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quinta-feira, 30 de junho de 2011

A MULTIMISTURA E O DESCASO DO GOVERNO!!!!



PIONEIRA Há mais de três décadas Clara Brandão criou um composto alimentar que revolucionou a nutrição infantil.
Clara Takaki Brandão criou a multimistura, composto de farelos de arroz e trigo, folha de mandiocas e sementes de abóbora e gergelim.
Foi esta fórmula que, nas últimas três décadas, revolucionou o trabalho da Pastoral da Criança, reduzindo as taxas de mortalidade infantil no País e ajudando o Brasil a cumprir as Metas do Milênio.
Leiam AQUI sobre seu apelo para que o governo do PT não tirasse a multimistura da merenda das crianças.

A então Coordenadora Nacional da Pastoral da Criança, a saudosa Zilda Arns, reconheceu que a multimistura foi importante para diminuir os índices de desnutrição infantil.
"A multimistura ajudou muito", dizia.

Vejam comentário de minha amiga Marciagrega, publicado no blog das PODEROSAS.
*
Claro que não existe mais...
Esse projeto não faz parte da "galinha dos ovos de ouro" que o governo tanto preza para poder engordar o próprio bolso.
Imagina um programa que só beneficie crianças pobres e mal nutridas?
E os nossos ávidos governantes, não poderiam tirar vantagem alguma desse programa?
Afinal eles também são subnutridos e precisam se alimentar...

Falta-lhes dignidade, vergonha, brio, compostura, sobriedade, temperança, humildade, honestidade, entre outros...
Assim sendo, precisam de urgentemente de "grana" e de "poder", coisa que o projeto da Multimistura jamais daria a eles!!!
Minhas irmãs conhecem muito bem esta fonte de alimentação, pois, trabalham com a Pastoral da Criança e, este projeto se bem encaminhado poder gerar renda para todos os envolvidos.
Uma das minhas irmãs, Odete Dan, que é Assistente Social, e colabora com este blog, conheceu um lugarejo em Minas Gerais, ondo o Padre comprou um terreno ao lado da paróquia e forneceu as mudas de mandioca para o plantío.
Cadastrou famílias carentes e deu a elas a possibilidade de cuidar da plantação.
Quando as mandiocas estavam prontas para serem colhidas, as famílias vendiam o produto e ficavam com o lucro.
E o pároco ficava com as folhas que eram vendidas para a Espanha, para fazerem a Multimistura.
Todos lucravam e as famílias não precisavam de "esmolas", pois tinham dinheiro do próprio trabalho.

Se houvesse realmente "boa vontade" política, muita coisa desse tipo poderia ser feita, para devolver a dignidade às famílias carentes, e a saúde para as crianças subnutridas...
Mas, infelizmente isso não gera lucros absurdos como outros que são geridos por programas fantasmas e sem nenhum resultado efetivo.
Afinal dar esmolas é muito melhor, mantém o povo no cabresto e de boca calada!!!

quinta-feira, 2 de maio de 2013

BONS MOTIVOS PARA "BEIJAÇOS"



A perseguição das lideranças do partido que (des)governa o Brasil não se resume aos que, democraticamente, fazem oposição ao partido. Muito menos se restringe ao GOLPE contra o Poder Judiciário. 

O PT persegue a todos que contrariam seus interesses e até mesmo o que dá certo no país, mas não é creditado ao partido, como o uso da MULTIMISTURA, oferecida pela Pastoral da Criança da igreja católica, e as parcerias com Organizações Sociais de saúde.

No início da semana publiquei texto indagando: SERÁ QUE OS PAIS CONHECEM O MATERIAL ESCOLAR DISTRIBUÍDO PELO GOVERNO DO PT?

Ainda estou chocada com o conteúdo do vídeo acima que denuncia, com registros oficiais e imagens, uma ação orquestrada e colocada em prática pelos ministérios que têm petistas no comando.

AQUIAQUI e AQUI mais algumas informações sobre a desastrada condução da Educação na Era PT.

Insisto em cobrar uma atitude das instituições que, inexplicavelmente, apoiam um desgoverno sem escrúpulos e envolvido nos mais graves esquemas de corrupção da história do país, aquelas que têm sido responsáveis por publicações  sempre favoráveis ao poder na última década, que lançam MANIFESTOS para as campanhas do PT e fazem até vigília para orar pela vitória do partido.

