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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O DEBATE QUE NÃO SE VIU PELA TELEVISÃO

O debate que você não viu

Do desespero com os óculos de Marina Silva às piadas de Eduardo Jorge, bastidores do encontro dos presidenciáveis foram agitados. Confira a seguir


ANTES DOS ATAQUES - As candidatas Marina Silva (PSB) e Dilma Rousseff (PT), se cumprimentam sob o olhar de Aécio Neves (PSDB)

O look Marina Silva - O look escolhido por Marina Silva para o debate foi alvo de muitos comentários nas redes socais. A ex-senadora apostou em uma armação espessa de óculos de acetato em vermelho vivo. No Twitter, alguns usuários brincaram que ela estava usando os óculos do "José Wilker". Já para membros do PSB, os óculos provocaram incômodo. O vice da candidata, o deputado Beto Albuquerque, repetia inúmeras vezes em voz baixa "tira os óculos". A avaliação dos partidários era de que os óculos atrapalhavam a candidata por chamarem muita atenção e impedirem que os olhos da ex-senadora fossem vistos. 
Estagnado - Ao chegar ao debate da Band, Alexandre Padilha, candidato do PT ao governo de São Paulo, foi recebido pelo candidato a vice de Geraldo Alckmin (PSDB), o deputado federal Márcio França (PSB), com uma provocação. Depois de cumprimentar o petista, França acenou para ele fazendo um número cinco com as mãos, em referência à estagnação de Padilha nas pesquisas de intenção de voto – o petista não consegue escapar da casa dos 5%. Já Alckmin, com 50% da preferência do eleitorado, venceria no primeiro turno.
Esfriou - Se a temperatura do ar condicionado incomodou participantes do debate na plateia, o clima esfriou ainda mais nos dois últimos blocos, quando já se aproximava da meia-noite. O tom das perguntas foi se tornando mais morno e os bocejos se tornaram mais frequentes. Alguns partidários começaram a deixar a plateia, enquanto outros passavam a consultar o celular com mais frequência, na maioria das vezes, para ver a repercussão do debate nas redes sociais. "Se para gente está difícil, imagina para quem está em casa?", disse um socialista. 
Carta aos brasileiros - Na visão de um membro da executiva do PSB, os dados da pesquisa Ibope divulgados na terça-feira refletem a consolidação da candidatura de Marina Silva. Para ele, o que falta agora é conquistar de forma definitiva a confiança do mercado, demonstrando que, se eleita, Marina garantirá a estabilidade econômica do país. Para o partidário, isso poderia ser feito por meio de uma nova "carta aos brasileiros", a exemplo do que fez o ex-presidente Lula em 2002, ou pela apresentação de uma equipe econômica. Já os tucanos saíram dizendo: "Anunciamos o Armínio Fraga como novo ministro da Fazenda antes que Marina o fizesse", disse um integrante do núcleo aecista.
Zero a Zero - As campanhas do PSDB e do PSB deixaram o debate comemorando as respectivas sondagens internas que apontaram a vitória de Aécio e de Marina. Os tucanos diziam que Aécio evidenciou posições "mais firmes" e está "bem treinado" e "falando muito". Os socialistas acham que Marina mostrou segurança no segundo e no terceiro blocos. Aliados de Dilma viram "momentos bons" para os três principais adversários. "É o tipo de debate que não muda nada", avaliou um petista. 
Olho nela - Coordenador de campanha da presidente-candidata Dilma Rousseff no Nordeste, o senador Humberto Costa (PE) diz que o comitê petista não pode se descuidar da região e privilegiar o Sudeste - onde há foco de rejeição -, mesmo após a morte de Eduardo Campos, antes uma pedra no sapato da presidente. "Ainda temos que nos fortalecer lá", disse Costa. O diagnóstico é baseado na pesquisa Ibope divulgada nesta terça: Marina supera Dilma na terra natal de Eduardo Campos e Lula.  
Maluco beleza - Luciana Genro (PSOL) tentou deixar claro que era a representante do ex-presidenciável Plínio de Arruda Sampaio, morto neste ano. Mas foi o médico Eduardo Jorge (PV) quem assumiu desta vez o posto de "nanico-destaque", estrelado por Plínio em 2010. O verde arrancou risadas gerais, até mesmo do âncora Ricardo Boechat, e quebrou o gelo com um discurso mais espontâneo em suas intervenções no debate. Avesso a entrevistas, ele sequer olhava para a câmera quando falava. Na primeira participação, chocou ao pedir apoio dos partidos para votar um projeto de lei que legaliza e regulamenta "drogas psicoativas ilícitas". Jorge acusou o pastor Everaldo de "pegar emprestado" seu slogan "Mais Brasil, menos Brasília" - mas depois autorizou: "Tudo bem, pode pegar". E surpreendeu ao fazer um comentário seco em pergunta de Boris Casoy sobre o projeto petista de controle da imprensa, barrado por Dilma. "Então estou com Dilma", para depois deixar um silêncio. "Eduardo Jorge é um piadista", gargalhou o senador Humberto Costa (PE).
Por onde é a saída? - Dilma Rousseff foi a primeira candidata a deixar os estúdios da Band. A passos rápidos, atravessou um cercadinho e entrou no carro sem dar entrevistas - evitando humoristas do programa Pânico. Aécio Neves saiu pela porta da frente do estúdio, caminhando ao lado do vereador Andrea Matarazzo, que tentava abrir caminho entre pufes e jornalistas. Também foi até o carro apressado. Cercada, Marina Silva errou o caminho para o estacionamento ao deixar a transmissão.
Foi a comoção - Assunto em dez de cada dez conversas na sala VIP do debate, a guinada de Marina Silva no Ibope foi atribuída por petistas e tucanos à comoção pela morte de Eduardo Campos. "Foi um efeito emocional, uma situação chocante que impactou o resultado", disse o deputado José Aníbal (PSDB-SP). "Ela ainda não decantou a tragédia", disse Luiz Marinho (PT), coordenador da campanha de Dilma em São Paulo. Já para os socialistas, o efeito comoção só antecipou o crescimento da candidata nas pesquisas.
O atrasado - O deputado federal do PSC Marco Feliciano chegou no meio do terceiro bloco, por volta das 23h20. Um dos cabos eleitorais do candidato do PSC à Presidência, Pastor Everaldo, ele afirmou que, se o pastor não for para o segundo turno, votará em “qualquer um, menos na Dilma”. “Os evangélicos, católicos, cristão entendem que o PT é uma falácia para a família brasileira. Os que ainda apoiam é porque não o conhecem. PT nunca mais”, enfatizou o candidato, ao entrar apressadamente no estúdio. É provável que o deputado ainda tenha esbarrado com um dos seus maiores opositores na Câmara, o também deputado federal Jean Wyllys (PSOL), que foi ao debate acompanhando a candidata do PSOL à Presidência, Luciana Genro.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O BRASIL QUE PRODUZ PEDE SOCORRO


