A integridade nacional está ameaçada, a unidade conquistada com suor e sangue de muitos heróis brasileiros está em risco desde que "Silvas" poderosos resolveram adotar, literalmente, a lei da "selva" no Brasil, ou seja, fazer o Brasil regredir à era das selvas.
Entre os discursos rancorosos de um e pura embromação de outra, nada é devidamente esclarecido sobre questões que comprometem diversos setores, especialmente o que mais contribui com os índices positivos da nossa economia.
Confiram AQUI.
Evidente que há o apelo da publicidade, que vende a imagem de determinadas personalidades de acordo com seus interesses e nem sempre corresponde à verdade ou à escolha do melhor caminho para a maioria das pessoas, o que significa uma agressão aos valores democráticos.
Porém, observa-se que a própria palavra "Democracia" está em desuso, o mote do momento são os princípios "Republicanos", que existem até nas mais sólidas tiranias.
Estabelece-se, assim, a aceitação da ditadura das minorias em detrimento da decisão da maioria.
Mas podem argumentar que a maioria nas urnas justifica suas ações.
Seria assim se o voto fosse realmente consciente, se as propostas dos candidatos fossem claras, consistentes e honestas.
O vídeo abaixo abre uma série de reportagens que o Jornal da Band fez sobre o crime cometido contra os brasileiros na Raposa Serra do Sol.
Seguem outros dois videos da série.
Essa seria a proposta de campanha de Marina Silva, que seduziu milhões de brasileiros sem deixar claro que fatos como os que acontecem em Roraima penalizam o trabalhador rural para "preservar" o Brasil na condição de "selva".
Há uma confusão sobre preservação da natureza e a preocupação com o meio ambiente, louváveis, mas isso evolui com educação, muito mais eficiente do que simplesmente condenar o homem do campo que, em outros tempos, recebeu incentivos para produzir e enriquecer o país.
Irônico que as piores tragédias ambientais acontecem nas áreas urbanas, justamente porque nessas localidades não há o cuidado necessário com essas questões.
Ao contrário, há permissividade e combate aos governantes que tentam tomar providências, como ocorreu com José Serra quando implantou o Parque Várzeas do Tietê, que reassentou os moradores em outras localidades, como também na recuperação da Serra do Mar, que salvou a vida de milhares de famílias transferidas das áreas de risco.
.........................................................
No extremo norte do país, em uma região estratégica para a segurança nacional, o cenário é de miséria e segregação.
Dois anos depois da demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima, a segurança na fronteira ficou comprometida e a economia do Estado enfraqueceu.
A imensa faixa de terra, antes ocupada por fazendas e plantações, agora abriga poucas comunidades que sofrem com o desemprego e o descaso.
Com estradas mal conservadas, que prejudicam o acesso à educação e à saúde, a reserva Raposa Serra do Sol, no norte de Roraima, não garante melhores condições de vida para os índios que vivem lá.
Com a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, há dois anos, o arroz deixou de ser a principal fonte de renda no norte de Roraima.
O esvaziamento econômico da região abriu espaço para o contrabando de gasolina - crime que cresce na fronteira do Brasil com a Venezuela.
A segurança nacional também fica comprometida por causa da resistência dos índios à presença dos militares.
Vejam mais no blog O Berro da Formiga.
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terça-feira, 19 de julho de 2011
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
TEMOS DE MUDAR O PAÍS
RAPOSA SERRA DO SOL - Demarcação desastrosa em Roraima dificulta absorção dos venezuelanos, diz Heleno
O general Augusto Heleno advertiu para a política indigenista caótica, e hoje o índio sem perspectivas e sem os arrozais recorre ao lixão para sobreviver, na reserva Raposa Serra do Sol.
O general Augusto Heleno advertiu para a política indigenista caótica, e hoje o índio sem perspectivas e sem os arrozais recorre ao lixão para sobreviver, na reserva Raposa Serra do Sol.
O general Augusto Heleno, ex-comandante militar da Amazônia e um dos mais admirados oficiais do Exército Brasileiro, lembrou neste domingo (11) que se não tivesse ocorrido a “demarcação ideológica” da reserva indígena Raposa Serra do Sol, que destruiu a cultura do arroz, o Brasil poderia absorver nesse setor boa parte da mão de obra dos 50 mil venezuelanos que invadiram Roraima à procura de trabalho e melhores condições de vida.
“O presidente Temer vai a Boa Vista conhecer o problema dos 50 mil imigrantes venezuelanos”, escreveu o general em artigo para o Diário do Poder. “Por ser o Comandante Militar da Amazônia, denunciei, em 2008, a lamentável política indigenista. Alertei sobre a falta de critério na demarcação ideológica de Raposa Serra do Sol. Economistas avisaram que a expulsão dos arrozeiros era medida social e economicamente desastrosa. Ignoraram. Favelizaram Boa Vista e empobreceram Roraima”, acusa.
Ao decidir pela demarcação em terras contínua da reserva Raposa Serra do Sol, em 2009, sob influência de conceitos meramente ideológicos, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a expulsão dos arrozeiros.
Atualmente, a gigantesca região de 17 mil quilômetros quadrados, mais de 11 vezes o tamanho da cidade de São Paulo e três vezes maior que o Distrito Federal. A reserva faz fronteira com a Venezuela e Guiana. Antes a maior produtora de arroz do Brasil, virou terra abandonada, com cerca de 20 mil índios aculturados e sem atividade econômica, passando fome e com milhares deles entregues ao alcoolismo.
“Hoje, a situação gerada pela ditadura de Maduro poderia ser contornada pela ampliação da cultura arrozeira e pelo consequente emprego de boa parte da mão de obra estrangeira que chegou a Roraima”, afirma o general Augusto Heleno em seu artigo. “Não há mais essa alternativa”, lamenta. “Infelizmente, vem aí mais improvisação e desordem urbana. Em outubro, temos que mudar o País”, conclama.
Ao decidir pela demarcação em terras contínua da reserva Raposa Serra do Sol, em 2009, sob influência de conceitos meramente ideológicos, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a expulsão dos arrozeiros.
