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sexta-feira, 12 de junho de 2015

PARA O PT, ÀS FAVAS COM O MORALISMO

Gilberto Carvalho condena “moralismo” e diz que PT deve seguir a “sua ética” de acordo com a estratégia política










No 5º Congresso Nacional do PT, o velho ranço marxista do partido emergiu do pântano com força. O foco foi o “neoliberalismo”, mesmo com o PT no poder há mais de 12 anos! A grande ameaça que as múmias esquerdistas enxergam no país hoje é a perda da hegemonia da esquerda nas ruas e nos debates, ou seja, eles reconhecem aquilo que muita gente “do lado de cá” nega: que a esquerda tinha (ou tem) e busca o monopólio das “mentes e corações”, seguindo o guru Gramsci (citado nominalmente). Só não vê quem quer continuar voluntariamente sendo cego.
É um show de horrores, e nada como deixar os próprios socialistas falarem para expor a estupidez socialista. Tem de tudo ali, e é difícil julgar quem consegue ser pior. Feminismo a serviço da luta anticapitalista, descaso total com o ajuste fiscal ou com essa “coisa” de superávit, uma bandeira da Globo, do Valor e dos “rentistas” (risos), o movimento racial no combate ao “neolberalismo”, etc. É medonho, mas é mais assustador ainda quando lembramos que essa gente está no poder!
O ponto alto foi quando Gilbertinho Carvalho, em vez de explicar melhor a morte de Celso Daniel, preferiu defender o ex-tesoureiro do PT, Vaccari Neto, e tascou, sem mais nem menos, que esse “moralismo” não presta, pois o PT precisa seguir a “sua ética”, que está voltada para sua estratégia política. Traduzindo para o leitor mais desatento: esqueça essa coisa de defender princípios morais, pois o PT está acima do bem e do mal, pode roubar à vontade, pois tem uma “causa nobre”, que é permanecer para sempre no poder.
Eis a mentalidade totalitária de quem se julga acima das leis, e eis o que explica melhor o fato de o PT ser o câncer da política nacional, uma quadrilha disfarçada de partido, que banalizou e institucionalizou a corrupção no Brasil, sendo responsável por escândalos nunca antes vistos na história deste país. A “ética” petista é aquela que fortalece sua estratégia política, ou seja, que preserva o partido no poder. O resto é coisa de “moralista”, essa gente pequeno-burguesa que acha que existe certo e errado, que pensa que todos devem responder da mesma forma perante as leis.
A confissão está lá, dita claramente, não por uma figura obscura do PT, mas pelo ex-ministro Gilberto Carvalho, poderoso ministro do governo Lula, poderoso ministro do governo Dilma, figura do alto escalão petista. Mas ainda há muita gente que prefere fingir não ter escutado o recado, que repete feito autômato que são todos iguais, que todos os partidos têm corrupção, etc. Ignoram que o PT, ao contrário dos demais, enxerga a corrupção como um método legítimo, justificável para sua estratégia.
Por isso que corruptos são expulsos de outros partidos quando expostos pela imprensa ou Justiça, enquanto os petistas protegem os seus, enaltecem seus corruptos como heróis. Não há corruptos no PT, segundo sua lógica gramsciana; apenas corajosos membros que seguem uma “ética” diferente para perpetuar o partido no poder. Se você discorda, se você condena o mensalão e o petrolão, então saiba que não passa de um “moralista burguês”.
Não adianta tergiversar: quem ainda defende o PT tem desvio de caráter!
Rodrigo Constantino

sexta-feira, 29 de março de 2013

O BRASILEIRO APROVA O QUE, AFINAL?


A arte de Antonio Lucena 

O PIB caiu, a inflação dispara, a violência está sem controle, as filas dos hospitais aumentam, a faxina ética saiu de cartaz e até a natureza conspira contra Dilma: a seca castiga o Nordeste, os baixos níveis dos reservatórios provocam apagões de energia elétrica e a falta de investimentos resultam em tragédias, como as da Região Serrana fluminense, para as quais a presidente propôs “medidas drásticas”, não contra os responsáveis, entre os quais ela é a principal porque está no comando, mas “contra os que insistem em ficar nas áreas de risco”, como se tivessem a possibilidade de escolha.

UFA!!! O parágrafo ficou grande, mas ficou faltando muito resultado ruim, faltou nossa colocação no IDH, o nível vergonhoso da educação, o endividamento das famílias, a corrupção, e muito mais que o PT esquece, mas nós lembramos.

O número de mortos pelo temporal que abateu Petrópolis chegou a 33 semana passada, mas foram milhares nos últimos anos em todo o Brasil, passa de mil só no Rio de Janeiro e pelo menos mil pessoas ainda estão desabrigadas, apenas nesse episódio.

