segunda-feira, 26 de outubro de 2015

ENEM - UM TESTE TÃO IMPORTANTE SERVINDO PARA ENGANAR A SOCIEDADE.



Revoltados ON LINE

A FRAUDE do ENEM com a doutrinação da mentira da ideologia de gênero.

Esse é só um dos casos que ocorreram na prova de ontem (e sábado).

Essa gente é dúbia e fraudulenta! Afirmam que: "mulher não nasce mulher, torna-se mulher" (Frase tirada do contexto); mas o homossexual nasce homossexual. Entenderam?

Quanta contradição!

Usaram uma frase de Simone Beauvoir totalmente fora do contexto para proliferar a ideologia de gênero.
Ela lutava pela IGUALDADE SOCIAL entre homens e mulheres, não por uma IGUALDADE BIOLÓGICA de gênero, sendo que essa última é impossível.

As opções de respostas também não ficam atrás na manipulação.

domingo, 25 de outubro de 2015

SILÊNCIO DE MARINA FAZ DO REDE PUXADINHO DO PT

REFORÇO NA BANCADA - MARINA SILVA DESCONVERSA SOBRE IMPEACHMENT E O GOVERNO ADORA ISSO


O silêncio da ex-senadora Marina Silva, dona do recém-criado Rede, avaliza as barbeiragens da presidente Dilma. Com uma bancada de deputados formada por integrantes da base de apoio ao governo, incluindo quatro ex-petistas, o Rede acionou o Conselho de Ética contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, mas só se posicionará sobre “pedaladas” e impeachment após “análise rigorosa dos fatos”.

Políticos experientes suspeitam que a adesão de vários parlamentares governistas ao Rede foi produto de articulação do Palácio do Planalto.

Agora estão no Rede o ex-petista e dilmista Alessandro Molon (RJ) e Eliziane Gama (MA), ex-PT e ex-PPS.

Miro Teixeira, ex-PMDB/PT/PDT/PPS/Pros e agora no Rede, até se irritou na TV numa discussão sobre impeachment. Ele é contra. 

sábado, 24 de outubro de 2015

MINISTÉRIO PÚBLICO LISTA VOOS DE LULA PAGOS POR EMPRESAS

EMPRESAS BRASILEIRAS FRETARAM VOOS PARA LULA EM VIAGENS ENTRE 2011 E 2015

Diário do Poder



Empresas brasileiras fretaram voos para ex-presidente Lula em viagens no Brasil e no exterior entre 2011 e 2015. Os custos das viagens foram pagos por 47 companhias diferentes, para participações de Lula em eventos, encontros com empresários e chefes de Estado estrangeiros e realização de palestras. Entre as companhias e grupos que têm acordos com o governo federal e integram a lista das patrocinadoras de Lula estão a Vale, o Banco BTG Pactual, que detém ativos da Petrobras na África, a Gerdau, que custeou um evento em Bogotá sobre as relações econômicas com o Brasil, e a Samos Participações Ltda., de Walfrido Guia, ex-ministro de Lula.

A lista, com informações do Instituto Lula, compõe os documentos de uma investigação do Ministério Público Federal do Distrito Federal que apura se Lula cometeu o crime de tráfico de influência no exterior em favor da Odebrecht. A empreiteira, investigada pela Operação Lava Jato, é uma das principais patrocinadoras das viagens do ex-presidente.

De acordo com o instituto, o ex-presidente é convidado com frequência a participar de atividades fora do País. "Essa experiência (profissional e pessoal de Lula) desperta especial atenção de autoridades e dirigentes das sociedades civis e países da América Latina e da África", justifica.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

LAVA JATO - LULA CAI NAS MÃOS DE MORO

JUIZ AVALIARÁ PAPEL DE LULA (SEM FORO PRIVILEGIADO) NO PETROLÃO
Diário do Poder



A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu - e o ministro Teori Zavascki deferiu - o desmembramento do depoimento do lobista Fernando Soares, o "Fernando Baiano", sob acordo de delação premiada, mantendo no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF) a parte que trata de políticos e autoridades com foro privilegiado, e enviando todo o restante ao juiz federal Sérgio Moro, que coordena a Operação Lava Jato.

