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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Vexame em escala mundial

O caso Battisti, a letra da lei e o vexame em escala mundial a que os “nacionalistas” e esquerdistas do STF nos submetem.
Tudo para proteger um homicida!

Por Reinaldo Azevedo

O vergonhoso documento em que Tarso Genro, então ministro da Justiça, expõe os motivos da concessão do refúgio é datado do dia 13 de janeiro de 2009 (a íntegra está AQUI).

Quais são os pilares da farsa montada por Tarso Genro?

1 - Battisti foi condenado na Itália por crime comum, não por crime político.
Tarso teve a audácia, e aí vai a primeira ofensa ao estado italiano, de classificar os crimes de Battisti de “políticos”.

2 - Battisti foi condenado à prisão perpétua, em dois julgamentos, por uma democracia, onde vigiam e vigem todas as garantias individuais próprias a um estado de direito.
Tarso considerou que o assassino foi condenado num ambiente de discricionariedade, o que é mentira.
Aí está a segunda ofensa ao estado italiano.

3 - Battisti teve amplo direito de defesa, mas preferiu não comparecer ao julgamento.
Apelou depois e perdeu.
Tarso sustenta que ele teve cerceada a sua defesa e que houve irregularidades processuais.
E aí reside a terceira ofensa ao estado italiano.

4 - Tarso alega que, caso seja extraditado para a Itália, Battisti corre o risco de ser perseguido, como se aquele não fosse um estado democrático.
E aí está a quarta ofensa ao estado italiano.

5 - Battisti teria de ser extraditado porque há um tratado entre Brasil e Itália.
A extradição só poderia ser evitada justamente no caso de haver perseguição.
Tarso se apegou a isso, o que é uma mentira, para manter o assassino no Brasil.

6 - Tarso, indo muito além de sua competência, comporta-se como corte revisora da Justiça italiana e aponta falhas processuais que, a esta altura, já se sabe, não existiam.

Em obediência à lei, o caso do refúgio e eventual extradição passa pelo Supremo.
Lula, no entanto, decidiu contra o tratado.
Hoje, o Apedeuta afirmou que a decisão do Supremo prova que ele estava certo.

Não! Não prova nada!
A decisão do Supremo evidencia apenas que o nacionalismo bocó, infelizmente, chegou ao tribunal, e fez uma parceria com o esquerdismo não menos bocó. que já havia chegado.
Juntos, compuseram um dos momentos mais patéticos da história do tribunal, com arroubos de “independentismo” e dedo em riste para a Itália, país que Joaquim Barbosa teve o desplante de chamar de “potência estrangeira”.
Aos brados, com retórica que trazia laivos de beligerância, Luiz Fux martelava o indicador sustentando ser papel daquele tribunal afirmar a soberania nacional.

Mas por que a soberania estaria ameaçada?
Porque o estado italiano ousou lembrar que existe um tratado de extradição!!!
É uma sandice!


Lula teria decidido recusar a extradição porque, se voltasse à Itália, Battisti poderia ser “submetido a atos de perseguição e discriminação por motivo de raça, religião, sexo, nacionalidade, língua, opinião política, condição social ou pessoal; ou que sua situação possa ser agravada por um dos elementos antes mencionados”.

Entenderam?
O governo brasileiro que votou contra sanções ao Irã porque não quer se meter na política interna daquele país;
o governo brasileiro que protege Cuba em nome da autodeterminação;
o governo brasileiro que hesita em aceitar medidas contra a tirania síria, este mesmo governo não tem qualquer receio de considerar que a Itália tem um regime político que persegue pessoas e se baseou nisso para se negar a lhe entregar um homicida, conforme obriga a lei; um tratado tem força legal.

E seis ministros do Supremo endossaram essa pantomima.

A Itália chamou seu embaixador para consulta, num sinal de descontentamento, e promete recorrer ao Tribunal Internacional de Haia.
Que o faça!
Berlusconi é o bufão deles e, em certo sentido, é similar ao nosso bufão.
A reação italiana poderia e deveria ter sido mais dura.
Não por causa de um homicida desclassificado como Battisti, mas porque o Brasil, por meio de seu ministro da Justiça, de seu presidente e, escandalosamente, de seu Poder Judiciário, decidiu pôr em dúvida a plena vigência do estado de direito naquele país.

Uma vergonha histórica para nós!

quarta-feira, 4 de março de 2015

TERRORISTA "CUMPANHÊRO"

ADVOGADO DE TERRORISTA FAZ POUCO CASO DE DECISÃO E USA PROXIMIDADE A LULA

ASSASSINO CRUEL, BATTISTI GARGALHAVA COM AS VÍTIMAS AGONIZANDO



O advogado do terrorista italiano Cesare Battisti, Igor Tamasauskas, fez pouco caso da decisão da juíza Adverci Rates Mendes de Abreu, que determinou a deportação do seu cliente e disse, em entrevista à agência de notícias italiana Ansa, que só trabalha com a hipótese de Battisti deixar o Brasil se ele quiser. De acordo com o advogado, a titular da 20ª Vara do Distrito Federal está "equivocada".

Battisti foi apontado por testemunhas, em dois julgamentos, como o assassino frio e cruel, que gargalhava nervosamente diante das vítimas ensanguentadas, agonizando. Nos dois julgamentos, foi condenado à prisão perpétua. Bandido comum, preso por tentaviva de estupro, ele foi recrutado na cadeia por militantes de uma organização extremista, que o encarregou de executar pessoas. Quatro dessas execuções resultaram comprovadas na Justiça, inclusive com o depoimento do filho adolescente de um relojoeiro, que, por testemunhar a execução do pai, foi também baleado por Battisti. Aquele garoto, que sonhava ser jogador profissional de futebol, escapou com vida, mas ficou paraplégico.