Ainda na Itália, Dilma sugeriu que é preciso agir com rigor, essa é uma das caracteríscas elogiadas por quem aprova seu governo, não com os que têm sido relapsos esse tempo todo, mas com as famílias que não querem sair das áreeas de risco.

Na prática, ela os culpou pela própria tragédia. Se não houve investimento para remover essas pessoas, Dilma quer o que, então? Como vai tirar à força quem não têm para onde ir? Quer que todas essas pessoas morem nas ruas?

Reportagens estarrecedoras mostram as péssimas condições das casas e apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida. Casas com rachaduras. Casas inundadas. Casas afundando. A situação ocorre no Rio e em todo o Brasil.

Leiam sobre  a dúvida de Dilma: “Se o camarada Stálin esvaziou a Chechênia inteira, por que a gente não consegue tirar à força alguns milhares de seus barracos?”

O quadro é desanimador. Em Teresópolis, apenas para citar um exemplo, em relação às 1.655 unidades habitacionais que seriam construídas pela parceria entre governos estadual e federal, segundo a secretária municipal de Desenvolvimento Social de Teresópolis, Maria das Graças dos Santos, depois de dois anos, a informação é de que a obra ainda vai começar.
  
Uma pesquisa mínima, neste blog mesmo, basta para verificar que faz anos que o governo só promete e nada faz. Nem para o Nordeste, que assiste à pior seca dos últimos 40 anos - o desgoverno popular, com mãe do PAC e tudo, não foi capaz de concluir a obra do rio São Francisco, cujo projeto já estava concluído e aprovado ainda na gestão FHC. Do mesmo modo, o desgoverno não investiu para evitar tragédias com enchentes nem para atender as vítimas. 

Enquanto no Japão a rodovia que liga Ibaraki a Tóquio, destruída no tsunami de 2011, demorou seis dias para ser reconstruída, as pontes da região serrana continuam implorando por socorro há quase mil dias, informam os jornais. 

A Folha de São Paulo informou que só um terço da verba federal reservada para a prevenção e resposta a tragédias relacionadas à chuva foi gasto ano passado.
  
Estão retidos nos cofres recursos que deveriam ser destinados para salvar vidas.  

Leiam:

Mesmo com mais dinheiro disponível para a prevenção e resposta a tragédias relacionadas à chuva, o Brasil segue com dificuldade para executar essas tarefas. Só um terço da verba federal reservada para esse objetivo foi gasto ano passado, situação causada principalmente por entraves burocráticos com Estados e municípios no repasse dos recursos e elaboração de projetos.
Estão retidos nos cofres recursos destinados diretamente para Petrópolis (RJ),... Essas verbas foram anunciadas em 2011, quando as chuvas mataram mais de 900 pessoas na região serrana do Rio -71 em Petrópolis. Segundo balanço do governo do Rio, apenas quatro obras de contenção de encostas na cidade foram entregues, no valor de R$ 4,7 milhões.
(...)

Em todo o país, dos R$ 5,7 bilhões autorizados para programas relacionados a desastres, só R$ 1,9 bilhão (33%) foi pago em 2012. A verba estava reservada para tirar do papel obras preventivas como construção de barragens e sistemas de contenção de cheias, além de mapeamento de áreas de risco.
(...)

A NECESSÁRIA PASSAGEM PARA O FUTURO

 

História é paixão, também razão. São portas e janelas abertas que nos permitem enxergar os caminhos por onde passaram acontecimentos de todo tipo, sempre considerando as circunstâncias culturais e a época em que ocorreram tais fatos. Servem, sobretudo, como lição para que os momentos obscuros não se repitam.

A ironia é que os mesmos que convocam seus fantasmas para que assombrem eternamente o país inteiro, são os que passam a borracha no que jamais deveria ser esquecido.

FHC resolveu, enfim, defender sua obra num dos encontros com o partido  - "Olha, eles estavam errados, nós sabemos fazer". O fato é que fazem errado porque não acreditam no que estão fazendo. Nós acreditamos, deixe que a gente faça! Quando cobram dizendo que o PSDB está sem projeto, não está sem projeto, é que eles tomaram o nosso e fizeram mal feito. O PSDB tem que apresentar ao País um novo projeto." 

E agora as famílias estão endividadas. O PSDB tem que dizer: "Você que está endividado, eu vou resolver esse problema".

E resolve, mesmo. Difícil é ganhar a eleição contra todas as forças que defendem o petismo.

