terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

PT COLOCA O BRASIL NA MARCHA À RÉ DA HISTÓRIA

PT tem projeto de poder, não tem projeto de nação. Por isso, o olhar é para trás.

No Coturno
Quer mais prova de falta de visão do que trocar Obama por Fidel? Gerar empregos em Cuba, em vez de gerar emprego no Brasil?

Hoje o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo (PT), que recebeu uma espécie de voto de confiança para ficar no cargo, depois que a banda podre do seu partido voltou a mandar na área, fez uma declaração lamentável:

Na Folha, Bernardo atacou a oposição, ao dizer que ela "só sabe ler jornal, comentar e correr atrás do que algumas matérias dizem". "E se você olhar além do governo, o que a oposição tem a dizer? Nada. Você olha e o que eles têm falado de emprego? Quando o PSDB governou o País, o que eles fizeram em termo de emprego? Nada. As pessoas falam assim 'Mas em 2013, gerou pouco emprego'. É, gerou menos do que nos anos, mas é mais que o FHC gerou em oito anos", disse o ministro.

O ministro Bernardo, como todo o petista, é capaz de voltar no tempo, antes do atentado ao WTC, da criação do Google, do facebook e das redes sociais, da crise que quase derrubou a Europa e os Estados Unidos, mas não tem a capacidade de prever o que vai acontecer neste ano de 2014. O motivo é simples: o PT só tem projeto de poder, não tem projeto de país, por isso precisa da comparação com a oposição, por mais grotesca que ela seja. Bernardo não falou que o superávit primário foi para o espaço, que os juros estão nas alturas e que o dólar está fora de controle.

O PT fez algumas coisas porque pegou o país organizado e estabilizado. Mas parou de fazer. E está colocando os fundamentos da economia em risco. 

A grande incógnita é saber como o PT vai devolver o poder, se perder a eleição. Ninguém sabe. Tudo é secreto. Tudo é por baixo do pano. O que a oposição tem a dizer, ministro? Simples: o PT bateu no teto. Tchau, PT.

PETISTA DEBOCHA AO GESTICULAR AO LADO DE JOAQUIM BARBOSA

VICE-PRESIDENTE DA CÂMARA, ANDRÉ VARGAS, GESTICULA E DESRESPEITA BARBOSA

Por: Naira Trindade


Era para ser uma simples cerimônia de retorno ao trabalho, mas o vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT), quis chamar mais atenção. Ele aproveitou a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, para elevar a militância petista ao empunhar o braço no mesmo gesto feito pelos mensaleiros presos.
Crítico do mensalão, Vargas admitiu aos jornalistas ter provocado Barbosa. ”Muitos cumprimentam com positivo, sinal de vitória. No PT, é tradicional cumprimentar com L do Lula e a gente tem se cumprimentado assim (punho erguido). Foi o símbolo de reação dos nossos companheiros que foram injustamente condenado. O ministro está na nossa Casa. Na verdade, ele é um visitante, tem nosso respeito, mas estamos bastante à vontade para cumprimentar do jeito que a gente achar que deve”, disse à Folha.
Superior a brincadeira, Barbosa ignorou o deputado e ressaltou que pretende julgar processos mais antigos neste ano. Segundo ele, será uma “reposta aos anseios da sociedade por uma justiça mais célere”. O presidente do Supremo destacou ainda que essa celeridade “vai se ampliar com o processo judicial eletrônico, já consagrado em resolução do CNJ”.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

GOVERNO EXECUTOU ZERO EM MOBILIDADE URBANA


UM DOS PRINCIPAIS PEDIDOS DA FIFA, MOBILIDADE URBANA NÃO ANDOU NO BRASIL


A presidenta Dilma promete “a Copa das Copas”, o ministro Aldo Rebelo (Esporte) vende otimismo, mas a verdade é que o governo não parece preocupado com uma das principais exigências da Fifa: investimentos em mobilidade urbana. A 128 dias da Copa do Mundo, nem um centavo foi liberado para mobilidade urbana nas seis cidades-sede: São Paulo, Salvador, Porto Alegre, Natal, Manaus e Brasília. 

