quinta-feira, 28 de março de 2013

PT ESQUECE, MAS NÓS LEMBRAMOS

 

A grande maioria dos brasileiros permanece distraída com questões menores, como as bobagens ditas pelo pastor Feliciano, enquanto casos gravíssimos de corrupção ocorrem debaixo de nosso nariz e poucos têm a capacidade de se indignar, como o ROSEGATE , as denúncias de LOBBY e MENSALEIROS condenados comandando a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), relembro uma das razões que devem estar por trás de quem pauta os noticiários.

Revoluções que deram certo em outros países e que deixaram suas populações em estado de miséria absoluta, totalmente dependentes de esmolas e rações para poder sobreviver, como acontece em Cuba, felizmente fracassaram no Brasil. 

A guerrilha que tentou implantar o regime comunista em nosso país só chegou ao poder porque mudou o discurso. Mas deveríamos ficar em estado de alerta para o avanço sutil de seu projeto de poder porque mudaram, também, os métodos de ação. Se anteriormente empregavam a violência, agora contam com mecanismos que controlam o pensamento e formam (ou deformam) a opinião das pessoas. 

Publiquei post do COTURNO que dá uma dica de como isso funciona.

E um de seus propósitos está próximo de ser alcançado, um grande GOLPE que aos poucos vai contando com a adesão e a cumplicidade dos brasileiros, que nem percebem as besteiras que estão fazendo.

Uma das tentativas de repressão à liberdade de escolha é fazer com que adversários sejam desmoralizados, e conseguem isso espalhando calúnias e dossiês com denúncias mentirosas que nunca são levadas à Justiça, o que comprova sua falsidade. Fizeram essa maldade contra Ruth Cardoso, o caseiro Francenildo e José Serra, para citar alguns exemplos. 

O direito de escolha também é anulado quando conseguem induzir o eleitor a seguirem a onda do VOTO NULO.

Mas o GOLPE que está em curso é muito mais grave.

Trata-se de uma grande ameaça contra a Democracia, o que realmente vai garantir o poder absoluto do partido que está no poder e será praticamente impossível reverter esse quadro porque as instituições que poderiam evitar essa tragédia, incluindo imprensa e igrejas, são coniventes ou submissas.

Texto do jornalista
Reinaldo Azevedo, sempre atento aos mínimos sinais, completa meu post.
Leia trechos abaixo. Íntegra AQUI.

Caetano, Wagner Moura, Jean Wyllys e Chico Alencar se acham democratas? Então vamos ver o que eles pensam sobre o regime democrático e o Parlamento

Ouvi dizer que haviam convocado uma manifestação de repúdio ao preconceito e coisa e tal na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), no Rio. Pensei: “Que bom! A ABI ainda estava sob os miasmas da corrupção ativa e da formação de quadrilha, que ali se juntaram no evento em defesa de José Dirceu”.  Aí falaram que o Caetano Veloso, o Wagner Moura e a Preta Gil iriam. “Ah, então é coisa de sustança intelectual.” Imaginei que os três estavam decididos a protestar contra a Funarte, que barrou a inscrição de um trabalho de dez bailarinos negros no “Prêmio Funarte de Arte Negra” porque a pessoa jurídica à qual são ligados tem um diretor branco. Pensei: “O autodeclarado mulato Caetano Veloso não concorda com isso”.

Mas não! Tratava-se de mais uma manifestação contra Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Com alguns nomes estrelados do mundo das Artes & Espetáculos & Celebridades, a convocação logo juntou 600 pessoas, sob o comando do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ).

Repetiram-se as acusações de racismo e homofobia contra Feliciano. Eu jamais votaria nele para deputado. Tampouco o escolheria, se dependesse de mim, para presidir qualquer comissão. Mas o fato é que a acusação de homofobia é só uma tentativa de puni-lo por delito de opinião e que a de racismo vai além do ridículo. Feliciano tem o direito de ler errado a Bíblia, embora não deva. E é mais mulato do que Caetano Veloso.
(...)
  
O povo anda tendo algum desprezo pelo Congresso, mas por razões que passam longe dessas evocadas pelo artista. Cito o caso do mensalão, que, salvo engano, nunca levou a nossa vestal baiana para a praça — embora esteja certo de que ele não concorda com aquela sem-vergonhice.

