quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

SENADORA QUER QUE COUTINHO EXPLIQUE INVESTIMENTOS DO BNDES NO EXTERIOR

Por: Naira Trindade

Ana Amelia
Após a denúncia do Diário do Poder/ Coluna Cláudio Humberto da falta de fiscalização nos altos investimentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no exterior, a senadora Ana Amélia (PP-RS) apresentou requerimento para ouvir o presidente do órgão. O convite foi protocolizado nesta tarde na Câmara dos Deputados.
A Comissão de Assuntos Econômicos ainda não tem uma data definida, mas pretende pedir esclarecimentos a Luciano Coutinho assim que os parlamentares retornarem às atividades. Ana Amélia quer mais transparência, inclusive, nos aos investimentos em projetos como o terminal portuário de Havana, em Cuba.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

SE A POLÍCIA NÃO PODE AGIR...

Black bloc é linchado pelo “povo”

Reinaldo Azevedo


Pois é… Se a Polícia Militar não pode agir porque passa a ser tratada pela imprensa como bandida, a população começa a tomar a tarefa para si. Sim, leitor amigo, esse é o pior dos mundos. Vejam este vídeo, feito pelo Estadão, mas quase clandestino. Sei lá por quê, a página online do jornal decidiu não lhe dar a devida visibilidade. Volto em seguida.
Como se vê, um adepto da tal tática black bloc é descoberto por pessoas que estavam presentes a um show de black music. Na Praça da República. O rapaz é severamente espancado, linchado mesmo. Em sua mochila, a polícia encontrou um estilingue, quatro sacos de bolinhas de gude, um capacete preto, um par de luvas e máscaras. É, como se sabe, o uniforme dos black blocs.
Reitero: numa democracia, as forças de segurança, incluindo as polícias, detêm o monopólio do uso da força. Se, por qualquer razão, o estado se mostra ineficiente para cumprir o seu papel, a sociedade, de forma desorganizada, toma essa tarefa para si. E, aí, meus caros, vira a luta de todos contra todos. A população de São Paulo e de boa parte das grandes cidades brasileiras não suporta mais esses caras.
É claro que não endosso a selvageria. Mas pergunto: não é exatamente essa a linguagem dos black blocs? A do confronto? A da violência? Se os seguranças não tiram aquele infeliz de lá, é evidente que ele teria morrido. A irresponsabilidade de certas áreas do Poder Público, da imprensa, do Ministério Público e da Defensoria acabará produzindo cadáveres.
Assim não, senhor William Santiago
E cumpre censurar também severamente a fala do sr. William Santiago, o tal que, sobre o palco, afirma:
“Nós demoramos muito para ter esse espaço; um espaço nosso, da black music, dos nossos afrodescendentes. Se eles ciscarem por aqui, vamos dar porrada neles. Vamos dar porrada. Eles não entram mais aqui”.
É evidente que o caminho não é esse. É evidente que não é com o estímulo à violência e à pancadaria que as coisas se resolvem. E agora uma questão que diz respeito ao jornalismo.
Jornal Nacional?
Um vídeo como esse merece ou não ir para o Jornal Nacional? Alguém dirá, cheio de prudência: “Melhor não! Pode incentivar a população a quebrar esses caras”. Entendo. Mas tenho de perguntar: quando as TVs — não só a Globo — cobrem muitas vezes ao vivo os atos terroristas desses vândalos, dando-lhes visibilidade, não estaria contribuindo para lhes conferir uma importância política que não têm? É uma questão a ser pensada. Tudo o que eles querem é um “assinatura” na baderna.
Escrevi aqui no dia 23 para protesto de alguns: “A população de São Paulo — ESPECIALMENTE OS MAIS POBRES — gosta é de ordem e de polícia cumprindo a sua função. Quem gosta de bagunça é subintelectual do miolo mole, militantes de esquerda e, infelizmente, alguns coleguinhas.”
Muita gente protestou. Nesse mesmo texto, aconselhei:“As redações deveriam enviar seus repórteres para fazer um treinamento intensivo com o “povo” — mas povo mesmo, de verdade, o que exclui as entidades e ONGs de militantes usurpadores, que pretendem falar em seu lugar.”

Brasil é o único dos Brics que perdeu investimentos


País mostrou retração de 3,9% no investimento estrangeiro direto em relação a 2012; no contexto regional, Mercosul foi o único bloco que perdeu capital

Dilma Rousseff: políticas protecionistas impactaram investimento (Ueslei Marcelino/Reuters)

O investimento estrangeiro direto (IED) caiu 3,9% no Brasil em 2013, para 63 bilhões de dólares, informou um relatório da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) divulgado nesta terça-feira. O resultado brasileiro é o único negativo entre os países dos Brics (bloco integrado também por Rússia, Índia, China e África do Sul). Contudo, graças aos investimentos em território chinês e russo, o IED do bloco alcançou 322 bilhões de dólares, alta de 21% em relação a 2012.

O governo da presidente Dilma Rousseff usou o pretexto de fomentar o investimento estrangeiro direto para justificar muitas de suas políticas protecionistas no país. Esse tipo de aporte é considerado capital “de qualidade”, que consiste em injeções diretas no setor produtivo — e não no mercado financeiro, quando é considerado capital especulativo. O aumento de impostos sobre o investimento estrangeiro em títulos de renda fixa, por exemplo, foi uma das medidas criadas pelo Ministério da Fazenda para espantar os especuladores, em meados de 2011. Com a disparada do dólar ocorrida no último ano, muitas das medidas foram desfeitas. Mas a artilharia do governo acertou alvo duplo: colocou para fora especuladores e, também, os ‘bons’ investidores.