Lembrando a confissão de Dilma de que "faz o diabo" para vencer eleições, digamos que não há nada mais demoníaco do que a idolatria a certos "messias" que prometem trazer o céu à terra. Isso é o mesmo que ignorar certos fatos que ocorreram ao longo da história, quando figuras como Lenin, Stálin e Hitler pensaram ser possível essa "utopia", ou ao menos simularam essa intenção para resultar no que os bem informados sabem muito bem no que deu.

Não que eu defenda que todos fiquem de braços cruzados, aceitando resultados pífios e temendo mudanças. "Deus que te criou sem pedir a tua ajuda, nada fará sem a tua colaboração", ensinava Santo Agostinho.

Não é o caso de Fernando Henrique, que realmente COLABOROU para o bem do Brasil, segundo os critérios de Agostinho. Deixou um legado que ainda produz bons frutos e, acima de tudo, comprometeu-se com a promoção do ser humano, com programas sociais e econômicos que ofereceram condições para melhorar a vida de todos os brasileiros.

O problema é quando alguém só fica na promessa, ilude com discurso e propaganda, engana por mais de uma década sem fazer absolutamente nada e, mesmo assim, consegue se apresentar perante o povo como o "salvador do mundo".

Voltando ao tema das enchentes e da série "PT esquece, mas nós lembramos", nada mais justo que recordar as ações que já salvaram muitas vidas.

Enquanto o PT e seus aliados enrolam, governantes como José Serra realizaram grandes obras que, inexplicavelmente, não têm o reconhecimento merecido.

As chuvas castigam, todos os anos, moradores de diversas regiões do país. Segundo cadastro concluído em 2007 do programa de recuperação sócio-ambiental do Parque Estadual da Serra do Mar, em Cubatão havia 7.694 moradias, muitas delas em área de risco.

AQUI, matéria de um importante jornal da Baixada Santista que descreve o processo de remoção de famílias de áreas de risco durante o governo José Serra, prováveis vítimas de tragédias se não tivéssemos um governo estadual atuante e determinado a salvar a vida dessas pessoas.

A obra de Serra tem reconhecimento mundial, mas não tem no Brasil. Como explicar isso?

Nações Unidas reconhecem construção da CDHU no Estado como exemplo de prática sustentável que pode ser replicada em outros países

 
Conjunto habitacional, em Cubatão, foi considerado referência em habitação popular sustentável pela ONU.

 
O programa habitacional desenvolvido por José Serra engloba outras políticas públicas voltadas à melhoria da qualidade de vida da população, como o Programa de Regularização Fundiária "Cidade Legal", criado em agosto de 2007, que regularizou, até novembro de 2010, 391 núcleos habitacionais, beneficiando mais de 71.550 famílias - 415 municípios foram conveniados ao programa, com cerca de 11,3 mil núcleos cadastrados, podendo beneficiar cerca de 2,2 milhões de famílias, com uma população estimada de 9.3 milhões de pessoas.

Há casos especiais, como a produção de moradias adequadas ao perfil sociocultural das comunidades indígenas e quilombolas, como também a produção, ou mutirões, em lotes rurais.

A partir de 2009, o governo de São Paulo passou a oferecer, também, atendimento aos idosos com baixa renda. Trata-se do Programa "Vila Dignidade".
Mais informações AQUI. 

O Brasil disse não a tudo isso, fez a opção pelo oba-oba dos palanques. Como a lei do retorno funciona, o eleitor votou no vermelho, porém, depois de dez anos de desgoverno e de gastança irresponsável, o país está à deriva, sem serviços de qualidade, sem teto e no vermelho.
As famílias estão abandonadas e quase todas endividadas, portanto, também estão no vermelho e só tem um jeito de resolver isso, é tirar o Brasil dos vermelhos.

MAIS UM POUCO DA SÉRIE - PT ESQUECE, MAS NÓS LEMBRAMOS

DESONERAÇÃO DA CESTA BÁSICA - Governo adotou uma política errada




O PSDB já tentou desonerar a cesta básica, principal ítem de consumo dos brasileiros mais pobres, a exemplo do que alguns governos tucanos fizeram nos estados que administram, o projeto foi aprovado no Congresso, mas DILMA VETOU.

Foram meses perdidos para o consumidor, que só tem visto os preços aumentarem nesse meio tempo.

DILMA MUDOU DE IDEIA COM ATRASO. OS PREÇOS JÁ DISPARARAM E ESTÁ DIFÍCIL SEGURAR.


10 de agosto de 2012

Já escrevi e repito, Dilma está criando uma marca de governo justamente em cima das ações de seus adversários.
É a cara do PT, enaltecida pelos marqueteiros e por setores da midia que vendem a imagem que interessa ao governo petista quando transformam a ausência de escrúpulo em virtude.
 


Por isso, sempre questiono: "Qual a diferença entre certos jornalistas e a base ajoelhada do Congresso?" 

