O envolvimento do governo americano no golpe contra Jango, prestes a
completar 49 anos, é o pano de fundo do documentário O Dia que Durou 21
Anos, de Camilo Tavares, que estreia hoje em sete capitais do País. Seu
protagonista é Lincoln Gordon, um economista de Harvard que serviu no
Brasil como embaixador entre 1961 e 1966 e cujo maior temor, pelos
áudios e documentos exibidos no filme, era que o maior país da América
Latina se convertesse "não em outra Cuba, mas em uma China no Ocidente".
Os presidentes americanos John Kennedy e Lyndon Johnson sabiam que havia
um golpe em curso no Brasil. Do embaixador dos Estados Unidos no País,
Lincoln Gordon, Kennedy ouviu em 1962 que o então presidente João
Goulart poderia se transformar em um "ditador populista" como o
argentino Juan Domingo Perón.
Leia mais aqui.
*
Um dos participantes da tentativa de golpe que tinha como objetivo tornar o Brasil numa ditadura de esquerda, sistema que fracassou no mundo inteiro, confirma essa versão que tentam apagar de nossos registros históricos:
Abaixo, o desabafo dos pais de uma das vítimas da guerrilha, da qual a presidente Dilma participou ativamente, fato confirmado, no vídeo a seguir, pelo jornalista Boris Casoy:
Alguém ainda acredita que Dilma esteja preocupada com a memória dos que realmente foram vítimas de abusos de militares, carcereiros ou de justiceiros de seu próprio bando?
Quem participou de assaltos, sequestros e assassinatos não foram presos injustamente, como tentam nos convencer. Cometeram crimes e nada justificaria que ficassem impunes.
Nesse clima de populismo, porém, com certas diferença do populismo de Lula que apenas pegou carona na história toda, o que Dilma quer, na verdade, é vingança. Confiram AQUI.
sexta-feira, 29 de março de 2013
ROMBO NA ELETROBRAS, POPULISMO DO PT ESTÁ QUEBRANDO O BRASIL
As mudanças nas regras do setor elétrico implantadas no ano passado pelo governo Dilma Rousseff levaram a Eletrobras a registrar em 2012 prejuízo de R$ 6,8 bilhões, o maior desde que a companhia foi criada, em 195. O anúncio foi feito ontem pelo presidente da empresa, José da Costa Carvalho Neto.
Entre outubro e dezembro de 2012, a elétrica teve perda de R$ 10,5 bilhões, maior prejuízo trimestral nominal (sem ajustar pela inflação) de uma empresa de capital aberto no país desde 1996, segundo levantamento da Economática.
O prejuízo decorreu exclusivamente dos efeitos da MP do setor elétrico, que obrigou as companhias a reduzir suas tarifas para antecipar a renovação das concessões. Sem isso, a empresa teria um lucro de R$ 5,9 bilhões.
(Folha de São Paulo)
A FALA DE DILMA E A FALTA DE RESPEITO AO BANCO CENTRAL
Martha Beck, O Globo
A inflação ficará acima do centro da meta fixada pelo governo (4,5% ao ano) durante todo o mandato da presidente Dilma Rousseff. Isso foi o que mostrou nesta quinta-feira o primeiro Relatório Trimestral de Inflação de 2013, divulgado pelo Banco Central (BC).
No documento, a autoridade monetária afirma que o IPCA deve fechar 2013 em 5,7%. A estimativa é bem superior aos 4,8% projetados no relatório de dezembro. Para 2014, a expectativa é de 5,3%, sendo que a estimativa anterior era de 5%.
O relatório destaca ainda o aumento dos salários como um dos fatores de pressão da inflação. Segundo o documento, o IPCA em 12 meses deve fechar o primeiro trimestre exatamente no teto da meta, de 6,5%. No segundo trimestre, a inflação tende a superar o teto, ficando em 6,7%.
Leia mais em BC vê inflação acima do centro da meta durante todo o governo Dilma
A inflação ficará acima do centro da meta fixada pelo governo (4,5% ao ano) durante todo o mandato da presidente Dilma Rousseff. Isso foi o que mostrou nesta quinta-feira o primeiro Relatório Trimestral de Inflação de 2013, divulgado pelo Banco Central (BC).