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(...)

EM 2014, VOTE EM UM PRESIDENTE PARA O BRASIL

Pergunta que não quer calar.

No Coturno


O que Dilma foi fazer em Davos? Todos respondem: buscar investimentos estrangeiros para o Brasil. 

E o que Dilma foi fazer em Havana? 

Inaugurar um moderníssimo porto pago com o dinheiro dos brasileiros, em investimento que, só agora se sabe, deverá ultrapassar os R$ 2,4 bilhões. 

Aí o investidor estrangeiro pergunta: se a Dilma, em vez de aplicar o dinheiro do BNDES nos sucateados portos brasileiros, acha melhor investir em Havana, por que eu deveria investir no Brasil? 

É a pergunta que não quer calar.

NINGUÉM FISCALIZA FINANCIAMENTO DO BNDES DESDE A POSSE DE LULA


BANCO FINANCIA OBRAS COMO ESTE PORTO EM CUBA LONGE DO TCU, MPF, CGU…


Obras bancadas pelo BNDES no exterior não são fiscalizadas pelo Tribunal de Contas da União, Ministério Público Federal ou qualquer órgão de controle. É o caso do financiamento de US$ 684 milhões do Porto Muriel, em Cuba. A condição do BNDES sempre é a mesma, em países latino-americanos ou africanos: entregar a obra a empreiteira brasileira, cuja escolha não tem licitação, nem auditorias. Dilma ontem anunciou mais US$ 360 milhões para bancar o aeroporto de Havana.
“Não há nem projeto”, diz o BNDES, surpreso com os US$ 360 milhões para Cuba. Mas já há empreiteira, que soprou o valor no ouvido certo.
Só em 2012, US$ 2,17 bilhões do BNDES foram pagos a empreiteiras brasileiras no exterior. Em 2013, até setembro, foram US$ 1,37 bilhão. 
Os contratos do BNDES no exterior são “secretos”: o teor dos contratos do porto de Mariel, por exemplo, somente será conhecido em 2027.

A fórmula “engenhosa”, de tirar montanhas de dinheiro do Tesouro sem licitação, sem controle e sem fiscalização, foi criada no governo Lula.



OLHO ROXO DE DILMA GERA SUSPEITAS DE RETOQUE ESTÉTICO OU...

DILMA É PRATICAMENTE CARREGADA POR UM MEMBRO DA COMITIVA
A IMAGEM SUGERE QUE DILMA PASSOU DA CONTA


Dilma Acabada

Rodrigo Vilela

Que simpatia e sorriso não é o forte da nossa presidenta toda a nação já sabe. O que ninguém conseguiu explicar até agora é a aparência e a cara de poucos amigos de Dilma Rousseff enquanto curtia seu “pit stop” em Portugal.
Com nítida falta de vaidade e aparentando cansaço, alguns estão se perguntando se está tudo bem com a saúde da presidenta. A expressão abatida e manchas roxeadas em evidência lembram, também, casos de procedimento estético. A assessoria de Dilma alega insistentemente que “a parada foi técnica”.
A pergunta que não quer calar e está causando burburinho no Planalto Central é: Seria mais fácil maquiar o superávit do governo do que dar uma “melhorada” no rosto da presidenta?

OPOSIÇÃO CRITICA GASTOS ‘NABABESCOS’ DE DILMA EM VIAGEM

À SAÍDA DE RESTAURANTE, ASSESSOR DE DILMA LEVA TRÊS GARRAFAS DE VINHO

Por: Naira Trindade

vinho na bagagem

O presidente regional do PSDB em São Paulo, o deputado federal Duarte Nogueira, criticou a boa vida da  presidente Dilma Rousseff em se hospedar em um dos mais luxuosos hotéis de Lisboa, torrando R$ 71 mil. Só a diária de Dilma no hotel Ritz custou R$ 26 mil. “Há aí pelo menos dois aspectos envolvidos: falta de transparência da Presidência da República que não comunicou que haveria essa escala em Lisboa e gastos nababescos [luxuosos e pomposos] que atingem frontalmente a população”, disse.
A passagem de Dilma por Portugal, vindo de Davos, na Suíça, onde participou do Fórum Econômico Mundial, segundo a imprensa não estava na agenda oficial divulgada inicialmente. Ela deixou a capital portuguesa na manhã de domingo (26). Ela seguiu para Cuba, onde inaugura um porto e participa da II Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac).
Duarte Nogueira ressaltou que o papel da oposição é fiscalizar e que o tema será novamente colocado em pauta na próxima semana quando o congresso retoma suas atividades legislativas. “Quem perde a eleição [como no caso do PSDB na disputa pela Presidência da República] fiscaliza. É o papel de defesa da sociedade”, destacou.
O jornal Expresso, o mais influente de Portugal, divulgou em seu sites fotografias que flagram a saída da comitiva presidencial do restaurante Eleven, um dos mais caros restaurantes da Europa. Dilma se aproxima de um carro ao lado do chefe de sua segurança, do embaixador do Brasil em Lisboa, Mário Vilalva, da ministra Helena Chagas (Comunicação Social) e de um assessor, provável ajudante de ordens presidencial, levando uma sacola com pelo mens três garrafas de vinho.