sábado, 25 de agosto de 2018

CONSPIRAÇÃO DOS INSTITUTOS DE PESQUISA!? TEORIA OU FATO?


Como índices fake (palavra da moda) funcionam no inconsciente coletivo. O mantra que se repete aos quatro ventos é que a pulverização de candidatos levaria a um cenário de TODOS contra Bolsonaro.

Para frear possível crescimento do candidato da direita, os "iluminados" colocam seu favorito na dianteira, pois assim será o escolhido entre os eleitores para receber o tal voto contra Bolsonaro. Não vamos fingir que não é assim.

Temos que reconhecer, não adianta fugir aos fatos, são muitos lulas por aí que podem estragar a nossa vida se não fizermos nada para evitar a volta da quadrilha ao poder

Pesquisas publicadas durante a semana apontam a liderança disparada de Lula na disputa, já batendo nos 40%. Não adianta dizer que ele não será candidato. O que é relevante aqui é que quase a metade da população acha que ele não é culpado. Ou acha que, se todos são culpados, então ele é o melhor (pois, pelo menos, está do lado dos pobres).

O correto, se realmente há alguma preocupação no combate à corrupção, seria TODOS contra o candidato da quadrilha, seja quem for.

Infelizmente, o ódio contra militares é mais intenso do que contra ladrão.

"Eu não estou entre os milhões de Lulas. Não roubei dinheiro público, não estou presa, não fui condenada em segunda instância..."


QUE TAL "IMPRENSA SEM PARTIDO?"


Até quando a mídia vai insistir nessa palhaçada de colocar a mulher como vítima da sociedade, como fazem com os bandidos?

Não tem nada mais fake do que a informação forjada para favorecer candidatos de estimação. Atender às pautas de partidos políticos não é jornalismo, é torcida e campanha explícita.

O PT E A REDE DE MARINA NÃO VOTARAM A FAVOR DA MULTA CONTRA DISCRIMINAÇÃO SALARIAL



A esquerda foi a única que perdeu com a Reforma Trabalhista, perdeu a mamata do imposto sindical e perdeu o discurso.

Se lermos atentamente ao menos os pontos principais da reforma que os partidos da esquerda, incluindo a REDE da Marina, votaram radicalmente contra, podemos constatar que não há nada que retire direitos dos trabalhadores, mas amplia generosamente a proteção às mulheres.
 
Alguns pontos da Reforma que afetam diretamente as mulheres:

Multa contra discriminação A reforma cria uma multa a ser paga ao funcionário que sofrer discriminação salarial "por motivo de sexo ou etnia";

Estabilidade no emprego de gestantes;

Licença-maternidade com a duração mínima de 120 dias, com extensão do benefício à funcionária que adotar uma criança;

Proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos;

Proibição de que o empregador exija atestado para comprovação de esterilidade ou gravidez, além de proibição da realização de revistas íntimas em funcionárias;

Proibição de que uma mulher seja empregada em serviço que demande força muscular superior a 20 quilos para o trabalho contínuo, ou 25 quilos para o trabalho ocasional;

Autorização para mulher romper compromisso contratual, mediante atestado médico, se este for prejudicial à gravidez;

Repouso remunerado de duas semanas em caso de aborto não criminoso;

Dois descansos diários de meia hora cada para mulheres lactantes com filho de até seis meses;

Exigência de que os locais destinados à guarda dos filhos das operárias durante o período da amamentação deverão possuir, no mínimo, um berçário, uma sala de amamentação, uma cozinha dietética e uma instalação sanitária.

Leiam AQUI os principais pontos do projeto e AQUI como votou cada deputado. 

"ÓDIO DO BEM", DESMASCARANDO A HIPOCRISIA

Como os "tolerantes" da esquerda tratam o eleitor da direita
Afinal, quem tem discurso de ódio, quem mostra os fatos ou quem ataca com agressões pessoais

Ah, os eleitores de Alckmin, Amoêdo e Álvaro Dias também não são poupados, não. Deem uma espiada nas páginas vermelhas e confiram.


De acordo com o texto, se considerar as cotas que se baseiam na cor da pele (taxando o negro de incapaz ao invés de considerar a condição social) como prática racista é ser racista, então pode me chamar de racista. 

Se ficar horrorizada com a pauta LGBT infantil, que visa destruir a identidade das crianças e colocar na cabeça de inocentes que podem escolher ser o que quiserem, além de estimular a sexualização precoce banalizando a pedofilia, se isso é ser homofóbico, então podem me chamar assim porque jamais vou aceitar isso. 

Se não seguir ondas de suposta defesa da mulher que espalham dados falsos sobre a nossa situação no mercado de trabalho é ser misógina, então eu também sou. 