Como ex-presidente, Lula não tem direito a foto privilegiado. Apenas autoridades no exercício do cargo têm essa prerrogativa. No Brasil, são 22 mil ao todo. Com medo de ser alcançado pela força-tarefa da Lava Jato, Lula cogitou pedir sua nomeação para o ministério do governo Dilma, para, com isso, ganhar direito ao foro privilegiado. Foro por prerrogativa de função é definido pelo art. 102, inciso I, alínea “c”, da Constituição Federal.

Entre os casos remetidos a Sérgio Moro pela PGR estão empresários como o fazendeiro José Carlos Bumlai e políticos sem privilégio de foro, como o ex-presidente Lula. Na prática, o chefe da PGR, Rodrigo Janot, transferiu para Moro a decisão de abrir ou não inquérito para apurar o envolvimento do ex-presidente Lula na roubalheira da Petrobras.

A força-tarefa da Operação Lava Jato considera provado que o esquema bilionário de corrupção na estatal foi implantado durante o governo Lula, em 2005, por meio de figuras-chave como o então ministro José Dirceu (Casa Civil) e de prepostos na petroleira como os diretores, hoje presos, que representavam os interesses de partidos como PT, PMDB e PP.

O ex-presidente Lula foi citado em diversas ocasiões, no curso das investigações da Lava Jato, até que Fernando Baiano revelou que chegou a pagar R$ 3 milhões de "comissão" cobrada por José Carlos Bumlai, amigo de Lula, por possibilitar um negócio do interesse lobista. Segundo o relato de Baiano, Bumlai contou que r$ 2 milhões seriam destinados a uma nora do ex-presidente. Há também relatos sobre dinheiro sujo entregue a filhos de Lula.

PETISTA DELATOR CONTA QUE DIVIDIA PROPINA COM MINISTROS DE DILMA

DELATOR DENUNCIA PAULO BERNARDO, CARLOS GABAS E JOÃO VACCARI



O ex-vereador Alexandre Romano (PT) fez acordo de delação premiada e revelou, em depoimento à força-tarefa da Operação Lava Jato, que entre 2010 e 2012, durante o governo Dilma Rousseff, ele dividia a propina recebida em partes iguais com o então ministro Paulo Bernardo (Planejamento) e com o então tesoureiro nacional do PT João Vaccari Neto, referente a contratos na área. Ele contou também que a partir de 2012 o ministro Carlos Gabas (Previdência) também passou a receber parte dessa propina.

Desde 2010, chegou a R$ 51 milhões o dinheiro roubado nos negócios envolvendo contratos no Ministério do Planejamento, segundo estimativa da força-tarefa da Operação Lava Jato. Apesar de haver desvendado o esquema de corrupção, a força-tarefa já não investigada o caso, que, por decisão do Supremo Tribunal Federal, foi transferido à Justiça de primeira instânca, em São Paulo.

Na época descrita na delação de Alexandre Romano, um esquema de corrupção foi montado no Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão com uma empresa chamada Consist, para análise da capacidade de endividamento de servidores interessados em empréstimos consignados. O ministro Paulo Bernardo é quem definia a utilização e a distribuição desse dinheiro proveniente de propina, segundo e-mail apreendido pela PF.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

PARA TIRAR O BRASIL DO VERMELHO É PRECISO TIRAR O BRASIL DOS VERMELHOS

Remuneração em ministério vai até R$ 152 mil

Lula criou 18,3 mil cargos de confiança em oito anos; Dilma instituiu 16,3 mil em quatro.


O GLOBO - JOSÉ CASADO

O trabalho é em sala confortável na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com ar condicionado, serviço de copa completo, carro, motorista, combustível e moradia grátis.

