terça-feira, 31 de maio de 2016

FILHO DE LULA EMBOLSOU QUATRO VEZES MAIS DO QUE SE SUSPEITAVA

ZELOTES DESCOBRE QUE FILHO DE LULA RECEBEU R$10 MILHÕES



Investigadores da Operação Zelotes afirmam que o caçula de Lula, de Luís Cláudio Lula da Silva, e sua empresa, a LFT Marketing Esportivo, receberam quase R$ 10 milhões de origem suspeita. Luís Cláudio é suspeito de se beneficiar do esquema de venda de medidas provisórias, inclusive no governo do pai.

Até essa descoberta, estimava-se que Luís Cláudio havia recebido R$ 2,5 milhões da Marcondes & Mautoni, empresa de “consultoria” de comprar medidas provisórias. Mas haviam sido quase R$ 4 milhões.

O problema do filho de Lula, um ex-auxiliar de preparação física de times de futebol, é demonstrar e provar a prestação de “serviço de consultoria” que sua defesa aponta para justificar o recebimento de valores tão significativos.

Os valores encontrados pelos investigadores decorrem da quebra dos sigilos de Luís Cláudio no Período entre 2009 a 2015. A LFT foi constituída em 2011.

A Zelotes apura se Lula, um dos investigadores, indicou empresas para “contratar” a empresa de Luís Cláudio, que, apesar das quantias recebidas, não tem funcionários registrados, nem qualquer experiência como “consultor”.

O trabalho usado para justificar o recebimento de dinheiro para a Mautoni foi copiado da internet.

Os investigadores da Operação Zelotes também suspeitam do recebimento de propina na compra dos caças Gripen, da fabricante sueca Saab, durante o governo Dilma. 

(Com informações do jornal O Estado de S. Paulo)

domingo, 29 de maio de 2016

CRESCE EXPECTATIVA PELA PRISÃO DE LULA

TEMENDO ODEBRECHT, LULA ESPERA PRISÃO A QUALQUER MOMENTO


Diário do Poder

As relações promíscuas com a Odebrecht, agora expostas pelas investigações da Lava Jato, metem tanto medo nos políticos que até dão garantia ao mais poderoso deles, o ex-presidente Lula, de que será preso. Isso ficou claro numa das gravações do ex-senador Sergio Machado, quando o presidente do Senado, Renan Calheiros, conta ter ouvido do próprio Lula a certeza da sua prisão “a qualquer momento”. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

As gravações também revelam um Renan Calheiros convicto do envolvimento de Dilma com a empreiteira que mais roubou o País.

O medo da língua de Marcelo Odebrecht, segundo Delcídio do Amaral, fez Dilma nomear um ministro para STJ sob o compromisso de soltá-lo.

Segundo fontes ligadas à Lava Jato, Marcelo Odebrecht tem oferecido elementos de prova capazes de prender toda a “república petista”.

Na Operação Janus (nada a ver com Lava Jato), o MPF investiga Lula por tráfico internacional de influência, a serviço da Odebrecht.

TERRORISMO PETRALHA VIROU PIADA

Editorial do Estadão: Blogueiros chapa branca

A carta retrata o nível de indigência intelectual e moral dos integrantes da máquina de difamação que, sustentada por dinheiro público, se especializou em contar mentiras, plantar boatos e caluniar adversários políticos do PT

Depois de três dias de discussões sobre a crise do País, os participantes do 5.º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais – que contou com a participação da presidente afastada Dilma Rousseff numa de suas sessões – lançaram uma carta aberta à sociedade cujo teor parece ter sido inspirado em escrachadas patuscadas da televisão ou em chanchadas do cinema.

Escrita com o objetivo de denunciar o “golpe parlamentar” que afastou Dilma do poder e denunciar a ilegitimidade do governo do presidente interino Michel Temer, a carta, escrita em português precário – meio parecido com o que a presidente afastada fala, o que mostra que fez escola –, raciocínio tortuoso, viés ideológico e aversão à verdade, é mais do que um besteirol. Retrata de modo inequívoco o nível de indigência intelectual e moral dos integrantes da máquina de difamação que, sustentada por dinheiro público durante os 13 anos e meio do lulopetismo, se especializou em contar mentiras, plantar boatos, caluniar adversários políticos do PT e agredir moralmente repórteres e colunistas dos grandes jornais, sempre sob o pretexto de defender a “democratização da comunicação”.