Se ficar satisfeita com a prisão de corruptos é ser sádica, não me importo que me xinguem disso também. 

Que mais?.... se eu não decoro mantras impostos por "iluminados" nem copio e colo textos de cartilhas partidárias é ser subletrado, engulo mais um rótulo mas não me presto a isso. 

Ah, não podemos esquecer a traição de Lula, que contrariou a decisão de uma maioria esmagadora da população no referendo de 2005 ao decidir não mexer na lei sobre porte de armas, e impôs a lei do desarmamento que resultou na multiplicação dos índices de violência. Contrariar uma decisão popular confirmada em referendo foi, no mínimo, uma violência contra a democracia.

É importante mostrar a cara da esquerda. 
O discurso é bonito, enganador, mas a índole é podre.


Há uma página nas mídias sociais que trata do "ódio do bem". Lá podemos encontrar uma infinidade de declarações desse tipo.

Vejam o que um "tolerante" respondeu a uma postagem de Janaína Paschoal, no twitter.

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

DIVERGÊNCIA ENTRE INSTITUTOS DE PESQUISAS

Comparativo de pesquisas mostra divergências em votos para Lula

Por Claudio Dantas



O Antagonista fez um comparativo das últimas três pesquisas presidenciais realizadas pelo Instituto Paraná, Ibope e Datafolha. As divergências entre os resultados merecem análise mais aprofundada.

No caso do apoio a Lula, por exemplo, o IParaná apontou 30,8% das intenções de voto para o presidiário, bem menos que os 37% do Ibope e e os 39% do Datafolha.

A estratificação dos cenários regionais revela índices semelhantes na região Sudeste, mas diferenças brutais nas regiões Nordeste e Sul.

Segundo o Iparaná, o ex-presidente teria apenas 18,1% na soma das intenções dos eleitores de Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Ibope e Datafolha estimaram esse apoio em 27% e 25%, respectivamente – uma diferença de até 11 pontos percentuais.

No Nordeste, o fenômeno se repete, com a distância entre as apurações do IParaná e dos outros dois institutos de pesquisa alcançando até 13 pontos percentuais. O comparativo também identifica diferenças em relação aos índices de Bolsonaro e Marina, no cenário com Lula, mas numa proporção menor.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

IBOPE: BOLSONARO LIDERA COM 20%

O Antagonista

Saiu a primeira pesquisa do Ibope desde junho sobre a corrida presidencial, divulgada há minutos pelo site do Estadão (e que mais tarde irá ao ar no Jornal Nacional).

No cenário sem Lula, Jair Bolsonaro lidera, com 20%. Atrás dele vêm Marina Silva, com 12%, e Ciro Gomes, com 9%. Geraldo Alckmin tem 7%; Fernando Haddad, 4%.

O cenário que inclui o presidiário –inelegível, segundo a Lei da Ficha Limpa– dá a ele 37% das intenções de voto. Nesse caso, Bolsonaro fica com 18%, Marina com 6%, Ciro e Alckmin com 5%.

FUNDÃO CRIA MAGNATAS ELEITORAIS


Fundão eleitoral tirou dinheiro do cidadão para criar ‘magnatas’ dos partidos

'Donos' de partidos controlam R$1,7 bilhão tirados dos nossos bolsos


O fundão eleitoral de mais de R$1,7 bilhão, que financiará a campanha deste ano, foi produto de acordão dos presidentes de sete partidos – MDB, PSDB, DEM, PSB, PP, PR e PSD. Foi uma invenção demoníaca. Proibidos de vender favores no governo em troca de financiamento eleitoral, os partidos criaram o fundão para tirar dinheiro do contribuinte sem o risco de Polícia Federal da porta. Assim, os “sete magnatas” multiplicaram o poder sobre “vida e morte” dos próprios correligionários. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Bancando a própria campanha ao governo do DF, Ibaneis Rocha critica a criação do fundão. Porque os partidos tendem a priorizar a campanha dos que já são mais conhecidos e têm possibilidade de eleição, impossibilitando a renovação na política.

O presidente do MDB, Romero Jucá, por exemplo, foi logo avisando que somente ajudaria a bancar campanhas de candidatos “viáveis”, ou sejam, os que já têm mandato.

Ciro Nogueira (PP) e Valdemar Costa Neto (PR), montados na grana, definem as candidaturas nas quais os partidos investirão nos estados.

Só os partidos que apoiam Alckmin (PSDB, PP, PTB, PR, SD, PPS, PSD, PRB, DEM) embolsarão R$830 milhões para gastar nas eleições desde ano. Isso representa quase 49% do fundão eleitoral.