A decisão da juíza Adverci nada tem a ver com o pedido de extradição feito pela Itália, onde Battisti foi condenado à prisão perpétua por participar de quatro assassinatos. Segundo a juíza, é apenas um caso de estrangeiro em situação irregular no Brasil e que, "por ser criminoso condenado por crime doloso", não pode ficar no País. O advogado lembrou que Battisti é próximo ao ex-presidente Lula quando disse que a juíza estava se sobrepondo à "compreensão do Supremo Tribunal Federal (STF) e do presidente".

Battisti morava na França, fugiu para o México quando teve a extradição aprovada e depois para o Brasil onde foi preso em 2007. Em 30 de dezembro de 2010, como um dos últimos atos na Presidência da República, praticamente na calada da noite, Lula vetou a extradição que havia sido autorizada pelo STF e deu início a uma crise diplomática entre Itália e Brasil. Recentemente, o governo italiano negou a extradição do mensaleiro condenado Henrique Pizzolato que fugiu para o país europeu quando teve a prisão decretada.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Terroristas do mundo todo, criminosos de todos os tipos, fiquem tranqüilos, o paraíso existe, e ele tem nome: BRASIL.

O STF disse que sua santidade o Presidente pode tudo, até violar Tratado Internacional.

Brasil virou ‘cafofo de criminosos’, diz Pedro Taques sobre caso Battisti
Sen. Pedro Taques lamenta decisão do ex-presidente Lula de não ter extraditado Cesare Battisti

O STF perdeu a razão de sua existência, pois virou uma corte cujas decisões não são decisões, são recados, avisos poéticos sem força.



Ex-procurador da República, o senador Pedro Taques (PDT-MT) foi à tribuna nesta quinta-feira (9) para lamentar a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de não reverter a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que viabilizou a libertação do ex-ativista italiano Cesare Battisti.
Para ele, parlamentar de primeiro mandato e pertencente a um partido que apóia a presidente Dilma Rousseff, o Brasil desrespeitou um tratado que tem com o país europeu.

“A decisão do Supremo de ontem é lamentável.
Se Bin Laden estivesse vivo e fugisse para o Brasil, aqui estaria confortavelmente protegido.
Graças a Deus, ele não fugiu”
, afirmou o parlamentar.

“Nós estamos nos transformando, com perdão da palavra, em um país ‘cafofo de criminosos’, esconderijo de criminosos.
O Brasil não pode se transformar num país dessa ordem”.


“Decisão do Supremo é para ser cumprida, mas é para ser discutida também.
Battisti tem quatro condenações por homicídio na Itália e não cabe ao Brasil avaliar a condenação feita em outro país”
, disse Taques a jornalistas, após deixar a tribuna.

“Estamos fazendo um juízo indevido.
Estamos ofendendo a soberania da Itália”
, disse o senador.

Taques afirmou que a decisão do Supremo não impede a Itália de buscar outros foros para reverter a decisão, como a Corte Internacional de Haia, na Holanda.

“O governo italiano pode ir a outras instâncias e isso não será um recurso à decisão do Brasil.
A decisão do STF é soberana no Brasil, embora não ache que tenha sido correta”,
afirmou.

Em apartes, os senadores Waldemir Moka (PMDB-MS), Ana Amélia (PP-RS), Casildo Maldaner (PMDB – SC), Roberto Requião (PMDB-PR) e Ciro Nogueira (PP-PI) comentaram e elogiaram o pronunciamento do colega.
Também em apartes, os senadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e João Pedro (PT-AM) divergiram da opinião de Taques.

Ana Amélia disse que a decisão do Supremo é questionável, enquanto Suplicy afirmou ter convicção de que Battisti não cometeu os crimes pelos quais foi condenado.

“Laden não veio ao Brasil.
Por outro lado, ele disse ser responsável pelos atentados que mataram mais de 3.000 nas torres de Nova York e no Pentágono.
Enquanto que Cesare Battisti vem há quatro anos afirmando que não cometeu os quatro assassinatos pelos quais foi condenado à prisão perpétua.
A Constituição brasileira não permite a prisão perpétua”
, afirmou o senador petista.

Na avaliação de Maldaner, a decisão do STF foi mais política que jurídica.
E João Pedro considerou acertada a decisão tomada por Lula ao final de seu governo de manter Battisti no Brasil.
Requião afirmou que, embora os assassinatos sejam imperdoáveis, o STF realmente não tinha competências para rever a decisão do agora ex-presidente da República.
Ciro Nogueira opinou que a decisão do Supremo mancha a história do Judiciário e da diplomacia brasileiros.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Battisti vale 7 bilhões de euros?

Em vida, integridade física e psicológica, tranquilidade e patrimônio, os criminosos custam caro para o povo.
Além de não combatê-los e de os afagar com amolecimentos penais, o governo até paga literalmente caro para ficar com bandidos.

Ricardo Noblat conclui aqui no blog que o escândalo Battisti apresenta “sabor de pizza”, pois “a Itália assinou um acordo de sete bilhões de euros para construir navios destinados à Marinha brasileira”.
Inclusive quando se travestem de garantidoras da segurança nacional as equipes atual e pretérita do Itamaraty demonstram o desejo de transformar o Brasil num bastião da forma mais retrógrada de comunismo.
A própria esquerda italiana abomina os crimes de Battisti, enquanto a brasileira tenta transformá-lo em herói.