Em Brasília, foram contratados R$ 43 milhões para ampliação da via DF-047, que dá acesso ao aeroporto. Nenhum recurso foi repassado.

A DF-047 (Estrada Parque Aeroporto) começou a ser reformada em 2012, com entrega prevista para março de 2014. Até agora, nada.

Nas demais cidades-sedes, o governo precisa honrar compromissos: no Rio, por exemplo, foram repassados só metade dos R$1,5 bilhão.

domingo, 2 de fevereiro de 2014

A REALIDADE QUE O CÂNTICO DE LOUVOR DA PROPAGANDA NÃO MOSTRA

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - O Estado de S.Paulo

Foto: SEM PALAVRAS..........!!

As pesquisas eleitorais estão a indicar que os eleitores começam a mostrar cansaço. Fadiga de material. Há 12 anos o lulopetismo impõe um estilo de governar e de se comunicar que, se teve êxito como propaganda, demonstra agora fragilidade. Toda a comunicação política foi centralizada, criou-se uma rede eficaz de difusão de versões e difamações oficiais pelo País afora, os assessores de comunicação e blogueiros distribuem comunicados e conteúdos a granel (pagos pelos cofres públicos e empresas estatais) e se difundiu o "Brasil maravilha", que teria começado em 2002. Ocorre que a realidade existe e às vezes se produz o que os psicólogos chamam de "incongruências cognitivas". Enquanto os efeitos das políticas de distribuição de renda (criadas pelos tucanos) eram novidade e a situação fiscal permitia aumentos salariais sem acarretar consequências negativas na economia, tudo bem. O cântico de louvor da propaganda encontrava eco na percepção da população.

Desde as manifestações de junho passado, que pegaram governo, oposição e sociedade de surpresa, deu para ver que nem tudo ia bem. A insatisfação estava nas ruas, a despeito das melhorias inegáveis do consumo popular e de alguns avanços na área social. É que a própria dinâmica da mobilidade social e da melhoria de vida e, principalmente, o aumento da informação geram novas disposições anímicas. As pessoas têm novas aspirações e veem criticamente o que antes não percebiam. Começam a desejar melhor qualidade, mais acesso aos bens e serviços e menos desigualdade.

O estopim imediato da reação popular foram os gastos da Copa, o custo do transporte, a ineficiência, a carestia e a eventual corrupção nas obras públicas. Ao lado disso, a péssima qualidade do transporte urbano, da saúde, da educação, da segurança, tudo de cambulhada. Nada é novo, nem a reação provocada por esse mal-estar se orientou, de início, contra um governo específico ou um partido. Significou o rechaço de tudo o que é autoridade. Na medida em que o governo federal reagiu propondo "pactos", que não deslancharam, e vestiu a carapuça, a tonalidade política mudou um pouco. 
(...)
Em suma, está na hora de mudar e quem tem a boca torta pelo cachimbo da conivência com a corrupção, o desperdício e a incompetência administrativa, por mais que faça mímica, não é capaz dessa proeza. O passado recente teve suas virtudes, mas se esgotou. Construamos um futuro de menos arrogância, com realismo e competência, que nos leve a dias melhores.
Leia a íntegra em Mudar, com pé no chão

sábado, 1 de fevereiro de 2014

DIVERSÃO ÀS CUSTAS DO POVO

‘COMANDANTE’ DILMA SE DIVERTE ALTERANDO ROTAS

diário do poder



Habituados aos desvios de rota determinados pela presidenta Dilma nas viagens ao exterior, o Itamaraty e a Força Aérea Brasileira (FAB) agora elaboram planos de voo detalhando apenas a ida, e deixando a volta ao Brasil em aberto, a cargo da chefa. Diplomatas são obrigados a ficar de plantão, aguardando decisão de madame, para providenciar de última hora a estrutura e autorizações de sobrevôo nos países.