Atualmente, a gigantesca região de 17 mil quilômetros quadrados, mais de 11 vezes o tamanho da cidade de São Paulo e três vezes maior que o Distrito Federal. A reserva faz fronteira com a Venezuela e Guiana. Antes a maior produtora de arroz do Brasil, virou terra abandonada, com cerca de 20 mil índios aculturados e sem atividade econômica, passando fome e com milhares deles entregues ao alcoolismo.
“Hoje, a situação gerada pela ditadura de Maduro poderia ser contornada pela ampliação da cultura arrozeira e pelo consequente emprego de boa parte da mão de obra estrangeira que chegou a Roraima”, afirma o general Augusto Heleno em seu artigo. “Não há mais essa alternativa”, lamenta. “Infelizmente, vem aí mais improvisação e desordem urbana. Em outubro, temos que mudar o País”, conclama.
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
QUESTÃO INDÍGENA NÃO É PRA GRINGO
QUESTÃO INDÍGENA OU ENTREGUI$MO? é o título de um de meus textos sobre a tragédia anunciada com a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol. Lá eu escrevi o que vale ainda hoje:
Já publiquei uma série de matérias que mostram o descaso do governo brasileiro tanto com a questão indígena quanto contra quem produz.
Alguém se lembra do que aconteceu com Almerita Francisca?
Alguém se importa?
Os índios, no entanto, assim como outros grupos de minorias, também são vítimas dos que promovem conflitos para colocar em prática seu projeto de dominação, enriquecimento e poder. Não passam, portanto, de massa de manobra a serviço de um partido.Já publiquei uma série de matérias que mostram o descaso do governo brasileiro tanto com a questão indígena quanto contra quem produz.
Alguém se lembra do que aconteceu com Almerita Francisca?
Alguém se importa?
Qual seria o propósito, então, ao demarcar parte de nosso território justamente nas faixas de fronteira, transformando propriedades, na prática, em terra de ninguém e índios em indigentes, como aconteceu na Raposa Serra do Sol, que já ficou conhecida como a fronteira do abandono?
Por que "Verdes" e "Vermelhos" cedem a pressões internacionais, geridas pelas nações ricas e suas ONGs?
Qual a razão da visitas de governantes e da realeza desses países sem uma agenda oficial?
Até reis já estiveram nessas terras ricas em minérios e não foi em caráter oficial. O príncipe Charles também foi um dos visitantes a terras indígenas, sem uma agenda que justificasse sua vinda, no período em que se deu a votação sobre a Raposa Serra do Sol. Coincidência?
As Guianas, países que fazem divisa com uma dessas áreas demarcadas, justamente uma das mais rica em minerais, como o NIÓBIO, já pertenceram a certos países tão preocupados com nossas florestas...
Até reis já estiveram nessas terras ricas em minérios e não foi em caráter oficial. O príncipe Charles também foi um dos visitantes a terras indígenas, sem uma agenda que justificasse sua vinda, no período em que se deu a votação sobre a Raposa Serra do Sol. Coincidência?
As Guianas, países que fazem divisa com uma dessas áreas demarcadas, justamente uma das mais rica em minerais, como o NIÓBIO, já pertenceram a certos países tão preocupados com nossas florestas...
Outra postagem, DEVOLVAM O PLANETA ÀS AMEBAS, é uma ironia que escancara alguns perigos que batem à nossa porta. Cliquem no link e confiram.
Para completar esse quadro que trata das motivações obscuras por trás da questão indígena, leiam postagem do Coturno, assistam ao vídeo e entendam os motivos da real situação de miséria à qual os indígenas vêm sendo condenados por essas instituições e pelas lideranças que apoiam.
Em quem você acredita? Na Funai? No CIMI? Nas Ongs internacionais? Ou num índio de verdade?
O STF decidiu, sim, que Raposa Serra do Sol impõe limites à fúria demarcatória da FUNAI. O CIMI da Igreja Católica que prega a guerra no Campo, as ONGS internacionais que roubam as nossas riquezas minerais e vegetais, a FUNAI aparelhada por antropólogos capangas, querem derrubar a decisão da mais alta Corte do país. Ouçam o que este índio de verdade tem a dizer sobre esta gang que junta bispos, ongueiros, ambientalóides e outros crápulas que querem impedir que o Brasil avance.
Para completar esse quadro que trata das motivações obscuras por trás da questão indígena, leiam postagem do Coturno, assistam ao vídeo e entendam os motivos da real situação de miséria à qual os indígenas vêm sendo condenados por essas instituições e pelas lideranças que apoiam.
Em quem você acredita? Na Funai? No CIMI? Nas Ongs internacionais? Ou num índio de verdade?
O STF decidiu, sim, que Raposa Serra do Sol impõe limites à fúria demarcatória da FUNAI. O CIMI da Igreja Católica que prega a guerra no Campo, as ONGS internacionais que roubam as nossas riquezas minerais e vegetais, a FUNAI aparelhada por antropólogos capangas, querem derrubar a decisão da mais alta Corte do país. Ouçam o que este índio de verdade tem a dizer sobre esta gang que junta bispos, ongueiros, ambientalóides e outros crápulas que querem impedir que o Brasil avance.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
QUESTÃO INDÍGENA OU ENTREGUI$MO?
Já publiquei uma série de matérias que mostram o descaso do governo brasileiro tanto com a questão indígena quanto contra quem produz.
Alguém se lembra do que aconteceu com Almerita Francisca?
Alguém se importa?
Outros vídeos de reportagens sobre o assunto na postagem do jornalista Reinaldo Azevedo sobre "O Brasil que pede socorro".
Os índios, no entanto, assim como outros grupos ditos de "minorias", também são vítimas dos que promovem conflitos para colocar em prática seu projeto de dominação, enriquecimento e poder. Não passam, portanto, de massa de manobra a serviço de um partido.
Qual seria o propósito, então, ao demarcar parte de nosso território justamente nas faixas de fronteira, transformando propriedades, na prática, em terra de ninguém e índios em indigentes, como aconteceu na Raposa Serra do Sol, que já ficou conhecida como a fronteira do abandono?
Por que "Verdes" e "Vermelhos" cedem a pressões internacionais, geridas pelas nações ricas e suas ONGs?
Qual a razão da visitas de governantes e da realeza desses países sem uma agenda oficial?
