco dias após a viagem, Marco Maia admitiu que o voo não foi pago, mas informou que vai pagar os custos da viagem porque "ganha bem".
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O Brasil tocado em tom menor
Por Roberto Freire
Lançado como importante instrumento de competitividade de nossa indústria, o programa "Brasil Maior", urdido pelo Ministério da Fazenda, sob a regência de Guido Mantega e apresentado como a política industrial do governo Dilma - mas buscando, basicamente, produzir uma agenda positiva em um governo subordinado, cotidianamente, à agenda da corrupção - começa a fazer água e a despertar a desconfiança de setores que seriam beneficiados com o plano.
Descobriram os empresários dos setores calçadista, moveleiro e têxtil que poderiam arcar com uma carga tributária maior pelo fato de a proclamada desoneração da folha ser acompanhada da elevação do imposto sobre o faturamento bruto dessas empresas.
Simplesmente porque a fórmula mágica que foi apresentada, segundo estudos das assessorias econômicas de tais setores, não representa desoneração real, como alardeado pela própria presidente Dilma Rousseff.
Ao contrário, em alguns casos, haverá até mesmo o pagamento de mais impostos.
Este é o resultado de uma política industrial feita no afogadilho, que não tem por finalidade resolver os reais problemas da indústria: falta de infraestrutura física e humana, alta carga tributária, juros escorchantes, taxa de câmbio que ajuda os importadores, etc.
São causas profundas de nossa perda de competitividade internacional.
Em vez de se preocupar com isso, o governo quer é produzir boas notícias, buscando reproduzir a estratégia midiática de seu antecessor.
Fiel a seu mestre, a presidente Dilma prefere o faz-de-conta da publicidade ao enfrentamento das verdadeiras causas dessa situação.
(...)
Enquanto a propaganda oficial trombeteia, em todos os tipos de mídia, os benefícios do Programa Brasil Maior, carro-chefe de uma pretendida política industrial do governo, a realidade é a crescente e silenciosa dependência da China e o contínuo processo de estagnação e declínio de nossa indústria.
Ao contrário do ufanismo do governo, o que vemos é um país sendo tocado em tom menor, com a incompetência gerencial tão marcante no lulodilmismo.
Íntegra AQUI.
Lançado como importante instrumento de competitividade de nossa indústria, o programa "Brasil Maior", urdido pelo Ministério da Fazenda, sob a regência de Guido Mantega e apresentado como a política industrial do governo Dilma - mas buscando, basicamente, produzir uma agenda positiva em um governo subordinado, cotidianamente, à agenda da corrupção - começa a fazer água e a despertar a desconfiança de setores que seriam beneficiados com o plano.
Descobriram os empresários dos setores calçadista, moveleiro e têxtil que poderiam arcar com uma carga tributária maior pelo fato de a proclamada desoneração da folha ser acompanhada da elevação do imposto sobre o faturamento bruto dessas empresas.
Simplesmente porque a fórmula mágica que foi apresentada, segundo estudos das assessorias econômicas de tais setores, não representa desoneração real, como alardeado pela própria presidente Dilma Rousseff.
Ao contrário, em alguns casos, haverá até mesmo o pagamento de mais impostos.
Este é o resultado de uma política industrial feita no afogadilho, que não tem por finalidade resolver os reais problemas da indústria: falta de infraestrutura física e humana, alta carga tributária, juros escorchantes, taxa de câmbio que ajuda os importadores, etc.
São causas profundas de nossa perda de competitividade internacional.
Em vez de se preocupar com isso, o governo quer é produzir boas notícias, buscando reproduzir a estratégia midiática de seu antecessor.
Fiel a seu mestre, a presidente Dilma prefere o faz-de-conta da publicidade ao enfrentamento das verdadeiras causas dessa situação.
(...)
Enquanto a propaganda oficial trombeteia, em todos os tipos de mídia, os benefícios do Programa Brasil Maior, carro-chefe de uma pretendida política industrial do governo, a realidade é a crescente e silenciosa dependência da China e o contínuo processo de estagnação e declínio de nossa indústria.
Ao contrário do ufanismo do governo, o que vemos é um país sendo tocado em tom menor, com a incompetência gerencial tão marcante no lulodilmismo.
Íntegra AQUI.
Enfim, a LUZ !
Enfim, uma manifestação sensata, exatamente o que se espera daqueles que são responsáveis pela orientação de milhões de seguidores.
A honestidade é fundamental aos formadores de opinião, isso significa manter o compromisso com a verdade e com a realidade dos fatos, acima dos interesses pessoais e políticos.
Um bispo católico lembra, no texto abaixo, que alguns pontos do atual Código Florestal, defendido pelo governo federal e por Marina Silva, se não forem modificados, podem desalojar milhões de pequenos agricultores de suas terras.
