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domingo, 14 de abril de 2013

ESTÁ NA HORA DO BRASILEIRO CRESCER E CRIAR JUÍZO




Matéria de O Globo apresenta uma análise séria sobre um dos parceiros de petistas graúdos, é o caso de Lula, que têm afinidade ideológica com o regime que os guerrilheiros tentaram, e ainda tentam de maneira menos violenta, porém mais eficiente, implantar no Brasil. Trata-se do governo comunista da Coreia do Norte, que recebeu até NOTA de apoio dos partidos ditos de esquerda (conceito ultrapassado, que fracassou no mundo inteiro) às ameaças de ataque que estão colocando em risco não apenas seus supostos inimigos, mas a humanidade.

O próprio governo norte-coreano avisou que não pode garantir a segurança de visitantes e moradores daquele país. Mesmo assim, o Brasil decidiu não fechar a embaixada "que nem aberta deveria ter sido", como bem escreveu a jornalista Mary Zaidan.

Leiam aviso do jornalista Carlos Chagas e percebam que está na hora do brasileiro parar com piadinhas, principalmente o pessoal das redes sociais que não é levada a sério pela sociedade em geral nem pelo jornalismo. No caso dos jornais, quando emitem alguma notinha sobre as manifestações na internet, costumam citar apenas os comentários bem humorados, como se tudo não passasse de brincadeira. Mas não divulgam nada que possa, de alguma maneira, abalar as estruturas imundas do poder.

Infelizmente, os patrocínios das estatais que fazem do jornalismo refém do governo falam mais alto do que a defesa da liberdade de expressão.
Mas não é isso o que importa agora.

Insisto na preocupação recorrente de que nossos jovens correm o risco de serem convocados para uma guerra, na qual o governo petista provavelmente se aliaria aos países comunistas, portanto, também à Coreia do Norte, contra dezenas de países democráticos, sob a liderança dos Estados Unidos, considerados inimigos do "povo".

Segue o alerta de Carlos Chagas, que não me deixa sozinha nessa questão:

QUANDO JUÍZO FAZ FALTA

Em 1950 os exércitos chineses entraram pela Coréia do Norte e invadiram a Coréia do Sul, derrotando os americanos. O comandante das forças dos Estados Unidos, general Douglas MacArthur, pediu licença ao estado maior, em Washington, para bombardear território chinês, de onde saiam os soldados invasores. Queria destruir as pontes que ligavam a China à Coréia do Norte, para impedir a entrada de mais tropas comunista.

O estado maior, empenhado em evitar a terceira guerra mundial, deu-lhe licença para bombardear apenas a metade das pontes, aquelas que estavam em território coreano.

MacArthur exasperou-se, porque em seus 52 anos de vida militar, jamais tinha ouvido falar na hipótese de destruir meia-ponte, deixando intacta a outra metade. Acabou demitido, celebrando-se depois o cessar fogo entre americanos, coreanos e chineses.

Agora que a Coréia do Norte adota a mesma política agressiva e ameaça lançar mísseis nucleares na Coréia do Sul, sempre protegida pelos americanos, retorna a sombra de uma guerra mundial, porque a China, mesmo tendo aderido ao socialismo capitalista, não deixará de apoiar a Coréia do Norte.

Seria bom que todos criassem juízo,  porque o resto do mundo não tem nada com isso, mas sofrerá os efeitos de uma guerra capaz de destruir o planeta.

Segue o que informa O Globo:

“A Coreia do Norte parece ter cruzado um perigoso limiar e desenvolveu uma calculadora que está em pleno funcionamento”, ironizou no Twitter o jornalista Tom Gara, do “Wall Street Journal”, ao analisar a foto de Kim Jong-un cercado de soldados, inspecionando o que parecia ser um obsoleto computador numa unidade militar norte-coreana.

Poucos resistem à tentação de fazer piada com as imagens de um ditador de 30 anos que ameaça queimar seus inimigos num “mar de fogo”. Mas, analistas baseados em Tóquio concordam que, nos últimos dias, o homem forte de Pyongyang conseguiu mostrar até onde está disposto a ir para ser levado a sério. 


sábado, 6 de abril de 2013

O ÓDIO VERMELHO É UNIDO. PRECISA SER VENCIDO





Não pretendo provocar polêmica em vão nem causar pânico, mas já alertei muitas vezes sobre quais ideais o PT defende.

Muitos contrariam princípios religiosos, como a legalização do aborto, o que justifica a perseguição em curso, mesmo que poucos se deem conta que os ataques a Feliciano são, sim, uma tentativa de desqualificar as igrejas cristãs.

BEM QUE GILBERTO CARVALHO AVISOU QUE O "BICHO" IRIA PEGAR ESTE ANO E DILMA DECLAROU QUE FAZ O "DIABO" PARA VENCER ELEIÇÕES.

Outros pontos, também registrados nas cartilhas petistas, são abominados por brasileiros, muitos admiradores do partido, que nem sabem que questões que colocam em risco o direito à propriedade, por exemplo, fazem parte dos planos do PT e de partidos aliados (óbvio que, neste caso, não está incluída a direita "rancorosa" do Maluf, do Delfim Neto, do Sarney e de outras figuras da base ajoelhada).

Entretanto, o que mais me preocupa é o tipo de alianças que o governo do PT impõe ao Brasil, portanto, aos brasileiros, nas relações internacionais.

Como se não bastassem os vexames que já passamos e perdas de patrimônio para países latino-americanos, temos que correr o risco de ter nossos filhos convocados para lutar em prováveis confrontos armados, como ameaçam seus "queridos" amigos e companheiros do Irã e da Coreia do Norte. 

VOCÊS ACHAM QUE OS GOVERNOS PETISTAS, SEJA LULA, DILMA OU QUALQUER OUTRO NA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, VÃO COLOCAR NOSSOS FILHOS PARA LUTAREM AO LADO DE QUAIS PAÍSES, SENÃO DAQUELES COM OS QUAIS ELES TÊM AFINIDADE? 