Caetano não é burro, não! Conhece a língua portuguesa, mas se expressa numa espécie de idioleto, o “caetanês”, que pode ser surpreendentemente autoritário:  

“Estamos reunidos aqui hoje para dizer que, no Congresso, não se podem fazer coisas absurdas; significa também dizer que nós não queremos viver sem o Congresso”. 

Em síntese: “Queremos (eles querem) um Congresso, desde que ele faça coisas com as quais concordemos; se passar a fazer coisas com as quais outros concordam, aí a gente começa a pôr em dúvida a existência do Congresso”.
(...)


Wagner Moura, que incorporou, definitivamente, o papel de Capitão Nascimento das causas politicamente corretas também estava lá, com aquele seu ar de pensador grave. Tentou negar que exista preconceito religioso na pressão contra Feliciano:
  “Acho muito desonesto os parlamentares do PSC dizerem que a oposição ao nome do Feliciano à presidência é uma intolerância contra a figura dele. É, portanto, significativa a presença de vários líderes religiosos aqui, inclusive os pastores presbiterianos”.

Havia pastores presbiterianos lá, que, obviamente, concordavam com o pleito de Moura. Isso significa dizer, portanto, que Moura não tem intolerância nenhuma contra pastores desde que os pastores concordem com… Moura!

Ainda bem que o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) estava lá para dizer a verdade: 

“Hoje ou amanhã, o Feliciano pode ser trocado e entrar um deputado que não diz tanta coisa que choque, mas pode representar a mesma política de anulação da comissão”. 

Vale dizer: Alencar quer é destituir a comissão inteira. Feliciano é apenas o primeiro da lista.

Jean Wyllys, numa demonstração que entende perfeitamente a independência entre os Poderes herdada lá de Montesquieu, cobrou que Dilma — sim, que a chefe do Executivo! — faça alguma coisa. E pensou, indo a altitudes inéditas: “O governo sabe se meter no Legislativo quando é de seu interesse”.(...) Quando é a favor de causas que ele defende, então essa ingerência é boa. Entenderam?
(...)


Lamento! As palavras estão aí e fazem sentido. Essa gente não tem como dar aula de tolerância a ninguém. Até porque o seu protesto é seletivo, politicamente orientado. O silêncio sobre a violência institucional ocorrida na Funarte diz tudo.

Chico Alencar deu o fecho de ouro: “Ouvi dizer que ele (Feliciano) disse que só sairia morto. Nós, defensores dos direitos humanos, queremos matá-lo politicamente”.  

Alencar me força a lembrar que socialistas defensores de direitos humanos são mesmo uma novidade na história, coisa recente. Como não podem — não nas democracias ao menos — matar seus adversários fisicamente, tentam matá-los moralmente.

Não por acaso, um dos fundadores do PSOL, ali mesmo no Rio de Chico Alencar e Freixo, é Achile Lollo. Está tudo contado aqui. 

Quem é ele? Trata-se de um terrorista italiano que, em 1973, despejou gasolina sob a porta de um apartamento, na Itália, onde estavam um gari, sua mulher e seis filhos. Ateou fogo. Morreram uma criança de 8 anos, Stefano, e seu irmão mais velho, de 22, Virgilio. O gari era membro de um partido neofascista. Como Lollo não gostava do fascismo, então ele resolveu incendiar crianças, entenderam? Um verdadeiro humanista!!!


A PIRA HUMANISTA – O jovem Virgílio, minutos antes de morrer carbonizado, vítima de um atentado terrorista praticado por Achille Lollo, que hoje vive livre, leve e solto no Rio. Foi um dos fundadores do PSOL, que hoje pretende dar aula de democracia

quarta-feira, 27 de março de 2013

NA TENTATIVA DE DISTRAIR O POVO BRASILEIRO, ESTÃO CRIANDO UM HERÓI!

 

Há uma diferença imensa entre discordar das opiniões de um governante, deputado ou senador, e aceitar que corruptos condenados integrem a Comissão mais importante da República, a Comissão de Constituição e Justiça. 

Contra João Paulo Cunha e Genoíno na CCJ não se vê nenhum protesto.  

Que mentalidade fascista é essa que condena alguém por suas opiniões, mas releva o crime?