Cita, também, o uso do Código como instrumento de incriminação, pois, com freqüência, agricultores são desrespeitados e tratados até como criminosos.
Quiçá essa mentalidade se confirme e a politicagem deixe de preponderar na orientação das igrejas.
Sei que muitos ainda não substituiram Jesus no altar pela idolatria aos vivos, ato que tem afastado muitos fiéis, mesmo assim precisamos resgatar a Luz do bom senso, que não combina com a imposição da vontade de um determinado grupo político.
.................................
Código Florestal: lucidez e equilíbrio
Dom Luiz Demétrio Valentini
Bispo de Jales - SP
No site da CNBB
O Senado tem a incumbência de dar andamento ao novo projeto do Código Florestal, já aprovado pela Câmara.
Com certeza, voltará à Câmara, pois o Senado irá introduzir mudanças. Disto ninguém duvida. A própria maneira com a Câmara aprovou o texto, indicava que ela conferia ao Senado a incumbência de melhorá-lo, imune à pressão feita na ocasião sobre os deputados.
Mas não cabe só ao Senado se preocupar com o Código Florestal.
O assunto é de tanto interesse, e terá tantas incidências práticas no país, que muitas instituições estão sentindo sua responsabilidade, e começam a se envolver na questão.
Nesta semana o assunto foi levado à CNBB, na reunião mensal de sua coordenação de pastoral, para uma primeira informação mais detalhada sobre as propostas contidas no novo Código Florestal.
Uma constatação prévia presidiu todas as outras: o assunto é complexo, e precisa ser tratado com muita lucidez e equilíbrio.
Neste sentido, foi muito válida a exposição objetiva do assunto, apresentada por assessores que acompanharam de perto a elaboração da lei, e ajudaram os bispos a situar melhor as questões levantadas pelo novo Código Florestal.
Alguns consensos emergem com evidência.
O novo Código precisa conciliar, simultaneamente, os interesses tanto do meio ambiente como da agricultura.
Sobretudo da agricultura familiar.
É urgente superar a visão equivocada, que coloca a agricultura em conflito com os interesses do meio ambiente.
Inclusive, os avanços tecnológicos da agricultura, se constituem em novos motivos para se buscar, ordenadamente, uma compatibilização entre os interesses do meio ambiente e da agricultura.
Outra evidência que emerge dos debates sobre o Código Florestal, é a urgente necessidade de preservar a floresta amazônica.
O novo Código Florestal deve trazer bem explicitamente esta preocupação, com indicações claras e enfáticas, relativas à Amazônia.
Em se tratando de Florestas, é claro que em primeiro lugar precisamos garantir a preservação da Amazônia.
Portanto, a região amazônica precisa ter uma consideração especial no novo Código Florestal.
Se isto ficar bem claro e garantido, o novo Código conquistará mais facilmente a confiança de todos.
Outro ponto decisivo do novo Código se refere às áreas já consolidadas para uso agrícola.
É indispensável que continuem exercendo esta função.
Aqui se trata de um ponto estratégico do novo Código Florestal.
Se o Código não respeitar estas áreas, causará conflitos muito grandes, levando a perigosas tensões.
Aqui é preciso refletir bem, e estarmos atentos às advertências de que, dependendo do que for aprovado, milhões de pequenos agricultores teriam que ser desalojados de suas terras.
Situação parecida às áreas já consolidadas, é a referente à largura das matas ciliares, que precisam ser conservadas ao longo dos fluxos d´água.
É outro ponto que requer equilíbrio e bom senso, e uma adequada compatibilização entre os objetivos de preservação do meio ambiente e os interesses da agricultura.
É forçoso reconhecer que a ocupação do solo brasileiro vem sendo feita há séculos, e não é possível revertê-la em pouco tempo.
Esta constatação coloca uma questão delicada, mas que precisa ser dita com franqueza.
Com freqüência, agricultores são desrespeitados, e tratados até como criminosos, acusados de situações das quais eles não são responsáveis.
O novo Código, em absoluto, não pode se tornar instrumento de incriminação.
Ele precisa ser claro e equilibrado, para poder ser aplicado com responsabilidade.
Sobre estes, e outros pontos, a CNBB se compromete a elaborar algumas emendas, ajudada por peritos no assunto, para serem oferecidas ao Senado.
Portanto, a CNBB já começa a demonstrar bom senso e equilíbrio, disposta a colaborar, manifestando a esperança de que se chegue a uma lei razoável, que evite desastres sociais, e favoreça tanto ao meio ambiente quanto à agricultura.
É o que temos o direito de esperar de uma lei com tantas incidências na vida do país.