Até reis já estiveram nessas terras ricas em minérios e não foi em caráter oficial. O príncipe Charles também foi um dos visitantes a terras indígenas, sem uma agenda que justificasse sua vinda, no período em que se deu a votação sobre a Raposa Serra do Sol. Coincidência?
As Guianas, países que fazem divisa com uma dessas áreas demarcadas, justamente uma das mais rica em minerais, como o NIÓBIO, já pertenceram a certos países tão preocupados com nossas florestas..
Relembrem trechos do que foi publicado na Tribuna da Imprensa:
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo:
“O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”.
E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002:
“Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa.
Todos viram Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra.
Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo.
O BRASIL QUE PRODUZ PEDE SOCORRO
O Mato Grosso do Sul pede socorro – Os crimes continuados da Funai contra agricultores brasileiros, contra a economia, contra o bom senso e contra os… índios! Ou: A incrível história de uma comunidade de 4 mil pessoas destruída pelo governo petista
Reinaldo Azevedo
Uma região do Mato Grosso do Sul está em pé de guerra. Recentemente, a presidente Dilma foi lá deitar falação e recebeu uma sonora vaia dos produtores rurais. Propriedades centenárias — isto é, que são tocadas já pela terceira geração de agricultores — podem se transformar, por vontade olímpica da Funai, este antro notável de incompetentes e mistificadores, em reservas indígenas. Os valentes ainda não estão contentes com o desastre produzido em Raposa Serra do Sol, em Roraima. Conforme todos os prognósticos das pessoas razoáveis (o arquivo deste blog está à disposição), a expulsão dos arrozeiros da região produziria um desastre econômico e social. E produziu. Sem emprego, os índios estão deixando a reserva para morar em favelas e lixões de Boa Vista ou à beira de rodovias. Muitas índias viraram prostitutas.
A Funai decidiu demarcar nada menos de 40 áreas no Moto Grosso do Sul. Se a coisa for levada adiante, agricultores de mais de 20 municípios terão de deixar suas terras. Algumas cidades podem ser reduzidas a menos da metade, como Coronel Sapucaia, que perderia 52% de sua área. Vejam esta reportagem de Valteno de Oliveira, no Jornal da Noite, na Band, comandado por Boris Casoy. Volto em seguida.
Eis aí. Pode-se repetir, em escala agora ampliada, a tragédia de Raposa Serra do Sol.
A economia de 20 municípios será severamente agredida, e milhares de famílias ficarão desamparadas. E os índios? Terão como tocar as propriedades e manter as plantações de soja, por exemplo? Vejam ali. A Funai não consegue dar conta de um trator.
(...)
13% do território brasileiro
O Brasil tem hoje nada menos de 13% do seu território destinados a reservas indígenas. No mais das vezes, o que se produz por lá são pobreza, miséria e ignorância. As comunidades que conseguem escapar desse destino se organizam sem dar bola para a Funai. E isso pode ser feito de maneira virtuosa ou viciosa, como se constatará mais adiante. Vejam como é distribuído o território brasileiro. Volto depois.
Vocês entenderam direito. A agropecuária ocupa, no Brasil, 329.941.393 de hectares; desse total, 98.479.628 são áreas de preservação dentro das propriedades. Logo, os proprietários rurais brasileiros preservam 29,84% das terras que constam, oficialmente, como destinadas à sua atividade. Como o Brasil tem 851 milhões de hectares, isso significa que agricultura e pecuária ocupam apenas 27,2% do território brasileiro (231.431.765 milhões de hectares). Estudos mais recentes falam em 27,7%.
Fizeram as contas? Em pouco mais do dobro do que se reserva aos índios, os produtores brasileiros conseguiram desenvolver uma das agropecuárias mais avançadas do mundo — único setor da economia que impede o país de ir para o buraco.
Não obstante, é o que mais apanha: da imprensa, das ONGs, dos ecologistas, do MST, de qualquer politicamente correto em busca de uma causa ou de um nativo para chamar de seu.
Uma cidade destruída
No Mato Grosso, um distrito de São Félix do Araguaia, onde viviam 4 mil pessoas, foi literalmente destruído. Coisa assim é rara no mundo em qualquer tempo, acreditem. Talvez haja precedente na antiga União Soviética, quando Stálin decidiu despovoar a Chechênia. Vejam mais uma reportagem de Valteno de Oliveira.
É estupefaciente! O poder público chega arregaçando tudo, derrubando o que encontra pela frente e não aponta uma solução para pessoas que trabalham, que produzem, que não querem viver de esmola. “Ah, mas a Funai, ao menos, cuida bem dos índios, não é, Reinaldo? Essa antropologia do miolo mole, depois de destruir a economia dos municípios e de gerar pobreza e miséria para os não índios, ao menos cuida direitinho daqueles a quem supostamente protege, não é isso?” Vejam a resposta.
Eis mais um resultado espetacular do trabalho da Funai, em parceria, claro!, com o Ministério da Justiça, do garboso José Eduardo Cardozo, uma rima sem solução. Sem qualquer controle, aldeias se transformam em abrigo de imigrantes ilegais e valhacouto de traficantes.
As mães indígenas já se preocupam com suas crianças. Mal sabem que, em Brasília, o governo federal financia um seminário para liberar “todas as drogas”. Reparem ali o atendimento médico dispensado aos índios.
De posse das terras, com a chancela da Funai, há comunidades indígenas que decidem arrendar as terras. Pois é… Fico aqui me lembrando do ministro Ayres Britto a fazer poesia sobre o aspecto telúrico das comunidades indígenas. Que nada! Muitos deles se tornam verdadeiros rentistas — quando não se apresentam como verdadeiros sequestradores do patrimônio alheio. Vejam isto.
Índios não podem prosperar?
Será que os índios não podem prosperar? Ah, podem, sim! Livres da canga da Funai e sem praticar ilegalidades, é claro que eles têm como ir adiante, desde que fujam do destino que lhes quer impor a antropologia do miolo mole: bunda de fora, doença, fome e mosquito. Vejam mais esta ótima reportagem de Valteno.
(...) Enquanto isso, o país fica à mercê dos celerados da Funai.
Dilma sabia o que estava fazendo quando nomeou Marta Maria Azevedo para presidir o órgão? Deveria ter lido o currículo, que se espalha nas redes sociais.
(...)