O jornalista Reinaldo Azevedo também publica texto tratando de um dos temas abordados no vídeo. Leiam:

Os índios, a cultura da morte e os poetas do infanticídio.
Ou: Ninguém vai dar beijo na boca para salvar os curumins?

Vivemos dias, como sabem, da mais absoluta inversão moral. Um deputado como Osmar Terra (PMDB-RS), que propõe uma lei mais dura contra o tráfico, é tratado pela imprensa como bandido. É achincalhado, convoca-se um batalhão para dar opiniões e escrever artigos contra a sua proposta e lhe cassam a palavra. Já um outro, como o petista Paulo Teixeira (SP), que acha que um estoque de drogas para até 10 dias de consumo deve ser considerado legal (e isso é tráfico, claro!), é visto como herói, é paparicado, é tratado como pensador. Assim, ninguém aqui vai estranhar muito, embora possa ser estupefaciente, ao saber que uma entidade que salva crianças indígenas do infanticídio está sendo perseguida pelo Estado brasileiro. Vamos ver.

Num dos textos que escrevi textos que escrevi sobre o tal Beto, aquele senhor que, por distração da Igreja, ainda era seu sacerdote, afirmei que a cultura politicamente correta dos nossos dias convive bem com o infanticídio praticado por tribos ianomâmis, mas acha absurdo que a Igreja Católica cultive alguns valores sobre a família. Citei o caso dos ianomâmis, mas atenção!, há pelo menos 20 etnias no Brasil que ainda matam suas crianças, sob o olhar cúmplice da Funai e do Ministério da Justiça. Certa “antropologia” acha que o “homem branco” não tem de se meter. Em nome do multiculturalismo, considera-se um “direito” matar infantes. As situações que “justificam” a sentença são as mais variadas: deficiência física, nascimento de gêmeos (um tem de ser morto), filho de mãe solteira… E vai por aí.

Recebi um comentário enviado por Damares Alves, que é pastora da Igreja do Evangelho Quadrangular, advogada e assessora parlamentar. Ela é fundadora e dirigente de uma entidade chamada Movimento ATINI-Voz Pela Vida, que intervém, salva e cuida de crianças condenadas. Também é preciso dar abrigo às famílias, que, para salvar seus filhos, são obrigadas, muitas vezes, a deixar a comunidade.

Resultado: o ATINI está sendo perseguido pelo estado brasileiro. É isto mesmo: quem salva vidas é obrigado a se explicar!

Damares está diretamente envolvida com o projeto, trabalho que é severamente combatido pela Funai.
A fundação e alguns de seus aloprados acham que a intervenção descaracteriza a cultura dos índios.

Leiam trecho da mensagem de Damares. Volto em seguida.

Reinaldo,

Não dá mais para viver neste país sem ler seu blog todos os dias. Que bom que você, novamente, tocou no assunto infanticídio em áreas indígenas! Faz tempo que queremos convidá-lo a conhecer alguns pais indígenas que, contando com apoio de pessoas corajosas, lutaram para salvar seus filhos do infanticídio. Então fica registrado o convite. Venha e descobrirá como estão lindas as crianças, algumas já são adolescentes. Venha passar uma tarde conosco, em nossa instituição. Venha jogar bola com elas (se prepare para perder), venha ver como elas estão felizes. Mas venha também degustar comidas indígenas com os adultos — claro que, em nosso cardápio, temos formigas vivas para lhe servir. Tem coragem?

Aproveito para lhe recomendar o documentário “Quebrando o Silêncio”, da cineasta Sandra Terena, onde ela, como indígena, apresenta imagens e depoimentos provando que o infanticídio ocorre também em outras etnias e que os índios amam seus filhos e querem ajuda para não mais eliminá-los, mesmo que alguns “intelectuais” digam que os índios devem continuar matando seus filhos. Por ajudar os indígenas a salvar as crianças o Movimento ATINI-Voz Pela Vida (www.atini.org/), do qual sou uma das fundadoras, responde a inquéritos na Polícia Federal, e algumas pessoas que voluntariamente acolheram crianças em suas casas também estão sendo ameaçadas.
(…)

Reinaldo, mais uma vez parabéns pela sua coragem. Obrigada por sempre lembrar dos pequenos curumins, Que o Grande Tupã o abençoe!