QUEM SÃO AS MULHERES MAIS PODEROSAS DO MUNDO?
Que linda postagem de nosso amigo MENEZES, criador do blog das Poderosas
DILMA, A TERCEIRA MULHER MAIS PODEROSA DO MUNDO?
O QUE ELA JÁ FEZ?
VAMOS CONHECER ALGUMAS MULHERES REALMENTE PODEROSAS?
ALÉM DAS CONHECIDAS E VERDADEIRAMENTE PODEROSAS ACIMA, AINDA EXISTEM MUITAS MAIS PODEROSAS NO ANONIMATO:
- Aquelas mulheres que trabalham para alimentar seus filhos;
- Aquelas mulheres que conseguem atendimento médico na rede pública de saúde;
- Aquelas mulheres, professoras que fazem milagres com o baixo salário;
- Aquelas mulheres que são espancadas por seus maridos, e não recebem apoio do estado;
- Aquelas mulheres que reclamam com paixão e razão por tudo de errado que acontece no Brasil;
- Aquelas mulheres mães de viciados, que lutam por tratamento para seus filhos;
- A Mãe
- A dona de casa
- A trabalhadora
- As Blogueiras
- As twitteiras
Todas sem sombra de dúvidas, poderiam ganhar este título antes da dona Dilma!
Se é que ela mereceria ganhar!
Fica aqui a minha homenagem às poderosas mulheres que eu conheço... AS BRASILEIRAS!
...................................
Eu acrescento mais uma Poderosa inesquecível, por minha conta:
DILMA, A TERCEIRA MULHER MAIS PODEROSA DO MUNDO?
O QUE ELA JÁ FEZ?
VAMOS CONHECER ALGUMAS MULHERES REALMENTE PODEROSAS?
ALÉM DAS CONHECIDAS E VERDADEIRAMENTE PODEROSAS ACIMA, AINDA EXISTEM MUITAS MAIS PODEROSAS NO ANONIMATO:
- Aquelas mulheres que trabalham para alimentar seus filhos;
- Aquelas mulheres que conseguem atendimento médico na rede pública de saúde;
- Aquelas mulheres, professoras que fazem milagres com o baixo salário;
- Aquelas mulheres que são espancadas por seus maridos, e não recebem apoio do estado;
- Aquelas mulheres que reclamam com paixão e razão por tudo de errado que acontece no Brasil;
- Aquelas mulheres mães de viciados, que lutam por tratamento para seus filhos;
- A Mãe
- A dona de casa
- A trabalhadora
- As Blogueiras
- As twitteiras
Todas sem sombra de dúvidas, poderiam ganhar este título antes da dona Dilma!
Se é que ela mereceria ganhar!
Fica aqui a minha homenagem às poderosas mulheres que eu conheço... AS BRASILEIRAS!
...................................
Eu acrescento mais uma Poderosa inesquecível, por minha conta:
E eu esbarrei com um feladapota de um corrupto..
Vejam o que aconteceu com um amigo da rede, numa cidade que é referência na administração pública, imaginem como está o país.
...........................
E eu esbarrei com um feladapota de um corrupto..
O Mascate
Com as novas tendências da economia em que o governo mostra uma realidade e nós aqui em baixo vemos que não é bem assim.
Resolvi mudar o escritório da minha empresa para um imóvel de minha propriedade, afinal, pagar aluguel aqui em Santos se tornou uma insanidade.
Os proprietários de imóveis comerciais para alugar falam em R$ 15.000,00 como se fosse dinheiro de pinga.
Isso sem contar o preço dos residênciais que estão absurdamente abusivos, coitado do cidadão que tem que morar de aluguel em Santos, fatalmente vai acabar indo morar na Praia Grande.
Bem, com a mudança da sede da empresa, saio em busca da legalização junto a prefeitura. Entro com o pedido de alvará, e passados uns 4 meses ele finalmente sai.
Qual é a minha surpresa quando recebo o carnê da taxa de licença. R$ 1.230,00.
Um mil de duzentos Reais.
Até que não é tanto para ser pago em parcelas mensais.
Quando olho mais acuradamente para o carnê, percebo que os R$ 1.200,00 são por MÊS!!!
Ou seja, R$ 12.300,00 de taxa de licença por ano.
Acredito que houve algum erro na hora de lançar o carnê, ligo para meu contador e ele diz que isso está errado, que alguém lançou enganado o valor.
Pergunto então se é normal uma taxa de licença nesse valor.
A resposta da contabilidade - tenho 350 clientes e o que mais paga taxa de licença é R$ 180,00 ao mes.
Vou a prefeitura, entro no setor de tributos levo um sonoro chá de banco, após mais de uma hora de espera, sou atendido.