Encerrando
Não duvido que esta senhora saiba tudo de índio. A questão é o que ela sabe do Brasil não índio, com o qual tem de conviver. Aliás, eis um erro brutal: o chefe da Funai tem, claro!, de entender da questão indígena, mas como membro do Estado brasileiro, que tem de conciliar a questão com outras necessidades. Marta é uma militante de uma causa particularista. Vejam lá… Sua especialidade são os guaranis caiouás, justamente aqueles que supostamente seriam beneficiados com as desapropriações no Mato Grosso do Sul.
Não dá mais! O governo federal e a Funai não podem sair por aí destruindo cidades, destruindo a economia de estados e municípios, destruindo a vida de milhares de não índios — e de índios também. Dilma tem de dar a quem já é proprietário a… Bolsa Propriedade!!!
quarta-feira, 5 de junho de 2013
POR UMA CPI DA QUESTÃO INDÍGENA E QUILOMBOLA JÁ!
E digo por quê. Ou: Estado brasileiro tem de retomar as rédeas das demarcações, que estão com o onguismo internacional, a mão que balança o berço dos antropólogos
Mércio Gomes é antropólogo e presidiu a Funai no primeiro governo Lula.(...) Mércio tem blog, onde escreve, claro!, sobre questões indígenas. E postou em janeiro de 2011 um texto sobre o que considerou as três visões básicas existentes sobre o tema no Brasil. Ele as definiu assim:
(Ítens 1 e 2 AQUI)
3 – Indigenismo neoliberal
A terceira visão sobre a questão indígena é aquela que já chamamos em outras ocasiões de indigenismo neoliberal, própria das ONGs e de grupos sociais que revolvem duplamente em torno do Estado e dos movimentos ambientalistas estrangeiros.
– professa claramente uma atitude anti-estatal. Isto é, a visão neoliberal considera que o Estado (Funai) tem sido deletério para os povos indígenas historicamente (…) Em consequência, o indigenismo neoliberal se arvora em um lugar de destaque no indigenismo, não como complemento ao Estado, mas como ator e agente indutor de visões e ideologias modernas. Entre essas visões, estão: (a) o discurso de que os povos indígenas não devem se integrar à Nação brasileira; (b) a mediação administrativa e financeira nas negociações internacionais das terras indígenas visando obter recursos via compensação de carbono; (c) e que a aplicação de política sobre os grupos indígenas chamados isolados deve partir da iniciativa de ONGs em acordo com a Funai (…)
– A visão neoliberal implica, portanto, uma visão comercial dos povos indígenas, a partir dos quais as ONGs sobrevivem como empresas camufladas e podem obter recursos de fontes diversas, desde organizações cristãs da Europa até empresas doadoras, países com políticas internacionais ou ambientalistas, e até o próprio governo americano, via USAID e ONGs americanas.
– O indigenismo neoliberal tem sobrevivido e crescido nos últimos anos graças à condição de ter um pé dentro do governo e outro pé no movimento ambientalista internacional. Com um pé obtém recursos, com o outro condições e legitimidade da comunidade ambientalista e até antropológica para realizar o que pretende.
Voltei
Caso tenham se interessado, leiam a íntegra de seu artigo. O nome “neoliberal” para a terceira visão é boboca, é pura distorção ideológica de Mércio, lamento dizer. (...)
Mércio foi presidente da Funai. O texto acima, embora não pareça, dado o tom, é uma denúncia. O que ele está apontando é uma indústria do conflito, montada, segundo entendi, por interesses comerciais. E Mércio sabe, porque aconteceu em Raposa Serra do Sol, que o Indigenismo Cimista pode se juntar com o Indigenismo Ongueiro. Uma das financiadoras da ONG que promoveu a causa em Roraima recebe dinheiro da Fundação Ford.
Todo o Brasil
Em maio de 2010, a VEJA publicou uma reportagem demonstrando que os ongueiros têm projetos para inviabilizar o Brasil. Leiam trechos: (mais AQUI)
Os motivos, pretensamente nobres, abriram espaço para que surgisse uma verdadeira indústria de demarcação. Pelas leis atuais, uma comunidade depende apenas de duas coisas para ser considerada indígena ou quilombola: uma declaração de seus integrantes e um laudo antropológico. A maioria desses laudos é elaborada sem nenhum rigor científico e com claro teor ideológico de uma esquerda que ainda insiste em extinguir o capitalismo, imobilizando terras para a produção. Alguns relatórios ressuscitaram povos extintos há mais de 300 anos. Outros encontraram etnias em estados da federação nos quais não há registro histórico de que elas tenham vivido lá. Ou acharam quilombos em regiões que só vieram a abrigar negros depois que a escravatura havia sido abolida.
Nesta reportagem, VEJA apresenta casos nos quais antropólogos, ativistas políticos e religiosos se associaram a agentes públicos para montar processos e criar reservas. Parte delas destrói perspectivas econômicas de toda uma região, como ocorreu em Peruíbe, no Litoral Sul de São Paulo. Outras levam as tintas do teatro do absurdo. Exemplo disso é o Parque Nacional do Jaú, no Amazonas, que englobou uma vila criada em 1907 e pôs seus moradores em situação de despejo.
Os laudos antropológicos são encomendados e pagos pela Fundação Nacional do Índio (Funai). Mas muitos dos antropólogos que os elaboram são arregimentados em organizações não governamentais (ONGs) que sobrevivem do sucesso nas demarcações. A quantidade de dinheiro que elas recebem está diretamente relacionada ao número de índios ou quilombolas que alegam defender. Para várias dessas entidades, portanto, criar uma reserva indígena ou um quilombo é uma forma de angariar recursos de outras organizações estrangeiras e mesmo do governo brasileiro. Não é por outro motivo que apenas a causa indígena já tenha arregimentado 242 ONGs. Em dez anos, a União repassou para essas entidades 700 milhões de reais.
A terceira maior beneficiária foi o Conselho Indígena de Roraima (CIR). A instituição foi criada por padres católicos de Roraima com o objetivo de promover a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol, um escândalo de proporções literalmente amazônicas. Instituída em 2005, ela abrange 7,5% do território do estado e significou a destruição de cidades, de lavouras e um ponto final no desenvolvimento do norte de Roraima – que, no total, passou a ter 46% de sua área constituída por reservas indígenas. Em dez anos, o CIR recebeu nada menos que 88 milhões de reais da União, mais do que a quantia repassada à delegacia da Funai de Roraima no mesmo período. Não é preciso dizer que a organização nem sequer prestou contas de como gastou esse dinheiro.
