domingo, 2 de dezembro de 2012
TRISTE PIADA
Merval Pereira, O Globo
A constatação do que o que o ministro Guido Mantega considerava em junho “uma piada” é simplesmente triste realidade, o crescimento do PIB brasileiro este ano por volta de 1%, talvez menos até, dá a dimensão da crise em que estamos metidos, sem aparentemente haver luz no fim do túnel.
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As intervenções no sistema bancário para abaixar os juros, e agora a negociação na base da mão de ferro com as concessionárias de energia elétrica para conseguir uma redução de 20% na casa do consumidor, anunciada em cadeia nacional, são exemplares dessas intervenções que, se têm objetivos louváveis e desejáveis, representam bem o espírito controlador deste governo, que assusta quem tem que investir e receia ficar exposto aos humores da “presidenta”.
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Mesmo que se anuncie um governo pró-mercado, é através de intervenções setoriais e não de reformas que se tenta alcançar objetivos.
Da mesma maneira, quase manipulando a inflação atuando pontualmente para segurar o preço da gasolina ou para baratear o preço da energia elétrica, o governo tenta equilibrar mal e porcamente o tripé que tem sido a base da economia desde o segundo governo de Fernando Henrique.
Apesar de tudo, a inflação está acima da meta, o equilíbrio fiscal fica vulnerável com a não realização do superávit primário, e o câmbio está sendo monitorado pelo governo para um nível que os empresários supõem seja de R$ 2,30, mas não há certeza quanto a isso.
Para investidores, o fundamental é transparência e “regras do jogo” estáveis. A manutenção dos contratos já firmados na exploração do petróleo pelo sistema de concessão, como decidiu a presidente, é um passo importante nessa direção, embora a celeuma em torno do novo sistema de partilha prejudique a exploração do pré-sal, paralisada desde que se mudou o marco regulatório desnecessariamente.
Os prejuízos que a Petrobras vem tendo devido à politização de suas atividades são demonstrações claras do caminho equivocado. O escândalo envolvendo nomeações para agências reguladoras é exemplo de precariedade de nossa organização econômica.
O governo petista não gosta de privatizações e muito menos de agências autônomas, fora do controle da máquina estatal. Por isso transformou as agências em cabides de empregos subordinadas aos ministérios.
Também obras de infraestrutura estão prejudicadas pela indefinição do governo, que privatiza dizendo que apenas faz concessões à iniciativa privada, e tenta colocar estatais como a Infraero controlando investidores privados.
A expectativa não é de cenário de ruptura para a economia brasileira, mas o país deve continuar atrás em relação ao crescimento de países como Chile, Peru e Colômbia, que caminham no sentido de aperfeiçoar a gestão macroeconômica e melhorar o ambiente de negócios, além de formalizar contratos bilaterais de comércio com grandes economias.
Nós, por outro lado, estamos destruindo o tripé de política econômica, piorando o ambiente de negócios, com alterações tributárias e intervenções setoriais.
Além disso, persistimos com o Mercosul, com a Argentina e a Venezuela. A situação só não está pior porque o consumismo, das famílias e dos governos, cada vez mais endividados, segurou vendas, mas estas descolam da produção de hoje e de amanhã, porque investimento despencando hoje significa menor capacidade de produção amanhã.
Leia a íntegra em Triste piada
Leia a íntegra em Triste piada
sábado, 1 de dezembro de 2012
PIB baixo expõe 'herança maldita' de Lula e de sua gerente, a atual presidente
VEJA Online
Embora tenha conduzido a política econômica de forma responsável – principalmente a monetária, menos por mérito pessoal e mais por ter relegado o trabalho ao ex-presidente do BC, Henrique Meirelles –, o antecessor de Dilma Rousseff pouco fez para elevar a produtividade e ampliar os investimentos no país.
Diante disso, a chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede o volume de investimento na economia doméstica, mostrou nesta sexta-feira a quinta redução trimestral consecutiva. As consequências da inação de Lula também começam a ser notadas no segmento de serviços, cuja expansão dá sinais de esgotamento graças ao "apagão" de mão de obra, isto é, a escassez de profissionais qualificados decorrente da péssima estrutura de ensino brasileira.
Em outras palavras, o PIB divulgado nesta sexta-feira é a perfeita tradução da 'herança maldita' deixada pelo ex-presidente à sua sucessora.
A falta de políticas consistentes para áreas cruciais da economia ao longo dos oito anos de governo Lula foi apontada por economistas ouvidos pelo site de VEJA como um dos motivos que levou o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro a apresentar a taxa pífia de crescimento de 0,6% no terceiro trimestre.