A carta aberta começa acusando o Supremo Tribunal de Federal de ser um “poder acovardado”. Prossegue afirmando que o governo Dilma teria subestimado a força dos jornais, revistas e televisões “a serviço do conservadorismo”. Alega que Temer é elitista e machista, por não ter indicado nenhuma mulher, negro ou trabalhador para seu Ministério. Diz que ele destruirá as empresas estatais do País e entregará os recursos do pré-sal “às multinacionais do petróleo, recolocando o Brasil na órbita dos Estados Unidos”. Criticam, ainda, a demissão do presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que havia sido nomeado por Dilma dias antes da votação da abertura do impeachment pelo Senado. Aparelhada pelo PT, a empresa é uma tevê estatal disfarçada de televisão pública que foi criada em 2007 pelo governo Lula. Apesar de ter consumido mais de R$ 3,6 bilhões de recursos federais nos últimos anos, só conseguiu chegar a 1% da audiência duas vezes – quando mostrou um documentário sobre o Rio Reno e quando apresentou um filme de Mazzaropi. Nos demais dias, a EBC – que emprega a peso de ouro alguns participantes do 5.º Encontro Nacional de Blogueiros e Ativistas Digitais – jamais saiu do traço.

A carta aberta também apoia ocupações de prédios públicos, como forma de “resistência contra o governo golpista”. Propõe ampla cobertura das manifestações contra Temer, das ações que permitam o retorno de Dilma ao Palácio do Planalto e das notícias que mostrem mulheres, jovens negros, militantes da reforma agrária e povos indígenas como “vítimas mais imediatas da escalada autoritária”.

Dois parágrafos da carta aberta merecem destaque. Um é o que afirma que o governo interino priorizará a “comunicação chapa branca, favorecendo a Globo na distribuição de verbas públicas e usando dinheiro do contribuinte para salvar organizações moribundas, como a editora Abril e o ex-Estadão” (sic), cujos proprietários, além de participar do “sistema corrupto de poder que tenta se perpetuar sob a presidência de Temer”, seriam “beneficiários de contas suspeitas em paraísos fiscais”. O outro afirma que o golpe faz parte de uma “estratégia de recolonização do continente e de desestabilização dos Brics” – plano esse que teria entre seus líderes o titular do Ministério das Relações Exteriores, José Serra, que é classificado como “conspirador parceiro da Chevron”.

Na parte final da carta, os blogueiros são taxativos. “Não daremos trégua à Globo, a Temer, aos traidores que se dizem sindicalistas, nem aos tucanos e empresários da Fiesp, que agiram a serviço do golpismo. Resistiremos nas ruas e nas redes”, prometem eles. Se alguém deve recear essas ameaças certamente são os redatores de programas de humorismo da televisão. Agora eles têm nesses blogueiros e ativistas fortes concorrentes.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

LULA GERENCIOU CORRUPÇÃO PESSOALMENTE, AFIRMA DELATOR

EX-DEPUTADO CONTA COMO LULA COMANDAVA O ROUBO À PETROBRAS


O ex-presidente Lula gerenciou pessoalmente o esquema de corrupção da Petrobras, segundo afirmou em depoimento o ex-deputado Pedro Corrêa, condenado do mensalão e preso na Lava Jato. 

Corrêa disse que Lula coordenada tudo, inclusive a indicação dos diretores corruptos da estatal e a divisão do dinheiro desviado entre os políticos e os partidos. A revista Veja teve acesso aos 72 anexos do depoimento de Pedro Corrêa 
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Pedro Corrêa faz relato contundente de envolvimento de Lula no petrolão

Revelações do ex-deputado ao MP compõem documento de 132 páginas. Depoimento aguarda homologação pelo Supremo Tribunal Federal

Por: Robson Bonin, VEJA

Entre todos os corruptos presos na Operação Lava-Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa é de longe o que mais aproveitou o tempo ocioso para fazer amigos atrás das grades. Político à moda antiga, expoente de uma família rica e tradicional do Nordeste, Corrêa é conhecido pelo jeito bonachão. Conseguiu o impressionante feito de arrancar gargalhadas do sempre sisudo juiz Sergio Moro quando, em uma audiência, se disse um especialista na arte de comprar votos. Falou de maneira tão espontânea que ninguém resistiu. 

Confessar crimes é algo que o ex-deputado vem fazendo desde que começou a negociar um acordo de delação premiada com a Justiça, há quase um ano. Corrêa foi o primeiro político a se apresentar ao Ministério Público para contar o que sabe em troca de redução de pena. Durante esse tempo, ele prestou centenas de depoimentos. Deu detalhes da primeira vez que embolsou propina por contratos no extinto Inamps, na década de 70, até ser preso e condenado a vinte anos e sete meses de cadeia por envolvimento no petrolão, em 2015. Corrêa admitiu ter recebido dinheiro desviado de quase vinte órgãos do governo. De bancos a ministérios, de estatais a agências reguladoras - um inventário de quase quarenta anos de corrupção.