Abaixo, vídeo bem humorado com tradução simultânea da fala de Dilma na TV, quando se aproveitou da data que celebrou o Dia Internacional da Mulher para fazer demagogia.

Num ato de campanha antecipada, apresentando-se como candidata porque esqueceu que é presidente e precisa trabalhar, Dilma talvez tenha se confundido ao apresentar mais um projeto de seus adversários como se fosse um ato de seu governo. O vídeo, porém, "traduz" as palavras de Dilma para o idioma da VERDADE.
Confiram:


domingo, 7 de março de 2010

Economia e vida…


Olá irmãos do blog,

A Campanha da Fraternidade deste ano traz como tema a economia: “Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” (Mt 6,24). E quando ouvimos falar de economia logo pensamos em dinheiro, em banco, gastos, sobrevivência ou nos lembramos das pessoas que têm grandes negócios, ricos, repletas de bens.

Não podemos negar que a economia faz parte da vida humana, pois ela é a ciência que trata dos fenômenos relativos à produção, à distribuição e ao consumo de bens. Tanto os ricos como os pobres têm que viver claramente uma harmonia entre os bens e a vinculação com Deus que os criou, com o trabalho necessário a todos e com o próximo.

A ânsia de ser feliz está totalmente ligada à natureza humana; tudo o que nós fazemos vai em direção a ela. Mas a pessoa vai em busca apenas do dinheiro, de bens, prestígios, para querer ser feliz nem sempre consegue alcançar a felicidade.

Amamos a Deus e lhe pertencemos fiéis porque consciente ou inconscientemente queremos ser felizes. Mas, quando nos faltam sonhos, vem de imediato à ociosidade, que é a mãe de todos os vícios. O trabalho é uma parcela da felicidade do paraíso, mas pela sua ociosidade, o homem cometeu o pecado.

Por isso, peçamos a Deus que nos leve a todos a um trabalho santificado.

Deus lhe abençoe.

Seu irmão em Cristo,

Eto

http://blog.cancaonova.com/eto/2010/02/18/economia-e-vida/

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A GRANDE MENTIRA NO DEBATE DA CNBB

A Bolsa Empresário fez aumentar a desigualdade social durante os governos do PT, isso é fato, são números oficiais, não é fofoca de campanha.

Aécio Neves é o único candidato que tem a coragem de declarar que, se vencer, vai acabar com os privilégios de uma elite seleta, dos amigos do rei e da rainha. O "S" do BNDES vai voltar a ser SOCIAL, disponível a todos que pretendam investir.

Cai mais um mito fundamental do PT: a desigualdade aumentou nos últimos anos!