Damares Alves

Sou grato a Damares pelas palavras gentis, mas terei de declinar das formigas vivas… Não rola, assim, uma farinha de mandioca com água, hehe? Brincadeira à parte, Damares certamente cita o caso das formigas para deixar claro que, ao salvar uma criança, ninguém está querendo mudar os hábitos indígenas. Ademais, em nome de que teoria é sustentável a tese de que as culturas indígenas estão proibidas de operar mudanças?

O direito à vida é um valor universal protegido pela nossa Constituição. Assim, o infanticídio, se praticado em território brasileiro, é crime. E ponto final. Ainda que índios não aculturados sejam inimputáveis (e é bom deixar claro que o infanticídio persiste mesmo em tribos que já descobriram o mundo moderno…), é evidente que os agentes da Funai não são. Se há conivência — E HÁ — com essa prática, estão praticando crimes.

A comissão antes de Feliciano

A questão chegou à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, nos tempos pré-Feliciano, quando aquilo, a dar crédito aos nossos jornais, era um antro de humanistas de esquerda. Em 2007, o deputado Henrique Afonso, do PV do Acre, apresentou um projeto de lei que punia os funcionários públicos que fossem coniventes com o assassinato de crianças indígenas. Responderiam por crime de omissão de socorro.

A Funai e alguns antropólogos pressionaram. Os esquerdistas da comissão, então, decidiram adiar o debate por quatro anos. Em 2011, a questão voltou. O texto de Afonso foi substituído por outro, da deputada petista Janete Pietá (PT-SP). Acabou-se com a possibilidade de punir os servidores públicos brasileiros que, rasgando a Constituição, forem coniventes com o crime. Janete, com aquela pureza d’alma muito própria dos petistas, deu, então, a seguinte declaração: “A tradição de sacrificar crianças é mantida por poucas comunidades. O Brasil tem mais de 200 povos indígenas. Se isso ainda ocorrer em 20, são apenas 10%”. Entenderam? Para a deputada petista, desde que não seja muito infanticídio, mas só um pouco, então tudo bem.

Ninguém deu bola para a sua declaração. Não teve selinho. Quando a comissão, em suma, nos tempos pré-Feliciano, deu aval branco para matar criancinhas em nome da preservação da cultura indígena (só em 10% das comunidades, né, deputada?), ninguém foi lá invadir a Câmara, subir na mesa, sapatear.

Criancinha assassinada não faz lobby na imprensa.

sábado, 20 de outubro de 2012

HADDAD COMBATE A "PRIVATARIA TUCANA", QUE LEVA A SAÚDE DOS RICOS PARA OS HOSPITAIS PÚBLICOS



o GOVERNO DO PT, LOGO QUE LULA ASSUMIU, CANCELOU A PARCERIA COM A PASTORAL DA CRIANÇA, OBRA DE ZILDA ARNS, E  TIROU A MULTIMISTURA (COMPOSTO QUE REDUZIU AS TAXAS DE MORTALIDADE INFANTIL NO PAÍS) DA MERENDA DAS CRIANÇAS. 

cOMO UM GRANDE PARCELA DA POPULAÇÃO NÃO TEM ESSE TIPO DE PROBLEMA, NÃO SE IMPORTOU COM ESSA MEDIDA DO GOVERNO.

JOSÉ SERRA LEVOU UM DOS MELHORES SERVIÇOS DE SAÚDE DO MUNDO, PROFISSIONAIS E EQUIPAMENTOS DE HOSPITAIS COMO EINSTEIN E SÍRIO LIBANÊS (PARA ONDE VÃO NOSSAS AUTORIDADES QUANDO PRECISAM DE CUIDADOS MÉDICOS) AOS HOSPITAIS MUNICIPAIS DE SÃO PAULO A FIM DE ATENDER A POPULAÇÃO CARENTE COM SERVIÇOS DE QUALIDADE.

O PT DE HADDAD É CONTRA E ESTÁ MOVENDO UMA AÇÃO NO SUPREMO PARA PROIBIR ESSE TIPO DE PARCERIA.

MUITA GENTE QUE TEM PLANO DE SAÚDE TAMBÉM ACHA QUE SÍRIO LIBANÊS É ELITISTA, NÃO SERVE PARA O POVO.