No documento, a autoridade monetária afirma que o IPCA deve fechar 2013 em 5,7%. A estimativa é bem superior aos 4,8% projetados no relatório de dezembro. Para 2014, a expectativa é de 5,3%, sendo que a estimativa anterior era de 5%.
O relatório destaca ainda o aumento dos salários como um dos fatores de pressão da inflação. Segundo o documento, o IPCA em 12 meses deve fechar o primeiro trimestre exatamente no teto da meta, de 6,5%. No segundo trimestre, a inflação tende a superar o teto, ficando em 6,7%.
Leia mais em BC vê inflação acima do centro da meta durante todo o governo Dilma
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FALTA DE TRANSPARÊNCIA ESCONDE O ROMBO DA PETROBRAS
Documentos da estatal revelam os bastidores da venda de
patrimônio no exterior – como a sociedade secreta na Argentina com um
amigo da presidente Cristina Kirchner
Diego Escosteguy, ÉPOCA
Na quarta-feira, dia 27 de março, o executivo Carlos Fabián, do grupo argentino Indalo, esteve no 22o andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para fechar o negócio de sua vida. É lá que funciona a Gerência de Novos Negócios da Petrobras, a unidade que promove o maior feirão da história da estatal – e talvez do país. Sem dinheiro em caixa, a Petrobras resolveu vender grande parte de seu patrimônio no exterior, que inclui de tudo: refinarias, poços de petróleo, equipamentos, participações em empresas, postos de combustível. Com o feirão, chamado no jargão da empresa de “plano de desinvestimentos”, a Petrobras espera arrecadar cerca de US$ 10 bilhões.
De tão estratégica, a Gerência de Novos Negócios reporta-se diretamente à presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster. Ela acompanha detidamente cada oferta do feirão. Nenhuma causou tanta polêmica dentro da Petrobras quanto a que o executivo Fabián viria a fechar em sua visita sigilosa ao Rio: a venda de metade do que a estatal tem na Petrobras Argentina, a Pesa. ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, ao acordo confidencial fechado entre as duas partes, há um mês. Nele, prevê-se que a Indalo pagará US$ 900 milhões por 50% das ações que a Petrobras detém na Pesa.
Apesar do nome, a Petrobras não é a única dona da Pesa: 33% das ações dela são públicas, negociadas nas Bolsas de Buenos Aires e de Nova York. A Indalo se tornará dona de 33% da Pesa, será sócia da Petrobras no negócio e, segundo o acordo, ainda comprará, por US$ 238 milhões, todas as refinarias, distribuidoras e unidades de petroquímica operadas pela estatal brasileira – em resumo, tudo o que a Petrobras tem de mais valioso na Argentina.
Leia mais em O feirão da Petrobras
Diego Escosteguy, ÉPOCA
Na quarta-feira, dia 27 de março, o executivo Carlos Fabián, do grupo argentino Indalo, esteve no 22o andar da sede da Petrobras, no Rio de Janeiro, para fechar o negócio de sua vida. É lá que funciona a Gerência de Novos Negócios da Petrobras, a unidade que promove o maior feirão da história da estatal – e talvez do país. Sem dinheiro em caixa, a Petrobras resolveu vender grande parte de seu patrimônio no exterior, que inclui de tudo: refinarias, poços de petróleo, equipamentos, participações em empresas, postos de combustível. Com o feirão, chamado no jargão da empresa de “plano de desinvestimentos”, a Petrobras espera arrecadar cerca de US$ 10 bilhões.
De tão estratégica, a Gerência de Novos Negócios reporta-se diretamente à presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster. Ela acompanha detidamente cada oferta do feirão. Nenhuma causou tanta polêmica dentro da Petrobras quanto a que o executivo Fabián viria a fechar em sua visita sigilosa ao Rio: a venda de metade do que a estatal tem na Petrobras Argentina, a Pesa. ÉPOCA teve acesso, com exclusividade, ao acordo confidencial fechado entre as duas partes, há um mês. Nele, prevê-se que a Indalo pagará US$ 900 milhões por 50% das ações que a Petrobras detém na Pesa.