Vejam que primor de Nota Oficial, publicada no blog do Coturno:

Senhor Embaixador da República Popular e Democrática da Coreia;

A campanha de uma guerra nuclear desenvolvida pelos Estados Unidos contra a República Democrática Popular da Coreia passou dos limites e chegou à perigosa fase de combate real. Apesar de repetidos avisos da RDP da Coréia, os Estados Unidos tem enviado para a Coréia do Sul os bombardeios nucleares estratégicos B-52 e, em seguida, outros meios sofisticados como aeronaves Stealth B-2, dentre outras armas.

Os exercícios com esses bombardeios contra a RDP da Coréia são ações que servem para desafiar e provocar uma reação nunca antes vista e torna a situação intolerável. As atuais situações criadas na península coreana e as maquinações de guerra nuclear dos EUA e sua fantoche aliada Coréia do Sul além de seus parceiros que ameaçam a paz no mundo e da região, nos levam a afirmar:

1. Nosso total, irrestrito e absoluto apoio e solidariedade à luta do povo coreano para defender a soberania e a dignidade nacional do país;

2. Lutaremos para que o mundo se mobilize para que os Estados Unidos e Coréia do Sul devem cessar imediatamente os exercícios de guerra nuclear contra a RDP da Coréia;

3. Incentivaremos a humanidade e os povos progressistas de todo o mundo e que se opõem a guerra, que se manifestem com o objetivo de manter a Paz contra a coerção e as arbitrariedades do terrorismo dos EUA.

Conscientes de estarmos contribuindo e promovendo um ato de fé revolucionária pela paz mundial, as entidades abaixo manifestam esse apoio e solidariedade.

Brasília, 02 de abril de 2013.

PCdoB, PT, PSB, Cebrapaz, CUT, MST, MDD, UJS, UNE, Unegro, Unipop, CDRI, CDR/DF, MPS, CMP, CPB, Telesur, TV Comunitária de Brasília, Jornal Revolução Socialista.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

PT "FAZ O DIABO" NAS REDES SOCIAIS

PARA CONSUMAR O GOLPE COMUNISTA, PT INTENSIFICA AÇÃO NAS REDES SOCIAIS E AINDA DEBOCHA AVISANDO: "VAMOS OCUPAR O GOVERNO!".

Aluizio Amorim



Acima o facsímile do cabeçalho da fanpage no Facebook; e abaixo a propaganda veiculada no Portal Brasil

O cinismo sempre foi a marca do PT, como aliás é a marca de todos os partidos comunistas. Imaginem! Logo o PT falando em democracia participativa, direta e outras vigarices do gênero e torrando o dinheiro público com uma equipe especial dirigida pelo “homem do carro preto”, Gilberto Carvalho, para atuar nas redes sociais e na internet com o objetivo de rasgar a Constituição e dar o golpe de morte na democracia e a liberdade.

O PT é partido do mensalão! Líder em escândalos que tiveram seu ápice quando Lula, por meio de seus acólitos, tentou comprar o voto de parlamentares para aprovar projetos destinados a enterrar a democracia e criar uma ditadura comunista.

Já disse aqui que o roubo de bilhões do erário envolvendo naquela deletéria transação, com o tempo e o trabalho de milhares de brasileiros, poderá ser recuperado. Entretanto, a democracia e a liberdade não têm preço. Se lograssem sucesso com o mensalão, já estaríamos, tenham certeza, vivendo com um tíquete governamental na mão para adquirir comida, como ocorre atualmente na Venezuela.

É esse partido que agora tem o cinismo de propor o decretoDecreto 8.243, cuja finalidade é a criação de verdadeiros “sovietes” como os que vigoraram na URSS, uma pantomima de democracia direta. Pura empulhação. Quem mandava era a nomenklatura comunista que gozava de todos os privilégios, como desfruta em Cuba, na Venezuela, na China ou na Coréia do Norte. Todos os regimes comunistas são ditaduras; e ditaduras opressoras e assassinas!

E a finalidade da versão petista desse monstrengo, os “sovietes botocudos” é emascular o poder legislativo e, mais ainda, diminuir a importância do voto livre e direto, até que o Brasil se tenha transformado num apêndice do regime cubano onde as eleições para a tal Assembléia do Povo constituem uma farsa ridícula.

Quem manda é a ditadura de Fidel Castro e sua família. Regime tirânico que já dura 54 anos!
O Blog do Coronel, em boa hora, descobriu e publicou uma postagem revelando a ação do PT que utiliza os recursos do Estado para promover um golpe de Estado bolivariano.

Trata-se de coisa feita por especialistas, por marketeiros e agências de publicidade. Páginas do próprio governo petista no Facebook, como se pode verificar na ilustração acima, tentam envolver as pessoas, sobretudo os mais jovens, com a doutrinação do golpismo comunista que é edulcorada com palavras de ordem como “Ocupa Governo”, dando a impressão de que num país com 200 milhões de habitantes é possível estabelecer a “democracia direta” com a participação dos tais movimentos sociais, esses mesmos que afrontam o Estado de Direito Democrático ao invadir propriedades privadas.

Ora, trata-se de uma mentira histriônica, uma loucura que só pode sair da cabeça de um bando de psicopatas, tarados ideológicos.
Os senadores e deputados têm o dever de barrar imediatamente mais essa sacanagem que está sendo montada pelo PT do mensalão, dos cartões corporativos, da roubalheira da Petrobras, dos dossiês fajutos pagos com dinheiro público para destruir reputações.

Além, do fato que o PT aparelhou todas as instâncias da administração pública federal. E o que é mais grave, utiliza os recursos públicos à farta para financiar campanhas políticas de interesse exclusivo do PT. Isso por si só já seria motivo imediato de impechment.

E tem mais:
Nas redes sociais, sobretudo no Facebook, há dezenas de páginas feitas pelos acólitos do PT, denegrindo os líderes da oposição, particularmente o candidato Aécio Neves. É uma coisa asquerosa e, mais asquerosa ainda é que tudo isso é feito de forma profissional, por equipes pagas com dinheiro público. As páginas do Facebook destruindo reputações são todas com design semelhante a do facsímile que ilustra este post. E elas tem links a partir de um um site governamental, o Portal Brasil!