A atendente fica surpresa com o valor do lançamento e diz que só pode estar errado.
Manda o carnê para o "aspone" chefe, ele volta e diz que realmente está errado, e lança um novo carnê com a exata metade do valor, ou seja, R$ 615,00 ao mes.
Questiono o valor novamente e recebo a instrução de ir "conversar" com o fiscal do setor.
Para não perder tempo e nem passar raiva, passo essa função ao meu contador, afinal, é para isso que ele também recebe honorários.
O contador liga dizendo que o fiscal vai vir até a empresa para uma vistoria.
Passados uns dias chega a empresa um cidadão que me causou até uma certa má impressão, desengonçado, com cara de cachaceiro, mal vestido, e acima de tudo, muito prepotente e arrogante. Era o fiscal.
Olhou em volta, viu algumas caixas no chão e disse que a taxa estava certa pelo fato de ser uma "distribuidora".
Ponderei que as caixas no chão se tratavam de amostras que vinham para o escritório para serem distribuídas para os clientes.
Aí veio o argumento mais idiota que eu poderia ouvir de um "funça".
Meu caro, a empresa é de distribuição, e nesta área não podem parar carretas para a descarga de mercadorias". E que ele iria suspender o alvará.
Volto a insistir que a sede da empresa é só o escritório e que o depósito é em outro endereço que passei a ele.
Nada fez com que o tal fiscal mudasse de atitude.
Comunico ao meu contador o ocorrido e deixo nas mãos dele para que seja resolvida essa pendenga, seja amigavel ou judicialmente se preciso for.
Passados uns 20 dias meu contador liga dizendo que o fiscal realmente cancelou o alvará, mas está dando mostras de querer uns "por fora" para liberar a empresa.
Pergunto o quanto seriam esses por fora, e quanto seria o valor do imposto a ser pago caso eu aceite a corrupção.
Bem, o fiscal pede R$ 5.000,00 e liberaria o alvará de R$ 120,00 por mês.
Minha pressão vai a mais de 20. Meu ódio aflora ao ponto de me dar ganas de ir atrás desse filho duma p#&@ e enfiar a porrada no fucinho dele.
Mas sou um cidadão semi civilizado e cumpridor das leis....
Procuro um polícial amigo de longa data para armar uma "cama de gato" para o fiscal.
Relato a situação e recebo a seguinte orientação.
Vamos colocar cameras no escritório, escutas, e tirar cópias do dinheiro.
Quando ele vier receber nós o prendemos por corrupção.
Ótimo pensei, vou enfiar esse corrupto filho de uma vaca na cadeia.
É quando escuto a segunda parte dos planos.... E assim que dermos a voz de prisão, vamos tomar uma grana para liberar, e fazer ele assinar teu alvará para não ir em cana.
Minha pressão deveria estar em uns 25, tive vontade de bater no meu amigo, mas como ele estava armado e eu não, o máximo que consegui foi mandá-lo amigavelmente à merda. Virei as costas e fui embora.
Resultado dessa situação, estou trabalhando ilegalmente no escritório há uns 8 meses, não aceito ser feito de idiota por gente mal intencionada.
E para regularizar a situação estou em papos de aranha, pois o alvará foi cancelado de forma que eu fique nas mãos da vontade do fiscal.
Para regularizar eu tenho tres saídas, uma é ação na justiça que certamente ira demandar uns 10 anos de briga sem a certeza de que sairei vencedor e correndo o risco de se perder ter que pagar todos os atrasados do tempo que durou a pendenga.
Outra é mudar novamente a sede da empresa para um local que a fiscalização "entenda" como mais apropriado, mesmo que apenas para um escritório.
E outra é aceitar pagar a propina e tocar a minha vida.
Coisa que eu não farei em hipótese alguma, pois se eu aceitar essa situação a primeira providência que terei que tomar é encerrar o Blog, pois aceitando a corrupção eu estarei indo contra tudo o que acredito e também contra o que já escreví por aqui nos últimos quase três anos.
Agora tenho que repensar a vida e entender de que forma é a melhor saida para essa situação.
Isso tudo só mostra que para acabar com a corrupção no Brasil é preciso que se mudem as leis, pois o servidor público e o político as usam para ganhar dinheiro às custas das necessidades dos que querem levar a vida com seriedade.
Se eu pagasse os 1.200 sem questionar, o local era o adequado, tanto que libereram o alvará. Quando questionei o valor caí na ratoeira da corrupção, e o local não é mais adequado.
E voltará a ser se eu molhar as mãos sujas de gente que deveria estar na cadeia e não no funcionalismo.