Embora tenha conduzido a política econômica de forma responsável – principalmente a monetária, menos por mérito pessoal e mais por ter relegado o trabalho ao ex-presidente do BC, Henrique Meirelles –, o antecessor de Dilma Rousseff pouco fez para elevar a produtividade e ampliar os investimentos no país.
Diante disso, a chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede o volume de investimento na economia doméstica, mostrou nesta sexta-feira a quinta redução trimestral consecutiva. As consequências da inação de Lula também começam a ser notadas no segmento de serviços, cuja expansão dá sinais de esgotamento graças ao "apagão" de mão de obra, isto é, a escassez de profissionais qualificados decorrente da péssima estrutura de ensino brasileira.
Em outras palavras, o PIB divulgado nesta sexta-feira é a perfeita tradução da 'herança maldita' deixada pelo ex-presidente à sua sucessora.
Ciente dos desafios estruturais que tinha para resolver, a presidente Dilma Rousseff assumiu a Presidência da República com notória disposição. O problema, dizem os economistas, é que suas opções, salvo poucas exceções, não foram nada felizes.
Grosso modo, ela optou por uma política que conjuga fechamento da economia – com controle sobre o câmbio, imposição de tarifas sobre importados, etc – com políticas de curto prazo para tentar induzir o crescimento – os chamados pacotes, como a desoneração da folha de pagamento, o IPI reduzido dos automóveis, entre outras medidas.
Também o chamado tripé macroeconômico (cambio flutuante, regime de metas de inflação e equilíbrio fiscal), que visa manter a inflação controlada, foi aparentemente abandonado. Com isso, ela tem colhido apenas perda de competitividade e redução dos investimentos.
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O analista da Tendências lembra que os outros países da América Latina que não mudaram as bases de sua política econômica continuam a crescer com vigor. Nesses mercados, como o Chile e a Colômbia, a taxa investimento cresce, em média, 10% a cada ano a despeito do cenário conturbado no exterior.
"O segredo é que eles não mudaram o sistema de metas da inflação, não deterioraram a situação fiscal, não interviram no câmbio, e também não ficam, a todo o momento, mexendo nos setores da economia", destaca.
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O analista da Tendências lembra que os outros países da América Latina que não mudaram as bases de sua política econômica continuam a crescer com vigor. Nesses mercados, como o Chile e a Colômbia, a taxa investimento cresce, em média, 10% a cada ano a despeito do cenário conturbado no exterior.
"O segredo é que eles não mudaram o sistema de metas da inflação, não deterioraram a situação fiscal, não interviram no câmbio, e também não ficam, a todo o momento, mexendo nos setores da economia", destaca.
Leia mais em PIB baixo no 3º trimestre expõe 'herança maldita'
TEIA DE ESCÂNDALOS - ALOPRADOS, BANCOOP, MENSALÃO, ETC.
‘Rose’ se juntou aos ‘aloprados’ da BANCOOP
Na coluna de Claudio Humberto



Na coluna de Claudio Humberto



Dona de imóvel no bairro da Bela Vista, a ex-chefe de gabinete da Presidência da República em São Paulo Rosemary de Noronha comprou na Mooca dois apartamentos da Cooperativa Habitacional dos Bancários, a Bancoop, acusada na Justiça de desvio de fundos ao PT. A filha, Mirella, ex-funcionária fantasma de estatal, mora em outro, no mesmo condomínio de dois "aloprados" acusados do suposto dossiê contra José Serra, em 2006, e onde a CUT também tem imóvel.
Ninho
Investigados pelo Ministério Público Federal, Osvaldo Bargas e José Carlos Espinoza moram no “Torres da Mooca”, onde a PF bateu.
Parceiros
Lula também comprou uma cobertura triplex da Bancoop no Guarujá (SP), em nome de d. Marisa, como a coluna revelou em junho de 2008.
ÉPOCA: Rose e a sedução do poder
Diego Escosteguy, Alberto Bombig

Um dos afilhados de Rose, Paulo Vieira, foi preso pela Polícia Federal (PF) na Operação Porto Seguro, acusado de chefiar uma quadrilha que cobrava propinas de empresários, em troca de pareceres jurídicos favoráveis em Brasília – fosse no governo, nas agências reguladoras ou no Tribunal de Contas da União. Rubens Vieira, diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), irmão de Paulo e outro dos afilhados de Rose, também foi preso.
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Como foi possível que Rose, uma simples secretária do PT, acumulasse tanto poder e prestígio, a ponto de influenciar nos rumos do governo federal – e causar tamanho salseiro? “A investigação demonstra que o poder de Rose advinha da relação dela com Lula.