A DECISÃO ESTÁ NA PONTA DOS DEDOS DO ELEITOR.
A ESCOLHA DO MODELO DE SAÚDE PARA QUEM DEPENDE DO SERVIÇO PÚBLICO SERÁ DEFINIDA NAS URNAS.

SAÚDE? É COM SERRA!


Haddad está dizendo por aí que planeja criar uma rede-relógio para a saúde em São Paulo. Ou seja, vai acabar com as AMAs e fazer São Paulo retroceder ao caos dos tempos do PT. 
A prova disso é que, quando ele foi ministro da Educação, os hospitais universitários do Brasil, que eram de sua responsabilidade, estavam totalmente abandonados, sem remédios, sem médicos e imundos. 
E agora ele quer trazer isso para São Paulo? 

Para cuidar da saúde em São Paulo, é preciso coragem, experiência e competência para tirar ideias do papel, qualidades que Serra já provou ter. 
E, como prefeito, ele vai cuidar da saúde com carinho especial, criando mais 7 AMEs na capital, 30 novas AMAs 24 horas, além de um centro de diagnóstico que vai agilizar muito o atendimento à população. 
Quem você escolheria para cuidar da saúde em São Paulo? 
O maior ministro da Saúde que o Brasil já teve ou o pior ministro da Educação de todos os tempos?

Vejam, logo no início dos vídeos abaixo, o modelo de saúde pública apresentado por Haddad no debate da Band que ele considera o ideal para São Paulo:




Saúde domina 1º debate do segundo turno em São Paulo

Com informações de O Estado de S.Paulo

No primeiro debate do segundo turno da campanha eleitoral pela Prefeitura de São Paulo, na TV Bandeirantes, temas ligados à saúde ocuparam lugar central na polêmica entre os candidatos Fernando Haddad (PT) e José Serra (PSDB).

O tucano acusou o rival de ter a intenção de “eliminar” as organizações sociais (OS) que administram hospitais públicos e unidades de saúde da cidade.

Vejam o que isso significa para a cidade:

Serra, que foi ministro da Saúde de FHC, chamou de "absurda" a objeção do PT à parceria entre prefeitura e hospitais privados.

"Quando um petista rico fica doente, vai logo para o [Albert] Einstein ou para o Santa Catarina. Mas eles não querem que o Einstein e o Santa Catarina atendam os doentes nos hospitais da prefeitura."

Serra disse que o fim das OS está “implícito” no programa de governo do candidato petista. Afirmou ainda que o ex-deputado José Dirceu encabeçou uma representação no Supremo Tribunal Federal para acabar com as parcerias entre órgãos públicos de saúde e entidades privadas.

*

Faltou dizer que os locais de atendimento à saúde estão sempre lotados em São Paulo por motivos óbvios, é uma das metrópoles mais populosas do mundo. Além disso, temos serviços de saúde tão precários no Brasil que pessoas de outros estados vêm tratar problemas de saúde em São Paulo.

Se o governo do PT fosse tão eficiente quanto os governantes de SP, certamente o cidadão paulistano não teria que disputar um lugar na fila com milhares de doentes que são encaminhados para a capital paulista.

No início do programa, Serra relacionou diversos programas sociais que implantou ou idealizou – remédios genéricos, seguro desemprego, mutirões de saúde – e questionou Haddad se eles seriam voltados para os pobres ou para os ricos.

“O PT, na televisão, fica dizendo que a gente trabalha para rico.”

Serra sabe o que diz, afinal, foi considerado o melhor Ministro da Saúde do mundo.

Assistam ao vídeo que mostra Serra recebendo a merecida homenagem na sede da ONU, em Genebra:




O governador José Serra recebeu, em Genebra, na sede da ONU, uma homenagem da Organização Mundial da Família (WFO) por sua atuação na área da saúde.

sábado, 2 de março de 2013

HADDAD FAZ EM SP O QUE O PT FAZ NO BRASIL

São Paulo está de cara nova desde que o PT assumiu o comando da capital.
O eleitor quis assim. Um terço sabemos que vota no PT, foram 3.387.720 de votos válidos no candidato que venceu a disputa. José Serra recebeu um pouco menos, 2.708.768 de votos, porque prováveis eleitores do tucano resolveram se abster (ou anular o voto), entregando as urnas de mão beijada para os eleitores do PT. Foram 2.532.682 votos jogados no lixo.