É algo afrontoso, criminoso. Nunca vi em toda a minha carreira jornalística ao longo de mais de 40 anos nada parecido com tudo isso que está ocorrendo no Brasil.

O curioso é que o título dessa página no Facebook faz sentido: "O Governo é Nosso". Na mistificação comunista é realmente o Partido Comunista, como se de verdade fosse, um "coletivo", é o dono absoluto de tudo, ele, o partido, é o próprio Estado, já que banida a propriedade privada teoricamente tudo pertence a todos. Menos aos dissidentes, que são eliminados e trancafiados nos calabouços do regime.
Frente ao PT, qualquer governo do passado pode ser considerado impoluto!

domingo, 6 de julho de 2014

A AGENDA DO RETROCESSO


Ruy Fabiano

Em 1964, estavam em disputa dois projetos autoritários para o Brasil: de um lado, o projeto socialista, que preparava um golpe de Estado, já devidamente instalado no governo João Goulart; de outro, um projeto tecnocrático-militar, de cunho conservador, que lhe impôs um contragolpe, com apoio popular.

Nenhum contemplava a democracia, embora o contragolpe infundisse a ideia de que o faria. Disso derivou o apoio popular, baseado nos pronunciamentos das lideranças civis e do marechal Castello Branco, que viria a presidir o novo governo, comprometendo-se com as eleições presidenciais previstas para o ano seguinte. Foi frustrado pela ala radical do Exército, que lhe impôs a prorrogação do mandato e a sequência do ciclo militar.

O novo regime, após banir as lideranças da esquerda, voltou-se contra seus próprios aliados civis. Juscelino Kubitschek, Carlos Lacerda e Adhemar de Barros, que disputariam as eleições de 1965 – e apoiaram o contragolpe -, foram cassados.

O Congresso tornou-se um poder de fachada, diversas vezes posto em recesso e submetido a constantes cassações de mandato.

A luta armada, que começara antes de 1964, intensificara-se e fornecia argumentos para a continuidade do ciclo militar, que, a esse pretexto, endureceria ainda mais, a partir da edição do ato institucional nº 5, em dezembro de 1969.

A luta armada foi derrotada, mas a ação da esquerda não cessou: voltou-se para as universidades e para o meio cultural, formando as gerações seguintes de intelectuais e artistas, que mantiveram acesa a chama do ideal revolucionário.

O advento do PT ao poder federal, a partir de 2003 – quase 40 anos após a derrota esquerdista de 1964 –, foi (e continua sendo) nova oportunidade histórica de implantar o projeto socialista, hoje em condições logísticas bem mais favoráveis.

Estabeleceu-se, a partir de 1990, com a criação do Foro de São Paulo – entidade fundada por Lula e Fidel Castro – uma vasta aliança entre partidos, governos e movimentos de esquerda do continente. Já não há ações isoladas ou improvisadas. Tudo obedece a um comando central supranacional, que cuida da logística, inclusive militar.

No Brasil, criou-se a Força Nacional e entidades como MST e MTST funcionam como milícias, dispondo ainda, segundo denúncias da revista Época e do senador Jayme Campos DEM-MT), de campo de treinamento para guerrilhas em Mato Grosso. São notórias as ligações com grupos criminosos como as Farc colombianas, o que explica que o Brasil figure hoje como o segundo maior consumidor de cocaína do planeta e o primeiro de crack.

O efeito interno dessa aliança mede-se em números: 50 mil assassinatos por ano, a maioria jovens e pobres, em decorrência das guerras de narcotraficantes.
Paralelamente, fala-se em sucateamento das Forças Armadas.

No campo diplomático, toda a ação tem sido voltada para consolidar alianças com países hostis às democracias ocidentais, como Cuba, Coréia do Norte, Irã e ditaduras afro-asiáticas, beneficiárias de perdão de dívidas com o Brasil e de financiamentos do BNDES, sem qualquer consulta ao Congresso Nacional.

Na eventualidade de reeleição de Dilma Roussef, a agenda já anunciada, configura a nova etapa desse projeto socialista. Prevê a regulamentação (eufemismo de censura) da mídia e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva – isto é, dissociada do Congresso -, para, entre outras coisas, promover uma reforma política ajustada ao figurino do PT: voto em listas fechadas, financiamento público de campanha e estabelecimento de mecanismos de democracia direta, nos moldes do bolivarianismo venezuelano.

“Chávez é uma invenção nossa”, jactou-se certa vez Lula, na celebração dos 15 anos do Foro de São Paulo, quando ocupava a Presidência da República. Por aí, dá para se ter uma ideia do que está em pauta nestas eleições. Não se trata apenas de escolher nomes, mas um projeto político que definirá as próximas décadas.

Daí o termo “guerra eleitoral” mencionado por Lula e Rui Falcão, cuja senha parece ter sido dada pelo vice-presidente do PT, Alberto Cantalice, com a menção dos nomes dos jornalistas que, “entre outros menos votados”, precisam ser silenciados.

Tudo, só para não variar, começa com o silêncio da imprensa. O resto sabemos de cor. Sabemos?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

O cerco petista a São Paulo já começou.

E, como sempre, vem disfarçado de “movimento social”

O cerco começou.
Na terça-feira passada, realizou-se na capital paulista a primeira reunião de um certo Fórum Social de São Paulo (FSSP), uma espécie de divisão avançada do Fórum Social Mundial (FSM), mas agora voltado para a cidade.

O partido tem enfrentado dificuldades para vencer eleições nessa região pelo método convencional.
Por isso, é preciso criar um “movimento social” cujo lema mimetiza, agora com abrangência apenas local, o lema do FSM: “Uma outra cidade é possível”.