Apesar do nome, a Petrobras não é a única dona da Pesa: 33% das ações dela são públicas, negociadas nas Bolsas de Buenos Aires e de Nova York. A Indalo se tornará dona de 33% da Pesa, será sócia da Petrobras no negócio e, segundo o acordo, ainda comprará, por US$ 238 milhões, todas as refinarias, distribuidoras e unidades de petroquímica operadas pela estatal brasileira – em resumo, tudo o que a Petrobras tem de mais valioso na Argentina.
Leia mais em O feirão da Petrobras
MAIS UM POUCO DA SÉRIE - PT ESQUECE, MAS NÓS LEMBRAMOS
DESONERAÇÃO DA CESTA BÁSICA - Governo adotou uma política errada
O PSDB já tentou desonerar a cesta básica, principal ítem de consumo dos brasileiros mais pobres, a exemplo do que alguns governos tucanos fizeram nos estados que administram, o projeto foi aprovado no Congresso, mas DILMA VETOU.
Foram meses perdidos para o consumidor, que só tem visto os preços aumentarem nesse meio tempo.
DILMA MUDOU DE IDEIA COM ATRASO. OS PREÇOS JÁ DISPARARAM E ESTÁ DIFÍCIL SEGURAR.
10 de agosto de 2012
Já escrevi e repito, Dilma está criando uma marca de governo justamente em cima das ações de seus adversários.
É a cara do PT, enaltecida pelos marqueteiros e por setores da midia que vendem a imagem que interessa ao governo petista quando transformam a ausência de escrúpulo em virtude.
Por isso, sempre questiono: "Qual a diferença entre certos jornalistas e a base ajoelhada do Congresso?"
Abaixo, vídeo bem humorado com tradução simultânea da fala de Dilma na TV, quando se aproveitou da data que celebrou o Dia Internacional da Mulher para fazer demagogia.
Num ato de campanha antecipada, apresentando-se como candidata porque esqueceu que é presidente e precisa trabalhar, Dilma talvez tenha se confundido ao apresentar mais um projeto de seus adversários como se fosse um ato de seu governo. O vídeo, porém, "traduz" as palavras de Dilma para o idioma da VERDADE.
Confiram:
O PSDB já tentou desonerar a cesta básica, principal ítem de consumo dos brasileiros mais pobres, a exemplo do que alguns governos tucanos fizeram nos estados que administram, o projeto foi aprovado no Congresso, mas DILMA VETOU.
Foram meses perdidos para o consumidor, que só tem visto os preços aumentarem nesse meio tempo.
DILMA MUDOU DE IDEIA COM ATRASO. OS PREÇOS JÁ DISPARARAM E ESTÁ DIFÍCIL SEGURAR.
10 de agosto de 2012
Já escrevi e repito, Dilma está criando uma marca de governo justamente em cima das ações de seus adversários.
É a cara do PT, enaltecida pelos marqueteiros e por setores da midia que vendem a imagem que interessa ao governo petista quando transformam a ausência de escrúpulo em virtude.
Por isso, sempre questiono: "Qual a diferença entre certos jornalistas e a base ajoelhada do Congresso?"
Abaixo, vídeo bem humorado com tradução simultânea da fala de Dilma na TV, quando se aproveitou da data que celebrou o Dia Internacional da Mulher para fazer demagogia.
Num ato de campanha antecipada, apresentando-se como candidata porque esqueceu que é presidente e precisa trabalhar, Dilma talvez tenha se confundido ao apresentar mais um projeto de seus adversários como se fosse um ato de seu governo. O vídeo, porém, "traduz" as palavras de Dilma para o idioma da VERDADE.
Confiram:
UM POUCO DE REALIDADE PARA O BRASIL QUE VIVE NO MUNDO DA FANTASIA
Os governos do PT
deram continuidade ao que tanto criticavam, como os fundamentos da
economia que garantiram, até há pouco, a estabilidade e o controle da
inflação.
Sei não, apesar do voto de confiança em Lula quando, na campanha de 2002, assinou a tal "Carta ao Povo Brasileiro", um compromisso de manter os pilares estabelecidos nos governos anteriores e que tinham dado certo, Sardenberg vem nos alertando, "Mudou, sim. E não funciona".
