domingo, 7 de março de 2021

IDEOLOGIA ASSASSINA NEGA TRATAMENTO QUE PODE PARAR A PANDEMIA

Que tragédia! A decisão sobre tratar ou não os pacientes de Covid é determinada pela Globo, pelos "supremos" e por sociólogos dos institutos de pesquisa. Isso é que é "çienssa"!

Esse é o verdadeiro negacionismo de que acusam os outros. Colocar militância política movida pelo ódio acima das evidências tem custado vidas. 

Quem vai responder pelas mortes por falta de tratamento?

Como julgar quem é negacionista? Bolsonaro, o alvo do ódio articulado por organizações tenebrosas, porém sempre preocupado com a cura e responsável por colocar o Brasil entre os cinco países com mais pessoas vacinadas no planeta ou quem aderiu ao projeto lucrativo da grande indústria farmacêutica, porém criminaliza qualquer possibilidade de tratamento e persegue os profissionais que fazem a opção pela vida ao prescreverem medicamentos que têm apresentado resultados satisfatórios no combate ao Covid 19?

Abaixo, entrevista completa, com dados, resultados e fundamento:


EUROPA E EUA TÊM MAIS MORTES POR HABITANTE

A tragédia é mundial, mas o terrorismo é nosso, ao negar os números e desprezar a dor além do nosso umbigo.

A segunda onda da Covid-19 chegou com força no Brasil, mas há mais mortes por um milhão de habitantes na Europa e nos Estados Unidos, segundo a plataforma OurWorldinData.

VACINAÇÃO NO MUNDO - BRASIL TOP FIVE


Nosso jornalismo vergonhosamente está mentindo demais, os militantes de partidos mentem sem o menor pudor, o terrorismo midiático não respeita nossos profissionais da Saúde, que estão se superando para cuidar das pessoas. 

Então, sugiro consultar fontes confiáveis de informação, pois a imprensa não cansa de passar vergonha quando os fatos desmentem suas narrativas diabólicas.

Hoje é sábado, mas tem lição de casa, ou seja, conferir os números verdadeiros sobre a vacinação em todos os países do mundo e comparar com o que divulgam nos noticiários da TV.

"NÃO NOS CONFUNDAM"



Como diz a campanha que reivindica o direito do trabalhador garantir seu sustento, "NÃO NOS CONFUNDAM", medidas atabalhoadas vêm sendo adotadas por prefeitos e governadores que, até então, não tem surtido nenhum efeito para a contenção do coronavírus. Ou será que é justo o trabalhador ser penalizado pela irresponsabilidade de "gente bacana" que se acha acima do bem e do mal?

Basta dar uma espiada nas fotos dessa "gente bacana" nas mídias sociais que dá pra saber quem é que está espalhando o vírus por diversão, não por necessidade. E o pior, sem os cuidados que vêm sendo adotados pelos estabelecimentos comerciais e que certamente não são os responsáveis pela disseminação descontrolada da doença.

Confesso que não consigo entender... acusam o trabalhador de genocida, menos o entregador que pode correr riscos a fim de garantir o conforto de quem está em casa... ou não, porque muitos apontam o dedo acusador, mas vivem circulando sem necessidade.

Insisto nisso, pois é fato e é fácil de constatar.

Então, quem realmente "fica em casa"?

Os atos traem as palavras, porque o que mais se vê dos atiradores de pedras é gente circulando, viajando e organizando festinhas, ... ou será que as imagens de multidões nas praias, nos barzinhos, nas baladas e numa série de eventos que vemos nos noticiários e nas mídias sociais é tudo gado do Bolsonaro?

Que eu saiba, a única razão de desespero, principalmente de pessoas humildes, é a NECESSIDADE de trabalhar, geralmente com melhores condições de cuidado e isolamento do que no desconforto de seu lar.

Essa é a realidade de nosso país que o pessoal da bolha despreza.









OS FATOS DESMASCARAM O MIMIMI DE CERTOS GOVERNADORES

 

Não foi à toa que Bolsonaro reclamou da choradeira e do mimimi dos governadores. Certos Governadores e Prefeitos pegaram a verba do Governo Federal para combate ao covid e usaram pra combate aos seus rombos fiscais. Podemos deduzir, então, que nem eles acreditavam na pandemia. Só fizeram barulho pra saquear o tesouro. 

A partir do momento em que se criminalizou o tratamento disponível para que a situação piorasse e, assim, pudessem justificar uma forjada necessidade de verba para leitos de hospital e UTIs, desativados antes da hora de forma suspeita, fica comprovado que a guerra de narrativas é por dinheiro e não preocupação com a vida dos brasileiros.

Isso, sim, é caso para impeachment... e cadeia.

Os fatos desmascaram o mimimi desses governadores. Seus discursos encantam os "distraídos, mas suas ações custam vidas.