(…)
(…)
Essa gente é poderosa: tem vozes — e eventualmente assalariados — no governo, na imprensa e no próprio PT. Chegou a hora de fazer uma CPI, sim, para avaliar o trabalho da Funai e de seus antropólogos e para apurar a interferência das ONGs — inclusive no CIMI — na onda de violência que varre as comunidades indígenas.
Íntegra AQUI.
terça-feira, 30 de abril de 2013
UM EXEMPLO DE HONRA E DE SABEDORIA
Índios dizimam PT em Roraima. Um belo exemplo para o Brasil.
No Coturno
Antes de Raposa Serra do Sol, o PT dava banho em Roraima. Depois de Raposa Serra do Sol, não há um só deputado estadual, federal ou vereador em Boa Vista do partido naquele estado destroçado. O governador é tucano. Dilma levou uma esfrega do Serra em 2010, assim como Lula já havia sido derrotado por Alckmin em 2006.
Este é o exemplo a ser seguido pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia, onde a FUNAI, sob a vista grossa da Dilma, está expropriando legítimas propriedades rurais, como fez em Roraima. Leia aqui o post do Questão Indígena.
E assista esta declaração de amor à Dilma, feita por um pequeno produtor rural, expulso da sua terra pelo PT do Gilberto Carvalho e do Paulo Maldos.
No Coturno
Antes de Raposa Serra do Sol, o PT dava banho em Roraima. Depois de Raposa Serra do Sol, não há um só deputado estadual, federal ou vereador em Boa Vista do partido naquele estado destroçado. O governador é tucano. Dilma levou uma esfrega do Serra em 2010, assim como Lula já havia sido derrotado por Alckmin em 2006.
Este é o exemplo a ser seguido pelo Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Bahia, onde a FUNAI, sob a vista grossa da Dilma, está expropriando legítimas propriedades rurais, como fez em Roraima. Leia aqui o post do Questão Indígena.
E assista esta declaração de amor à Dilma, feita por um pequeno produtor rural, expulso da sua terra pelo PT do Gilberto Carvalho e do Paulo Maldos.
terça-feira, 23 de abril de 2013
ATÉ REIS VISITAM TERRAS RICAS EM MINÉRIOS. OPS... VISITAM OS ÍNDIOS (então tá)
Os ianomâmis entre a malária, que mata, e o rei da Noruega, que se deslumbra. Ou: O Brasil mata seus índios, mas com muito amor e correção política!
Reinaldo Azevedo
Escrevi aqui no domingo mais um post sobre o desastre que foi a decisão do STF no caso de Raposa Serra do Sol. Os arrozeiros foram expulsos da reserva, e se deu o óbvio: fome, desemprego, êxodo de índios — muitos foram morar em favelas e lixões. A Funai, as ONGs, a Fundação Ford e os deslumbrados europeus, que continuam em busca do “bom selvagem”, venceram.
Duas notícias, com nove dias de diferença, chamaram a minha atenção — notícias fora do eixo Rio-São Paulo; notícias do Brasil profundo. Ontem, o G1 Roraima trazia a seguinte informação (em vermelho). Volto em seguida.
*
Após estada em Boa Vista, o rei da Noruega, Harald V, seguiu nesta segunda-feira (21) com uma comitiva para a Reserva ianomâmi, região Novo Demini, no Amazonas. Segundo informações da Hutukara Associação ianomâmi, em Roraima, a visita à Reserva é um convite do líder indígena Davi Kopenawa.
*
Após estada em Boa Vista, o rei da Noruega, Harald V, seguiu nesta segunda-feira (21) com uma comitiva para a Reserva ianomâmi, região Novo Demini, no Amazonas. Segundo informações da Hutukara Associação ianomâmi, em Roraima, a visita à Reserva é um convite do líder indígena Davi Kopenawa.
Conforme a Hutukara, há mais de 30 anos a Noruega apoia o povo ianomâmi e, por isso, o líder indígena Kopenawa fez o convite para o rei conhecer a região. A Associação informou ao G1 que mais informações sobre a visita do rei na Reserva Indígena só poderão ser repassadas após o fim da missão.
Informações no site oficial da Embaixada da Noruega no Brasil relatam que, em 1983 autoridades norueguesas estabeleceram um apoio norueguês para os povos indígenas por meio de recursos destinados a Associações Indígenas e organizações não-governamentais (ONGs).
Segundo a Embaixada, a Noruega acredita que o apoio às organizações indígenas e indigenistas é fundamental para o desenvolvimento e fortalecimento desse povo para dar condições aos índios definirem o futuro desejado e o grau de integração com a sociedade não-indígena.
VolteiMuito bem! Lembrei-me de um poema de Baudelaire sobre o rei de um país chuvoso. Tinha tudo, tadinho!, mas nada conseguia lhe aplacar o tédio. A Noruega não é um país chuvoso, mas é um país gelado. De vez em quando, o rei fica com vontade de sentir um calorzinho, não é?, e vai buscar promessas tropicais idílicas. Os ianomâmis de manual são uma boa causa.
Mas me ocorreu também de ler uma notícia na Folha de Boa Vista. Aí temos os índios reais, não aqueles para mostrar para o rei. Reproduzo o texto. Volto para encerrar.
*
Cerca de quarenta índios ianomâmis, entre crianças, jovens e adultos ocupam há três dias a quadra da escola estadual Manoel Augostinho de Almeida, na vila Antônio Ribeiro Campos, na região de Campos Novos, a 70 quilômetros da sede de Iracema, município no Centro-Sul de Roraima. Os indígenas alegam que deixaram a comunidade onde viviam, a Maiamase, na região do Catrimani, porque a malária estava dizimando famílias inteiras. “Perdi dois irmãos e outros parentes. Não temos gente lá na comunidade para cuidar da nossa saúde”, reclamou Joaquim Ianomâmi, um dos líderes.