O Mato Grosso do Sul pede socorro – Os crimes continuados da Funai contra agricultores brasileiros, contra a economia, contra o bom senso e contra os… índios! Ou: A incrível história de uma comunidade de 4 mil pessoas destruída pelo governo petista

Reinaldo Azevedo
Uma região do Mato Grosso do Sul está em pé de guerra. Recentemente, a presidente Dilma foi lá deitar falação e recebeu uma sonora vaia dos produtores rurais. Propriedades centenárias — isto é, que são tocadas já pela terceira geração de agricultores — podem se transformar, por vontade olímpica da Funai, este antro notável de incompetentes e mistificadores, em reservas indígenas. Os valentes ainda não estão contentes com o desastre produzido em Raposa Serra do Sol, em Roraima. Conforme todos os prognósticos das pessoas razoáveis (o arquivo deste blog está à disposição), a expulsão dos arrozeiros da região produziria um desastre econômico e social. E produziu. Sem emprego, os índios estão deixando a reserva para morar em favelas e lixões de Boa Vista ou à beira de rodovias. Muitas índias viraram prostitutas.
A Funai decidiu demarcar nada menos de 40 áreas no Moto Grosso do Sul. Se a coisa for levada adiante, agricultores de mais de 20 municípios terão de deixar suas terras. Algumas cidades podem ser reduzidas a menos da metade, como Coronel Sapucaia, que perderia 52% de sua área. Vejam esta reportagem de Valteno de Oliveira, no Jornal da Noite, na Band, comandado por Boris Casoy. Volto em seguida.