Vejam, nos vídeos abaixo, dois exemplos do que vem sendo articulado para gerar uma quebradeira histórica nos cofres públicos.




Que uma minoria privilegiada continue encastelada, eu também estou, mas não estou culpando ninguém pelas dores de familiares e amigos nem massacrando quem está em situação de desespero (não digo futilidade e diversão, como fazem muitos que atiram pedras, falo de trabalho)... mas a massa de vulneráveis sabe quem se mantém esse tempo todo ao seu lado, correndo riscos de saúde, de todo tipo de acusação e até risco de ser assassinado.

sábado, 6 de março de 2021

ENSAIO NO CAOS

Hoje, mais de 250 mil mortos depois e com uma quantidade desconhecida de bilhões em dinheiro público gastos para controlar a epidemia, constata-se, pelo que dizem os próprios secretários de saúde, que o sistema entregue à sua gerência está à beira do colapso — após um ano inteiro de autonomia, não conseguiram nem sequer instalar leitos suficientes nas UTIs. Se isso não é a comprovação objetiva do fracasso das autoridades estaduais e municipais, então o que seria?


(J. R. Guzzo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 3 de março de 2021 e na Revista Oeste)

Antes da chegada da pandemia ao Brasil, há cerca de um ano, pouca gente sabia que existe na galáxia nacional dos corpos oficiais algo chamado “Conass” — que não se perca pelo nome, mas é assim mesmo que a coisa chama oficialmente a si própria. Esse “Conass” é um “conselho” que reúne os secretários de Saúde estaduais; é presidido, acredite se quiser, por um advogado do Maranhão chamado Carlos Lula, e não por um médico ou aquilo que a mídia descreve hoje como “cientista”. Agora, enquanto durar o coronavírus, está tendo os seus quinze minutos de fama. A última realização dos membros dessa entidade é um manifesto em que propõem medidas extremas para reprimir liberdades públicas e individuais. O objetivo, no seu entendimento, é combater a covid.

De uma vez só, e entre outras coisas, os secretários querem a proibição das missas, o fechamento das salas de aula recentemente abertas, o fechamento dos bares, o fechamento das praias, mais barreiras sanitárias e um inédito “toque de recolher nacional”, do Oiapoque ao Chuí. Também querem, é claro, tornar legal o “estado de emergência” — que, como se sabe, tem o extraordinário atrativo (para quem manda nos governos) de permitir compras sem licitação — respiradores artificiais, por exemplo, e você sabe o que mais.

A maior surpresa do pacote todo é essa nova reivindicação de uma “política nacional unificada” de combate à covid — especificamente, estão querendo o tal toque de recolher “nacional”. Como assim, “nacional”? É o exato contrário do que eles mesmos exigiam um ano atrás — autonomia completa, sem interferência de cima, para gerir o tratamento da epidemia. Foram atendidos, nisso, pelo Supremo Tribunal Federal, que, na prática, deu aos governadores e aos prefeitos a responsabilidade exclusiva na área — ao proibir expressamente o governo federal de interferir em decisões sanitárias das autoridades locais.

Hoje, mais de 250 mil mortos depois e com uma quantidade desconhecida de bilhões em dinheiro público gastos para controlar a epidemia, constata-se, pelo que dizem os próprios secretários de saúde, que o sistema entregue à sua gerência está à beira do colapso — após um ano inteiro de autonomia, não conseguiram nem sequer instalar leitos suficientes nas UTIs. Se isso não é a comprovação objetiva do fracasso das autoridades estaduais e municipais, então o que seria? A situação não melhora em nada, obviamente, quando se constata que nem eles estão de acordo entre si. No exato momento em que os secretários da Saúde exigem o fechamento das escolas, os secretários da Educação exigem que as salas de aula continuem parcialmente abertas. Ambos, da Saúde e da Educação, obedecem aos mesmos governos de Estado — quem está com a razão? Os dois não podem estar certos ao mesmo tempo. É um ensaio de caos, mas os governadores dizem que está tudo bem com o seu pedaço; a culpa, garantem todos, não é deles.

domingo, 28 de fevereiro de 2021

O PAÍS DO FUTURO FINALMENTE É AGORA

O Amazônia 1, primeiro satélite completamente brasileiro, foi lançado ao espaço na madrugada deste domingo (28/02). O lançamento ocorreu às 1h54, no Centro de Lançamento Sriharikota, na Índia. 

O lançamento do satélite é fruto de uma parceria entre o programa espacial brasileiro e a Índia. Cerca de 17 minutos após o lançamento do foguete PSLV-C51, o satélite se separou e fez suas primeiras atividades previstas, como a abertura do painel solar, a estabilização de sua orientação em relação à Terra, a verificação dos sistemas e a colocação do modo de prontidão.