VEJA teve acesso aos 72 anexos de sua delação, que resultam num calhamaço de 132 páginas. Ali está resumido o relato do médico pernambucano que usou a política para construir fama e fortuna. Com sete mandatos de deputado federal, Corrêa detalha esquemas de corrupção que remontam aos governos militares, à breve gestão de Fernando Collor, passando por Fernando Henrique Cardoso, até chegar ao nirvana - a era petista. Ele aponta como beneficiários de propina senadores, deputados, governadores, ex-governadores, ministros e ex-ministros dos mais variados partidos e até integrantes do Tribunal de Contas da União.

Além de novos personagens, Corrêa revela os métodos. Conta como era discutida a partilha de cargos no governo do ex-­presidente Lula e, com a mesma simplicidade com que confessa ter comprado votos, narra episódios, conversas e combinações sobre pagamentos de propina dentro do Palácio do Planalto. O ex-presidente Lula, segundo ele, gerenciou pessoalmente o esquema de corrupção da Petrobras - da indicação dos diretores corruptos da estatal à divisão do dinheiro desviado entre os políticos e os partidos. Corrêa descreve situações em que Lula tratou com os caciques do PP sobre a farra nos contratos da Diretoria de Abastecimento da Petrobras, comandada por Paulo Roberto Costa, o Paulinho.

Uma das passagens mais emblemáticas, segundo o delator, se deu quando parlamentares do PP se rebelaram contra o avanço do PMDB nos contratos da diretoria de Paulinho. Um grupo foi ao Palácio do Planalto reclamar com Lula da "invasão". Lula, de acordo com Corrêa, passou uma descompostura nos deputados dizendo que eles "estavam com as burras cheias de dinheiro" e que a diretoria era "muito grande" e tinha de "atender os outros aliados, pois o orçamento" era "muito grande" e a diretoria era "capaz de atender todo mundo". Os caciques pepistas se conformaram quando Lula garantiu que "a maior parte das comissões seria do PP, dono da indicação do Paulinho". 

Se Corrêa estiver dizendo a verdade, é o testemunho mais contundente até aqui sobre a participação direta de Lula no esquema da Petrobras.

PETROBRAS PODE SER CONDENADA A PAGAR R$350 BILHÕES A ACIONISTAS ESTRANGEIROS

AÇÃO BILIONÁRIA CONTRA PETROBRAS NOS EUA SERÁ JULGADA EM SETEMBRO

Tiago de Vasconcelos


O julgamento da ação coletiva de acionistas da Petrobras na Justiça de Nova York, nos Estados Unidos, teve data marcada para o dia 19 de setembro deste ano.

A indenização exgida deve custar à estatal até US$ 98 bilhões, cerca de R$ 350 bilhões, segundo estimativas de advogados próximos ao processo. O julgamento estava previsto para maio, mas a chamada “class action suit” sempre acaba em acordo. Os réus fogem de sentenças, porque a Justiça americana é duríssima com picaretagens e escândalos de corrupção como o “petrolão”.

Os principais autores da ação são o Universities Superannuation Scheme Limited (USS), um fundo inglês para professores universitários que vale US$ 56 bilhões, e o Employees Retirement System do Havaí, outro fundo, para pensionistas do estado norteamericano, além do Departamento estadual do Tesouro.

Petrolão e o governo Dilma

A Justiça dos EUA aceitou as reclamações dos acionistas estrangeiros, que exigem compensações pela fraude cometida na estatal brasileira durante os últimos anos e até agora não houve um acordo entre as partes. A Justiça decidiu também que os acionistas brasileiros devem apelar à Justiça do Brasil; a class-action é exclusiva a acionistas estrangeiros.

A Petrobras, que negocia ações na bolsa de Nova York, é acusada de não seguir regras da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA, a Securities and Exchange Comission.

Um grupo de bancos de investimentos americanos, alguns de origem brasileira, também foram arrolados como petenciais réus no caso por falhar em detectar a fraude na Petrobras e pior: recomendar negócio com a empresa brasileira. O Citigroup Global Markets; J.P. Morgan Securities; Itau USA; Morgan Stanley; HSBC Securities USA; Mitsubishi UFJ Securities USA and and Scotia Capital U.S negam todas as acusações.

A ação proposta contra a Petrobras nos EUA argumenta que a estatal brasileira omitiu informações e é responsável por perdas bilionárias. Constam na ação as revelações da Operação Lava Jato de o pagamento de propinas milionárias ao envolvimento da classe política dominante, incluindo também a presidente afastada Dilma Rousseff, que também presidiu o Conselho de Administração da Petrobras até 2010. O esquema de corrupção começou em 2004.

Os ex-presidentes da Petrobras na era petista Graça Foster e José Sérgio Gabrielli e condenados na Lava Jato, como Renato Duque e Paulo Roberto Costa, constam como potenciais réus da ação coletiva, que será julgada no U.S. Southern District Court.