Um dos organizadores do encontro é o ex-empresário e ex-assessor especial de Lula Oded Grajew, também um dos fundadores do FSM e de uma organização chamada Nossa São Paulo, que, embora arrote independência e conte com o apoio de empresas privadas e púbicas, é só uma das faces do petismo em São Paulo.
Essa entidade pauta nove de cada dez reportagens que são publicadas nos cadernos de cidades dos grandes jornais.
Se o dia está aborrecido, se nada de muito interessante acontece, basta ligar para a rapaziada do Oded que ele tem sempre um pauta contra a Prefeitura ou o governo do Estado.

O FSSP nasce, basta ler o material que a turma andou divulgando, da “sensação” de que, assim como estão, as coisas não podem continuar.
“Assim como?”
Ora, assim…
Mas o que há de errado?
Certamente há uma penca de coisas: em São Paulo, em Nova York, em Copenhague e em Helsinque.
Espertamente, o fórum não detalha os pontos porque, nessa fase, mais importante do que fazer propostas objetivas, é VENDER BARATO O MAL-ESTAR, manipular a sensação do “malaise“, compreendem?
É preciso criar um clima.

Fui em busca dos “princípios” do FFSP.
Aqui.
Ao ler os princípios, lembrei-me de um documento.
Pois é…
Quis o destino que eu tivesse lido, em algum momento da vida, a Constituição da antiga Alemanha Oriental, que já foi, assim, quase uma Coréia do Norte da Europa, tão fechado e tacanho era o regime.
Mas a sua Constituição era uma belezoca:
Confiram na mesma postagem.

Pergunto: Quem não gostaria de viver na Alemanha Oriental?
Respondo: Os alemães!
Não cito aqui trechos daquela Constituição, cujo espírito, como se vê, é semelhante aos do FSSP, para sugerir que a turma quer ou vai implantar o socialismo em São Paulo — muitos até gostariam, mas sabem que não dá.

Chamo a atenção é para o sentido prático que aquelas doces palavras podem abrigar.
E não custa lembrar que os comunas da Alemanha Oriental também eram contra a “lógica da competição e do individualismo”, tanto é que chegam a citar Marx, literalmente, no texto constitucional (aquele papo de habilidade/necessidade).
Como se consideram os “hábeis”, querem o governo; como nos consideram os “necessitados”, querem nos governar.

Esquentando os motores

O PT está esquentando os motores para disputa.
O ano pré-eleitoral de 2011 nem começou, e a turma já está ativa.
Esses movimentos são irrelevantes?
Não são!
Pautam, como já escrevi, os jornais.
Dali, as notícias vazam para a Internet e para as rádios.
Escrevam aí: daqui a pouco, começa o ciclo das águas em São Paulo.
Haverá enchentes, como em quase todo lugar.
Vamos apelar à memória?
Se vocês voltarem às tragédias do fim do no passado e começo deste ano, verão que, em São Paulo, tudo era culpa de Gilberto Kassab e José Serra; no Rio, curiosamente, parecia que os responsáveis eram os adversários do governador lulista Sérgio Cabral (PMDB).

Não!
Não acho que a exploração vigarista deveria ter sido repetida em outros estados também.
Estou é lamentando a evidente politização da cobertura feita em São Paulo, segundo a pauta dessas entidades ditas “independentes”.

Encerrando

Estou aqui noticiando o movimento dos valentes e caracterizando a sua forma de atuação.
Cumpre aos não-petistas, tucanos e democratas muito especialmente, fazer política para tentar enfrentar essas ações.
Se alguém está achando que a parada vai ser fácil, é bom botar o burro na sombra.
Na fase anterior à desconstrução do adversário no horário eleitoral, os petistas precisam vender aquele misto de mal-estar e ilusão.
E nisso eles são muito bons.
Já começaram a mobilizar o que chamam “sociedade civil”.
As “reportagens” pautadas pelo PT virão em seguida.

Por Reinaldo Azevedo

domingo, 27 de julho de 2014

MILITÂNCIA DIPLOMÁTICA

Ruy Fabiano

Palácio do Itamaraty

Diplomacia, como se sabe, não é exatamente campo adequado para exercícios de militância.

O Itamaraty, desde os tempos do Barão do Rio Branco, cultivou o que veio a se chamar de pragmatismo responsável, o que o tornou considerado nos fóruns internacionais.

Sendo o Brasil um país ainda periférico, sem grandeza bélica, sempre evitou entrar em briga de cachorro grande.

Seu ingresso na Segunda Guerra Mundial foi precedido de amplas negociações com os Estados Unidos, que resultaram na Siderúrgica de Volta Redonda, na Eletrobras e no consequente up grade em sua infraestrutura industrial.

Mesmo assim, só o fez, já na etapa final do conflito, depois de ter navios em sua costa bombardeados pelos nazistas. Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém. Mas esse era o Itamaraty pré-PT, cujas linhas-mestras sobreviveram aos mais variados governos, incluindo os da ditadura militar.

O PT introduziu na diplomacia brasileira o vírus da militância. O país deixou de lado seus interesses - comerciais, políticos, estratégicos -, perdendo mesmo a noção de sua desimportância relativa, e passou a orientar sua conduta pelo viés ideológico.

A adesão ao bolivarismo chavista – de cuja gênese o PT participou, via Foro de São Paulo – o distanciou de parceiros tradicionais, como Estados Unidos e União Europeia.

Em compensação, o país passou a apoiar – e financiar – ditaduras, como as de Cuba e do Sudão, que contabiliza assassinatos numa ordem de grandeza que supera a soma de diversas Faixas de Gaza. Seus aliados preferenciais, na geopolítica global, são países como Coréia do Norte e Irã.

Alia-se a forças criminosas como as Farc, que mantêm campos de concentração na selva e vivem do que apuram com sequestros e venda de drogas. O chanceler de fato, Marco Aurélio Garcia, recusou-se a admiti-las como grupo terrorista, optando pela expressão oblíqua de “forças insurgentes”.

É compreensível, já que suas lideranças sentavam-se lado a lado do PT no Foro de São Paulo. Grande parte dos assassinatos que ocorrem anualmente no Brasil – mais de 50 mil, a maioria pobres e jovens – decorre dessa aliança sinistra, que igualmente supera em muito os até aqui sacrificados da Faixa de Gaza.