Eis aí. Pode-se repetir, em escala agora ampliada, a tragédia de Raposa Serra do Sol. 
A economia de 20 municípios será severamente agredida, e milhares de famílias ficarão desamparadas. E os índios? Terão como tocar as propriedades e manter as plantações de soja, por exemplo? Vejam ali. A Funai não consegue dar conta de um trator.
(...)
13% do território brasileiro
O Brasil tem hoje nada menos de 13% do seu território destinados a reservas indígenas. No mais das vezes, o que se produz por lá são pobreza, miséria e ignorância. As comunidades que conseguem escapar desse destino se organizam sem dar bola para a Funai. E isso pode ser feito de maneira virtuosa ou viciosa, como se constatará mais adiante. Vejam como é distribuído o território brasileiro. Volto depois.

Vocês entenderam direito. A agropecuária ocupa, no Brasil, 329.941.393 de hectares; desse total, 98.479.628 são áreas de preservação dentro das propriedades. Logo, os proprietários rurais brasileiros preservam 29,84% das terras que constam, oficialmente, como destinadas à sua atividade. Como o Brasil tem 851 milhões de hectares, isso significa que agricultura e pecuária ocupam apenas 27,2% do território brasileiro (231.431.765 milhões de hectares). Estudos mais recentes falam em 27,7%.
Fizeram as contas? Em pouco mais do dobro do que se reserva aos índios, os produtores brasileiros conseguiram desenvolver uma das agropecuárias mais avançadas do mundo — único setor da economia que impede o país de ir para o buraco. 
Não obstante, é o que mais apanha: da imprensa, das ONGs, dos ecologistas, do MST, de qualquer politicamente correto em busca de uma causa ou de um nativo para chamar de seu.
Uma cidade destruída
No Mato Grosso, um distrito de São Félix do Araguaia, onde viviam 4 mil pessoas, foi literalmente destruído. Coisa assim é rara no mundo em qualquer tempo, acreditem. Talvez haja precedente na antiga União Soviética, quando Stálin decidiu despovoar a Chechênia. Vejam mais uma reportagem de Valteno de Oliveira. 

É estupefaciente! O poder público chega arregaçando tudo, derrubando o que encontra pela frente e não aponta uma solução para pessoas que trabalham, que produzem, que não querem viver de esmola. “Ah, mas a Funai, ao menos, cuida bem dos índios, não é, Reinaldo? Essa antropologia do miolo mole, depois de destruir a economia dos municípios e de gerar pobreza e miséria para os não índios, ao menos cuida direitinho daqueles a quem supostamente protege, não é isso?” Vejam a resposta.

Eis mais um resultado espetacular do trabalho da Funai, em parceria, claro!, com o Ministério da Justiça, do garboso José Eduardo Cardozo, uma rima sem solução. Sem qualquer controle, aldeias se transformam em abrigo de imigrantes ilegais e valhacouto de traficantes. 
As mães indígenas já se preocupam com suas crianças. Mal sabem que, em Brasília, o governo federal financia um seminário para liberar “todas as drogas”. Reparem ali o atendimento médico dispensado aos índios.
De posse das terras, com a chancela da Funai, há comunidades indígenas que decidem arrendar as terras. Pois é… Fico aqui me lembrando do ministro Ayres Britto a fazer poesia sobre o aspecto telúrico das comunidades indígenas. Que nada! Muitos deles se tornam verdadeiros rentistas — quando não se apresentam como verdadeiros sequestradores do patrimônio alheio. Vejam isto.