Se embarcações militares tiverem alguma serventia para Cesare Battisti, que seja para transportá-lo de volta para o país palco de seus delitos: violência sexual, roubo, assassinato.
Não alcançou o comando da Itália com as atrocidades que cometeu, mas chegou ao poder no Brasil juntamente com os amigos que conquistou.
A renovação das frotas é fundamental para as Forças Armadas e devem ser usadas para combater o terrorismo e o crime organizado, não para os incentivar.

Neste começo de ano, em viagem pela Itália, notei clima diferente do que planejam patrocinar os partidários do banditismo.
Os conterrâneos de Battisti o querem cumprindo a pena de prisão perpétua a que foi condenado por matar quatro pessoas.
Ele ri das vítimas, esnoba o Poder Judiciário de onde se estabelece e, para o despiste popular, encarrega seus neocomparsas.
No Brasil, a tarefa coube a integrantes do governo anterior, alguns deles aproveitados pela nova presidente.

O bandido continua em pauta exclusivamente por frouxidão das autoridades brasileiras.
O Judiciário perdeu a chance de devolvê-lo e o passou ao então presidente da República, que não desperdiçou a oportunidade de coroar a leniência de seus dois mandatos com o crime e beneficiou mais um marginal.
A participação do STF ainda não está encerrada.
Pode reparar o vacilo e julgar Battisti pelo que ele realmente é, um criminoso hediondo que desdenhou do Judiciário nos dois países.

Por isso, parece inacreditável que para ter Battisti em solo nacional o governo tenha se indisposto com uma nação amiga, envergonhado sua gente e se disponha a gastar um século de Mega-Sena da Virada.
As Forças Armadas precisam de investimento, mas o povo brasileiro não merece passar por mais essa.


Demóstenes Torres é procurador de Justiça e senador (DEM-GO)
No Noblat

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

O Caso Battisti

Por Gilberto Rodrigues

O caso de Cesare Battisti vem eletrizando o noticiário desde a virada do ano.
Com a decisão do Governo em não conceder a extradição do italiano, a Itália subiu o tom, chamou o embaixador para consultas (fato grave no meio diplomático) e se dispõe a acionar o Brasil na Corte de Haia.
Polêmico, esse caso merece uma análise menos apaixonada sobre as razões por trás desse cabo-de-força internacional.

Não entremos no mérito sobre a culpa de Battisti sobre os delitos cometidos.
As famílias das vítimas e a sociedade têm direito à Justiça e não há dúvida de que criminosos devem ser punidos.
Mas esse caso contém elementos de soberania, de política e direito internacional que dificultam qualquer tentativa de analisar o tema sob o viés do certo e do errado.
(...)

Ao defender Battisti, além das (?) razões humanitárias presentes na concessão de asilo político (?), o Governo parece desejar manter a coerência em relação aos seus próprios ex-guerrilheiros.
Nesse sentido, há uma profunda interrelação entre a política externa e a política interna.
Ao não entregar Battisti, o Brasil também estaria afirmando que não aceita tratar como criminosos comuns os que participaram de atos tidos como terroristas.

Isso inclui a atual presidenta e vários políticos brasileiros, de outros partidos, inclusive.

Se essa motivação for verdadeira, o asilo não seria somente por Battisti, mas visaria preservar os vários ex-guerrilheiros brasileiros que atuaram durante a ditadura militar.
........................................................

O autor esqueceu de citar que o mesmo governo que protege assassinos tratou presos políticos de Cuba como criminosos comuns, devolveu atletas àquele mesmo país, que haviam solicitado asilo político no Brasil, e o pior, negou apoio à mulher condenada à morte no Irã, alegando que deveríamos respeitar as decisões da Justiça daquele país.

domingo, 27 de março de 2016

ITALIANOS REAGEM COM REPULSA AO SUPOSTO PEDIDO DE ASILO DE LULA À ITÁLIA

ROBERTO MENTHA

Repulsa e irreverência! Veja nos jornais italianos como eles reagiram à possibilidade de um suposto pedido de asilo político de Lula à Itália.

Itália não aceita dar asilo à Lula

A notícia de que o ex-presidente Lula teria intenção de pedir asilo político a um país europeu (Itália), por ter dupla cidadania, no caso a italiana, sob a alegação de ser um perseguido político, foi veiculada como matéria de capa da revista "Veja" desta semana, sob o titulo:

"O plano secreto de lula pra evitar a prisão: Pedir asilo à Itália e deixar o Brasil.

Alguns sites de notícias já disseram que a revista Veja perdeu a noção do ridículo, noticiando um fantasioso "plano de fuga" no caso de ser decretada sua prisão.
Um "salvo conduto" para Lula fugir do Brasil

A revista relata ainda que no plano estaria também, a possibilidade de um acordo, um "salvo conduto" que permitiria ao ex presidente se deslocar da referida embaixada até o aeroporto, onde tomaria um voo para a Itália.

Amplamente comentado, o anúncio ganhou notoriedade e se espalhou rápido na imprensa italiana, onde leitores, com repulsa e irreverência, comentaram a matéria.

Dentre alguns, visitamos o do jornal italiano "Il Giornale" que trouxe a notícia: "Lula vuol sfuggire al carcere: "L'Italia mi dia asilo politico" (Lula quer escapar da prisão: "A Itália vai me dar asilo político").