o GOVERNO DO PT no plano federal, LOGO QUE LULA ASSUMIU, CANCELOU A PARCERIA COM A PASTORAL DA CRIANÇA, OBRA DE ZILDA ARNS, E  TIROU A MULTIMISTURA (COMPOSTO QUE REDUZIU AS TAXAS DE MORTALIDADE INFANTIL NO PAÍS) DA MERENDA DAS CRIANÇAS. 

cOMO UM GRANDE PARCELA DA POPULAÇÃO NÃO TEM ESSE TIPO DE PROBLEMA, NÃO SE IMPORTOU COM ESSA MEDIDA DO GOVERNO PETISTA.




JOSÉ SERRA LEVOU UM DOS MELHORES SERVIÇOS DE SAÚDE DO MUNDO, PROFISSIONAIS E EQUIPAMENTOS DE HOSPITAIS COMO EINSTEIN E SÍRIO LIBANÊS
(PARA ONDE VÃO NOSSAS AUTORIDADES QUANDO PRECISAM DE CUIDADOS MÉDICOS) AOS HOSPITAIS MUNICIPAIS DE SÃO PAULO A FIM DE ATENDER A POPULAÇÃO CARENTE COM SERVIÇOS DE QUALIDADE.


MUITA GENTE QUE TEM PLANO DE SAÚDE TAMBÉM ACHA QUE SÍRIO LIBANÊS É ELITISTA, NÃO SERVE PARA O POVO. os petistas também acham que que o povo não merece serviço de qualidade E o eleitor paulistano VOTOU EM HADDAD MESMO ASSIM.

Na campanha de 2012 à prefeitura de São Paulo, José Serra provou que o "PT de Haddad" pretendia acabar com as parcerias entre a Prefeitura e as Organizações Sociais que administram hospitais na cidade. 



Será um retrocesso fatal na saúde pública de São Paulo e do Brasil se isso ocorrer, pois a capital paulista atende a milhares de pacientes do país inteiro, que não têm atendimento adequado onde residem porque a Saúde no país está um caos.  

O programa de Serra mostrou uma cópia de um abaixoassinado que teria sido iniciativa de petistas contra essas parcerias e incluiu um vídeo onde o candidato do PT defende que o poder público assuma a administração de hospitais. "O PT do Haddad votou contra a lei das parcerias", acusou o narrador.

O PT fez mais do que votar contra as OSs (Organizações Sociais), foi ao supremo para acabar com o que chamam de PRIVATARIA tucana na saúde. Na verdade, O PT DE HADDAD COMBATE A "PRIVATARIA TUCANA", QUE LEVA A SAÚDE DOS RICOS PARA OS HOSPITAIS PÚBLICOS

Leiam o que informa um jornal impresso, mas não sai nos noticiários da TV, portanto, o povo nem fica sabendo:

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (SP), determinou a redução de gastos com Organizações Sociais (OSs) como uma de suas primeiras medidas na área da saúde. Além de contingenciar até 9% dos gastos com OSs, que administram hospitais e postos de saúde, Haddad fará cortes nos contratos e reforçará a fiscalização.
Segundo o secretário municipal de Saúde, José de Filippi Junior (PT), a prefeitura prevê economizar R$ 6 milhões ao mês (R$ 72 milhões por ano) com o contingenciamento parcial das despesas com OSs. "Vamos reavaliar ainda mais e vamos fazer um corte maior", disse Filippi, em entrevista ao Valor. O secretário ainda está revisando os contratos e deverá reduzir as despesas com custeio nos próximos dois meses.

O debate sobre as OSs marcou o segundo turno da campanha eleitoral no ano passado e colocou em lados opostos PT e PSDB. Adversário de Haddad, o tucano José Serra defendeu a expansão do modelo e acusou o PT de querer acabar com as OSs. Já Haddad garantiu que manteria os atuais contratos, mas disse que não iria ampliá-los.
Em dois meses de governo petista, a fila de pedidos de exames e consultas com especialistas aumentou para 802 mil . Há 300 mil pessoas à espera de exame e 502 mil na fila para consulta de especialista. E o deficit de médicos foi ampliado para 2,6 mil profissionais. No entanto, Haddad optou por fazer cortes no orçamento das Organizações Sociais, contrariando o que havia prometido na campanha eleitoral.