Os milionários estão rindo à toa com Dilma e Lula, inclusive o próprio Lula









Não gosto do foco obsessivo de muitos na questão da desigualdade, e por motivo bem simples: o que importa é o nível absoluto de miséria, a qualidade de vida dos mais pobres, não a relação entre eles e os mais ricos. Afinal, ao contrário do que pregam os marxistas, economia não é jogo de soma zero, onde João é rico porque Pedro é pobre. João e Pedro podem melhorar de vida juntos, o que normalmente acontece sob o capitalismo de livre mercado.
Dito isso, a desigualdade parece ser a prioridade para a esquerda, especialmente para o PT. Incapaz de criar um ambiente propício ao crescimento econômico, tendo produzido apenas um quadro de estagflação, o governo Dilma apelou para a bandeira da redução da desigualdade, citada com ênfase ontem mesmo, no debate da CNBB. Mas é mentira!
Como mostrou a excelente reportagem de Ana Clara Costa na Veja nesta terça, o que aumentou nos últimos anos foi a concentração de renda! É mais um mito – um fundamental mito para a campanha petista – que vem abaixo. Eis o que mostra a estatística do Ipea, que ninguém dirá trabalhar contra os interesses do governo, tanto que esconde o resultado:
Está engavetado no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) um estudo inédito que mostra uma realidade bem diferente da que vem sendo pregada pelo PT na campanha eleitoral de Dilma Rousseff. O documento, ao qual o site de VEJA teve acesso, mostra que a concentração de renda aumentou no Brasil entre 2006 e 2012. Dados do Imposto de Renda dos brasileiros coletados por pesquisadores do Instituto mostram que os 5% mais ricos do país detinham, em 2012, 44% da renda. Em 2006, esse porcentual era de 40%. Os brasileiros que fazem parte da seleta parcela do 1% mais rico também viram sua fatia aumentar: passou de 22,5% da renda em 2006 para 25% em 2012. O mesmo ocorreu para o porcentual de 0,1% da população mais rica, que se apropriava de 9% da renda total do país em 2006 e, em 2012, de 11%. Os dados referentes a 2012 correspondem aos mais recentes apurados pela Receita Federal.
[...] A principal conclusão do estudo é que a concentração de renda entre a parcela mais endinheirada, segundo os dados tributários, é muito superior àquela verificada nos dados revelados pelos brasileiros ao recenseadores do IBGE, sem que haja qualquer tendência de queda. Entre 2006 e 2008, por exemplo, ano em que as políticas de transferência do governo eram alardeadas por Lula, houve o maior aumento de concentração de renda na fatia de 1% mais ricos. O mesmo salto ocorreu entre 2010 e 2011.
Ao tratar os tais 1% dos mais ricos como um grupo estanque, esses economistas seguidores de Thomas Piketty cometem um grave erro. Pode haver mobilidade nas camadas dos mais ricos, nomes tradicionais podem sair com o tempo, e raramente lembramos de famílias abastadas que permanecem nessa situação por várias gerações.
Quanto mais liberdade econômica, mais verdade há na máxima “avô rico, filho nobre e neto pobre”. Não é fácil manter a herança em um mundo competitivo. Sem investir na competitividade, novos concorrentes logo desbancam impérios estabelecidos. Mas é bem mais fácil mantê-la ou expandi-la em um ambiente de capitalismo de estado ou de laços, análogo ao feudalismo.
Em simbiose com o estado, esses grandes grupos conseguem erguer barreiras que dificultam a competição e garantem seus privilégios. É exatamente o que o PT vem fazendo. Subsídios do BNDES, barreiras protecionistas, isenções pontuais, seleção de “campeões nacionais”, tudo isso leva ao aumento da concentração de renda, e da pior forma possível, pois não há meritocracia. É a “amizade com o rei” que vale mais. Por que outro motivo o grupo JBS doaria mais de R$ 100 milhões para as campanhas?
O BNDES talvez seja o maior instrumento de concentração de renda do Brasil, e ele aumentou muito de escopo durante a gestão do PT, chegando a desembolsos anuais na casa dos R$ 200 bilhões. Aécio Neves já declarou: se vencer, acaba o “Bolsa Empresário”. É esse o caminho se quisermos retirar os entraves para o livre funcionamento da economia, para que possa prevalecer a meritocracia, a justa remuneração pela eficiência.
O PT de Dilma não foi capaz de produzir mais riqueza, apenas muita corrupção, mais inflação e, agora sabemos, mais concentração de riqueza também. Não resta mais bandeira alguma ao partido. Apenas as mentiras…
Rodrigo Constantino

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

O PETRALHISMO INVADE OS MUNICÍPIOS E PLANEJA DOMINAR OS ESTADOS

Antonio Vieira: ‘A bola sete parou à frente da caçapa. Haddad vacilou e caiu de quatro’

ANTÔNIO VIEIRA
Guerra, comércio e pirataria estão sempre juntos e interligados. A constatação não é minha, é de Goethe. Talvez seja muita sofisticação buscar no grande escritor fundamentos para se entender o comportamento dessa mescla de corsários e piratas vulgares. Os rapinantes da Somália, mulambentos que avassalam cargueiros na costa oriental africana, bem poderiam aprimorar seus métodos com um estágio em qualquer prefeitura petista. Sairiam fortalecidos e confiantes para o desempenho de seu mister.
O caso atual da gatunagem na prefeitura de São Paulo, com os envolvidos circulando na ante sala do próprio prefeito, demonstra o quanto há de método, de comportamento recorrente, com essa gente de caráter deformado. Há, os fatos o demonstram, uma constante em tudo que o lulopetismo se envolve: a remição ao submundo, ao ilícito, ao ilegal, à fraude, à mentira e à enganação. O tal Donato, e outros certamente, como os mafiosos da Tattolândia, chegaram onde chegaram seguindo uma trajetória, verdadeiro processo de lenta, mas profícua aprendizagem.
O afastado vereador Donato era o capitão do time do Haddad; uma espécie de Zé Dirceu municipal. Uma figura assim com tais habilidades não se torna um homem de poder por alguma graça circunstancial, discricionária, de alguém que diz num estalo. “Ah! tem o Donatão… É gente nossa, gente boa; vamos botá-lo ali para tomar conta daquele pedaço!” Não! Não é dessa maneira que as coisas acontecem. É uma carreira, uma trajetória dentro de um sistema, onde o desempenho pregresso e a confiança são fundamentais para explicar a distribuição política de cargos de governo.
Arrivistas não têm chances com eles. Só os profissionais ─ e isso eles são. O petismo congrega uma organização na qual não seria difícil aplicar tipos extraídos do código penal. Os exemplos, inumeráveis, pipocam ano após ano nos noticiários. Um balanço das postagens da coluna de Augusto Nunes demonstraria a persistência, a amplitude e a coerência do modus operandi da turma.
Não é necessário ser profeta para vislumbrar o que vem por aí. As oposições deveriam pedir a abertura de processo de cassação dos envolvidos, não só na Câmara Municipal de São Paulo como no Congresso (o tal Jilmar Tatto é deputado federal). Não seria absurdo incluir no pacote o próprio Haddad.
Por muito menos, todos nos lembramos, mal terminara a apuração das eleições naquele já distante 1998, e os cães sarnentos petistas já rosnavam pedindo o “fora FHC”. Fotos da época mostram a proto-quadrilha em ação: Zé Dirceu, Genoíno, Tarso Genro, Palocci e outros fazendo coro no plenário do parlamento em Brasília, numa pole dance de patifes exibicionistas.
Uma oposição de verdade não perderia uma oportunidade dessa de mostrar a turma com a bunda de fora. São Paulo é amostra para o Brasil. No mínimo, informaria a todo o país que o mensalão de Lula e Dilma pode condenar alguns gatos pingados, mas a turma substituta, a do Haddad, já está a postos e atuante. Vamos, oposição! Upa! a bola sete parou à frente da caçapa. Haddad vacilou e caiu de quatro. Encaçape-o!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