"Ou a política não mudou, apenas estaria sendo, digamos, mal executada. Ou mudou e o governo não quer admitir isso para não criar expectativas negativas, sobretudo lá fora, ou porque a mudança não está funcionando", escreveu o jornalista.
Por outro lado, os desgovernos petistas têm copiado, sem o menor escrúpulo, até mesmo as propostas de campanha de candidatos adversários, como as de José Serra, além de relançar o que já existia nos estados governados por tucanos ou anunciar como seus os projetos e as obras que outros fizeram.
São tão arrogantes e confiantes na impunidade que fazem Marquetagem com a Obra Alheia.
Vejam alguns exemplos:
A presidenta Dilma Rousseff lançou em maio de 2012, no Dia das Mães, um programa social para a chamada primeira infância (de zero a seis anos de idade), transmitido em rede nacional de rádio e televisão ao estilo Hugo Chávez, o Brasil Carinhoso, com investimentos feitos em parceria entre os governos federal, estaduais e municipais.
A aprendiz obediente segue os passos de seu criador e nem fica corada de vergonha ao anunciar uma CÓPIA descarada de uma das ações de José Serra quando era Ministro da Saúde, o Bolsa Alimentação.
Dilma também lançou programas implantados por Serra quando governou São Paulo, como o Mãe Paulistana, ou, ainda, os que foram propostos na campanha à presidência da república, como o PROTEC e a crítica à política de juros.
Tratei sobre isso AQUI para não permitirmos que essas informações caiam no esquecimento, pois a ação que coloca em prática a política de redução de juros, sempre defendida por José Serra, já é um sucesso em São Paulo, o Banco do Povo.
Sei não, apesar do voto de confiança em Lula quando, na campanha de 2002, assinou a tal "Carta ao Povo Brasileiro", um compromisso de manter os pilares estabelecidos nos governos anteriores e que tinham dado certo, Sardenberg vem nos alertando, "Mudou, sim. E não funciona".
"Ou a política não mudou, apenas estaria sendo, digamos, mal executada. Ou mudou e o governo não quer admitir isso para não criar expectativas negativas, sobretudo lá fora, ou porque a mudança não está funcionando", escreveu o jornalista.
Por outro lado, os desgovernos petistas têm copiado, sem o menor escrúpulo, até mesmo as propostas de campanha de candidatos adversários, como as de José Serra, além de relançar o que já existia nos estados governados por tucanos ou anunciar como seus os projetos e as obras que outros fizeram.
São tão arrogantes e confiantes na impunidade que fazem Marquetagem com a Obra Alheia.
Vejam alguns exemplos:
A presidenta Dilma Rousseff lançou em maio de 2012, no Dia das Mães, um programa social para a chamada primeira infância (de zero a seis anos de idade), transmitido em rede nacional de rádio e televisão ao estilo Hugo Chávez, o Brasil Carinhoso, com investimentos feitos em parceria entre os governos federal, estaduais e municipais.
A aprendiz obediente segue os passos de seu criador e nem fica corada de vergonha ao anunciar uma CÓPIA descarada de uma das ações de José Serra quando era Ministro da Saúde, o Bolsa Alimentação.
Dilma também lançou programas implantados por Serra quando governou São Paulo, como o Mãe Paulistana, ou, ainda, os que foram propostos na campanha à presidência da república, como o PROTEC e a crítica à política de juros.
Tratei sobre isso AQUI para não permitirmos que essas informações caiam no esquecimento, pois a ação que coloca em prática a política de redução de juros, sempre defendida por José Serra, já é um sucesso em São Paulo, o Banco do Povo.
José Serra, então governador do Estado de São Paulo divulgou, ainda no ano de 2009, a redução da
taxa de juros do Banco do Povo Paulista (BPP). O índice, que era de 1%,
passou para 0,7% ao mês. Atualmente está em 0,5%.
O
Banco do Povo Paulista emprestou, somente no primeiro semestre daquele ano,
cerca de R$ 40 milhões, assistindo 10 mil pequenos negócios. O BRASILEIRO APROVA O QUE, AFINAL?