E nessa situação a prefeitura deixa de arrecadar, eu fico na irregularidade sujeito a se penalizado, e o fiscal impune, sentado em sua mesa esperando o desfecho de toda essa palhaçada.
Nessa briga estamos perdendo, eu e a prefeitura. O fiscal só ganha, seja no salário seja na corrupção.
Esse é o Brasil!!!!
Para quem não sabe, isso está ocorrendo na Cidade de Santos - SP.
Fico imaginando como deve ser a coisa lá nos cafundós do judas.
Se alguém tiver uma idéia que possa me ajudar, aceito.
...........................
E eu esbarrei com um feladapota de um corrupto..
O Mascate
Com as novas tendências da economia em que o governo mostra uma realidade e nós aqui em baixo vemos que não é bem assim.
Resolvi mudar o escritório da minha empresa para um imóvel de minha propriedade, afinal, pagar aluguel aqui em Santos se tornou uma insanidade.
Os proprietários de imóveis comerciais para alugar falam em R$ 15.000,00 como se fosse dinheiro de pinga.
Isso sem contar o preço dos residênciais que estão absurdamente abusivos, coitado do cidadão que tem que morar de aluguel em Santos, fatalmente vai acabar indo morar na Praia Grande.
Bem, com a mudança da sede da empresa, saio em busca da legalização junto a prefeitura. Entro com o pedido de alvará, e passados uns 4 meses ele finalmente sai.
Qual é a minha surpresa quando recebo o carnê da taxa de licença. R$ 1.230,00.
Um mil de duzentos Reais.
Até que não é tanto para ser pago em parcelas mensais.
Quando olho mais acuradamente para o carnê, percebo que os R$ 1.200,00 são por MÊS!!!
Ou seja, R$ 12.300,00 de taxa de licença por ano.
Acredito que houve algum erro na hora de lançar o carnê, ligo para meu contador e ele diz que isso está errado, que alguém lançou enganado o valor.
Pergunto então se é normal uma taxa de licença nesse valor.
A resposta da contabilidade - tenho 350 clientes e o que mais paga taxa de licença é R$ 180,00 ao mes.
Vou a prefeitura, entro no setor de tributos levo um sonoro chá de banco, após mais de uma hora de espera, sou atendido.
A atendente fica surpresa com o valor do lançamento e diz que só pode estar errado.
Manda o carnê para o "aspone" chefe, ele volta e diz que realmente está errado, e lança um novo carnê com a exata metade do valor, ou seja, R$ 615,00 ao mes.
Questiono o valor novamente e recebo a instrução de ir "conversar" com o fiscal do setor.
Para não perder tempo e nem passar raiva, passo essa função ao meu contador, afinal, é para isso que ele também recebe honorários.
O contador liga dizendo que o fiscal vai vir até a empresa para uma vistoria.
Passados uns dias chega a empresa um cidadão que me causou até uma certa má impressão, desengonçado, com cara de cachaceiro, mal vestido, e acima de tudo, muito prepotente e arrogante. Era o fiscal.
Olhou em volta, viu algumas caixas no chão e disse que a taxa estava certa pelo fato de ser uma "distribuidora".
Ponderei que as caixas no chão se tratavam de amostras que vinham para o escritório para serem distribuídas para os clientes.
Aí veio o argumento mais idiota que eu poderia ouvir de um "funça".
Meu caro, a empresa é de distribuição, e nesta área não podem parar carretas para a descarga de mercadorias". E que ele iria suspender o alvará.
Volto a insistir que a sede da empresa é só o escritório e que o depósito é em outro endereço que passei a ele.
Nada fez com que o tal fiscal mudasse de atitude.
Comunico ao meu contador o ocorrido e deixo nas mãos dele para que seja resolvida essa pendenga, seja amigavel ou judicialmente se preciso for.
Passados uns 20 dias meu contador liga dizendo que o fiscal realmente cancelou o alvará, mas está dando mostras de querer uns "por fora" para liberar a empresa.
Pergunto o quanto seriam esses por fora, e quanto seria o valor do imposto a ser pago caso eu aceite a corrupção.
Bem, o fiscal pede R$ 5.000,00 e liberaria o alvará de R$ 120,00 por mês.
Minha pressão vai a mais de 20. Meu ódio aflora ao ponto de me dar ganas de ir atrás desse filho duma p#&@ e enfiar a porrada no fucinho dele.
Mas sou um cidadão semi civilizado e cumpridor das leis....
Procuro um polícial amigo de longa data para armar uma "cama de gato" para o fiscal.
Relato a situação e recebo a seguinte orientação.
Vamos colocar cameras no escritório, escutas, e tirar cópias do dinheiro.
Quando ele vier receber nós o prendemos por corrupção.
Ótimo pensei, vou enfiar esse corrupto filho de uma vaca na cadeia.