Índios não podem prosperar?
Será que os índios não podem prosperar? Ah, podem, sim! Livres da canga da Funai e sem praticar ilegalidades, é claro que eles têm como ir adiante, desde que fujam do destino que lhes quer impor a antropologia do miolo mole: bunda de fora, doença, fome e mosquito. Vejam mais esta ótima reportagem de Valteno.

(...) Enquanto isso, o país fica à mercê dos celerados da Funai.
Dilma sabia o que estava fazendo quando nomeou Marta Maria Azevedo para presidir o órgão? Deveria ter lido o currículo, que se espalha nas redes sociais.
(...)
Encerrando
Não duvido que esta senhora saiba tudo de índio. A questão é o que ela sabe do Brasil não índio, com o qual tem de conviver. Aliás, eis um erro brutal: o chefe da Funai tem, claro!, de entender da questão indígena, mas como membro do Estado brasileiro, que tem de conciliar a questão com outras necessidades. Marta é uma militante de uma causa particularista. Vejam lá… Sua especialidade são os guaranis caiouás, justamente aqueles que supostamente seriam beneficiados com as desapropriações no Mato Grosso do Sul.
Não dá mais! O governo federal e a Funai não podem sair por aí destruindo cidades, destruindo a economia de estados e municípios, destruindo a vida de milhares de não índios — e de índios também. Dilma tem de dar a quem já é proprietário a… Bolsa Propriedade!!!

sexta-feira, 29 de março de 2013

GOVERNO DO PT E A DITADURA POPULISTA - O RETORNO

O envolvimento do governo americano no golpe contra Jango, prestes a completar 49 anos, é o pano de fundo do documentário O Dia que Durou 21 Anos, de Camilo Tavares, que estreia hoje em sete capitais do País. Seu protagonista é Lincoln Gordon, um economista de Harvard que serviu no Brasil como embaixador entre 1961 e 1966 e cujo maior temor, pelos áudios e documentos exibidos no filme, era que o maior país da América Latina se convertesse "não em outra Cuba, mas em uma China no Ocidente".  

Os presidentes americanos John Kennedy e Lyndon Johnson sabiam que havia um golpe em curso no Brasil. Do embaixador dos Estados Unidos no País, Lincoln Gordon, Kennedy ouviu em 1962 que o então presidente João Goulart poderia se transformar em um "ditador populista" como o argentino Juan Domingo Perón.

Leia mais aqui.
*

Um dos participantes da tentativa de golpe que tinha como objetivo tornar o Brasil numa ditadura de esquerda, sistema que fracassou no mundo inteiro, confirma essa versão que tentam apagar de nossos registros históricos:



Abaixo, o desabafo dos pais de uma das vítimas da guerrilha, da qual a presidente Dilma participou ativamente, fato confirmado, no vídeo a seguir, pelo jornalista Boris Casoy:





Alguém ainda acredita que Dilma esteja preocupada com a memória dos que realmente foram vítimas de abusos de militares, carcereiros ou de justiceiros de seu próprio bando? 

Quem participou de assaltos, sequestros e assassinatos não foram presos injustamente, como tentam nos convencer. Cometeram crimes e nada justificaria que ficassem impunes. 

Nesse clima de populismo, porém, com certas diferença do populismo de Lula que apenas pegou carona na história toda,  o que Dilma quer, na verdade, é vingança. Confiram AQUI.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A ORIGEM DO CRIME "ORGANIZADO" NO BRASIL

Às vezes ouso comentar no blog sobre o que eu considero a origem do crime organizado no Brasil. 
Reescrevo alguns trechos pinçados de várias postagens:
* 
Ninguém pode ser favorável à violência, a qualquer ato de violência, longe de se vislumbrar algum ato heróico nos que torturam ou em quem sequestra e mata, mas aqueles que se envolveram em luta armada como método o fizeram por opção, por vontade própria. Entretanto, na defesa da sociedade e no combate ao crime, ainda não se cogita a possibilidade de que se obtenha algum resultado com gentilezas e regras de etiqueta.
 