*
Cerca de quarenta índios ianomâmis, entre crianças, jovens e adultos ocupam há três dias a quadra da escola estadual Manoel Augostinho de Almeida, na vila Antônio Ribeiro Campos, na região de Campos Novos, a 70 quilômetros da sede de Iracema, município no Centro-Sul de Roraima. Os indígenas alegam que deixaram a comunidade onde viviam, a Maiamase, na região do Catrimani, porque a malária estava dizimando famílias inteiras. “Perdi dois irmãos e outros parentes. Não temos gente lá na comunidade para cuidar da nossa saúde”, reclamou Joaquim Ianomâmi, um dos líderes.
A falta de comida também é motivo de reclamação dos índios. Eles garantem que não conseguem mais viver só da caça, pesca e da agricultura. “A gente também quer comida. Tá faltando lá na aldeia. Nossos filhos estão morrendo de malária e de fome”, lamentou Joaquim. Não bastasse isso, a comunidade Maimase ainda está em conflito com outras aldeias próximas. O prefeito de Iracema, Rarisson Nakaiama (PSDB), teria dado carona aos índios até a quadra da escola, quando eles se aproximavam da vila. Os ianomâmis já tinham andado dez dias, da missão Catrimani até Campos Novos. Durante o percurso, uma índia grávida de dois meses morreu e foi enterrada na beira da estrada. Os parentes não souberam detalhar o local.
No início da tarde de ontem, desconsolado e distante dos outros, o marido da índia que morreu no caminho estava sentado no final da quadra, apenas observando a outra filha, de seis anos, correr pela área da escola. Ele não quis conversar com a reportagem. “Também queremos que a Funai (Fundação Nacional do Índio) vá pegar o corpo da parente que ficou para trás. Ela morreu porque estava muito doente de malária e por isso não aguentou, assim como outros parentes que ficaram lá na comunidade, também morrendo”, denunciou Joaquim.
O líder alega que só voltarão à aldeia Maimase quando a Funai disponibilizar médicos, enfermeiros e remédios. “Veio a metade, mas ainda ficou parente lá na comunidade. Só voltamos quando resolverem nossos problemas”. Os ianomâmis avisaram que, se ninguém resolver a situação, como forma de protesto, vão continuar a caminhada até chegar a Boa Vista. “A gente descobre o caminho. Queremos que a Funai nos dê assistência”, reivindicou.
O coordenador da Fundação Nacional do Índio em Roraima (Funai/RR), André Vasconcelos, informou no começo da noite de ontem, por telefone, que servidores da Fundação, anteontem, já teriam ido ao local com ônibus para fazer o translado dos ianomâmis de volta à comunidade Maiamase, mas eles teriam se recusado. “Pediram ferramentas e alimentação para voltarem, e já estamos providenciando isso. A situação é um pouco complicada porque eles têm conflitos étnicos com outras tribos”, ressaltou o coordenador.
Sobre a suposta epidemia de malária na comunidade Maimase, o coordenador adiantou que também vai verificar a denúncia junto às autoridades responsáveis pela saúde ianomâmi em Roraima.
DOAÇÕES
No início da tarde de ontem, a professora Maria da Silva Mendonça e outras servidoras públicas ajudavam a servir o almoço às famílias indígenas. “A nossa comunidade doou roupas e comidas para eles. Estamos aqui ajudando, pois tem muitas crianças e até idosos”, comentou.
Pela manhã, a direção da escola suspendeu as aulas de Educação Física. “Muitos estão definhados devido à longa caminhada e por isso dormem um pouco mais”, justificou a professora. A escola estadual atende alunos das últimas séries do ensino fundamental e dos três anos do ensino Médio.
Encerro
A Funai, as ONGs e lideranças indígenas que aprenderam a falar uma espécie de linguagem sindical são eficientes na produção de proselitismo. No que respeita à assistência aos índios, no entanto, são de uma clamorosa incompetência. O rei da Noruega vai lá se embrenhar em alguma comunidade ianomâmi, tirar algumas fotos e depois volta para seu país gelado e para os mordomos invisíveis que administram o castelo.
A existência de uma Funai, que ainda insiste numa ideia de “preservação” da cultura indígena que congela a história, é uma estupidez anti-humanista. Sílvio da Silva, líder de um etnia de Raposa Serra do Sol, obrigado a sair da reserva para viver num lixão, definiu bem os valentes da fundação: “Eles querem que o índio volte a viver no passado, como viveram os nossos antepassados, que tinham raiz e usavam capemba de buritis [adereço] no pé, a bunda aparecendo. Hoje não, não quero fazer isso”.
Na mosca e no mosquito!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Bye bye, Brasil
Bispo ‘importa’ índios para Raposa Serra do Sol
No blog do Claudio Humberto
Em ação incentivada por um bispo Aldo Mogiano, índios de diversos países sul-americanos estão sendo levados para a reserva Raposa Serra do Sol, no Estado de Roraima, para fazer número e dar ideia de “ocupação”.
A região, grande produtora de arroz, foi transformada em nova fronteira de fome, desemprego e alcoolismo, depois que os agricultores foram expulsos por decisão do Supremo Tribunal Federal.
Esperteza antiga
Índios estrangeiros sempre foram levados a ocupar áreas reivindicadas para demarcação, mas eles eram arregimentados apenas na Guiana.
O tal bispo Mogiano criou no passado uma “Aldeia da Demarcação”.
Os índios importados se articulam em novas “nações independentes”.
Protegidos pela Funai, índios estrangeiros usufruem de assistência de dentistas, médicos, remédios e até avião para emergências médicas.
No blog do Claudio Humberto
Em ação incentivada por um bispo Aldo Mogiano, índios de diversos países sul-americanos estão sendo levados para a reserva Raposa Serra do Sol, no Estado de Roraima, para fazer número e dar ideia de “ocupação”.
A região, grande produtora de arroz, foi transformada em nova fronteira de fome, desemprego e alcoolismo, depois que os agricultores foram expulsos por decisão do Supremo Tribunal Federal.
Esperteza antiga
Índios estrangeiros sempre foram levados a ocupar áreas reivindicadas para demarcação, mas eles eram arregimentados apenas na Guiana.
O tal bispo Mogiano criou no passado uma “Aldeia da Demarcação”.
Os índios importados se articulam em novas “nações independentes”.
Protegidos pela Funai, índios estrangeiros usufruem de assistência de dentistas, médicos, remédios e até avião para emergências médicas.