O Jornal dá ainda, detalhes de antepassados de Marisa, (e não Lula) que tem descendência italiana. "A escolha do país seria por causa da esposa de Lula, Marisa Letícia [...]. Na verdade, a ex primeira-dama é, originalmente, de Palazzago onde viviam, na Via Valle, os bisavós Giovanni Casa e Albina Mazoleni, desde 1908, antes de se mudar para a América do Sul."

A repulsa e irreverência dos italianos contra Lula

Mas o que realmente chamou a atenção, foi a forma repulsiva e irreverente que os italianos receberam e comentaram a notícia, ligando o ex-presidente Lula ao caso Cesare Battisti e sua tão almejada extradição, pedido negado veementemente pelo então governo Lula.
Repulsa e irreverência nos jornais italianos

Destacamos alguns comentários acerca do assunto. Confira abaixo:

Comentários na reportagem do site do "Il Giornalle":

Fri, 25/03/2016 - 11:00: "Absolutamente negar-se.[...] um político perseguido que tem subornos, e que está sendo investigado pelo judiciário de seu país. Em segundo lugar este é o presidente que nos negou a extradição de Cesare Battisti.[...]."

Fri, 25/03/2016 - 11:19: "Estará na Itália, mas em conjunto com Cesare Battisti, alojado na mesma cela do homem que ele não queria extraditar. Criminosos miseráveis, do mesmo nível."

E outros, mais extremados, no mesmo site, comentaram:

Fri, 25/03/2016 - 11:46: "Mas por que ele não vai para Hammamet?"

Fri, 25/03/2016 - 24:41: "Em lugar usado para acomodar os cães e porcos, não se deve encontrar dificuldades para conceder o seu pedido... desde que especifique bem, a pergunta: qual das duas categorias pertence."

Do jornal Corriere de La Sera:

Serra C.- 25/03/2016 | 00:43: Bem, agora nós permitimos asilo político à Lula, depois a troca imediata com Battisti

L.Tore- 25/03/2016 | 14:14: Vamos aceitá-lo, para então depois fazermos a troca com o outro criminoso, Cesare Basttisti, e assim, devolvê-lo para as prisões brasileiras.

Uma humilhação para a Itália


Houve ainda a manifestação de políticos italianos, como a divulgada pelo site do jornal Globalist: "Esperamos uma negação [...] acerca do plano secreto para dar asilo na Itália ao ex-presidente brasileiro Luis Inácio Lula da Silva. Após o desprezo repetidamente dirigido ao nosso país, com a recusa de concessão de extradição do terrorista Cesare Battisti[...], seria mais uma humilhação para o nosso país". Declarou a deputada da Forza Itália, Elvira Savino.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Editorial da Folha contesta decisão do "velhaco"

Editorial da Folha pede revogação do refúgio de Battisti autorizado pelo velhaco, como o ex é conhecido na Itália.
Vejam o texto:

A decisão do ex-presidente Lula sobre o caso Cesare Battisti, oficializada no último dia do ano passado, foi tão esperada quanto lamentável.
Lula não extraditou o criminoso italiano refugiado no Brasil e concedeu-lhe o estatuto de "imigrante". O caso adquiriu relevo porque ilustra de forma exemplar o mau hábito, desenvolvido nos últimos oito anos, de submeter decisões de política externa às conveniências paroquiais de adular certa militância esquerdista que apoia o governo.
O italiano Cesare Battisti foi condenado à prisão perpétua em seu país pelo assassinato de quatro pessoas, quando militava num grupo de extrema-esquerda nos anos 1970.
A condenação ocorreu à revelia, pois o assassino escapara em 1981 para o exterior.
Fugiu em 2004 para o Brasil, onde permaneceu clandestino até ser preso em 2007.

No ano retrasado, o Supremo Tribunal Federal anulou a condição de refugiado político que lhe havia sido conferida pelo governo.
Decidiu que cabia ao presidente deliberar sobre a extradição, nos termos do acordo vigente entre Brasil e Itália.
Ocorre que a decisão de Lula só seria justificável caso se configurasse o risco de o extraditado vir a sofrer perseguição política em seu país.
Tal risco não existe: a Itália é notoriamente uma democracia cujo sistema judicial respeita os direitos humanos.
Soube manter seu arcabouço democrático ileso ao derrotar grupelhos, como o de Battisti, que praticavam atentados terroristas e assassinavam inocentes escolhidos ao acaso.

Guerrilheiros que na década de 1970 cometeram atentados na América Latina, inclusive no Brasil, partilhavam a visão totalitária que animava a extrema-esquerda italiana.
Mas tinham a justificativa de que empregavam métodos violentos para combater governos ditatoriais.


Utilizar esses métodos num país democrático e onde a maioria da população já vivia em boas condições nos anos 70, como a Itália, faz desses militantes, mais do que meros assassinos, verdadeiros psicopatas.
Bem fará o presidente do STF, Cezar Peluso, se recolocar o tema em deliberação no plenário em fevereiro, quando termina o recesso judicial.
Cesare Battisti deve ser extraditado para a Itália e lá cumprir a pena que lhe foi aplicada.

domingo, 12 de junho de 2011

Embaixador italiano chega a seu país para esclarecer caso Battisti

Época

O embaixador da Itália no Brasil, Gherardo La Francesca, chegou à Roma neste domingo (12), e deve se reunir na segunda com o ministro das Relações Exteriores do país, Franco Frattini.
O diplomata foi convocado de volta a seu país para dar esclarecimentos sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de rejeitar a extradição e autorizar a libertação do ex-ativista político Cesare Battisti, de 56 anos.