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Uma triste passagem de bastão marcou a política brasileira na semana passada: saiu de cena um escândalo político; entrou outro. De um lado, o Supremo Tribunal Federal fez história ao definir as penas dos condenados do mensalão. Treze dos réus, incluindo o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu, vão para a cadeia em tempo integral – uma rara ocasião na história brasileira em que poderosos pagarão por seus crimes. De outro lado, uma nova personagem irrompeu na cena política nacional: Rosemary Nóvoa de Noronha, ou Rose.
Falando em nome de um padrinho político poderoso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Rose trabalhou pela nomeação de vários afilhados no governo federal. Ao se dirigir a diretores de empresas estatais ou órgãos do governo, Rose frequentemente se apresentava como “namorada” do ex-presidente.
Um dos afilhados de Rose, Paulo Vieira, foi preso pela Polícia Federal (PF) na Operação Porto Seguro, acusado de chefiar uma quadrilha que cobrava propinas de empresários, em troca de pareceres jurídicos favoráveis em Brasília – fosse no governo, nas agências reguladoras ou no Tribunal de Contas da União. Rubens Vieira, diretor da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), irmão de Paulo e outro dos afilhados de Rose, também foi preso.
Como foi possível que Rose, uma simples secretária do PT, acumulasse tanto poder e prestígio, a ponto de influenciar nos rumos do governo federal – e causar tamanho salseiro? “A investigação demonstra que o poder de Rose advinha da relação dela com Lula.
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Os autos do processo, de que ÉPOCA obteve uma cópia integral, e entrevistas com os principais envolvidos revelam que:
1) Lula, ainda presidente da República, prestou três favores à quadrilha. Por influência de Rose, indicou os irmãos Paulo Vieira e Rubens Vieira para a direção, respectivamente, da ANA e da Anac. Lula, chamado em e-mails de “chefão” ou “PR” por Rose, também deu um emprego no governo para a filha dela, Mirelle;
2) A quadrilha espalhou-se pelo coração do poder – e passou a fazer negócios. Os irmãos Vieira, aliados a altos advogados do PT que ocupavam cargos no governo, passaram a vender facilidades a empresários que dependiam de canetadas de Brasília;
3) Rose, gabando-se de sua relação com Lula, tinha influência no Banco do Brasil. Trabalhou pela escolha do atual presidente do BB, Aldemir Bendine, indicou diretores (um deles a pedido de Delúbio Soares, o ex-tesoureiro do PT condenado no caso do mensalão), intermediou encontros de empresários com dirigentes do BB e obteve um contrato para a empresa de construção de seu marido;
4) Despesas do procurador federal Mauro Hauschild, do PT, ex-chefe de gabinete do ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli e, depois, presidente do INSS, foram pagas pela quadrilha. É uma situação similar à do recém-demitido número dois da Advocacia-Geral da União (AGU), José Weber Holanda – que, segundo a PF, recebeu propina;
5) A PF, mesmo diante das evidências de que Rose era uma das líderes da quadrilha, optou por não investigá-la. Não pediu o monitoramento das comunicações de Rose e não quis detonar a Operação Porto Seguro no começo de setembro, quando a Justiça autorizara as batidas e prisões. Esperou até o fim das eleições municipais.
Leia mais em Rose e a sedução do poder
NÃO TEM MANOBRA OU PROPAGANDA QUE CONSIGA ESCONDER O FRACASSO DO GOVERNO PETISTA
VEJA.com:
Em reportagem publicada na tarde desta quarta-feira, o jornal britânico Financial Times afirmou que o desempenho da economia brasileira no terceiro trimestre – com alta de apenas 0,6%, abaixo da expectativa do mercado e do próprio Banco Central – foi, no mínimo, frustrante. O diário destacou que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) nacional ficou aquém do crescimento de todos os países emergentes e que o ministro Guido Mantega “errou feio”.
Duas foram as principais falhas do economista: em primeiro lugar, o fato de ter espalhado aos “quatro ventos” que a atividade estava em franca recuperação e, em segundo lugar, por ter afirmado a jornalistas, poucos dias antes do anúncio do IBGE, que o crescimento do PIB anualizado entre julho e setembro seria de cerca de 4%. “Os números apresentados hoje fazem com que as afirmações do ministro Mantega tenham um caráter desconcertante”, afirma o FT.
Protecionismo
O FT ainda apontou que o Brasil pode estar combatendo o inimigo errado ao criar inúmeras medidas protecionistas, como o aumento do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros importados e a fixação do Palácio do Planalto por enfraquecer o real.
“Muito da retórica do governo tem foco na taxa de câmbio, com Mantega acusando os Estados Unidos de inflarem o valor do real contra o dólar por meio de uma política monetária expansionista. Mas economistas argumentam que muito mais precisa ser feito”, afirma o FT.