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
NIÓBIO: O QUE PODERIA SER A REDENÇÃO DO BRASIL!
BRASILEIROS E BRASILEIRAS...ISTO É MAIS UMA VERGONHA DO NOSSO GOVERNO!!!
POR FAVOR, REPASSEM PARA TODOS OS AMIGOS!
LEIAM ATÉ O FINAL,OK?
Postado por Carlos Vereza
Você já ouviu algo a respeito ?
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo.
Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece e tudo fazem para que isso continue assim.
Como é possível o fato de o Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro.
Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados?
Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo.
Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa.
Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo:
“O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”.
E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar…
Ou estarão todos ganhando com isso?
Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002:
“Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa.
A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra.
Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo.
Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica.
Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
Cadê a OAB, o MFP, o Congresso Nacional ???
Os bandidos são mais honestos!
O nióbio apresenta numerosas aplicações.
(continua)
Fonte: Tribuna da Imprensa
POR FAVOR, REPASSEM PARA TODOS OS AMIGOS!
LEIAM ATÉ O FINAL,OK?
Postado por Carlos Vereza
Você já ouviu algo a respeito ?
Nióbio, o metal que só o Brasil fornece ao mundo.
Uma riqueza que o povo brasileiro desconhece e tudo fazem para que isso continue assim.
Como é possível o fato de o Brasil ser o único fornecedor mundial de nióbio (98% das jazidas desse metal estão aqui), sem o qual não se fabricam turbinas, naves espaciais, aviões, mísseis, centrais elétricas e super aços; e seu preço para a venda, além de muito baixo, seja fixado pela Inglaterra, que não tem nióbio algum?
EUA, Europa e Japão são 100% dependentes do nióbio brasileiro.
Como é possível em não havendo outro fornecedor, que nos sejam atribuídos apenas 55% dessa produção, e os 45% restantes saíndo extra-oficialmente, não sendo assim computados?
Estamos perdendo cerca de 14 bilhões de dólares anuais, e vendendo o nosso nióbio na mesma proporção como se a Opep vendesse a 1 dólar o barril de petróleo.
Mas petróleo existe em outras fontes, e o nióbio só no Brasil; podendo ser uma outra moeda nossa.
Não é uma descalabro alarmante?
O publicitário Marcos Valério, na CPI dos Correios, revelou na TV para todo o Brasil, dizendo:
“O dinheiro do mensalão não é nada, o grosso do dinheiro vem do contrabando do nióbio”.
E ainda: “O ministro José Dirceu estava negociando com bancos, uma mina de nióbio na Amazônia”.
Ninguém teve coragem de investigar…
Ou estarão todos ganhando com isso?
Soma-se a esse fato o que foi publicado na Folha de S. Paulo em 2002:
“Lula ficou hospedado na casa do dono da CMN (produtora de nióbio) em Araxá-MG, cuja ONG financiou o programa Fome Zero”.
As maiores jazidas mundiais de nióbio estão em Roraima e Amazonas (São Gabriel da Cachoeira e Raposa – Serra do Sol), sendo esse o real motivo da demarcação contínua da reserva, sem a presença do povo brasileiro não-índio para a total liberdade das ONGs internacionais e mineradoras estrangeiras.
Há fortes indícios que a própria Funai esteja envolvida no contrabando do nióbio, usando índios para envio do minério à Guiana Inglesa, e dali aos EUA e Europa.
A maior reserva de nióbio do mundo, a do Morro dos Seis Lagos, em São Gabriel da Cachoeira (AM), é conhecida desde os anos 80, mas o governo federal nunca a explorou oficialmente, deixando assim o contrabando fluir livremente, num acordo entre a presidência da República e os países consumidores, oficializando assim o roubo de divisas do Brasil.
Todos viram recentemente Lula em foto oficial, assentado em destaque, ao lado da rainha da Inglaterra.
Nação que é a mais beneficiada com a demarcação em Roraima, e a maior intermediária na venda do nióbio brasileiro ao mundo todo.
Pelo visto, sua alteza real Elizabeth II demonstra total gratidão para com nossos “traíras” a serviço da Coroa Britânica.
Mas, no andar dessa carruagem, esse escândalo está por pouco para estourar, afinal, o segredo sobre o nióbio como moeda de troca, não está resistindo às pressões da mídia esclarecida e patriótica.
Cadê a OAB, o MFP, o Congresso Nacional ???
Os bandidos são mais honestos!
O nióbio apresenta numerosas aplicações.
(continua)
Fonte: Tribuna da Imprensa
quinta-feira, 13 de junho de 2013
DEVOLVAM O PLANETA ÀS AMEBAS
ATENÇÃO - AÇÃO ORQUESTRADA AMEAÇA O DIREITO À PROPRIEDADE
Se os primeiros habitantes de uma localidade têm o direito à propriedade por tradição, como apregoam certos grupos que usam índios e os ditos movimentos sociais como milícias contra proprietários legítimos, que os primeiros seres vivos do planeta tomem possem, mesmo que nada produzam, como mostra a imagem abaixo sobre os nativos brasileiros.

O Brasil assiste passivamente a uma onda de atentados aos direitos individuais que um dia pode chegar à nossa porta.
Acompanhando atentamente os sucessivos ataques à propriedade privada, está claro o propósito da ação violenta de certos grupos, estimulados por autoridades do governo e por instituições religiosas, que são orientados a invadirem terras para que, com o uso da força, seja usurpado o direito ao patrimônio adquirido legalmente.
No caso dos indígenas, muitos são falsos índios ou "índios do Paraguai", literalmente, pois atravessam as fronteiras a serviço de uma "causa" patrocinada pelo partido que desgoverna o Brasil.
Leiam notas esclarecedoras do jornalista Claudio Humberto:

O jornalista Cláudio Humberto alerta em sua coluna:
Se os primeiros habitantes de uma localidade têm o direito à propriedade por tradição, como apregoam certos grupos que usam índios e os ditos movimentos sociais como milícias contra proprietários legítimos, que os primeiros seres vivos do planeta tomem possem, mesmo que nada produzam, como mostra a imagem abaixo sobre os nativos brasileiros.

O Brasil assiste passivamente a uma onda de atentados aos direitos individuais que um dia pode chegar à nossa porta.