Até sexta-feira à noite, o Ministério das Relações Exteriores do Brasil não havia sido informado oficialmente sobre a convocação do embaixador.
Porém, diplomatas que acompanham o processo afirmaram que a convocação, apesar de motivada pela libertação de Battisti, tem o objetivo de esclarecimentos técnicos e jurídicos sobre o caso.

Em tom de ameaça, o primeiro-ministro Silvio Berlusconi afirmou que levaria o caso à Corte Internacional de Haia, por considerar que houve um desrespeito ao tratado de extradição em vigor com o Brasil.
A data para ingressar com a ação ainda não foi definida.

A convocação do embaixador italiano foi informada publicamente em comunicado do Ministério de Assuntos Exteriores.
A decisão tem caráter temporário e foi assinada por Frattini.
“Franco Frattini decidiu temporariamente convocar a Roma o embaixador em Brasília, Gherardo La Francesca, para consultas”, diz o texto.

“[A convocação do embaixador tem o objetivo de] aprofundar, conjuntamente com as autoridades competentes, os aspectos técnicos e jurídicos relacionados com a aplicação de acordos bilaterais existentes, visando a iniciativas e recursos ante as instâncias judiciais internacionais”, diz o comunicado.

Em 1988, Battisti foi condenado na Itália, à revelia, por participação em quatro assassinatos cometidos nos anos 70.
Para as autoridades italianas, ele é um criminoso comum.
Porém, no Brasil, recebe o tratamento de perseguido político.
Nos últimos quatro anos, Battisti ficou preso na Penitenciária da Papuda, em Brasília.
Ele foi libertado no último dia 9 de madrugada.
Os advogados informaram que ele pretende morar no Brasil e seguir a carreira de escritor.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

GOLPE DE MARKETING

Césare Battisti se encontra com Tarso Genro
Do Jornal da Band



O ex-terrorista Césare Battisti agradeceu, na última terça-feira, o governador gaúcho Tarso Genro, que defendeu o refúgio político dado ao terrorista quando era Ministro da Justiça do governo Lula.
Eles se encontraram em Porto Alegre, na sede do governo gaúcho.
Uma contradição, pois Tarso Genro, quando ministro, negou asilo aos atletas cubanos.

O fato escandalizou o mundo, pois jamais o Brasil havia negado qualquer visto para cubanos.
A onda agora é exaltar o visto concedido à blogueira Yoani Sánches.
Publicar a autorização do visto como novidade é um ato de DESINFORMAÇÃO, um golpe nos princípios do jornalismo.
Na verdade, o visto não passa de mera burocracia que serviu apenas para encobrir que Dilma vai continuar apoiando a tirania de Cuba.


Apesar de o governo brasileiro ter concedido visto para a blogueira cubana Yoani Sánchez, que se tornou uma das principais vozes críticas ao governo de Cuba, a presidente Dilma Rousseff não pretende incluir em sua agenda o pedido de audiência feito por oposicionistas daquele País.
Leia mais AQUI.

A Yoani fez um apelo à presidente Dilma e, pelo visto, foi em vão.
A blogueira já havia utilizado o mesmo argumento com o EX, não funcionou, o "personagem" incorporado por Lula permitia alianças descaradas com tiranos, nada abalava seu perfil de coitado.

Quanto à Dilma, esse papel não pega bem, por isso sinto cheiro de encenação, arquitetada para favorecer sua imagem.
Acredito até que os "donos" de Cuba toparão participar da armação e provavelmente liberem a blogueira para vir ao Brasil.
Entretanto, se isso realmente acontecer, provavelmente Yoani será escoltada como criminosa e forçada a se derreter em elogios e agradecimentos à "GRANDE LÍDER".
Mesmo assim, imagino a louvação da midia mundial, já sinto enjoo só de pensar na exaltação à farsa.
E o povo cairia facilmente, fazer o que?

Leiam, também, texto do CoroneLeaks.

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Se Yoani não pode manter o blog no Brasil, expulsem já o escritor assassino Battisti.

Ontem o Brasil diplomático já saiu em defesa do ditador assassino Fidel Castro e de seu irmão acostumado a vendar os olhos de presos políticos antes dos mesmos serem assassinados com um tiro de pistola.

O assessor de Dilma para assuntos bolivarianos Marco Aurélio Garcia declarou que Yoani Sanchez, a quem o Brasil concedeu visto, se quiser se exilar no Brasil terá que parar o seu blog, pois não pode ter atividade política como exilada.
Que fique claro: a cubana não quer exílio, quer poder sair e poder voltar em liberdade.
O que ocorre é que Cuba não dá autorização de saída:

"Tenho um passaporte cheio de visto de vários lugares, do Chile, da Espanha.
Nos últimos quatro anos tem sido assim: eu recebo o visto para entrar em outros países, mas não para sair daqui."


Garcia impôs a condição de silêncio e censura à Yoani Sanchez ontem, no Forum Social Mundial, em Porto Alegre, onde o assassino italiano Cesare Battisti, exilado no Brasil, foi recebido pelo Governador do Estado do Rio Grande do Sul, o petista Tarso Genro, em ato político, no Palácio Piratini, onde o autoridade declarou que, quando ministro da Justiça, concedeu asilo ao terrorista que assassinou quatro pessoas porque não poderia entregá-lo ao governo corrupto da Itália.