Eis, porém, que, não satisfeito em protagonizar uma diplomacia pelo avesso no continente, o Itamaraty decide incursionar pelo Oriente Médio. Lula já havia aparecido por lá, quando presidente, sustentando que sua experiência de sindicalista, habituado a negociar, seria suficiente para clarear um conflito que há décadas desafia as maiores diplomacias do planeta.

Expôs-se (e nos expôs) ao ridículo, sobretudo porque, além de não negociar coisa alguma, optou claramente por uma das partes – no caso, os palestinos. Eis que agora o ridículo se repete. E, de certa forma, com maior gravidade, pois a militância diplomática se dá em pleno conflito.

Diplomacia não comporta amadorismo. O Brasil não integra o grupo de países com expressão geopolítica, que exercem influência na região e nos fóruns internacionais. O primeiro dever da diplomacia é o desconfiômetro, isto é, perceber o seu tamanho. Foi mais ou menos isso que, para nosso constrangimento, nos disse o porta-voz do governo israelense, ao nos qualificar de “anões”.

O conflito de Gaza tem complexidade bem maior que uma negociação sindical. Não começou hoje e nem se sabe quando, como e se terminará. Apelar ao cessar-fogo – gesto-clichê que as grandes potências fazem enquanto buscam uma saída - implica não julgar as partes em conflito.

O Itamaraty valeu-se do jargão, para, em seguida, condenar apenas uma das partes, exatamente a que não teve a iniciativa do presente embate. Militância e diplomacia são práticas que se repelem e, quando se insiste em misturá-las resulta no que se viu: vexame.

Leia em Militância diplomática





quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ATITUDE HONRADA ENQUANTO MUITOS SE VENDEM OU ESMORECEM

MEUS PARABÉNS João Victor Gasparino da Silva E TODO MEU RESPEITO!

Parabenizo esse ato de coragem enquanto muitos se vendem ou esmorecem.
Confesso meu desânimo porque as instituições estão todas corrompidas, nenhuma apoia os guerreiros das redes sociais, estão todas ao lado do Poder que compra consciências e, portanto, todo nosso esforço parece ser em vão, mas me envergonho diante da determinação solitária desse jovem.
Os esquerdistas estão em fúria porque a notícia sobre o universitário que se recusa a fazer trabalho sobre Marx chegou à grande mídia.
Confiram:



“Faz tempo que estou indignado com o que vem acontecendo em nosso país. Os meios acadêmicos e culturais cada vez mais fechados, os intelectuais de direita cada vez mais lançados ao ostracismo. Resolvi ser a voz de brasileiros que não encontravam espaço para se manifestar, seja por falta de meios, seja pelo próprio medo”

Um estudante universitário de Santa Catarina se recusou a fazer um trabalho sobre cientista político e economista alemão Karl Marx e resolveu escrever uma carta ao professor do curso de Relações Internacionais e divulgar o conteúdo na internet.

A carta, segundo João Victor Gasparino da Silva, de 22 anos, foi uma forma de protestar. “Queria uma universidade com o mesmo espaço para todas as ideias e ideologias, sem proselitismo, sem doutrinação”, explicou. A Universidade do Vale do Itajaí (Univali), na qual o jovem estuda, disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.

Segundo João Victor, que estuda Relações Internacionais, o pedido do professor foi para que os estudantes respondessem três questões sobre a teoria de Marx. Ele contou que chegou a pensar em responder de forma neutra, mas mudou de ideia. “Algo me segurava, nem cheguei a considerar dar a minha opinião no trabalho. Até que veio a ideia da carta”, disse.

Conforme o estudante, o protesto não foi contra o professor, mas foi uma forma de demonstrar descontentamento em relação à academia. “Faz tempo que estou indignado com o que vem acontecendo em nosso país. Os meios acadêmicos e culturais cada vez mais fechados, os intelectuais de direita cada vez mais lançados ao ostracismo. Resolvi ser a voz de brasileiros que não encontravam espaço para se manifestar, seja por falta de meios, seja pelo próprio medo”, disse.

Ao escrever a carta, o estudante disse que já sabia que iria divulgar na internet, não seria apenas destinada ao professor da disciplina. “Uma amiga blogueira do Maranhão sugeriu divulgar na internet, ela se encarregou disso. Se nosso país realmente tivesse um meio acadêmico e cultural ideologicamente equilibrado, não seria tão necessária esta carta”, argumentou.

Confira abaixo a íntegra da carta:

Caro professor,

Como o senhor deve saber, eu repudio o filósofo Karl Marx e tudo o que ele representa e representou na história da humanidade, sendo um profundo exercício de resistência estomacal falar ou ouvir sobre ele por mais de meia hora. Aproveito através deste trabalho, não para seguir as questões que o senhor estipulou para a turma, mas para expor de forma livre minha crítica ao marxismo, e suas ramificações e influências mundo afora. Quero começar falando sobre a pressão psicológica que é, para uma pessoa defensora dos ideais liberais e democráticos, ter que falar sobre o teórico em questão de uma forma imparcial, sem fazer justiça com as próprias palavras.

Me é uma pressão terrível, escrever sobre Marx e sua ideologia nefasta, enquanto em nosso país o marxismo cultural, de Antonio Gramsci, encontra seu estágio mais avançado no mundo ocidental, vendo a cada dia, um governo comunista e autoritário rasgar a Constituição e destruir a democracia, sendo que foram estes os meios que chegaram ao poder, e até hoje se declararem como defensores supremos dos mesmos ideais, no Brasil. Outros reflexos disso, a criminalidade descontrolada, a epidemia das drogas cujo consumo só cresce (São aliados das FARCs), a crise de valores morais, destruição do belo como alicerce da arte (funk e outras coisas), desrespeito aos mais velhos, etc. Tudo isso sintomas da revolução gramscista em curso no Brasil. A revolução leninista está para o estupro, assim como a gramscista está para a sedução, ou seja, se no passado o comunismo chegou ao poder através de uma revolução armada, hoje ele buscar chegar por dentro da sociedade, moldando os cidadãos para pensarem como socialistas, e assim tomar o poder. Fazem isso através da educação, o velho e ‘’bom’’ Paulo Freire, que chamam de ‘’educação libertadora’’ ou ‘’pedagogia do oprimido’’, aplicando ao ensino, desde o infantil, a questão da luta de classes, sendo assim os brasileiros sofrem lavagem cerebral marxista desde os primeiros anos de vida. Em nosso país, os meios culturais, acadêmicos, midiáticos e artísticos são monopolizados pela esquerda a meio século, na universidade é quase uma luta pela sobrevivência ser de direita.

