segunda-feira, 16 de julho de 2012

POLÍTICA VIROU TEATRO - FICÇÃO NÃO CONSTRÓI UM PAÍS DE VERDADE

Tivemos um presidente que é imortal (na política, na academia de letras, na vida), tivemos outros muito bem formados: doutores, sociólogo, etc., tivemos uma candidata que foi orientada a enrolar com mensagens confusas e sem significado algum, mas como as pessoas não entendiam nada e pensavam que o que era dito deveria ser importante, a candidata não venceu, mas teve muitos votos.
O pior, todavia, é que temos que assistir a decadência cultural do país porque o povo decidiu que qualquer um(a) pode ser presidente e liderar a Nação. 
Para quem é seduzido pela produção dos marqueteiros, que constroem imagens que são verdadeiras peças de ficção, não percebem a realidade nem a ausência de conteúdo de muitos que se sobressaem às custas do roteiro de terceiros. 
"Tem gente" que conquistou o direito de ser ridículo em seus improvisos, triste referência para a população. Não é o caso de quem se apresentou com marca da eficiência, essa tem que ficar escondida o suficiente para que não se perceba suas fraquezas sem um ensaio prévio para a encenação nos palanques.
Mas tem muito brasileiro antenado que não deixa escapar a essência do que a propaganda se esforça para disfarçar.

Confiram mais um assombro "científico", captado por Celso Arnaldo e publicado no blog de Augusto Nunes:

Celso Arnaldo surpreende o mundo com outro assombro: o dílmon de Rousseff

Ao examinar o vídeo que registra a performance da presidente da República em São Bernardo do Campo, o grande Celso Arnaldo topou com um assombro comparável ao bóson de Higgs: o dílmon de Rousseff. Segue-se o texto que registra o acontecimento histórico. (AN)
DÍLMON DE ROUSSEFF: A PARTÍCULA ELEMENTAR DO PENSAMENTO
CELSO ARNALDO ARAÚJO
Só se fala no tal bóson de Higgs – que os cientistas tentam traduzir aos leigos como a única das 61 partículas elementares que faltava ser encontrada para explicar a estrutura daquilo que chamam de “caldeirão primitivo” da criação da matéria e do universo. Foram 45 anos de buscas, a partir da obsessão do físico inglês Peter Higgs, que primeiro sugeriu a existência da partícula e lhe dá o sobrenome. Já bóson é a designação da partícula em si – derivada do nome de outro físico, o indiano Satyendra Bose, amigo de Einsten, que orbitou pelo tema. Uma convenção universal: o sufixo grego on é acrescentado ao nome de todas as partículas já identificadas – como hádron, férmion, glúon, múon e o indefectível elétron.
Dentro desse contexto, e aproveitando a sensação causada pelo anúncio da descoberta do bóson de Higgs, o Brasil não pode perder a chance de reivindicar o registro, pela comunidade científica internacional, do dílmon de Rousseff — a partícula elementar do pensamento humano, o ponto mais próximo do primitivismo das palavras. A exemplo do bóson de Higgs, o dílmon de Rousseff também pode ser chamado de “partícula de Deus” – ou, pelo menos, de “partícula de quem se acha Deus” – tal como atribuída ao cientista Luiz Inácio, doutor honoris causa de inúmeras universidades internacionais.
Se a comunidade científica internacional demandar provas incontestáveis, uma boa fonte é o portal do universo Blog do Planalto – que diariamente produz evidências irrefutáveis, e impressionantes, da existência do dílmon de Rousseff.
Como as do vídeo sobre o SUS, recém-trazido a este espaço por Augusto Nunes, em que a nova partícula aparece a cada trilionésimo de segundo – medida de tempo utilizada pelos físicos do Universo – no pensamento da criatura que a batiza.
Ao descrever o Samu, por exemplo, a partícula produz um campo de força que põe ordem na casa no começo do universo.
– E aí, hoje, nós achamos que é normal o Samu. Mas teve uma época que não tinha Samu.
O dílmon é a peça que faltava no quebra-cabeça da origem do universo: através da sirene do Samu, comprova que todas as coisas que hoje existem um dia não existiram.
É o Big Bang enfim desvendado.

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