O bandido acoitado no Brasil pelo PT também lançou um livro de conteúdo totalmente politico.
No entanto, Garcia quer dar tratamento diferenciado à cubana, porque o Brasil lambe as botas da ditadura daquele país, fechando os olhos para crimes hediondos que contesta em outros países.

Se seria crime Yoani Sanchez manter o seu blog no Brasil, expulsem agora mesmo o escritor assassino Cesare Battisti.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

PIZZOLATO & BATTISTI

Maurício Terra Dias

A situação do mensaleiro Henrique Pizzolato na Itália tem alguns paralelos com o caso de Cesare Battisti no Brasil. Começa pelo fato de que os dois são criminosos condenados no país de origem, e entraram no país que vai negar a extradição portando documentos grosseiramente irregulares. Pizzolato utilizou passaporte brasileiro falso e documento do irmão Celso, já falecido, enquanto Battisti, para entrar no Brasil, valeu-se de documentos falsificados. As duas atitudes são irregulares perante as leis dos dois países, mas o italiano nunca foi perturbado seriamente pela polícia ou pelo Ministério Público em função disso.
Para nós, que esperamos que ele cumpra a penalidade determinada pela nossa Justiça, já seria alguma coisa se ele ficasse preso por lá, condenado por um juiz italiano por utilizar documentos fraudados. Menos mal, mesmo não sendo o ideal. Seria uma espécie de Efeito Al Capone. Preso, por causa dos documentos, ele já está. Vamos ver que condução será dada a esse problema.
O que acontecerá com o mensaleiro depende de diversos fatores, entre os quais o tratamento que a legislação italiana dá ao fato de que ele foi condenado aqui. Existe a possibilidade de que ele seja julgado novamente pelos crimes envolvendo o mensalão de acordo com as leis italianas.  Não há chance de que ele seja liberto da forma que o italiano foi aqui, considerando que cometeu crimes lá, e eles têm umas atitudes antiquadas quando a quem tenta burlar a legislação bastante antiga que eles defendem. Não são tão benevolentes quanto nosso STF ou o governo (atual e anterior) que nós elegemos.
A nossa reputação (de nós, os brasileiros), piora um pouquinho, porque já tínhamos fama de importar criminosos que vêem pegar um bronze e pegar umas crianças em praias e rincões miseráveis ou milionários do país, após roubar alguma fortuna, e agora exportamos um criminoso com tão alta qualificação que foge do país com uma banana mostrada às autoridades encarregadas da segurança no aeroporto.
Entre as principais atribuições das autoridades aeroportuárias, está a de comparar o retrato do passaporte com a cara do portador, e conferir a autenticidade do passaporte, e eles erraram… Não é como se Carlos, o Chacal, ou Osama Bin Laden tentassem sair daqui usando o passaporte do Tom Cruise, ou do Bruce Willis, mas a função dos caras que importunam todos os passageiros internacionais é verificar se algum terrorista quer passar pela fronteira com documento irregular. Tanto aqui quanto lá na Itália. E o criminoso passou.
Os italianos não têm nenhuma obrigação de extraditar Henrique Pizzolato, nem precisam se vingar dos responsáveis pela liberdade brasileira feliz e impune de um terrorista condenado em instância definitiva. Já houve, na época da libertação de Battisti, retaliações diplomáticas por parte dos italianos, com cancelamento de algumas agendas acadêmicas em prejuízo de brasileiros, mas não houve alarde dessas medidas. Talvez porque o tempo seja o senhor da razão.

domingo, 15 de dezembro de 2013

LULA DEU ASILO AO ASSASSINO BATTISTI PARA PAGAR DÍVIDA PESSOAL


O delegado Romeu Tuma Jr. era secretário Nacional de Justiça, e por isso testemunhou os bastidores da decisão do então presidente Lula de proteger o terrorista italiano Cesare Battisti (foto). Em seu livro “Assassinato de Reputações” (ed. Topbooks, Rio), ele revela que Lula não foi motivado pela ideologia, ao conceder “asilo político” ao criminoso, mas por “dívida de gratidão” com o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh. 

O ex-presidente queria retribuir a Greenhalgh as várias defesas que fez dele na Justiça, sem cobrar, e por sua dedicação aos interesses do PT.

Lula se sentia culpado por vários reveses do amigo, como a humilhante derrota para Severino Cavalcante na briga pela presidência da Câmara.

Segundo Tuma Jr, Battisti ganhou asilo porque Greenhagh pediu e não por influência de Tarso Genro, ex-ministro da Justiça. Simples assim.

Cesare Battisti foi condenado duas vezes à prisão perpétua, na Itália, pelo assassinato de quatro inocentes, a serviço de um grupo terrorista.

*

O Coturno publicou foto de 1980.
Greenhalgh liberta Lula da prisão de 31 dias, onde, segundo Tuma, o então sindicalista prestou ao DOPS informações preciosas sobre alguns companheiros rivais. Mais tarde, por causa daqueles 31 dias, Greenhalgh arranjou a pensão de quase R$ 10 mil mensais que o ex-presidente e ex-informante do DOPS recebe como "perseguido político".

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

ADVOGADO DA ITÁLIA: PIZZOLATO NÃO SERÁ EXTRADITADO

ESTA É A APOSTA DO ADVOGADO DO ESTADO ITALIANO NO CASO CESARE BATTISTI


O criminalista Nabor Bulhões, advogado do Estado italiano no processo de extradição do terrorista Cesare Battisti, não acredita que a Itália mande de volta o mensaleiro Henrique Pizzolato. Para Bulhões, que conhece a legislação daquele país, o meliante condenado a 12 anos de cadeia pelo Supremo Tribunal Federal deve responder na Itália apenas pelo crime de falsidade ideológica, por usar passaporte do irmão morto.
A Constituição da Itália proíbe a extradição de nacionais, e Pizzolato tem cidadania italiana. Isso poderá garantir sua permanência por lá.
Itália deve aplicar o princípio da reciprocidade, diz Nabor Bulhões, após o governo Lula afrontar aquele país para proteger Cesare Battisti.