O cargo é de chefia, com salário de R$ 21 mil. Somadas as gratificações, vai a R$ 77 mil mensais. Tem ainda uma renda variável, um bônus anual — o último foi de R$ 46,4 mil. Detalhe: a rotina impõe o uso de terno e gravata.

Infelizmente, não há vagas disponíveis em ministérios como o das Minas e Energia. Os cargos "de natureza especial" — no jargão burocrático — e com essa remuneração são privilégio do pessoal com vínculos políticos e, também, daqueles que as empresas estatais do setor elétrico enviam a Brasília.

Oficialmente, a elite da burocracia federal ganha menos que os ministros e a presidente da República (R$ 24,3 mil, a partir de novembro). Na vida real, alguns driblam as barreiras e recebem salário com todas as gratificações admissíveis no serviço público, inclusive adicional de "periculosidade" (um terço do salário básico), mais os benefícios concedidos pelas instituições e empresas públicas de onde vieram.

Para as estatais é um excelente negócio, pois o funcionário cedido hoje ao primeiro e segundo escalões do governo federal será o que vai autorizar seus projetos e fiscalizá-las amanhã.

Fica ainda melhor: cada centavo da remuneração paga ao empregado cedido a Brasília é integralmente reembolsado pelo Tesouro Nacional, via ministério. Como ele recebe pela empresa, é do seu interesse pecuniário que ela obtenha do ministério o mais privilegiado tratamento possível.

Em junho, a endividada Eletronorte, do grupo Eletrobrás, distribuiu aos 3,4 mil empregados uma fatia do lucro de R$ 2,2 bilhões, produto do aumento médio de 29% na contas de luz e da manipulação de créditos fiscais.

Um dos seus funcionários emprestados ao Ministério de Minas e Energia, em Brasília, embolsou R$ 152 mil — um terço como participação nos resultados da estatal. Outros levaram até R$ 100 mil.

CONFLITO DE INTERESSES EM POSIÇÕES CHAVE

O domínio de posições chave na Esplanada dos Ministérios por conglomerados estatais como Eletrobrás, Petrobras e Banco do Brasil, entre outros, motivou a abertura de uma investigação do Ministério Público Federal. Há suspeita de conflitos de interesses e de manipulação de informações privilegiadas. É caso simbólico da confusão que prevalece na gestão de órgãos, de pessoal e da folha de pagamentos do governo federal.

Com 618 mil funcionários na ativa, Dilma Rousseff dispõe de uma força de trabalho 26% maior do que a de Lula. Foram 130 mil contratações entre 1º de janeiro de 2003 e o último dia 30 de junho. Significa que a folha de pagamentos da administração federal (excluídas as estatais) recebeu cerca de 40 novas inscrições de servidores a cada dia útil.

O custo de pessoal deve ultrapassar R$ 100 bilhões neste ano — um aumento de 58% no período, descontada a inflação.

A gerência da folha a cada ano fica mais complexa. À margem do salário mensal proliferam recompensas pecuniárias que a pressão da máquina sindical acaba incorporando à remuneração, sob a forma de direito adquirido.

Existem atualmente 37 tipos de gratificações. Os principais beneficiários são os "comissionados"— servidores efetivos, cedidos por órgãos e empresas estatais ou sem vínculo com o serviço público. Eles ocupam cargos e funções de chefia, também chamados de confiança, e têm acesso à maior parte desse amplo cardápio de compensações financeiras.

Em junho, somavam 103.313 pessoas, representando 16% da força de trabalho governamental. Estão no centro de uma teia burocrática onde não se admitem processos simples.

Até o mês passado, existiam 39 ministérios (agora são 31) com 49,5 mil áreas administrativas divididas em 53 mil núcleos responsáveis, em tese, pelas políticas públicas.

Em consequência, uma iniciativa no setor de água, por exemplo, envolve nada menos que 134 órgãos. Na saúde, são 1.358 organismos com poder decisório. Na educação, contam-se 1.036 áreas de gestão e, na segurança, há 2.375 segmentos operacionais. Isso apenas no âmbito federal, de acordo com o Sistema de Organização e Inovação Institucional do Governo (Siorg).