Pessoas da minha família participaram disso que denominaram luta armada.
Eram idealistas?
Longe disso, eram rebeldes e violentos, encontraram nesses grupos a adrenalina que alguns liberam quando praticam esportes radicais, outros, infelizmente, quando se envolvem com o crime organizado.

* 
Volto à questão que me preocupa, ou seja, a verdadeira aula de técnicas de guerrilha (ou terrorismo), incluindo sabotagens e sequestros, pregadas nas prisões aos bandidos da época, que não passavam de ladrões de galinha.
Desde então, o crime se aperfeiçoou e está cada dia mais insuportável viver num país sem o mínimo de segurança.
Se devemos algo a esses "companheiros" é justamente o processo de evolução da violência e do crime.

* 
Todo ano eleitoral o crime organizado em São Paulo nos faz relembrar as ações dos grupos armados que aterrorizavam a população para tentar instalar, com o uso da força, o regime comunista no Brasil. Muitos dos que foram presos tiveram treinamento de guerrilha no exterior, especialmente em Cuba, e ensinaram essas técnicas aos "ladrões de galinha" nas penitenciárias. Quem teve proximidade com algum deles facilmente deduz que, a partir de então, a bandidagem começou a se organizar e, por conseguinte, a violência tomou conta do país.

Um questionamento que seria fundamental para despertar a população paulistana para uma curiosidade perversa que só acontece em São Paulo - qual seria a finalidade da "ONDA DE CRIMINALIDADE SAZONAL" que só ocorre em período eleitoral?

Em outros tempos, o vandalismo se restringia às passeatas que paravam o trânsito, sabotagens nos metrôs, invasões de patrimônio público, entre outros movimentos que  causavam incômodo e prejuízos, mas dificilmente colocavam em risco a vida das pessoas. 
Nos últimos anos, porém,  o crime organizado resolveu acrescentar um ingrediente a mais para agitar as "massas" em ano de eleição, a matança de militares.
Afinal, esse tipo de ação interessa a quem?


Uma investigação séria a esse respeito poderia salvar muitas vidas.
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Obs.: Desta vez, infelizmente, as ações criminosas continuam a todo o vapor. O sucesso nas urnas da capital talvez estejam estimulando certos grupos a manter esse "clima" até as eleições de 2014.

Pois bem, Reinaldo Azevedo publicou texto que confirma essa possibilidade.

Destaco os trechos que abordam esse tema e acrescento o vídeo que mostra Boris Casoy falando exatamente isso:




Já que Marcola aprendeu com esquerdistas como fazer o partido do crime, agora eu proponho que alguns esquerdistas estudem filosofia com o Marcola. Na cadeia!

Sugeri ontem que os jornais e veículos de comunicação não se limitem a entrevistar só quadrilheiros e corruptos condenados pelo STF, como José Genoino e José Dirceu. Por que o preconceito? Por que Fernandinho Beira-Mar e Marcola não têm vez? Por que só àqueles que tentaram assaltar o estado de direito é reservada a licença para, uma vez mais, insultar as instituições brasileiras? Não vale afirmar que aqueles dois são assassinos etc. e tal porque a corrupção mata ainda mais gente.
(...)
Ora… Ontem, no Globo, estava lá Paulo Vannuchi, ex-ministro dos Direitos Humanos e atual chefão do Instituto Lula, a acusar o Supremo de “tribunal de exceção”. Segundo ele, se forem para a cadeia — e parece que vão, a menos que se mandem para Cuba ou para a Venezuela —, Dirceu e Genoino serão “prisioneiros políticos”. Imaginem vocês: serão “prisioneiros políticos” num regime democrático e de direito!!! E quem é Vannuchi? Trata-se do ex-militante da Ação Libertadora Nacional (ALN), de Carlos Marighella, um dos grupos terroristas mais letais que houve no país.
Vannuchi poderia ter aprendido algo de novo, mas não esqueceu nenhuma das coisas velhas. Marighella é aquele monstro que redigiu um Minimanual da Guerrilha, em que fazia a defesa aberta do terrorismo. No catecismo seguido pelo chefão do Instituto Lula, encontravam-se maravilhas como esta: “Hoje, ser “violento” ou um ‘terrorista’ é uma qualidade que enobrece qualquer pessoa honrada (…)”