Pizzolato foi preso porque havia um mandado internacional de captura expedido pela Interpol Brasil, e não a pedido do governo brasileiro.

Se o governo brasileiro quisesse honestamente a extradição de Pizzolato, negociaria a troca do meliante pelo terrorista Cesare Battisti.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

PARA PETISTAS O CRIME COMPENSA

Terrorista italiano será assessor internacional da CUT

Na coluna de Cláudio Humberto

Presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, acertou todos os detalhes com o advogado do terrorista italiano Cesare Battisti, Luiz Eduardo Greenhalgh, para empregá-lo como assessor internacional da Central.

Segundo o senador Eduardo Suplicy (PT-SP), Battisti assumirá o cargo por falar inglês, espanhol, português, francês e italiano e “ter vasto conhecimento” sobre temas de interesse da CUT.


Só no Brasil

Condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos, Battisti traduzirá conversas e documentos para CUT, enquanto escreve livros.

Pior que tá, fica

A CUT ignora que só vai piorar as relações diplomáticas do Brasil com a Itália. Deverá anunciar nos próximos dias o mais novo funcionário.

Negócios à parte

Suplicy nega ser fiador do apartamento de Battisti no luxuoso bairro de Jardins (SP), e diz que também não o ajudará nas contas do aluguel.

Amigo cego

Segundo Suplicy, sua única participação no aluguel do imóvel foi contar à proprietária sobre a vida dele: “Sei que não cometeu aqueles crimes”.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

VERGONHA!!! A Elite Paulistana acolhe o assassino italiano

Battisti vai morar em imóvel do assessor de Daniel Dantas, em Higienópolis, o advogado de petistas célebres, especialmente corruptos, guerrilheiros (que receberam fortunas de indenizações e pensões milionárias bancadas pelo povo brasileiro) e suspeitos de homicídios.

TERRA

Depois do cumprido o alvará de soltura expedido pelo Supremo Tribunal Federal, o pluriassassino Cesare Battisti foi residir no aristocrático bairro de Higienópolis, na avenida que leva o nome do bairro e no condomínio de luxo de número 148.

A descoberta foi do jornalista Paolo Manzo, correspondente no Brasil da revista italiana Panorama e do jornal La Stampa.

O imóvel é de propriedade de um dos assessores do banqueiro Daniel Dantas, ou seja, o advogado Luiz Eduardo Greenhalgh.

Greenhalgh já foi acusado de envolvimento no escândalo financeiro conhecido por Lubeca.
Nas interceptações telefônicas realizadas na Operação Satiagraha, o advogado Greenhalgh é tratado por Dantas e o seu pessoal pelo codinome de Gomes.

Battisti foi apresentado e ingressou no Proletariano Armados para o Comunismo (PAC) na cadeia e quando cumpria penas por crimes contra o patrimônio.
De batedor de carteiras e ladrão de periferia, virou o chefe das ações de luta armada da pequena organização terrorista conhecida por PAC.

Na capital de São Paulo, Battisti pretende permanecer.
Se sair do Brasil, o mandado internacional de prisão será cumprido.

–Wálter Fanganiello Maierovitch–

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Buona Gente!

Por Claudio Humberto

Battisti poderá ganhar até a cidadania brasileira

Além de “asilo humanitário” que Lula deve conceder antes do Natal o terrorista italiano Cesare Battisti pode ganhar até a cidadania brasileira.
Lula vai alegar que os crimes do frio assassino do grupo extremista “Proletários Armados pelo Comunismo” já estariam prescritos pela lei brasileira, muito embora tenham sido cometidos na Italia.
Só falta indenização de “anistiado” para o bandido.

“Bandido comum” para a Justiça italiana, Battisti foi preso por assalto e estupro, e condenado à prisão perpétua por matar quatro inocentes.

domingo, 12 de junho de 2011

FHC e Serra dizem que Cesare Battisti deveria ser extraditado

Por Daniela Lima, na Folha:
O ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso disse ontem discordar da decisão de manter no Brasil o ex-ativista italiano Cesare Battisti.
Na última quarta-feira, o STF(Supremo Tribunal Federal) validou a decisão do ex-presidente Lula de negar a extradição do italiano e mandou soltar Battisti, que estava preso no país desde 2007.

“Eu não discuto decisão do Supremo.
Mas, se eu fosse presidente, teria discordado”
, afirmou FHC.

A declaração foi dada antes de jantar, na capital paulista, em comemoração de seus 80 anos.

O ex-governador José Serra, que foi ao evento, também condenou a posição brasileira.

“Um homem que assassinou quatro pessoas, condenado pela Justiça italiana, um país democrático, tinha que ter devolvido.
Agora o país pode virar um paraíso de delinquentes como ele”
, disse Serra. Aqui

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Políticos italianos propõem boicote à Copa de 2014 em resposta a decisão sobre Battisti

Jamil Chade, de O Estado de S.Paulo

Políticos italianos chegam a propor um boicote à Copa do Mundo de 2014 no Brasil em resposta à decisão do Supremo Tribunal Federal de liberar o italiano Cesare Battisti.
A ideia foi defendida nesta sexta-feira pelo governador de Veneto, Luca Zaia, que garante que tem o apoio de deputados e até por um dos ministros que faz parte da base aliada do governo de Silvio Berlusconi.
A ideia, no entanto, não tem o aval da cúpula do governo e a Fifa já alerta que se um boicote fosse organizado, a seleção italiana seria punida pela entidade máxima do futebol.