Agora gostaria de falar sobre as consequências físicas da ideologia marxista no mundo, as nações que sofreram sob regimes comunistas, todos eles genocidas, que apenas trouxeram miséria e morte para os seus povos.

O professor já sabe do ocorrido em países como URSS, China, Coréia do Norte, Romênia e Cuba, dentre outros, mas gostaria de falar sobre um caso específico, o Camboja, que tive o prazer de visitar em 2010. Esta pequena nação do Sudeste Asiático talvez tenha testemunhado o maior terror que os psicopatas comunistas já foram capazes de infligir sobre a humanidade, primeiro esvaziaram os centros urbanos e transferiram toda a população para as zonas rurais. As estatísticas apontam para uma porcentagem de entre 21% a 25% da população morta por fome, doenças, cansaço, maus-tratos, desidratação e assassinadas compulsoriamente em campos de concentração no interior. Crianças também não escaparam, separadas dos pais, foram treinadas para serem ‘’vigias da Revolução’’, denunciando os próprios familiares, quando estes cometiam ‘’crimes contra a Revolução’’. Quais eram os crimes? Desde roubar uma saca de arroz para não morrer de fome, ou um pouco de água potável, até o fato de ser alfabetizado, ou usar óculos, suposto sinal de uma instrução elevada. Os castigos e formas de extermínio, mais uma vez preciso de uma resistência estomacal, incluíam lançar bebês recém-nascidos para o alto, e apanhá-los no ar, utilizando a baioneta do rifle, sim, isso mesmo, a baioneta contra um recém-nascido indefeso.

Bem, com isto, acho que meu manifesto é suficiente, para expor meu repúdio ao simples citar de Marx e tudo o que ele representa. Diante de um mundo, e particularmente o Brasil, em que comunistas são ovacionados como os verdadeiros defensores dos pobres e da liberdade, me sinto obrigado a me manifestar dessa maneira, pois ele está aí ainda, assombrando este mundo sofrido.

Para concluir gostaria de citar o decálogo de Lenin:

1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação em massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no Exterior e provoque o pânico e o desassossego na população;
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes, nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.

Obrigado, caro professor, pela compreensão.

Ass.: João Victor Gasparino da Silva

quinta-feira, 26 de março de 2015

PROLETÁRIOS, A GRANDE CAUSA DO ATRASO

O artigo de Luis Milman, publicado no blog de Percival Puggina, é uma aula para quem ainda se deslumbra com o discurso demagógico de gente que explora as misérias humanas e condena o Brasil e países companheiros ao atraso.



Você quer que o proletariado se integre à vida econômica e social? Não o entregue aos cuidados de quem precisa dele exatamente como está. Leia com atenção este artigo do Prof. Dr. Luis Milman.

Desde a década de 80, o Partido dos Trabalhadores, mais especificamente o lulopetismo , estimulou sempre a ascensão do proletariado à cena política de ponta, tutelando-o, estimulando-o, tornando-o agente, ainda que dependente do partido, de transformações na sociedade brasileira. Os métodos de cooptação são conhecidos; distribuição de bolsas-família pelo governo, atendimento popular feito por médicos cubanos, programas de assentamento para sem terra, financiamento para casas populares nas periferias, entre outros. Por essa razão, é importante considerar, no plano da análise sociológica, as implicações desta ascensão para a nação nos últimos 30 anos. Ao contrário do que apregoa o esquerdismo de frases feitas, derivado do Manifesto Comunista de Marx e Engels, o crescimento do proletariado e da sua ideologia é corrosivo, do ponto de vista civilizacional.

A economia de subsídios para os proletários não retira deles a sua condição de párias. Convém lembrar que as palavras “prolertariado” e “´proletário” vêm-nos dos tempos romanos e não dos tempos de Marx. Na acepção romana, um "proletarium" era um homem que não contribuía para a comunidade política com nada, a não ser com a própria prole. Uma tal criatura não pagava impostos (porque não tinha renda suficiente), vivia às custas do público, não cumpria deveres cívicos, não fazia nenhum trabalho digno de menção e não conhecia o significado da solidariedade social ou da piedade. Como massa, os proletários coletivos, o proletariado, são formidáveis; exigem certos direitos – em tempos antigos, pão e circo; em nossos dias, direitos muito mais amplos, que lhes são concedidos para evitar que se tornem violentos como coletividade. 

Ao Estado, repito, o proletário contribui apenas com os filhos – que, por sua vez, quase sempre viram proletários. Ocioso, ignorante e muitas vezes criminoso, o proletariado pode arruinar uma nação. O que Arnold J. Toynbbe (1889-1975), em "A Study of History – Volume V: Desintegration of Civilization", Parte 1, chamava de “proletariado interno”, arrassou dessa maneira, a civilização romana de mil anos; os invasores bárbaros, o proletariado “externo”, apenas irromperam pelo frágil casco de uma cultura que já havia sangrado até a morte. Karl Marx, o duro inimigo do patrimônio da civilização moderna, conclamou o proletariado moderno a se levantar e a verter sangue em grande escala.