ATÉ QUE ENFIM ALGUÉM COMEÇA A PERCEBER QUE ESTÁ HÁ DEZ ANOS SENDO ENGANADO

Homem de Lula diz que instituto não vai interferir em favor de assentados porque é assunto de governo. Sei… E aquele golpezinho dado pelo Apedeuta?

É realmente fabuloso! Luiz Dulci, ex-ministro de Lula e um dos chefões do instituto que leva o nome do Apedeuta, afirmou que a entidade não vai interferir em favor dos assentados que invadiram a entidade. 

Leio na Folha Online suas declarações:
“Esperamos que o movimento entenda que, se queria dar visibilidade à causa, talvez já tenha conseguido. Mas o instituto não interfere em decisões de governo. Não só nesta área como em nenhuma outra”.
“Não faz sentido ocupar o Instituto Lula porque não é uma decisão que possa ser tomada. O instituto não vai interferir, já que a negociação está aberta e os órgãos competentes estão atuando e empenhados em resolver a questão.”
Didi Mocó perguntaria: “Cuma, inselença?”. 

O instituto “não interfere em decisões de governo?” 

Há dois dias, Luiz Dulci foi um dos homens de Lula que anunciaram que o poderoso chefão assumiria a coordenação política do governo. E o fizeram à revelia do Planalto, que não disse nada até agora. 

Assim, não só o instituto “interfere” como, na prática, decidiu SER o governo.
Ora, ora… Se a solução do conflito dependesse de alguma ação que pudesse ser tomada pelo governo do estado, alguém dúvida de que esses valentes se apresentariam como intermediários da causa? Hipocrisia pouca é bobagem.
Os ocupantes do Instituto Lula divulgaram a seguinte carta:

Chegamos a uma situação limite.
Somos 68 famílias que, depois de anos e anos de luta, fomos assentadas num terreno de 104 hectares localizado entre os municípios de Americana e Cosmópolis. Este terreno pertenceu à família Abdalla, ricos empresários que perderam o a área durante a ditadura militar por dívidas trabalhistas.
Em 2006, o presidente Lula e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) nos instalaram no Sítio Boa Vista. Desde então, para a consolidação deste assentamento, depositamos tudo o que tínhamos: nosso trabalho e nossa vida na produção de alimentos saudáveis, sem o uso de agrotóxicos. Passamos por inúmeras dificuldades para produzir. Mesmo assim, passo a passo, conseguimos estabelecer parcerias com mais de 40 entidades e escolas através do Programa Doação Simultânea. E, hoje, temos orgulho de dizer que somos uma comunidade que fornece mais de 300 toneladas de alimentos para a região metropolitana de Campinas.
Após consolidarmos nossas vidas nesta terra com o suor de anos de trabalho e dedicação, recebemos em maio de 2012 a notícia de que a família Abdalla, aliando-se à Usina Ester, havia recuperado as terras na justiça e ganho o seu direito de posse. A justiça federal, então, emitiu um aviso ao INCRA de que deveríamos ser retirados em prazo determinado, caso contrário, haveria a reintegração de posse do terreno.
O INCRA moveu vários recursos em vão. Realizamos audiências com os representantes do órgão, que afirmavam que não sairíamos do assentamento e que, se fosse preciso, seria assinado o decreto de desapropriação por interesse social. Fizemos reunião com representantes do governo federal; e estes também garantiram que o problema seria resolvido, sem que precisássemos deixar nossas casas. No entanto, o tempo passou e nada mudou. Ao contrário, para a nossa aflição, aproxima-se a data em que assistiremos à destruição do esforço de toda uma vida: nossas casas, nossas plantações, nossos sonhos.
Sabemos que todas as possibilidades jurídicas já foram esgotadas e que o destino de nossas famílias depende, isto sim, da vontade política de quem pode decidir. Também sabemos que não nos resta outra alternativa senão um grito de apelo.
Lembramos que há exatamente um ano, em um quadro bastante semelhante, 1600 famílias foram brutalmente despejadas da área do Pinheirinho. Um representante político como Lula, que agora tem a honra de batizar uma instituição que zela pelo “exercício pleno da democracia e a inclusão social”, não pode permitir que uma situação dessas se repita.
Lula foi o Presidente da República que, em 2006, assinou a concessão do terreno do Assentamento Milton Santos para fins de reforma agrária. Todo processo ocorreu com o seu conhecimento e do órgão do governo federal responsável pelo assunto, o Incra.
Confiamos que o peso de sua figura política seja capaz de interceder em favor de nós, assentados, e estabelecer um diálogo mais direto com a presidente Dilma Rousseff, para que esta se disponha a nos receber pessoalmente em uma audiência e assine o decreto de desapropriação por interesse social.
Por Reinaldo Azevedo