É quando escuto a segunda parte dos planos.... E assim que dermos a voz de prisão, vamos tomar uma grana para liberar, e fazer ele assinar teu alvará para não ir em cana.
Minha pressão deveria estar em uns 25, tive vontade de bater no meu amigo, mas como ele estava armado e eu não, o máximo que consegui foi mandá-lo amigavelmente à merda. Virei as costas e fui embora.
Resultado dessa situação, estou trabalhando ilegalmente no escritório há uns 8 meses, não aceito ser feito de idiota por gente mal intencionada.
E para regularizar a situação estou em papos de aranha, pois o alvará foi cancelado de forma que eu fique nas mãos da vontade do fiscal.
Para regularizar eu tenho tres saídas, uma é ação na justiça que certamente ira demandar uns 10 anos de briga sem a certeza de que sairei vencedor e correndo o risco de se perder ter que pagar todos os atrasados do tempo que durou a pendenga.
Outra é mudar novamente a sede da empresa para um local que a fiscalização "entenda" como mais apropriado, mesmo que apenas para um escritório.
E outra é aceitar pagar a propina e tocar a minha vida.
Coisa que eu não farei em hipótese alguma, pois se eu aceitar essa situação a primeira providência que terei que tomar é encerrar o Blog, pois aceitando a corrupção eu estarei indo contra tudo o que acredito e também contra o que já escreví por aqui nos últimos quase três anos.
Agora tenho que repensar a vida e entender de que forma é a melhor saida para essa situação.
Isso tudo só mostra que para acabar com a corrupção no Brasil é preciso que se mudem as leis, pois o servidor público e o político as usam para ganhar dinheiro às custas das necessidades dos que querem levar a vida com seriedade.
Se eu pagasse os 1.200 sem questionar, o local era o adequado, tanto que libereram o alvará. Quando questionei o valor caí na ratoeira da corrupção, e o local não é mais adequado.
E voltará a ser se eu molhar as mãos sujas de gente que deveria estar na cadeia e não no funcionalismo.
E nessa situação a prefeitura deixa de arrecadar, eu fico na irregularidade sujeito a se penalizado, e o fiscal impune, sentado em sua mesa esperando o desfecho de toda essa palhaçada.
Nessa briga estamos perdendo, eu e a prefeitura. O fiscal só ganha, seja no salário seja na corrupção.
Esse é o Brasil!!!!
Para quem não sabe, isso está ocorrendo na Cidade de Santos - SP.
Fico imaginando como deve ser a coisa lá nos cafundós do judas.
Se alguém tiver uma idéia que possa me ajudar, aceito.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
O retrato do ensino no Brasil é uma vergonha!
A doença da educação brasileira é ideológica.
E seu nome é “petismo”
Por Reinaldo Azevedo
Digam o que disserem, acreditem: não chegamos a isso por falta de verba.
Dada a realidade do país, o Brasil gasta bastante com a educação.
Não dispomos é de mecanismos eficazes para avaliar a qualidade do trabalho feito nas escolas e intervir para corrigir as deficiências.
Sempre que o debate é colocado, tudo termina na ladainha sindical de sempre: se os professores fossem mais bem pagos, tudo seria diferente.
Essa é uma das falácias mais influentes no setor.
Seria estúpido afirmar que salários maiores fariam mal aos alunos — e, com efeito, há realidades dramáticas em certas áreas do país.
A verdade insofismável, no entanto, é que o aumento da remuneração poderia fazer bem aos professores sem mudar uma vírgula na qualidade de ensino.
Há um coquetel de problemas que resulta nesse desastre.
Embora tenham naturezas distintas, têm algo em comum: desprezam o aluno, que deixou de ser o centro da preocupação das escolas — em especial, dos educadores.
Vamos ver.
Os estados e municípios, pouco importa o salário que paguem, não dispõem de mecanismos para promover os competentes e punir os incompetentes.
O estado de São Paulo, na gestão Serra, instituiu um sistema de promoção salarial por mérito.
A escola melhorou, provaram os exames.
Os petista-cutistas da Apeoesp foram às ruas protestar.
Chegaram a queimar livros didáticos em praça pública, os fascistas!
Neste momento, a Apeoesp tenta negociar com a Secretaria da Educação o fim do modelo.
Os valentes não querem saber de mérito.
Eles gostam é do demérito que iguala todos por baixo.
Os alunos que se danem!
No Brasil inteiro, a educação é refém da militância política, especialmente a petista — quando não está entregue a radicais à esquerda do PT.
Embora as escolas privadas não sejam lá grande coisa, já demonstraram alguns outros indicadores, a Prova ABC evidencia que o desempenho dos estudantes dessas instituições é muito superior ao das escolas públicas.