A ALN tinha um “Tribunal Revolucionário” que executava pessoas que estivessem “do outro lado”, incluindo partidários seus suspeitos de traição. Alguns desses assassinos executores são hoje anistiados e recebem grana oficial.
(...)
No blog, já contei a história de Márcio Leite de Toledo, de 19 anos, membro da ALN, que foi assassinado pelos próprios companheiros. Por quê? Ah, havia a suspeita, que depois se comprovou infundada, de que ele pudesse entregar alguém à polícia. Foi executado pelo “tribunal” com oito tiros. De tribunal de exceção, Vannuchi entende. 
(...)
Eles podem ser flagrados pela história de arma na mão, matando inocentes e tentando implementar uma ditadura comunista no Brasil. E daí? São heróis! Devemos reverenciá-los e lhes ser gratos, dando curso à farsa segundo a qual lhes devemos o regime democrático. Mas ainda é pouco. Eles também nos custam dinheiro. As reparações do Bolsa Ditadura já passaram dos R$ 6 bilhões.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

RADICAIS QUE JÁ PEGARAM EM ARMAS PARA IMPOR UMA DITADURA DE ESQUERDA AMEAÇAM PEGAR EM ARMAS CONTRA AS IGREJAS



No vídeo acima, debate importante com jornalistas e um historiador renomado revela a verdadeira biografia de José Dirceu. É decepcionante!!!
A exemplo do chefão, nunca trabalhou e jamais foi líder de estudantes, como os bajuladores da mídia nos fizeram crer.
Dilma, ao contrário, comandou grupos de guerrilha, o que não é necessariamente uma virtude, como esclarece o jornalista Boris Casoy. Confiram no vídeo abaixo:



Eu sempre comento, esse pessoal não desiste de seu projeto de poder absoluto. Assim, seguindo o modelo imperialista de Fidel Castro, todas as riquezas do país e o patrimônio de todos os brasileiros lhes pertencerá. Ainda ousam chamar a democracia norte-americana de imperialismo.

No bailado petista, cada rodopio significa um avanço. Se alguma reação os obriga a recuar um movimento, assim que os ânimos se acomodam, tratam de recuperar o espaço perdido e, se possível, avançam além do limite anteriormente estabelecido.

Fizeram isso no Congresso, comprando o apoio e o voto sempre favorável de parlamentares, como ficou comprovado no julgamento do Mensalão. 

Temos algo equivalente, mas em proporções gigantescas, que é o uso de dinheiro público para pautar setores da mídia, principalmente rádio e TV, que deturpam a realidade dos fatos com a veiculação de propagandas ufanistas, que enaltecem um país maravilha que só existe nos discursos oficiais, mas que contrastam escandalosamente com as imagens dos noticiários.

Isso tudo sem contar o uso da mentira e da intimidação para obter os votos de milhões de famílias de miseráveis que são dependentes dos benefícios dos programas sociais, implantados por Fernando Henrique com propósitos completamente distintos, mas que virou uma imensa máquina de compra de votos nas mãos do PT.

Vejam que instituição está na mira do partido que governa o país:

O pastor evangélico Silas Malafaia, da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, promete voltar a usar o chamado "kit gay" para "arrebentar" o candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. Ele apoia José Serra (PSDB), que disputa o segundo turno com o petista. O líder religioso, que tem base no Rio de Janeiro, esteve ontem na capital paulista para se reunir com o tucano e com o pastor Jabes de Alencar, presidente do Conselho de Pastores de São Paulo. 

Segundo Malafaia, Serra lhe agradeceu o apoio recebido no primeiro turno, quando ele fez um vídeo em que pedia votos ao candidato do PSDB e ligava Haddad ao kit anti-homofobia.

O material, que foi apelidado de "kit gay" pelos evangélicos, é uma cartilha contra a homofobia que seria distribuída em escolas pelo Ministério da Educação em 2011, na gestão Haddad. 