Sobre essa rede, paira a sombra de um emaranhado de instituições e normas de controle e fiscalização. A burocracia nacional produz em média 520 novos regulamentos por dia, estima o Instituto Brasileiro de Planejamento. Ano passado, o país superou a marca de cinco milhões de leis, resoluções e portarias — para tudo e para todos.

Existe órgão federal para qualquer tipo de problema nacional. A começar pelos da própria burocracia, como é o caso do Departamento de Gestão das Carreiras Transversais. O que não existe é vaga em cargo de chefia, comissionada. Na eventualidade, nomeia-se um interino até a solução, geralmente política.

UMA CHEFIA DE 38 PALAVRAS

No dia 29 de outubro do ano passado, o ministro do Trabalho cumpria o ritual de fim de expediente mais comum no serviço público: assinar papéis. Havia 72 horas que Dilma Rousseff fora reeleita e o então ministro Manoel Dias estava inquieto sobre o seu futuro no governo. Representava o PDT, partido de origem da presidente, mas naqueles dias nem mesmo a reeleita tinha certeza sobre seu novo ministério.

Aos 76 anos, dos quais 54 dedicados à política, Dias se resguardou na rotina dos despachos, no ritmo de um final de tarde primaveril, em meio à ressaca eleitoral em Brasília. Sobre a mesa encontrou a habitual pilha de documentos, na quase totalidade destinada a atender ao público interno — promoção, remoção, nomeação e substituição de subordinados.

Entre eles, estava a indicação de "substituto eventual" para um cargo de confiança descrito em título de 38 palavras: Chefe da Divisão de Avaliação e Controle de Programas, da Coordenação dos Programas de Geração de Emprego e Renda, da Coordenação-Geral de Emprego e Renda, do Departamento de Emprego e Salário, da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego. É um emblema da dimensão da burocracia. Uma das consequências é o descontrole nas despesas, que derivam no déficit orçamentário.

É obra resultante de décadas de governantes seduzidos pela recorrente ilusão de consolidar a "maior base parlamentar do ocidente", como projetava o ex-chefe da Casa Civil José Dirceu no início do governo do PT, em 2003.

Lula criou 18,3 mil cargos de confiança em oito anos. Dilma instituiu 16,3 mil em apenas quatro anos, conforme dados do Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape), mantido pelo Ministério do Planejamento. Na média, contribuíram com a criação de oito novos postos por dia no topo da inchada burocracia estatal.

A SERVIÇO DO ESCORPIÃO

JANOT POUPA LULA, MAS PEGA PESADO COM SEU EX-MINISTRO JOSÉ DIRCEU


Diário do Poder

Apesar das cobranças, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda não abriu inquérito para investigar o envolvimento do ex-presidente Lula no escândalo de roubalheira na Petrobras, apesar das inúmeras citações e delações que o envolvem. Mas pediu nesta segunda-feira (19) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, cumpra em regime fechado a pena a que foi condenado pelo mensalão. O pedido foi enviado por Janot ao STF quase 90 dias depois da prisão de Dirceu no âmbito da Operação Lava Jato.

Janot quer a regressão do regime de Dirceu por causa de seu suposto envolvimento com crimes investigados na Operação Lava Jato. Dirceu foi condenado a sete anos e 11 meses de prisão, mas no ano passado, o STF permitiu que ele passasse para o regime aberto e cumprisse o resto da pena em prisão domiciliar.

Segundo Janot, há "provas contundentes e abundantes da prática criminosa" e de que os crimes foram cometidos depois do trânsito em julgado da condenação no mensalão e que, por isso, a prisão domiciliar concedida deve ser transformada em regime fechado.

Dirceu cumpre no momento prisão preventiva pedida pelos investigares da Lava Jato, que acusam o ex-ministro dos crimes de organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.