'REPATRIAÇÃO' É FALÁCIA

REPATRIAÇÃO DE RECURSOS DE BRASILEIROS É PÍFIA

LEI NÃO DEVE REPATRIAR NEM 10% DOS R$400 BILHÕES ESPERADOS



Há cada vez mais suspeição sobre a lei, pela qual o governo Dilma se empenhou, para repatriação só este ano de até R$ 400 bilhões ilegais de brasileiros no exterior. Os defensores da lei 13.254 dizem que há lá fora US$ 650 bilhões de origem lícita de brasileiros e que estes teriam interesse “patriótico” de repatriar entre R$ 370 bilhões e R$ 400 bilhões somente em 2016. Convém o País esperar sentado, para não cansar. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Prospera a suspeita de que a lei foi criada para atender a grupo restrito de pessoas ou de empresas ligadas aos governos do PT.

Detalhe que levanta suspeita contra a lei de repatriação de recursos é a autoria do projeto original: o ex-senador Delcídio do Amaral, ex-PT.

Cauteloso, o novo governo acredita na repatriação de no máximo R$35 bilhões, este ano. Mas na Fazenda poucos acreditam nesses números.

LÁ VEM O ELETROLÃO - JUSTIÇA AMERICANA INVESTIGA ELETROBRÁS POR CORRUPÇÃO

DENÚNCIAS DE ENVOLVIMENTO NA LAVA JATO COLOCARAM EMPRESA NA CONDIÇÃO DA PETROBRAS


Estadão

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando a Eletrobrás devido a denúncias do envolvimento da empresa na Operação Lava Jato, nos moldes do que já faz com a Petrobrás desde o final de 2014 e mais recentemente com construtoras envolvidas em corrupção. A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão federal que regula o mercado de capitais americano, também investiga a companhia elétrica brasileira, que não conseguiu entregar seu balanço dentro do prazo.

As investigações do Departamento de Justiça na Eletrobrás e em outras companhias brasileiras foram citadas por advogados com conhecimento do caso em um evento da Câmara de Comércio Brasil-EUA em Nova York nesta quarta-feira, 25, que reuniu especialistas em legislação sobre o combate à corrupção e lavagem de dinheiro. A companhia brasileira tem ações listadas na Bolsa de Valores de Nova York, que suspendeu a negociação dos papéis e iniciou processo de deslistagem dos American Depositary Receipts (ADRs), que são recibos de ações. A Eletrobrás está recorrendo da decisão.

Andrew Haynes, advogado do escritório Norton Rose Fulbright, ressaltou em sua apresentação no evento que tanto o Departamento de Justiça quanto a SEC resolveram ampliar as investigações de corrupção de empresas brasileiras que têm negócios nos EUA, ou lançaram ações ou bônus no país, além da Petrobrás. “As investigações sobre a Petrobrás levaram outras empresas, como a Eletrobrás, a serem também investigadas”, disse Haynes. “Provavelmente, deve ter corrupção pior em países como Rússia, Índia e China, mas uma diferença chave (em relação ao Brasil) é que muitas das empresas desses países não costumam captar recursos em Nova York”, disse, destacando que as companhias brasileiras emitem bônus e outros títulos nos EUA com frequência.

Um outro advogado disse ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, no final do evento que, além da Eletrobrás, mais empresas brasileiras envolvidas em denúncias de corrupção podem ser alvo das investigações do Departamento de Justiça e da SEC nos próximos meses por violarem a Lei sobre Práticas de Corrupção no Exterior (FCPA, na sigla em inglês). O judiciário brasileiro permite que se abra investigações sobre corrupção contra pessoas, mas não contra empresas, enquanto a Justiça dos EUA tem foco amplo em empresas, afirmou. Procurada, a Eletrobrás afirmou não ter conhecimento das investigações.

Balanço atrasado. A Eletrobrás não entregou seu balanço para a SEC dentro do prazo, que foi prorrogado várias vezes. A KPMG se recusa a assinar o informe de resultados, por conta da dificuldade de calcular prejuízos com as irregularidades. A Eletrobrás contratou o escritório Hogan Lovells para fazer uma investigação interna.

O advogado especialista em investigações governamentais do escritório Norton Rose Fulbright, Richard Smith, ressaltou no evento de hoje que ainda não se sabe onde as investigações da Lava Jato vão parar, porque a cada dia mais coisas são descobertas e novos acordos de delação premiada são fechados, mas a operação cria oportunidades de negócios no Brasil, porque os ativos estão baratos. A questão é que a análise das empresas que vão ser adquiridas, a chamada due diligence, precisa ser ainda mais cautelosa. “Temos de evitar que nossos clientes façam negócios que os levem a ter problemas.”

O sócio da KPMG, Gerónimo Timerman, também destacou que a Lava Jato cria oportunidades de negócios no Brasil. “Os ativos estão muito baratos em dólares e em reais”, afirmou.