O Manifesto do Partido Comunista, de 1848, conclui com as seguintes palavras: 'Os comunistas recusam-se a ocultar suas opiniões e intenções. Declaram abertamente que seus objetivos só podem ser alcançados com a derrubada violenta de toda a ordem social até aqui existente. Que as classes dominantes tremam diante de uma revolução comunista. Os proletários nada tem a perder nela a não ser suas cadeias. Têm um mundo a ganhar. Proletários de todo o mundo, uni-vos'. Triunfantes no Império Russo após a Primeira Guerra Mundial, na Europa Oriental e tantas outras regiões do mundo pouco depois da Segunda Guerra Mundial, os discípulos ideológicos de Marx instalaram no poder proletários brutais, como Lênin, Stálin, Mao Tse Tung e Fidel Castro, onde se mostraram tão impiedosos quanto estúpidos. As carnificinas, os genocídios e o terror que implantaram quando chegaram ao poder estão relatados nos livros de Stephanie Courtois ET. Al, " O Livro Negro do Comunismo: Crimes , Terror e Repressão" (1999), e de Paul Johnson, "Tempos Modernos: O Mundos dos anos 20 Aos 80 (1999)".

Em nossos dias, no Brasil, o proletariado não possui apenas os meios de intimidação por meio da violência; ele tem mais efetivamente o poder da urna eleitoral.

Nossos hunos e vândalos têm sido engendrados dentro de nosso País por subsídios estatais e nossas ominosas instituições educacionais e culturais. Ora, no Brasil de hoje, a quem nos referimos quando falamos de um proletariado, de uma classe desenraizada e descontente, que é um ônus para a comunidade política? Primeiro é necessário especificar os grupos que não podemos enquadrar nesta categoria social. O proletariado não é idêntico aos “pobres”. Embora a maioria dos proletários seja pobre, um homem pode ser rico e, ainda assim, proletário, se não for nada mais que uma vergonha para a comunidade política, e se tiver a mentalidade de um proletário. Por outro lado, também há muitas pessoas de renda modesta, que recebem baixos salários e que, mesmo assim, possuem um caráter louvável e são bons cidadãos e, por isso, não se enquadrando na categoria social dos proletários. 

O proletário não é idêntico ao “trabalhador” – de fato, uma das características do proletário é não trabalhar voluntariamente. 

O proletário não é idêntico ao “recebedor de auxílio social”, ainda que a vasta maioria dos proletários esteja na lista dos beneficiários deste auxílio. Logicamente, entre aqueles que recebem bolsas e auxílios locais, estaduais e federais, encontramos vários idosos, enfermos, ou pessoas afligidas por algum outro mal, que, contudo, não são tão desventurados a ponto de compartilhar da mentalidade e da moralidade proletária.

O proletário não é idêntico ao homem negro que habita os bairros pobres dos centros urbanos. Parece que mais da metade dos proletários brasileiros são brancos e a outra metade gente negra, embora isto signifique, obviamente, que a proporção dos proletários entre a população negra do Brasil seja consideravelmente mais alta do que a proporção de proletários brancos.

A população proletária não é apenas a população urbana. Cada vez mais a, a condição de vida proletária se expande até mesmo para remotos distritos rurais. Mesmo em longínquas pequenas cidade do interior, como Vicente Dutra e Panambi, no, Rio Grande do Sul, lúgubres ajuntamentos de casebres em decomposição circundam as ruelas que se projetam da praça central. Por lá, a taxa de crimes, especialmente a venda de drogas, a violência contra as mulheres, os homicídios e os latrocínios crescem a cada ano devido a presença de estratos já significativos de proletários nestas cidades.

O proletariado, em suma, é uma massa desenraizada de pessoas, originada de deslocamentos populacionais sucessivos, que perdeu – se é que alguma vez possuiu – a comunidade, a esperança de melhora, as convicções morais, os hábitos de trabalho, o senso de responsabilidade pessoal, a curiosidade intelectual, a participação em uma família saudável, a propriedade, a participação ativa nos assuntos públicos, nas associações religiosas e a consciência de fins e objetivos da existência humana.

A maioria dos proletários vive dia após dia, sem refletir. Em tempos de declínio na produção industrial e crise econômica, o proletariado moderno se vê quase sem dinheiro, com pouco trabalho desqualificado disponível e, invariavelmente, numa confusão social e moral. O divórcio, o abandono de esposas e de crianças e o crime endêmico tornam-se mais comuns, assim como o surgimento de pseudofamílias monoparentais, fazendo com que estados democráticos controlados por uma casta política de socialistas, como o Brasil, ativem programas assistenciais extremamente dispendiosos para atender suas demandas.

Nosso panorama de políticas públicas é dominado pelo assistencialismo, via benefícios governamentais em grande escala. Ao mesmo tempo, o tecido dos costumes e o sistema educacional públicos se degradam pela ideologização esquerdista e permissiva. As esquinas das grandes cidades são dominadas por gangues de jovens sem futuro, entendiados e ociosos, que adotam como exemplos paternos o dono de bordel, o extorsionário e o traficante de drogas.

Se pensarmos nos estados totalitários, ao longo da nossa mais recente história (século XX), constatamos que estes atacaram o problema da desagregação social que está na origem da ascensão do proletariado, com violência revolucionária interna ilimitada, guerras, reformas coletivistas desastrosas e deslocamentos populacionais forçados, gerando miséria generalizada, fome e instituindo o domínio do cotidiano da sociedade por gangues de criminosos com função policial, a serviço do estado.

Cuba e Coréia do Norte, onde dinastias comunistas se perpetuam no poder e os níveis de pobreza e ignorância são aterradores, são os países que ainda hoje representam a assunção ao poder da mentalidade proletária; e a Venezuela é o exemplo mais recente do que a proletarização da política, com a correlata assunção de tiranos demagogos ao poder, é capaz de acarretar para uma nação.

Passo a analisar um ponto importante No Brasil, ainda são precárias as estatísticas sobre o consumo de álcool e drogas pelos trabalhadores da indústria, mas estima-se, com base em pesquisas realizadas nos EUA, Canadá e Europa, que mais de 30 por cento encontram-se num nível de “debilitação” ou vivem perigosamente sob a influência de narcóticos e álcool, sendo que no setor de serviços a estimativa é de que este número ultrapasse os 20 por cento. Um trabalhador italiano da indústria, por exemplo, que pertence ao grupo consumidor de substâncias psicoativas pode gastar até a metade de seu salário em cocaína, heroína, maconha e bebidas destiladas e, ainda assim, permanecer empregado.