"O Haddad já está marcado pelos evangélicos como o candidato do 'kit gay'. Não vamos dar moleza para ele", disse Malafaia, após o encontro com Serra e Alencar, que também apoia o tucano.

"Haddad pode até ganhar, mas não com os votos dos evangélicos", completou.

O pastor acusa o ex-ministro de ter incumbido a elaboração das cartilhas a "ativistas gays" e prometeu divulgar novo vídeo contra Haddad na próxima segunda.

"Vou mostrar um encontro dos ativistas gays dizendo no Congresso Nacional que pegariam em armas contra os religiosos e dizer que é isso que ele está apoiando." 

(Texto da Folha de São Paulo)

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

CRÍTICA CERTEIRA AO BALCÃO DE NEGÓCIOS DO PT

O Canal Livre da Band deste domingo debateu os resultados das eleições municipais e a perspectiva para os próximos quatro anos. Participaram do debate o Líder do PSDB, senador Alvaro Dias, e o Líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, além dos jornalistas Fábio Pannunzio, Boris Casoy e Fernando Mitre. Veja o vídeo com os melhores momentos.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

O PT E SEUS APOIADORES NÃO SOSSEGAM ENQUANTO NÃO ACABAREM COM A PM EM SÃO PAULO

Todo ano eleitoral o crime organizado em São Paulo nos faz relembrar as ações dos grupos armados que aterrorizavam a população para tentar instalar, com o uso da força, o regime comunista no Brasil. Muitos dos que foram presos tiveram treinamento de guerrilha no exterior, especialmente em Cuba, e ensinaram essas técnicas aos "ladrões de galinha" nas penitenciárias. Quem teve proximidade com algum deles facilmente deduz que, a partir de então, a bandidagem começou a se organizar e, por conseguinte, a violência tomou conta do país.

(Essa afirmação não significa a defesa da tortura aos que comenteram crime no passado nem aos criminosos de hoje, como acontece muito Brasil afora. Porém, atribuir status de heróis e indenizar quem metralhou inocentes nas ruas é um desaforo. Como lembra Boris Casoy, no video abaixo, a história está sendo reescrita e de maneira distorcida, tanto é que os verdadeiros heróis da redemocratização do país, que podem ser vistos em videos que ainda resistem à ação que visa passar a borracha na verdade, nem são citados pelos que tratam do assunto).
Incomodados com a eficiente ação da polícia paulista, fico imaginando qual o interesse desses bandidos que intensificam suas ações criminosas em período eleitoral? Ou alguém ainda acredita que é só coincidência?

Por que a midia entra nesse jogo que tem a clara intenção de desmoralizar a Polícia Militar e que acaba criando facilidades para os bandidos?
Por que a fácil adesão à versão dos militantes e apoiadores do PT que criam polêmicas que tendem a enfraquecer a Polícia Militar?
Sorte da população que nossas autoridades reagem à altura.
É o que mostra a VEJA Online:

O secretário estadual da Segurança Pública São Paulo, Antonio Ferreira Pinto, afirmou nesta quinta-feira que vai acionar a Corregedoria do Ministério Público Federal (MPF) para que investigue a conduta do procurador que o acusou de perder o controle sobre as tropas da Polícia Militar. O procurador Matheus Baraldi Magnani disse, nesta tarde, que pretende abrir uma ação civil pública pedindo o afastamento o comando da PM.
Em nota divulgada pela SSP, Ferreira Pinto afirmou que as declarações do procurador coincidem com o ano eleitoral. Em outubro, serão escolhidos prefeitos e vereadores em todo o país. Em São Paulo, disputam a prefeitura o tucano José Serra, ex-governador, e o petista Fernando Haddad.
“A ideia propalada pelo procurador da República, de que a PM estaria descontrolada e teria que ter o comando substituído, é absurda e capciosa”, afirma o secretário. “A Polícia Militar é uma instituição preparada e  serve de referência a outras polícias do país. É evidente que, numa corporação com mais de 90.000 homens, erros acontecem.”
O secretário lembrou ainda de duas atribuições do governo federal no combate à criminalidade que o MPF tem obrigação de fiscalizar: “Espera-se que o MPF aja com eficiência contra duas das causas principais da criminalidade nos estados – o contrabando de armas e drogas que entram pelas mal patrulhadas fronteiras do país.”
As declarações do procurador foram feitas em audiência pública realizada pelo MPF, Defensoria Pública do Estado e órgãos de defesa dos direitos humanos, na sede da Procuradoria Regional da República, na região central da capital. “Caso o estado de São Paulo não troque imediatamente o comando, ajuizarei essa ação civil nos próximos dias”, afirmou Magnani. “É oportuno o momento para a troca do comando, mas não apenas isso. Também é necessária a luta pela mudança da estrutura ideológica de apologia ao uso da violência excessiva pelo estado.”
(...)
O procurador também pretende encaminhar a representação para o procurador-geral da República, para que ele acompanhe a atuação da PM no estado pelos próximos doze meses. “O mero fato de haver novos órgãos investigando eliminará essa sensação de liberdade irrestrita por parte dos policiais.”
(...)
Compareceram à audiência representantes de entidades civis, deputados estaduais, famílias de vítimas e integrantes da Polícia Militar. Em alguns momentos os ânimos ficaram exaltados entre os policiais e as famílias de vítimas. Alguns PMs chegaram a se retirar do auditório em sinal de protesto.
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(Enquanto isso, num determinado estado governado por um aliado do PT e protegido pela midia, a população sofre com a ausência de segurança e ninguém exige providências:)

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O que fez aquela jovem, hoje presidente do Brasil?

A comissão da MEIA VERDADE

Boris Casoy comenta a instauração da Comissão da Verdade... Que na verdade só investigara um lado, o lado do estado, deixando ainda no esquecimento os crimes da luta armada.

domingo, 4 de abril de 2010

Pesquisa polêmica

Neste sábado a noite a Band TV divulgou a pesquisa que encomendou ao Vox Populi, realizada poucos dias depois de conhecidos os resultados da última pesquisa do Ibope. O âncora, Boris Casoy, só faltou pedir desculpa aos seus telespectadores, tal o nível de incongruências que examinou.
Se você examinar as denúncias do blog http://coturnonoturno.blogspot.com/, vai perceber que Vox Populi "sorteou" cidades para a atual pesquisa, que são exatamente iguais às cidades "sorteadas" na pesquisa anterior.
Não é só isto. O blog examina pontos controversos de outras naturezas.
Na pesquisa do Ibope, Serra deu uma sova em Dilma, livrando 9 pontos de vantagem, mas nesta do Vox Populi a diferença vira pó. Diferenças tão brutais são inaceitáveis.
Há algo de muito errado com o Ibope ou algo de muito errado com Vox Populi.
Os políticos, os jornalistas e a opinião pública não podem aceitar a aberração e devem cobrar em juízo as explicações devidas, porque alguém está tentando enganar todo mundo.

. Há poucos dias, o editor reclamou dos critérios usados pelo Instituto Methodus, de Porto Alegre, na realização da pesquisa de intenções de votos para o governo estadual, sobretudo em relação aos municípios escolhidos.

. O leitor sabe que a escolha de municípios, caso não haja sorteio sério, auditado, fiscalizado, pode levar a conjuntos de eleitores mais favoráveis a um e outro candidto, distorcendo o material.

. Já que não existem critérios objetivos que obriguem os institutos a proceder de forma científica e uniforme, cabe aos Partidos e aos cidadãos comuns cobrar na Justiça Eleitoral aquilo que considerem manipulações. Isto tem que ser feito já, antes que seja tarde. E não interessa se o resultado favorece ou não o candidato do eleitor ou do leitor. A questão é de manter a isonomia, a honestidade e a confiabilidade das pesquisas eleitorais.

Fonte: http://polibiobraga.blogspot.com/2010/04/vox-populi-revela-pesquisa-polemica-e.html