Acompanhando atentamente os sucessivos ataques à propriedade privada, está claro o propósito da ação violenta de certos grupos, estimulados por autoridades do governo e por instituições religiosas, que são orientados a invadirem terras para que, com o uso da força, seja usurpado o direito ao patrimônio adquirido legalmente.
No caso dos indígenas, muitos são falsos índios ou "índios do Paraguai", literalmente, pois atravessam as fronteiras a serviço de uma "causa" patrocinada pelo partido que desgoverna o Brasil.
Leiam notas esclarecedoras do jornalista Claudio Humberto:
Formação de quadrilha
Entre os índios invasores do Mato Grosso do Sul há de tudo, de militantes que pregam a luta armada a meliantes com ficha na polícia, e indígenas “importados” do Paraguai em busca de terras no Brasil.
O deputado Fábio Trad (PMDB-MS) critica a demarcação de terras de índios: “O governo tem mais de 30 mil hectares de terras confiscadas de traficantes de drogas. Por que não assenta os índios nelas?”.
*
No caso do Paraná, estudos posteriores, feitos pela Embrapa, inclusive com imagens de satélite, evidenciam que, em 10 das 15 áreas, os índios só começaram a aparecer em 2007. Nas outras cinco, a presença mais frequente teve início no ano passado. Em uma das regiões, alguns poucos índios que migraram do Mato Grosso do Sul deram as caras em 1990. Portanto, não há como alegar direito por tradição.
Eu não possuo fazenda, nem sítio nem um pedacinho de terra. Não venho de família com tradição no campo, tive apenas alguns parentes que plantavam no agreste nordestino, mas já abandonaram a terra seca há décadas.
Não sou contra índio nem contra o trabalhador rural. Mas os conflitos no campo, assim com nas cidades, estão passando dos limites. Cidades inteiras são esvaziadas, como aconteceu em Suiá-Missú e na reserva Raposa Serra do Sol. O cenário é de miséria para os que são expulsos e vão viver nas ruas das cidades vizinhas e para as famílias indígenas também, pois o Governo "dá" a terra e abandoa o índio à própria sorte.
Vejam as imagens, isso tudo está acontecendo no Brasil, mas não aparece na propaganda do desgoverno petista:
A lenga-lenga politicamente correta é a de que a terra era do índio, eles chegaram primeiro, nós invadimos e, como diz gente graúda do Palácio do Planalto: "A violência dos índios é compreensível", assim como afirmou uma Ministra, anos atrás, que o negro tinha o direito de "dar porrada" em branco.
Querem o que, afinal? Que os brasileiros saiam de suas casas e devolvam tudo?
Entretanto, se a questão é a descendência, uma ínfima parcela de nosso povo não tem sangue indígena em suas veias. A grande maioria teria o direito de receber, de acordo com tais critérios, um pedaço de chão sem pagar nada.
Essa maioria, porém, assim como os poucos imigrantes que não têm esse vínculo, preocupados apenas com seu próprio umbigo, menosprezam os conflitos no campo porque julgam que tudo isso está distante de sua realidade e não há com o que se preocupar.
Pois, no mapa abaixo, observem as localidades que estão em fase de estudo, cujas propriedades serão confiscadas para serem "devolvidas" aos índios. Isso está acontecendo em todo o país sob o olhar desatento dos que se consideram protegidos em sua zona de conforto.
Não sou contra índio nem contra o trabalhador rural. Mas os conflitos no campo, assim com nas cidades, estão passando dos limites. Cidades inteiras são esvaziadas, como aconteceu em Suiá-Missú e na reserva Raposa Serra do Sol. O cenário é de miséria para os que são expulsos e vão viver nas ruas das cidades vizinhas e para as famílias indígenas também, pois o Governo "dá" a terra e abandoa o índio à própria sorte.
Vejam as imagens, isso tudo está acontecendo no Brasil, mas não aparece na propaganda do desgoverno petista:
A lenga-lenga politicamente correta é a de que a terra era do índio, eles chegaram primeiro, nós invadimos e, como diz gente graúda do Palácio do Planalto: "A violência dos índios é compreensível", assim como afirmou uma Ministra, anos atrás, que o negro tinha o direito de "dar porrada" em branco.
O vídeo abaixo é estarrecedor. As cenas são violentíssimas. Chocantes. Talvez você nunca tenha visto nada igual, mas isso não foi mostrado nos programas sensacionalistas da TV, muito menos nos telejornais.
O produtor rural Arnaldo Alves Ferreira, de 68 anos, agoniza devido a pauladas e golpes de facão desferidos pelos índios guaranis kaiowas, após ter o sítio invadido em Douradina, no Mato Grosso do Sul. Ele implora pela vida, não resistiu, morreu horas depois de ser resgatado pela polícia. Querem o que, afinal? Que os brasileiros saiam de suas casas e devolvam tudo?
Entretanto, se a questão é a descendência, uma ínfima parcela de nosso povo não tem sangue indígena em suas veias. A grande maioria teria o direito de receber, de acordo com tais critérios, um pedaço de chão sem pagar nada.
Essa maioria, porém, assim como os poucos imigrantes que não têm esse vínculo, preocupados apenas com seu próprio umbigo, menosprezam os conflitos no campo porque julgam que tudo isso está distante de sua realidade e não há com o que se preocupar.
Pois, no mapa abaixo, observem as localidades que estão em fase de estudo, cujas propriedades serão confiscadas para serem "devolvidas" aos índios. Isso está acontecendo em todo o país sob o olhar desatento dos que se consideram protegidos em sua zona de conforto.

O jornalista Cláudio Humberto alerta em sua coluna:
Cuidado, cariocas
Prevalecendo os argumentos insólitos de antropólogos “çosiólogos” com suas barrigas de eméritos e proeminentes bebedores de chope, os índios tamoios já podem reivindicar a “devolução” do Rio de Janeiro.
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Assim prosseguirão os que promovem o conflito no campo, usando os índios e os supostos "sem-terras", logo chegarão às cidades. Aliás, já temos conflitos em áreas urbanas, orquestrados por gente poderosa com o intuito evidente de colocar em risco o direito à propriedade, como aconteceu no Pinheirinho.
Está tudo registrado no PNDH3, documento assinado por Lula e rubricado por Dilma.
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