Em que proporção este diagnóstico se aplica ao trabalhador industrial brasileiro? Não sabemos ao certo, mas os números, por projeção, nos colocam diante de um quadro muito mais alarmante. E, pelo vigor com que são apregoadas e recepcionadas as doutrinas de tolerância à droga no Brasil, este trabalhador é, certamente, um proletário situado na fronteira do desemprego e da ruptura com todos os padrões morais.

Ele busca alucinógenos ou a estupefação de bebidas muito fortes porque não tem mais nenhum fim ou objetivo na vida. Ele e, provavelmente, sua prole na escola, constituem a ponta de uma cadeia de escala planetária do tráfico e distribuição de drogas, controlado por mafiosos mundiais e locais, associados muitas vezes a governos e a grupos políticos terroristas, que se financiam mutuamente. O vício em narcóticos, convém não esquecer, faz de pessoas com chances de sucesso no trabalho e no estudo, proletários vazios. E quando quase um terço da mão-de-obra industrial está viciada desta forma, por quanto tempo uma sociedade urbana, como nossas cidades, pode se manter coesa?

O que dizer, então, dos estratos econômicos inferiores, ligados ao subemprego e à desqualificação profissional? Por quanto tempo os costumes, a moralidade pública, a busca pelo sucesso e o estímulo ao aprendizado, podem resistir à corrosão continuada promovida pelo arremedo de vida proletária, pela embriaguez e a drogadição , que multiplicam a mentalidade proletária nas novas formas de família precária, na espetacularização do gosto vulgar e pornográfico, que a indústria de massa explora, transformando os proletários em consumidores de uma cultura degradada?

É por isso que a contribuição dos proletários à vida pública e aos bons costumes civilizatórios é apenas destrutiva. Como na Roma antiga, eles geram filhos que serão iguais a eles e permanecem à margem de qualquer contribuição pública. Os proletários continuam a ser movidos pelo tédio, pelo pão e pelo circo. Na realidade, estão ligados ao crime e ao ódio à vida civilizada.

A forma de enfrentar o problema, nas repúblicas constitucionais, cada vez mais ameaçadas pelo avanço destas hordas nas cidades pequenas e grandes, é a reforma moral radical no sistema de educação pública que, a longo prazo, poderia transformar estas massas destrutivas, paulatinamente, em potenciais cidadãos orgulhosos de suas capacidades, dos valores cívicos adquiridos e, assim, capazes de integrarem-se em redes de atividades produtivas. Mas em países como o nosso, dominados por uma inteligentsia revolucionária, que estimula, usa e financia a cultura proletária para fins ideológicos, é de se esperar que não venhamos a sair da situação dramática em que estamos, ao menos tão cedo. Somente a ação política destinada a recuperar a alta cultura, que foi banida da escola e da universidade, pode alterar este quadro. Esperemos que ela não venha tarde demais.

domingo, 13 de abril de 2014

O CAMINHO PARA O FUNDO DO POÇO

Quem acredita no Lula?

No Coturno


Lula e o assassino Raul Castro, em Cuba, tendo ao fundo o Porto de Mariel, inteiramente pago pelo Brasil, coisa de U$ 1 bilhão, via BNDES. A primeira grande exportação conhecida naquele porto foi de uma carga de armamentos para a Coréia do Norte.

A ultima do Lula é querer discutir uma nova política industrial. Logo ele que colocou o BNDES a serviço de meia dúzia de empresas amigas, por meio de suspeitíssimas transações, para criar campeões mundiais. 

Logo ele que em oito anos nada fez em logística, condenando o agronegócio a perder cerca de 30% dos seus resultados nas estradas esburacadas e nos portos engarrafados. 

Logo ele que passou oito anos aumentando impostos, tornando o custo Brasil insuportável para a indústria brasileira. 

Logo ele que, em vez de investir no Brasil, mandou fazer portos em Cuba e a Petrobras fazer uma internacionalização corrupta e Pasadena está aí, saindo debaixo do tapete, para comprovar. A matéria abaixo é da Folha de São Paulo.

Depois de admitir que a economia brasileira "poderia estar melhor", o ex-presidente Lula fez um discurso otimista anteontem e disse a um grupo de empresários que é preciso discutir um "novo modelo de política industrial", porque o país "não pode ser o primeiro em tudo".

A interpretação de dirigentes do PT foi a de que o tom mais esperançoso se deu depois da conversa que o ex-presidente teve a sós com a presidente Dilma Rousseff na semana passada. Os dois traçaram uma estratégia conjunta de ação política para tentar melhorar o ânimo dos empresários e, consequentemente, da economia nacional.

Durante almoço com empresários do agronegócio e do setor de serviços da região de Araçatuba, no interior paulista, o petista saiu em defesa de Dilma, que tem sido bastante criticada pelo setor privado, e disse que é preciso "agradecer a Deus" pelo caráter e seriedade de sua sucessora.

"Quando quiserem criticar a Dilma, olhem os dirigentes políticos do mundo inteiro e agradeçam a Deus por esse país ter uma mulher com o caráter e a seriedade dela. Falam que Dilma é muito dura, mas ela não é diferente de nenhum de vocês."

De acordo com Lula, o governo federal precisa chamar empresários e sindicalistas para eleger áreas produtivas em que o país quer ser "imbatível e competitivo". O ex-presidente citou o agronegócio, a indústria de alimentos e o etanol como setores em que o Brasil é mais competitivo.

Ao citar esses setores específicos, o ex-presidente procura construir uma ponte com empresários que hoje se sentem abandonado pelo governo, especialmente os produtores de etanol. Eles investiram pesado e agora enfrentam dificuldades no mercado principalmente por causa da política de reajustes dos combustíveis adotada pelo governo.
(...)