É exatamente isso que está acontecendo e tudo começou com uma articulação do PT, simplesmente porque FELICIANO É OBRA DO PT.

Não acredito que o pastor esteja mancomunado com a gangue que invadiu o Congresso para fazer baderna e ocupar os noticiários. Não há motivo para o PSC manter o povo distraído, enquanto esquece de Inflação, Mensalão, Rosegate, Erenice e, entre muitos escândalos, o mais recente que é o LOBBY DAS EMPREITEIRAS. 

ESSA ANARQUIA INTERESSA SOMENTE AO PT.

Entretanto, é óbvio que o PT abandonou o comando da Comissão de Direitos Humanos, cedendo o espaço para o partido de Feliciano, usando, assim, a imagem de quem quer que fosse escolhido, pois sabiam que o perfil do partido é conservador, com a intenção de gerar toda essa polêmica.

Pois Feliciano garante que não renuncia de jeito nenhum!
Leiam na VEJA.com:

O presidente da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara (CDH), deputado e pastor Marco Feliciano (PSC-SP), reafirmou nesta quarta-feira que não vai renunciar ao cargo em hipótese nenhuma (…) “Não renuncio de jeito nenhum! O que os líderes podem fazer com a minha vida? Eu fui eleito pelo voto popular e pelo voto do colegiado”, disse.

Na manhã desta quarta-feira, Feliciano foi à embaixada da Indonésia entregar um pedido de clemência em favor de dois brasileiros condenados à pena de morte por tráfico de drogas naquele país. Segundo o deputado, noticiário internacional indica que os dois figuram numa lista de estrangeiros que estariam prestes a serem executados por fuzilamento.

Indagado se o momento é oportuno para fazer esse tipo de apelo (…), respondeu: “Essa é uma pergunta estúpida. E lá existe tempo para fazer pedido de clemência?”, questionou. Em seguida, dirigindo-se aos jornalistas, prosseguiu: “Vocês estão ultrapassando o meu limite de espaço. Estou aqui por um assunto sério e vocês estão de brincadeira”.

Feliciano reafirmou que não existe crise nenhuma na Comissão de Direitos Humanos e que vai tocar seu trabalho com tranquilidade. “O que está em crise são vocês, falando besteiras e coisas que não existem”. “Já fizemos duas sessões, e na primeira votamos toda a pauta; na segunda, só fui impedido por causa do tempo”, contou Feliciano, alheio aos protestos sociais contra a sua permanência na presidência da Comissão. Ele confirmou que nesta quarta-feira às 14h, haverá a terceira sessão da Comissão, mas não soube dizer se seria aberta ou fechada.

(Com Estadão Conteúdo)

Líder do PSC pergunta: "O PT, que indicou dois condenados para a CCJ, pode criticar a indicação de Feliciano?"
 
Por Gabriel Castro, na VEJA.com:

Após mais um dia de tumulto na Comissão de Direitos Humanos, o líder do PSC na Câmara, André Moura (SE), reafirmou nesta quarta-feira na tribuna da Casa que o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) será mantido no comando do colegiado. Moura, que até agora havia evitado o confronto com os críticos do colega de bancada, aproveitou para atacar diretamente o PT.

“A posição do PSC é em caráter irrevogável. O Marco Feliciano vai cumprir o seu mandato”, disse o líder, que ironizou a postura dos petistas: 

“Será que julgar a indicação do PSC do deputado pastor Marco Feliciano é correto para um partido como o PT, que indicou dois mensaleiros condenados pela mais alta corte do país para a Comissão de Constituição de Justiça?”. Ele fazia menção a José Genoino (PT-SP) e João Paulo Cunha (PT-SP).

Com o apoio incondicional do PSC, a situação não deve mudar. Feliciano não cogita renunciar ao posto e os partidos contrários à permanência do deputado à frente da comissão não têm alternativa regimental para destitui-lo.

PAI DAS EMPREITEIRAS QUER QUE O POVO PAGUE A CONTA SOZINHO


VEM AÍ MAIS UM GOLPE CONTRA A DEMOCRACIA, CUIDADO PARA NÃO SE TORNAR CÚMPLICE (ou inocente útil)!

LULA DIZ A VERDADE QUANDO NÃO QUER PARECER IMBECIL - MUDA O DISCURSO, PORÉM, QUANDO ACHA QUE A PLATEIA É IMBECIL. 