A razão é simples: a cobrança é maior.
O ensino — também em boa parte das escolas privadas, note-se — está corroído por uma doença ideológica.
Boa parte dos “educadores” acredita que sua função não é ensinar português, matemática e ciências, mas princípios de cidadania, com o objetivo de formar “indivíduos conscientes”.
Alunos seriam pessoas “oprimidas”, que precisam passar por um processo de “libertação”.
À pedagogia “libertadora” de Paulo Freire se juntou, mais recentemente, a turma da “pedagogia do amor”, de que Gabriel Chalita é um dos formuladores.
Em vez de educar, o professor liberta; em vez de educar, o professor ama.
Se toda essa conversa mole der errado, há o risco até de a escola ensinar alguma coisa.
O fato é que o cruzamento de Freire com Chalita resulta em ignorância propositiva e amorosa.
Enquanto objetivos claros não forem estabelecidos e enquanto as várias esferas do estado não dispuserem de instrumentos de intervenção para exigir qualidade, podem esquecer.
A reação bucéfala às medidas modernizadoras implementadas pelo governo Serra, em São Paulo, demonstra que a raiz do problema é, sim, ideológica.
O sindicato dos professores foi usado como mero instrumento da luta política.
De dia, a presidente da entidade, a notória Bebel, fazia passeata; à noite, encontrava-se com Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, e era tratada como heroína.
E uma última questão por ora: deixem um pouco o sociologismo fora disso.
Essa conversa de que é impossível ensinar alunos com fome, vindos de lares desestruturados etc. não cola mais.
A fome é exceção no Brasil.
A imensa maioria das famílias pobres é mais organizada e hierarquizada do que as de classe média e média-alta — o tal “povo” é bastante conservador nessas coisas.
Desorganizado e desestruturado, no que concerne à educação, é o estado brasileiro.
E seu nome é “petismo”
Por Reinaldo Azevedo
Digam o que disserem, acreditem: não chegamos a isso por falta de verba.
Dada a realidade do país, o Brasil gasta bastante com a educação.
Não dispomos é de mecanismos eficazes para avaliar a qualidade do trabalho feito nas escolas e intervir para corrigir as deficiências.
Sempre que o debate é colocado, tudo termina na ladainha sindical de sempre: se os professores fossem mais bem pagos, tudo seria diferente.
Essa é uma das falácias mais influentes no setor.
Seria estúpido afirmar que salários maiores fariam mal aos alunos — e, com efeito, há realidades dramáticas em certas áreas do país.
A verdade insofismável, no entanto, é que o aumento da remuneração poderia fazer bem aos professores sem mudar uma vírgula na qualidade de ensino.
Há um coquetel de problemas que resulta nesse desastre.
Embora tenham naturezas distintas, têm algo em comum: desprezam o aluno, que deixou de ser o centro da preocupação das escolas — em especial, dos educadores.
Vamos ver.
Os estados e municípios, pouco importa o salário que paguem, não dispõem de mecanismos para promover os competentes e punir os incompetentes.
O estado de São Paulo, na gestão Serra, instituiu um sistema de promoção salarial por mérito.
A escola melhorou, provaram os exames.
Os petista-cutistas da Apeoesp foram às ruas protestar.
Chegaram a queimar livros didáticos em praça pública, os fascistas!
Neste momento, a Apeoesp tenta negociar com a Secretaria da Educação o fim do modelo.
Os valentes não querem saber de mérito.
Eles gostam é do demérito que iguala todos por baixo.
Os alunos que se danem!
No Brasil inteiro, a educação é refém da militância política, especialmente a petista — quando não está entregue a radicais à esquerda do PT.
Embora as escolas privadas não sejam lá grande coisa, já demonstraram alguns outros indicadores, a Prova ABC evidencia que o desempenho dos estudantes dessas instituições é muito superior ao das escolas públicas.
A razão é simples: a cobrança é maior.
O ensino — também em boa parte das escolas privadas, note-se — está corroído por uma doença ideológica.
Boa parte dos “educadores” acredita que sua função não é ensinar português, matemática e ciências, mas princípios de cidadania, com o objetivo de formar “indivíduos conscientes”.
Alunos seriam pessoas “oprimidas”, que precisam passar por um processo de “libertação”.
À pedagogia “libertadora” de Paulo Freire se juntou, mais recentemente, a turma da “pedagogia do amor”, de que Gabriel Chalita é um dos formuladores.
Em vez de educar, o professor liberta; em vez de educar, o professor ama.
Se toda essa conversa mole der errado, há o risco até de a escola ensinar alguma coisa.
O fato é que o cruzamento de Freire com Chalita resulta em ignorância propositiva e amorosa.