“Esse desempenho fraco abre espaço para a presidente Dilma introduzir medidas de urgência nas tão necessárias reformas que empurrarão o investimento em infraestrutura no país”, acrescenta.
México
O jornal comparou novamente o desempenho do Brasil com o do México. “O México, por exemplo, tem uma economia muito mais aberta ao comércio internacional e está crescendo muito mais rápido que o Brasil.” “É preciso ver o que o México fez em termos de contenção de custos”, disse ao FT o economista Alberto Ramos, do Goldman Sachs.
“Ao não conter gastos, o Brasil é precificado fora da economia global. O país não tem problema cambial, e sim um problema de competitividade”, afirmou.
TEM M.... PRA TODO LADO

Rosemary Noronha, ex-chefe do gabinete da Presidência em São Paulo, sugeriu num e-mail que o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) receberia vantagens para ajudar o grupo investigado pela Polícia Federal na operação Porto Seguro. Teixeira, líder do PT na Câmara, auxiliou Rose a se reunir com uma funcionária do governo que tinha poderes para encaminhar pedidos de empresas interessadas em ocupar ilhas da União. Uma das ilhas citadas é a de Bagres, na entrada do porto de Santos. É lá que o ex-senador Gilberto Miranda, também investigado, quer montar um complexo portuário de R$ 2 bilhões -maior negócio flagrado na operação.
A mensagem que cita Teixeira foi enviada a Paulo Vieira, ex-diretor da Agência Nacional de Águas (ANA) preso pela Polícia Federal no dia 23. Vieira é acusado de chefiar um grupo que vendia pareceres e exercia tráfico de influência em órgãos federais. No e-mail, de abril de 2009, Rose discute com Vieira a justeza de um valor que ela reivindica:
"Qto ao pagamento que está para chegar considero que vc não está me fazendo nenhum favor, entendo que trabalhei muito junto a gordinha. Vc já esqueceu da reunião com o deputado Paulo Teixeira? Não foi coisa tão simples. O retorno que recebi não é nada perto do que ele receberá... Não nasci ontem não sou boba!" Em seguida, Rose diz: "Se vc acha que não está correto aborte o envio dos 30 livros".
"Qto ao pagamento que está para chegar considero que vc não está me fazendo nenhum favor, entendo que trabalhei muito junto a gordinha. Vc já esqueceu da reunião com o deputado Paulo Teixeira? Não foi coisa tão simples. O retorno que recebi não é nada perto do que ele receberá... Não nasci ontem não sou boba!" Em seguida, Rose diz: "Se vc acha que não está correto aborte o envio dos 30 livros".
O texto é cifrado, mas a PF já sabe que "gordinha" é Evangelina Pinho, ex-superintendente da SPU (Secretaria do Patrimônio da União) em São Paulo. Os "30 livros", ainda segundo interpretação da polícia, seriam R$ 30 mil. "Livros" ou "exemplares" são maneiras que o grupo usava para se referir a dinheiro.Evangelina aparece nas investigações da PF ajudando o ex-senador Gilberto Miranda a obter autorização da SPU para usar duas ilhas no litoral paulista: a de Bagres, local do projeto do porto de R$ 2 bilhões, e a de Cabras, onde ele tem uma casa. Miranda conseguiu o que queria nos dois casos.
A PF descobriu que a ex-superintendente da SPU em São Paulo viajou no jatinho do ex-senador de Brasília para São Paulo. Evangelina trabalhou com Teixeira de 2001 a 2005 na Secretaria da Habitação da Prefeitura de São Paulo, na gestão Marta Suplicy. Era responsável pelo Departamento de Regularização do Parcelamento do Solo (Resolo). Teixeira confirmou à Folha que sua assessoria ajudou Rose a marcar a reunião com Evangelina. Ele diz, porém, que nada recebeu. Petistas disseram à Folha que foi Teixeira quem indicou Evangelina, mas o deputado diz que não. Segundo Teixeira, Evangelina foi para o governo porque é do PT de Santo André e amiga de Alexandra Resk, que trabalhava na SPU.
O deputado Cândido Vaccarezza (PT) também é citado em e-mails enviados por Rose a Paulo Vieira, quando ela faz lobby para que Vieira seja nomeado diretor da ANA, a agência de águas. Rose marca e desmarca reuniões com Vaccarezza. Houve pressão de deputados porque o nome de Vieira, indicado pelo então presidente Lula para a ANA, foi recusada duas vezes no Senado. Ele só foi aprovado para a agência em terceira votação.
(Folha de São Paulo)
(Folha de São Paulo)
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