Assim, o projeto de poder avança praticamente sem resistências, porque, no final das contas, todas as plateias são ludibridadas. 

Lula, o homem público mais financiado pelo capital da história, defende que financiamento privado de campanha seja crime inafiançável

Reinaldo Azevedo

Ai, ai…
Lula nunca teve limites e sempre se beneficiou disso. E, é evidente, muita gente permitiu que não tivesse. Então ele segue adiante. O homem participou, ao lado de Felipe González, ex-primeiro ministro da Espanha, do Fórum “Novos Desafios da Sociedade”, promovido pelo jornal “Valor Econômico”. 
(...)
Na presença do espanhol, vejam vocês!, Lula reconheceu que houve avanços no governo FHC… Ah, bom! (...) “Avanços” é uma palavra-gaveta. Cabe qualquer coisa aí. Qual avanço? Que proposta tinha o PT à época para dar um jeito na inflação, por exemplo, e o que o partido fez durante o lançamento do Real?

Lula só estava evitando parecer bronco, imbecil mesmo!, diante de um convidado ilustre, que conhece o mundo. Fora das quatro paredes daquele evento, retomará a sua ladainha de sempre contra o passado, as elites etc. 

A própria Dilma, para consumo interno, aderiu à farsa, negando até a evidência escandalosa de que o cadastro único dos atendidos por programas sociais começou a ser elaborado no governo FHC.  Não pensem que Lula mudou, que Lula aprendeu, que Lula passou a ser mais justo. Ele distingue muito bem as esferas: o discurso para plateias selecionadas é diferente da fala palanqueira. A diferença não é só de estilo, mas também de conteúdo.

Financiamento público de campanha

Lula, segundo informa Paulo Gama, na Folha, voltou a defender a farsa do financiamento público de campanha como princípio, entende-se, de moralização da política. O homem fartamente financiado por empreiteiras para correr o mundo “em defesa dos interesses nacionais” — e, claro! nesse caso, não vê mal nenhum! — tenta nos convencer de que a mãe de toda corrupção é o financiamento privado — e legal!!! — de campanha, o que é mesmo um piada.

O problema, desde sempre, é o financiamento ilegal, não é mesmo? De campanhas e de eleitos, prática que não pode ser punida por uma Justiça Eleitoral que não tem lá tantos instrumentos. 

Alguém pode explicar, com base na lógica, por que o financiamento público impediria o caixa dois?  

Ninguém consegue. Quando se proibirem formalmente as doações privadas, haverá, isto sim, é uma explosão de financiamentos ilegais porque alguns que hoje contribuem dentro da lei vão migrar para a clandestinidade. E, evidente, os cofres públicos serão sangrados um pouco mais.

Entre repasses do fundo partidário e as compensações fiscais para os veículos de radiodifusão tanto para o horário político como para o horário eleitoral, o estado brasileiro já gasta algo que roça aí no meio bilhão de reais a cada ano. Assim, já existe financiamento público — não na dimensão pretendida pelo Apedeuta.

Mais: é claro que ele não faria uma proposta dessas naqueles tempos em que o PT tinha oito deputados. Hoje, é o maior partido da Câmara, e a divisão do dinheiro destinado à eleição teria de obedecer a algum critério. O tamanho da bancada já regula a distribuição do tempo de TV e do fundo partidário. Certamente seria quesito fundamental também na repartição da verba destinada à eleição. Agora que o PT chegou lá, quer mudar as leis para… não sair mais de lá.

Imaginemos uma lei que funcionasse à perfeição, só com financiamento público: com mais dinheiro, o PT teria melhores condições de enfrentar as outras legendas, e isso faria com que tivesse mais condições de permanecer como maior legenda; uma vez sendo a maior, terá mais verba… E estaria criado o círculo vicioso do poder eterno… 

Leia mais AQUI.

TRANSFERÊNCIA DE CULPA QUE NÃO DEU CERTO

Querem fritar o embaixador

Elio Gaspari, O Globo

Deve-se ao repórter Leandro Loyola a demonstração de que a gestão para que a empresa Jurong transferisse seu estaleiro do Espírito Santo para o Porto do Açu, no Estado do Rio, não partiu da cabeça do embaixador do Brasil em Cingapura, Luís Fernando Serra, um diplomata com 40 anos de serviço.