Enquanto objetivos claros não forem estabelecidos e enquanto as várias esferas do estado não dispuserem de instrumentos de intervenção para exigir qualidade, podem esquecer.
A reação bucéfala às medidas modernizadoras implementadas pelo governo Serra, em São Paulo, demonstra que a raiz do problema é, sim, ideológica.
O sindicato dos professores foi usado como mero instrumento da luta política.
De dia, a presidente da entidade, a notória Bebel, fazia passeata; à noite, encontrava-se com Dilma Rousseff, candidata do PT à Presidência, e era tratada como heroína.
E uma última questão por ora: deixem um pouco o sociologismo fora disso.
Essa conversa de que é impossível ensinar alunos com fome, vindos de lares desestruturados etc. não cola mais.
A fome é exceção no Brasil.
A imensa maioria das famílias pobres é mais organizada e hierarquizada do que as de classe média e média-alta — o tal “povo” é bastante conservador nessas coisas.
Desorganizado e desestruturado, no que concerne à educação, é o estado brasileiro.
MEC#Vergonha! Plataforma de campanha de um candidato a prefeito de São Paulo
Do Portal G1:
Uma avaliação feita com alunos que cursaram em 2010 o 3º ano do ensino fundamental de escolas públicas e privadas do país mostra que menos da metade (42,8%) das crianças aprendeu o mínimo do que era esperado no conteúdo de matemática para este nível do ensino.
O resultado da Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização) mostrou ainda que 56,1% dos alunos aprenderam o que era esperado em leitura, e 53,4% dos estudantes tiveram desempenho dentro do esperado em redação.
Os dados acima consideram a média entre alunos de escolas públicas e privadas. Entretanto, o levantamento registrou diferença significativa no desempenho entre estudantes dos dois grupos.
A avaliação foi feita com alunos do 3º ano do ensino fundamental; ele é o equivalente à 2ª série do antigo ensino primário.
Nessa fase, os alunos têm, em média, oito anos.
A Prova ABC mostra ainda uma grande variação entre as regiões do país e as redes de ensino (pública e privada).
Sul e Sudeste obtiveram os melhores desempenhos, enquanto Norte e Nordeste mostraram as piores avaliações.
Matemática
Na prova de matemática, o objetivo era obter no mínimo 175 pontos para mostrar domínio da adição e subtração e conseguir resolver problemas envolvendo, por exemplo, notas e moedas.
Estes 175 pontos correspondem ao conhecimento esperado dos alunos desta série segundo escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb).
No total, 42,8% do total das crianças tendo aprendido o que era esperado para esta etapa do ensino em matemática.
A média nacional foi de 171,1 pontos, sendo que entre os alunos da rede privada foi de 211,2 pontos, a da rede pública ficou em 158,0 pontos.
media-abc-matematica
“As pessoas acham que alfabetização é apenas saber ler e escrever.
Tem que se pensar na alfabetização numérica também, precisamos desde cedo que nossas crianças saibam as operações básicas de matemática”, diz o professor Ruben Klein, da Cesgranrio.
“Para que o país possa ter conhecimento tecnológico e formar engenheiros é preciso desde cedo ter uma boa formação em matemática.”
A média de 42 pontos percentuais entre os alunos da rede pública e os da rede privada chamou a atenção na pesquisa.
Os pesquisadores destacam a preocupação em se corrigir o problema ainda na educação básica.
“A tendência é este desempenho piorar nas séries mais avançadas”, diz Klein.
“Pesquisa com estudantes que estão terminando o ensino médio mostra que só 11% atingem o conhecimento mínimo em matemática.”
Leitura
Na prova de leitura, os alunos, entre outras tarefas, tinham que identificar temas de uma narrativa, localizar informações, identificar características de personagens e perceber relações de causa e efeito contidas nestas narrativas.
A média foi de 185,8 pontos na escala, sendo 216,7 pontos entre alunos da rede privada e 175,8 pontos para estudantes da rede pública.
A médica nacional (incluindo escolas públicas e privadas) foi de 56,1%
media-abc-leituraEscrita
Na prova avaliação de escrita, a média esperada do desempenho dos alunos na redação era de 75 pontos.
A média nacional ficou em 68,1 pontos, sendo a média das escolas públicas de 62,3 pontos e a das privadas 86,2 pontos.
“Todas as crianças deveriam atingir 100% de aproveitamento.
É um direito básico de educação”, afirma Priscila Cruz, diretora executiva do Todos Pela Educação.
“É preciso um investimento pesado na formação de professores e na educação infantil. Para reduzir a desigualdade social é também preciso reduzir esta desigualdade educacional."
Assinar:
Postagens (Atom)