quinta-feira, 28 de março de 2013

PT ESQUECE, MAS NÓS LEMBRAMOS

 

A grande maioria dos brasileiros permanece distraída com questões menores, como as bobagens ditas pelo pastor Feliciano, enquanto casos gravíssimos de corrupção ocorrem debaixo de nosso nariz e poucos têm a capacidade de se indignar, como o ROSEGATE , as denúncias de LOBBY e MENSALEIROS condenados comandando a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), relembro uma das razões que devem estar por trás de quem pauta os noticiários.

Revoluções que deram certo em outros países e que deixaram suas populações em estado de miséria absoluta, totalmente dependentes de esmolas e rações para poder sobreviver, como acontece em Cuba, felizmente fracassaram no Brasil. 

A guerrilha que tentou implantar o regime comunista em nosso país só chegou ao poder porque mudou o discurso. Mas deveríamos ficar em estado de alerta para o avanço sutil de seu projeto de poder porque mudaram, também, os métodos de ação. Se anteriormente empregavam a violência, agora contam com mecanismos que controlam o pensamento e formam (ou deformam) a opinião das pessoas. 

Publiquei post do COTURNO que dá uma dica de como isso funciona.

E um de seus propósitos está próximo de ser alcançado, um grande GOLPE que aos poucos vai contando com a adesão e a cumplicidade dos brasileiros, que nem percebem as besteiras que estão fazendo.

Uma das tentativas de repressão à liberdade de escolha é fazer com que adversários sejam desmoralizados, e conseguem isso espalhando calúnias e dossiês com denúncias mentirosas que nunca são levadas à Justiça, o que comprova sua falsidade. Fizeram essa maldade contra Ruth Cardoso, o caseiro Francenildo e José Serra, para citar alguns exemplos. 

O direito de escolha também é anulado quando conseguem induzir o eleitor a seguirem a onda do VOTO NULO.

Mas o GOLPE que está em curso é muito mais grave.

Trata-se de uma grande ameaça contra a Democracia, o que realmente vai garantir o poder absoluto do partido que está no poder e será praticamente impossível reverter esse quadro porque as instituições que poderiam evitar essa tragédia, incluindo imprensa e igrejas, são coniventes ou submissas.

Texto do jornalista
Reinaldo Azevedo, sempre atento aos mínimos sinais, completa meu post.
Leia trechos abaixo. Íntegra AQUI.

Caetano, Wagner Moura, Jean Wyllys e Chico Alencar se acham democratas? Então vamos ver o que eles pensam sobre o regime democrático e o Parlamento

Ouvi dizer que haviam convocado uma manifestação de repúdio ao preconceito e coisa e tal na sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), no Rio. Pensei: “Que bom! A ABI ainda estava sob os miasmas da corrupção ativa e da formação de quadrilha, que ali se juntaram no evento em defesa de José Dirceu”.  Aí falaram que o Caetano Veloso, o Wagner Moura e a Preta Gil iriam. “Ah, então é coisa de sustança intelectual.” Imaginei que os três estavam decididos a protestar contra a Funarte, que barrou a inscrição de um trabalho de dez bailarinos negros no “Prêmio Funarte de Arte Negra” porque a pessoa jurídica à qual são ligados tem um diretor branco. Pensei: “O autodeclarado mulato Caetano Veloso não concorda com isso”.