O pernoite de Dilma em Portugal, no hotel Ritz, embora previsto e o governo português ciente, só foi confirmado por ela dois dias antes.

Além do mal-estar diplomático, devido à comunicação sempre em cima da hora aos governos locais, os gastos da viagem multiplicam.

O ex-presidente Lula também se divertia mudando os planos de voo, como Dilma, mas com regularidade bem menor que a sucessora.

Já o ex-presidente FHC, segundo palacianos, decidia tudo com antecedência, e cumpria à risca os planos de voo de ida e volta.

OPORTUNISMO: ESPANCADOR DE MULHERES FILIA ROLEZEIROS SEM AVISAR OS JOVENS

É o que informa reportagem de Pedro Venceslau, publicada pelo Estadão. Netinho de Paula, o pagodeiro do PCdoB que é secretário da Igualdade Racial de Fernando Haddad, aproveitou a sua aproximação com os rolezeiros para atrair a molecada para o PCdoB. Leiam trecho.

*
A polêmica em torno dos “rolezinhos” de jovens da periferia em shoppings de São Paulo começa a ganhar contornos partidários. Três dos principais organizadores dos encontros combinados pela internet que dividiram a opinião pública se filiaram anteontem à União da Juventude Socialista (UJS), entidade que representa a juventude do PC do B e dirige a União Nacional dos Estudantes (UNE).
A ponte entre os jovens e a organização, que foi fundada em 1984 pelo então líder estudantil Aldo Rebelo, atual ministro dos Esportes, foi feita pelo secretário de Igualdade Racial da prefeitura paulistana, Netinho de Paula, que integra o partido. Ele foi escalado pelo prefeito Fernando Haddad (PT) para negociar um acordo entre os “rolezeiros” e os comerciantes que reclamam do movimento.
A filiação do trio ocorreu durante o seminário nacional de formação política da UJS. Também participaram do evento os ex-ministros Luiz Dulci e Orlando Silva, e Renato Rabelo, presidente nacional do PC do B. “A aproximação com eles reforça nossa atuação na periferia”, afirmou Camila Lima, presidente da UJS paulistana.
Apesar do entusiasmo da UJS, o principal líder dos “rolezeiros” demonstrou espanto ao ser informado pelo Estado que a entidade a qual se filiou é ligada a um partido político. “Eu não sabia que era um grupo político. Eles disseram que a UJS é um grupo de amigos e que ela não tem nada a ver com partido. Se tiver, eu vou me afastar”, disse o estudante Vinicius Andrade, de 17 anos, morador do Capão Redondo, zona sul de São Paulo.
Com quase cem mil seguidores no Facebook, ele afirma que os polêmicos encontros não têm o objetivo de fazer uma denúncia social. “Nosso objetivo é curtir, tirar umas fotos e dar uns beijos. Não queremos saber de política. A gente não queria essa polêmica toda”, disse Vinicius.
(…)

MÁQUINAS DE PRODUZIR CADÁVERES

O Distrito Federal entregue ao crime. Ou: Os reiterados desastres dos governos petistas na segurança pública.