A ideia de que o embaixador tivesse tomado essa iniciativa era meio girafa. Felizmente, de acordo com as normas do Itamaraty, ele estava documentado.

Um mês antes da denúncia da maracutaia pelo governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, e pelo senador Ricardo Ferraço, o diplomata recebeu um e-mail e um telefonema do doutor Amaury Pires, diretor de Relações Institucionais da EBX, de Eike Batista, para intermediar um encontro da empresa cingapurense com “um ministro” brasileiro, em Brasília.

Não deu outra: dois dias depois, o ministro de Desenvolvimento, Fernando Pimentel, telefonou-lhe e, de acordo com a praxe, mandou-lhe um ofício, solicitando seus “bons ofícios” para marcar o encontro.

No dia 6 de fevereiro, Amaury Pires explicitou num telefonema o interesse pela transferência do estaleiro. Ela convém à sua empresa, pois transfere encomendas e absorve um concorrente. Ferra o Espírito Santo, que perde um investimento de até R$ 500 milhões, capaz de gerar cinco mil empregos, mas quem manda não ter padrinhos?

O doutor Pires é um novato na EBX. Entre 2010 e 2011, graças ao notável deputado Valdemar Costa Neto, foi diretor do Fundo da Marinha Mercante, que emprestou às empresas do grupo X R$ 1,5 bilhão dos R$ 7 bilhões que tem em suas arcas. Já o ministro Pimentel encrencou-se ao receber uma bolsa-consultoria de R$ 1 milhão da Federação das Indústrias de Minas Gerais.

Pimentel nega que tenha tratado da transferência do estaleiro para incorporá-lo, total ou parcialmente, ao Porto do Açu. Segundo ele, discutiu apenas investimentos da empresa de Cingapura. Fica combinado assim, até porque a operação parece ter ido a pique. Um diretor da EBX estava na comitiva da Jurong durante a audiência com ele.

O embaixador fez o que devia. Atendeu a uma solicitação de uma empresa, respaldada formalmente por um ministro. Quando deu bolo, viu-se jogado às feras, como se estivesse traficando interesses. Exposto, o episódio virou um “ruído de comunicação”. O ruído estava acima dele, muito acima.

Quando ruídos de outras orquestras acabam em CPI, o comissariado diz que caixa dois é apenas crime eleitoral.

BRASILEIRO GOSTA DO QUE ESTÁ AÍ, FAZER O QUE?


charge de Amarildo

O senador Álvaro Dias apontou para a pior desgraça que está atingindo o Brasil, em seu pronunciamento de segunda-feira na tribuna do Senado. Disse, com razão, que é lamentável que tenhamos um número reduzido de vozes no combate ao escárnio do governo petista com o povo brasileiro, além de uma oposição reduzida, pois a grande maioria da classe política faz parte da base ajoelhada (isso é por minha conta).

Mas as o pior de tudo, um sinal de que esse mal (conivência mais omissão) está contaminando também a sociedade, a mesma que elege tais políticos, é a falta de plateia para quem se opõe a tudo isso.

A plateia está do outro lado, aplaudindo o desgoverno sem se importar se vivemos um caos na saúde, na educação, na segurança, na logística e nas contas públicas. Este último ítem compromete a estabilidade de nossa economia devido à incompetência de quem está no comando e aos esquemas de corrupção que desviam fortunas e nos envergonham perante o mundo. 

Insisto num exercício de memória para não desviar do foco do contágio. Não adianta derrubar seus "soldados". Sim, porque todos esses que o povo repudia são aliados do governo. O foco, portanto, deve ser quem dá força a essa gente, mesmo que seja para depois derrubar, pois o estoque para reposição é imenso. 

Já tivemos manifestações inócuas, como o "Fora Sarney", "Fora Renan" e agora o "Fora Feliciano", até que elejam outro bode expiatório para desviar a atenção dos brasileiros dos problemas realmente importantes e graves.

Qual seria esse foco? 
Alguns exemplos são os escândalos mais recentes: o Mensalão, o ROSEGATE , as denúncias de LOBBY e MENSALEIROS condenados comandando a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), muito mais grave do que a nomeação do pastor.