Em 2009, quando o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por dar a liberdade a Battisti, o governo italiano chegou a pensar na hipótese de suspender um amistoso entre as duas seleções que já estava marcado para ocorrer.
Agora, um grupo de políticos quer ir além e evitar que a Azzura participe do Mundial.

Para Zaia, o boicote seria uma forma de "usar o palco de tal evento para dizer que o Brasil não respeita as regras da democracia".

"Penso que devemos de uma forma comum elevar o tom em respeito a esse país (o Brasil) que tem um criminoso em liberdade", afirmou o governador, em entrevista à Rádio 24.

Quem primeiro divulgou a ideia foi o ministro Roberto Calderoni, membro da Liga Norte e aliada do governo de Berlusconi.

"Vamos boicotar o Mundial de 2014", defendeu o ministro, sem pasta.

Para ele, isso seria uma forma de "enviar uma mensagem ao Brasil" e ao mesmo tempo "restituir a moral no futebol italiano".

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Diplomacia Companheira

Ao dar refúgio a um assassino, Brasil pode passar vexame de ser condenado em Haia

Leiam Editorial de O Globo e, abaixo, matéria da Folha de São Paulo:

Caso a Itália recorra à Corte Internacional de Justiça de Haia (Holanda) para obter a extradição de Cesare Battisti, o Brasil deverá ser condenado por descumprimento de tratado bilateral entre os dois países, avaliam especialistas ouvidos pela Folha.
Se isso acontecer, o governo brasileiro deverá rever a decisão tomada pelo ex-presidente Lula em seu último dia de governo -quando anunciou que Battisti ficaria no país como imigrante.

Em resposta à decisão de Lula, o governo italiano recorreu ao Supremo Tribunal Federal e disse que pretende buscar a Corte de Haia caso não seja atendido.
Segundo o advogado Francisco Rezek, ex-juiz da Corte de Haia (1997 a 2006), os países não são efetivamente obrigados a cumprir as decisões daquele tribunal, mas, na prática, todos as cumprem voluntariamente.
"É tão absurda a ideia de descumprimento de uma decisão da Corte de Haia que nem cogito a possibilidade.
Nunca um país deixou de cumprir tais decisões."


Na opinião de Rezek, ex-ministro do STF, a condenação em Haia "é certa", mas a situação nem deve chegar a esse ponto. "Antes, o STF certamente vai reparar o erro cometido pelo ex-presidente."
Maristela Basso, professora de direito internacional da USP, concorda que as condenações da Corte de Haia, embora se limitem a um "aspecto moral", têm um peso internacional muito grande.
"Nenhum país quer ser descumpridor das decisões de uma corte internacional.
Ainda mais o Brasil, que quer assumir posições de liderança no mundo e almeja uma cadeira no Conselho de Segurança da ONU.
Essas intenções seriam desidratadas."


Segundo Basso, a situação da Itália na Corte de Haia seria "tão favorável" que nem precisaria de uma ação -cujo julgamento demoraria cerca de cinco anos.
Bastaria um pedido de parecer -o que demoraria poucos meses.
Basso lembra que há a favor da eventual demanda italiana decisões das Justiças da Itália e da França, da Corte Europeia de Direitos Humanos e do STF, que, em 2009, negou refúgio a Battisti.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

BERÇO ESPLÊNDIDO DA IMPUNIDADE

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O Brasil, que “não abriga terroristas”, segundo disse Dilma na ONU, garante ao italiano Cesare Battisti a mão longa da impunidade: após embargo de declaração negado no Superior Tribunal de Justiça, os advogados dele ainda poderão entrar com dois novos recursos no Supremo Tribunal Federal. O STJ manteve em junho a decisão de expulsá-lo do Brasil por falsificar passaporte para entrar no País.

A previsão de envio do processo transitado em julgado ao Ministério da Justiça, para providências, é de, no mínimo, seis meses.

O Ministério da Justiça terá 15 dias para decidir se expulsa o meliante do País por fraude, caso resolva cumprir o Estatuto do Estrangeiro.

Acusado na Itália de assassinar quatro inocentes, Battisti vivia na França, de onde fugiu após anúncio de que seria extraditado.

sábado, 12 de janeiro de 2013

QUEM SÃO OS HERÓIS NO "REINO DA IMPUNIDADE"



Sonho de Battisti é trabalhar com Lula no ‘social’

Claudio Humberto

Fã incondicional do ex-presidente Lula, que lhe deu status de refugiado político e até o visitou na prisão, o ex-terrorista italiano Cesare Battisti quer mesmo é trabalhar em palestras e projetos “sociais” no Instituto Lula nos países pobres da África e da Ásia. Ele sondou a possibilidade com amigos influentes no Brasil, antes de conseguir o emprego de assessor internacional na Central Única dos Trabalhadores.

Ex-militante do partido Proletários Armados pelo Comunismo na Itália, Battisti quer manter no Brasil a luta por uma “sociedade mais justa”.


Mão amiga

Condenado à prisão perpétua por quatro crimes covardes, ele sobrevive com a venda de seus livros e ajuda de amigos no Brasil e no exterior.