Agnelo Queiroz: incompetência comprovada também na segurança pública
Agnelo Queiroz: incompetência comprovada também na segurança pública
Os governos petistas são notavelmente incompetentes em várias áreas, mas em nenhuma eles conseguem ser tão ruins como na segurança pública. Atenção! O Distrito Federal tem a renda per capita mais alta do país. O Distrito Federal tem a Polícia Militar mais bem paga do país — salário médio de R$ 4.300. O Distrito Federal tem o maior número de policiais militares por habitante: 1 para cada 168. Não obstante, a região vive um impressionante surto de violência. Os roubos cresceram 22% nos últimos dois anos. Os homicídios, em janeiro, tiveram um aumento de 41% em relação a igual mês de 2013. Desde o fim do ano passado, a PM realiza o que se chama “Operação Tartaruga” — que é, assim, trabalhar com vagar, com moleza. Pedem aumento de salário e mudança no plano e carreira. Os crimes explodiram.
Debaixo do nariz de José Eduardo Cardozo, aquele que gosta de vir dar pitaco na polícia de São Paulo.
Debaixo do nariz de Maria do Rosário, aquela que gosta de emitir notas marotas quando chama de homicídio um suicídio acontecido em São Paulo.
Debaixo do nariz de Dilma Rousseff, aquela que disse esperar explicações sobre suposta ação injustificada da PM de São Paulo — que, na verdade, era a vítima.
Vamos botar números nessa história. Segundo o Anuário de Segurança Pública, o Distrito Federal teve, em 2012, uma taxa de 32,1 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) por 100 mil habitantes, quase três vezes a de São Paulo, que tem menos policiais por habitantes, cuja polícia ganha bem menos e com renda per capita inferior. Os CVLI incluem homicídios dolosos e latrocínios. Sem dúvida, uma polícia bem paga é importante para garantir a segurança pública — mas, sem competência, é inútil. Sem dúvida, uma renda per capita elevada pode contribuir para diminuir certos crimes. Mas, sem competência, é inútil. Sem dúvida, um número maior de policiais é importante para garantir a segurança pública, mas, sem competência, é inútil.
E, está demonstrado, competência, nessa área, o PT não tem. E a prova não está só no Distrito Federal, não. De 2008 a 2012, segundo o mesmo anuário — que é do Ministério da Justiça! —, a taxa de CVLI da Bahia cresceu 30% — de 31,3 por 100 mil habitantes para 40,7. O caso desse estado é mesmo espantoso. Segundo um outro levantamento, o Mapa da Violência, no ano 2000, a Bahia tinha 9,4 homicídios por 100 mil habitantes. Dez anos depois, já havia chegado a 37,7.
Sergipe
O PT governa o Sergipe desde 2007. A taxa de Crimes Violentos Letais Intencionais saltou de 27 por 100 mil habitantes em 2008 para 40 em 20912. É outro escândalo.
Acre
O PT está no poder no Acre há 15 anos. Os Irmãos Viana e Marina Silva são os donos do pedaço. De 2008 para 2012, conseguiu-se reduzir um pouco a taxa dos CVLI: de 26 para 24,2 — ainda assim, mais do que o dobro da de São Paulo.
“Pô, Reinaldo, que história é essa de ficar o tempo todo comparando com São Paulo? Ora, meus caros, a esmagadora maioria dos “especialistas” ouvidos pela imprensa paulistana quando há questões relativas a segurança pública é do PT ou pertence a aparelhos do PT. O partido tem a ambição de conhecer a área. Por que, então, quando lhe é dado governar, consegue implementar uma política que produz o dobro, o triplo e até o quádruplo de cadáveres?
Rio Grande do Sul
No Rio Grande do Sul, Tarso Genro assumiu o poder com uma taxa de CVLI de 17 por 100 mil. Em 2011, ela passou para 17,5 e saltou para 19,8 em 2012. Não tenho os dados de 2013.
Piauí
PT e PSB dividem o governo do Piauí desde 2003. A taxa de CVLI saltou de 9,9 por 100 mil em 2008 para 16,4 em 2012 — e, ainda assim, o anuário inclui o estado entre aqueles cujos dados são de confiabilidade apenas média. Deve ser mais do que isso.
Encerro
A taxa de homicídios dolosos do Estado de São Paulo em 2010 foi de 10,5 por 100 mil. Deve ser a mais baixa do país. Não obstante, a polícia do estado é a que mais apanha do PT — claro! —, das ONGs, dos “advogados ativistas”, do governo federal e também da imprensa.
Se a taxa de homicídios do Brasil fosse igual à de São Paulo, salvar-se-iam por ano perto de 30 mil vidas. Em breve, virá a campanha eleitoral, e o petista Alexandre Padilha tentará dar aula aos paulistas de segurança pública. Vai ver pretende pôr em prática as lições que aprendeu com Agnelo Queiroz, no Distrito Federal, e Jaques Wagner, na Bahia, entre outros especialistas… Dá para tremer só de pensar.
Por Reinaldo Azevedo