A arte de Antonio Lucena
O PIB caiu, a inflação dispara, a violência está sem controle, as filas dos hospitais aumentam, a faxina ética saiu de cartaz e até a natureza conspira contra Dilma: a seca castiga o Nordeste, os baixos níveis dos reservatórios provocam apagões de energia elétrica e a falta de investimentos resultam em tragédias, como as da Região Serrana fluminense, para as quais a presidente propôs “medidas drásticas”, não contra os responsáveis, entre os quais ela é a principal porque está no comando, mas “contra os que insistem em ficar nas áreas de risco”, como se tivessem a possibilidade de escolha.
UFA!!! O parágrafo ficou grande, mas ficou faltando muito resultado ruim, faltou nossa colocação no IDH, o nível vergonhoso da educação, o endividamento das famílias, a corrupção, e muito mais que o PT esquece, mas nós lembramos.
O número de mortos pelo temporal que abateu Petrópolis chegou a 33 semana passada, mas foram milhares nos últimos anos em todo o Brasil, passa de mil só no Rio de Janeiro e pelo menos mil pessoas ainda estão desabrigadas, apenas nesse episódio.
Ainda na Itália, Dilma sugeriu que é preciso agir com rigor, essa é uma das caracteríscas elogiadas por quem aprova seu governo, não com os que têm sido relapsos esse tempo todo, mas com as famílias que não querem sair das áreeas de risco.Na prática, ela os culpou pela própria tragédia. Se não houve investimento para remover essas pessoas, Dilma quer o que, então? Como vai tirar à força quem não têm para onde ir? Quer que todas essas pessoas morem nas ruas?
Reportagens estarrecedoras mostram as péssimas condições das casas e apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida. Casas com rachaduras. Casas inundadas. Casas afundando. A situação ocorre no Rio e em todo o Brasil.
Leiam sobre a dúvida de Dilma: “Se o camarada Stálin esvaziou a Chechênia inteira, por que a gente não consegue tirar à força alguns milhares de seus barracos?”
O quadro é desanimador. Em Teresópolis, apenas para citar um exemplo, em relação às 1.655 unidades habitacionais que seriam construídas pela parceria entre governos estadual e federal, segundo a secretária municipal de Desenvolvimento Social de Teresópolis, Maria das Graças dos Santos, depois de dois anos, a informação é de que a obra ainda vai começar.
Uma pesquisa mínima, neste blog mesmo, basta para verificar que faz anos que o governo só promete e nada faz. Nem para o Nordeste, que assiste à pior seca dos últimos 40 anos - o desgoverno popular, com mãe do PAC e tudo, não foi capaz de concluir a obra do rio São Francisco, cujo projeto já estava concluído e aprovado ainda na gestão FHC. Do mesmo modo, o desgoverno não investiu para evitar tragédias com enchentes nem para atender as vítimas.
Enquanto no Japão a rodovia que liga Ibaraki a Tóquio, destruída no tsunami de 2011, demorou seis dias para ser reconstruída, as pontes da região serrana continuam implorando por socorro há quase mil dias, informam os jornais.
A Folha de São Paulo informou que só um terço da verba federal reservada para a prevenção e resposta a tragédias relacionadas à chuva foi gasto ano passado.
Estão retidos nos cofres recursos que deveriam ser destinados para salvar vidas.
Leiam:
Mesmo com mais dinheiro disponível para a prevenção e resposta a tragédias relacionadas à chuva, o Brasil segue com dificuldade para executar essas tarefas. Só um terço da verba federal reservada para esse objetivo foi gasto ano passado, situação causada principalmente por entraves burocráticos com Estados e municípios no repasse dos recursos e elaboração de projetos.
Estão retidos nos cofres recursos destinados diretamente para Petrópolis
(RJ),... Essas
verbas foram anunciadas em 2011, quando as chuvas mataram mais de 900
pessoas na região serrana do Rio -71 em Petrópolis. Segundo balanço do
governo do Rio, apenas quatro obras de contenção de encostas na cidade
foram entregues, no valor de R$ 4,7 milhões.
(...)
(...)
Em todo o país, dos R$ 5,7 bilhões autorizados para programas relacionados a desastres, só R$ 1,9 bilhão (33%) foi pago em 2012. A verba estava reservada para tirar do papel obras preventivas como construção de barragens e sistemas de contenção de cheias, além de mapeamento de áreas de risco.
(...)
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