Entretanto, os "malfeitos" do PT não começaram com sua chegada ao poder, como tentam nos convencer.

Leiam reportagem de 1997, sobre o caso CPEM.
Trechos abaixo:

O Partido dos Trabalhadores (PT) atravessa um momento de "inferno astral", desde a denúncia do ex-militante Paulo de Tarso Venceslau, que administrações petistas em diversas cidades contratavam a empresa CPEM (Consultoria Para Empresas e Municípios) sem licitação para refazerem o cálculo dos valores que o município deveria receber do governo estadual, como parte da arrecadação do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Santos está entre as cidades acusadas de participar deste esquema e a Câmara Municipal decidiu instalar uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para investigar a denúncia. 

Venceslau afirma que a CPEM era contratada devido a influência de Roberto Teixeira, amigo íntimo do maior líder do partido, Luís Inácio Lula da Silva. A empresa recebia uma "taxa de sucesso" caso conseguisse aumentar a arrecadação do município e estes recursos foram utilizados para financiar a "Caravana da Cidadania", realizada pelo PT no início da década. 
(...)
*

Confesso que o desconhecimento ou a falta de memória dos brasileiros me aborrece. Duvido que o povo bem informado continuaria prestigiando quem o engana descaradamente. A admiração à coragem de Joaquim Barbosa no julgamento do Mensalão confirma isso. O problema é que foi condenado um corpo sem cabeça e o povo não consegue enxergar a aberração por conta própria.

A alegação de que o país avança, é óbvio que sempre avança, a despeito de quem governa, pois setores dinâmicos da economia não trabalham para ter prejuízo, não torna inquestionável que o Brasil tem se desenvolvido muito abaixo do que poderia, aquém de seu potencial e atrás de dezenas de outros países, sem contar o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), que nos coloca na vergonhosa 85º posição no ranking mundial.  

Portanto, nem o crescimento econômico justifica a aprovação aos governos do PT que explica a preferência à candidata do partido para a reeleição em 2014, porque também é pífio. O que temos é muita propaganda e pouca honestidade na informação.

terça-feira, 26 de março de 2013

EM COMPASSO DE ESPERA

Ilimar Franco, O Globo

O governador Eduardo Campos (PSB), que ontem esteve com a presidente Dilma em Serra Talhada (PE), só vai decidir sobre sua candidatura à Presidência no ano que vem. Aos políticos e empresários que conversaram com ele, tem afirmado claramente: “Se eu for candidato é para ganhar as eleições. Não será para preparar 2018. Nunca fiz eleição teste”.


Integrantes da cúpula do PSB asseguram que a candidatura de Eduardo Campos só existirá “se o governo Dilma chegar envelhecido na eleição, num país que não cresce e sem projeto futuro”. Os socialistas estão pasmos com a “atitude raivosa do PT, que acirra ânimos, como se negasse aos aliados o direito de participar do debate político sobre o país”.

Seus dirigentes também perguntam sobre a atitude do PT com os aliados nas eleições regionais: “Os petistas vão compor com os aliados ou vão querer promover um acerto de contas, usando como álibi desacertos do passado?”.

CUIDADO COM QUEM CONTROLA SUA MENTE E DECIDE SOBRE O QUE VOCÊ DEVE PENSAR!

Acabou o primeiro mandato da Dilma. Desse jeito, o PT acaba com o Brasil.
No  Coturno
 
Lula lançou a reeleição de Dilma na festa dos 10 anos do PT. Em fevereiro passado. 
 
Um lance de esperteza para trocar mensalão por sucessão. 
 
A partir daí, 2013 entrou para a história como o ano que não existiu. O primeiro mandato de Dilma, que deveria ser de 48 meses, durou exatos 26 meses. 
 
PIB de 0,9%. Apagão logístico. Inflação em alta. Nada disso importa mais. 
 
A campanha eleitoral para 2014 está nas ruas. Um governo que acumulava resultados pífios agora será desmontado para acomodar velhos aliados fisiológicos. Voltou Carlos Lupi do PDT corrupto, em seguida volta Alfredo Nascimento ou algum apaniguado do PR corrupto. E outros virão para meter a mão no erário.  
 
Acabou o primeiro mandato da Dilma. 
Tomara que não exista um segundo, para o bem do Brasil.