Mas não! Tratava-se de mais uma manifestação contra Marco Feliciano (PSC-SP), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara. Com alguns nomes estrelados do mundo das Artes & Espetáculos & Celebridades, a convocação logo juntou 600 pessoas, sob o comando do deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) e do deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ).

Repetiram-se as acusações de racismo e homofobia contra Feliciano. Eu jamais votaria nele para deputado. Tampouco o escolheria, se dependesse de mim, para presidir qualquer comissão. Mas o fato é que a acusação de homofobia é só uma tentativa de puni-lo por delito de opinião e que a de racismo vai além do ridículo. Feliciano tem o direito de ler errado a Bíblia, embora não deva. E é mais mulato do que Caetano Veloso.
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O povo anda tendo algum desprezo pelo Congresso, mas por razões que passam longe dessas evocadas pelo artista. Cito o caso do mensalão, que, salvo engano, nunca levou a nossa vestal baiana para a praça — embora esteja certo de que ele não concorda com aquela sem-vergonhice.

Caetano não é burro, não! Conhece a língua portuguesa, mas se expressa numa espécie de idioleto, o “caetanês”, que pode ser surpreendentemente autoritário:  

“Estamos reunidos aqui hoje para dizer que, no Congresso, não se podem fazer coisas absurdas; significa também dizer que nós não queremos viver sem o Congresso”. 

Em síntese: “Queremos (eles querem) um Congresso, desde que ele faça coisas com as quais concordemos; se passar a fazer coisas com as quais outros concordam, aí a gente começa a pôr em dúvida a existência do Congresso”.
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Wagner Moura, que incorporou, definitivamente, o papel de Capitão Nascimento das causas politicamente corretas também estava lá, com aquele seu ar de pensador grave. Tentou negar que exista preconceito religioso na pressão contra Feliciano:
  “Acho muito desonesto os parlamentares do PSC dizerem que a oposição ao nome do Feliciano à presidência é uma intolerância contra a figura dele. É, portanto, significativa a presença de vários líderes religiosos aqui, inclusive os pastores presbiterianos”.

Havia pastores presbiterianos lá, que, obviamente, concordavam com o pleito de Moura. Isso significa dizer, portanto, que Moura não tem intolerância nenhuma contra pastores desde que os pastores concordem com… Moura!

Ainda bem que o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) estava lá para dizer a verdade: 

“Hoje ou amanhã, o Feliciano pode ser trocado e entrar um deputado que não diz tanta coisa que choque, mas pode representar a mesma política de anulação da comissão”. 

Vale dizer: Alencar quer é destituir a comissão inteira. Feliciano é apenas o primeiro da lista.

Jean Wyllys, numa demonstração que entende perfeitamente a independência entre os Poderes herdada lá de Montesquieu, cobrou que Dilma — sim, que a chefe do Executivo! — faça alguma coisa. E pensou, indo a altitudes inéditas: “O governo sabe se meter no Legislativo quando é de seu interesse”.(...) Quando é a favor de causas que ele defende, então essa ingerência é boa. Entenderam?
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Lamento! As palavras estão aí e fazem sentido. Essa gente não tem como dar aula de tolerância a ninguém. Até porque o seu protesto é seletivo, politicamente orientado. O silêncio sobre a violência institucional ocorrida na Funarte diz tudo.

Chico Alencar deu o fecho de ouro: “Ouvi dizer que ele (Feliciano) disse que só sairia morto. Nós, defensores dos direitos humanos, queremos matá-lo politicamente”.  

Alencar me força a lembrar que socialistas defensores de direitos humanos são mesmo uma novidade na história, coisa recente. Como não podem — não nas democracias ao menos — matar seus adversários fisicamente, tentam matá-los moralmente.

Não por acaso, um dos fundadores do PSOL, ali mesmo no Rio de Chico Alencar e Freixo, é Achile Lollo. Está tudo contado aqui. 

Quem é ele? Trata-se de um terrorista italiano que, em 1973, despejou gasolina sob a porta de um apartamento, na Itália, onde estavam um gari, sua mulher e seis filhos. Ateou fogo. Morreram uma criança de 8 anos, Stefano, e seu irmão mais velho, de 22, Virgilio. O gari era membro de um partido neofascista. Como Lollo não gostava do fascismo, então ele resolveu incendiar crianças, entenderam? Um verdadeiro humanista!!!


A PIRA HUMANISTA – O jovem Virgílio, minutos antes de morrer carbonizado, vítima de um atentado terrorista praticado por Achille Lollo, que hoje vive livre, leve e solto no Rio. Foi um dos fundadores do PSOL, que hoje pretende dar aula de democracia